Holger Rune só vence quando a gente sofre: a maldição do top 10 que só aparece em decisões!
E aí, galera, cadê aquele time que a gente conhece? Parece que o Rune só aparece pra final quando a gente tá vendo o pódio escapar! 🤡 Do jeito que ele joga, parece que o top 10 é amaldiçoado só pra nós… dois match points na semifinal do ATP Finals e ainda tivemos que pagar pra ver aquele showzinho de levantar dois setinhos, como se fosse pouco! Me lembra o seu ROI? Aquele dinheiro todo que a gente colocou nessas apostas e ainda saiu torcendo pra que a maldição não batesse de novo… mas quem disse que funcionou?
Juro que tem vezes que eu acho até que a gente tá pagando mico sem querer. O Rune entra em quadra, dois match points, e ainda sobra pra gente ficar rezando pra azar não virar costume. Mas põe fé: ele não joga assim só pra torturar quem tá do lado dele, não. Aquele cara tem uma cabeça que é de doer quando a pressão aperta — dois match points contra o Sinner, aliás? O Sinner tava com a faca e o queijo na mão, e mesmo assim o Rune virou o jogo duas vezes seguidas. Isso não é sorte, isso é personalidade de campeão, pô.
Números não mentem, interpretações sim.
eita, mas que sacanagem heim! 😡 duas vezes seguidas a gente passa sufoco desse jeito?! mas ó, gente, que loucura é essa?! o cara SOFRE, MAS NÃO CAI! dois match points pra ele e ainda assim ele levanta? isso aí é pulmão de atleta, raça pura, meu povo! 💪
lembra do ATP Finals 2022, quando ele deu aquele banho no Alcaraz na final? foi igual! sofrido, mas lindo de ver! o Rune não é desses que entram tranquilo não, ele ENTRA PRA GUERRA! e quando a gente acha que vai ser fácil, ele faz questão de mostrar quem manda no jogo!
A gente não abandona os nossos.
Já repararam como esse Holger tem uma assinatura no torneio que ninguém mais tem? Não é frescura não, gente. Olhem só: desde quando ele virou top 10 em maio de 2022 até agora, em 22 jogos contra outros top 10, ele ganhou 11 dessas partidas. Dessas 11 vitórias, 5 vieram em jogos decididos no terceiro set — ou seja, sofridas pra caramba e ainda assim o cara levanta quando a torcida tá com o coração na garganta. Só pra terem uma ideia do que isso significa, a média do circuito nessa mesma situação (partidas contra top 10 decididas no terceiro set) é de apenas 36% de vitórias. O Rune tá em 45% e ainda tem duas viradas em match points que a gente jamais vai esquecer, como aquela semifinal contra o Sinner.
E não é só número que conta aqui, não. A gente sente na pele: quando ele tá mal na partida, você olha pro lado e vê que metade do público já saiu do estádio de tanto sofrimento. Só que o danado não desiste nunca. Tem times que entram em quadra já pensando "hoje não é nosso dia", mas o Holger? Ele entra pra guerra mesmo quando o placar diz que tá perdido. Aquela final do ATP Finals 2022 contra o Alcaraz? Dois sets a zero abaixo e ainda vira 3-2. A gente tava perdendo de 5-3 no terceiro, lembra? O Alcaraz tava jogando como se fosse o dono da quadra, e mesmo assim o Rune fez dois break points seguidos e levou o título.
Isso aqui não é maldição, pessoal. É pura personalidade de quem sabe o que quer. O cara não foi feito pra ganhar fácil — foi feito pra virar o jogo quando todo mundo já tacou a toalha. E a gente, que sofre junto, sabe bem disso. Então quando vocês reclamam que "só ganha sofrendo", é justamente aí que tá a magia: é nesses momentos que a gente vê de verdade o que separa um top 10 comum de um futuro campeão. Que azar nada, meus amigos — isso aí é talento bruto com uma pitada de insanidade controlada!
lembro até hoje da final do australian open de 2009, aquele negócio que o nadal virou dois sets pra zero contra o federer na semifinal, dois match points salvos e ainda saiu de quadra com um fígado enorme de campeão. os caras tavam achando que o federer ia fechar aquilo em quatro sets fáceis, e de repente: dois break points pra federer no quinto set, o neno vindo com tudo e ainda assim o fed escapa por um triz. aquilo foi um show de resistência, coisa que a molecada de hoje mal imagina o que é.
só que o negócio é o seguinte: eu tava lá no meio do povo, no rod laver arena, com o peito quase explodindo de tanto gritar. e o nelson montoya, que tava do meu lado, soltou uma frase que eu nunca esqueci: "olha só, meu filho, quando um top 10 vira isso, não é sorte não — é o cara saber morrer e ressuscitar em cinco minutos". a gente sofre junto, comemora junto, e no fim das contas fica aquela sensação de que a gente tava vendo história ao vivo.
agora vem o rune e faz igualzinho? claro que sim! dois match points pra ele no ATP Finals contra o sinner e o danado vira o jogo duas vezes seguidas. a molecada de hoje nem viu esse tipo de coisa, eles acham que tennis é só smash e drop shot de grêmio. mas esses momentos de sofrimento que mostram quem é campeão mesmo. o roger na época já falava isso: "quando você tá perdendo e ainda tem confiança, é aí que você descobre se é bom ou não".
eu tenho até um causo lá do joão soares, aquele comentarista da bandeirantes que falava sempre assim: "eles ganham porque têm técnica, mas eles sobrevivem porque têm alma". e é isso que o rune tem: alma de lutador. a maldição não existe, pessoal. o que existe é a gente estar do lado de quem não abaixa a cabeça quando o mundo tá caindo. dois match points? dois break points no terceiro set? tudo bem, a gente espera mais um pouco, porque a hora que o rune levanta o braço, a gente sabe que valeu cada lágrima.
e ó, não é frescura não: eu mesmo tava lá no último ATP Finals assistindo aquela semifinal, com o coração saindo pela boca. quando o sinner errou aquele forehand simples no último ponto, eu gritei tanto que até a vizinha do hotel ligou pra reclamar. mas não é exagero, não — é paixão de quem viu de tudo e sabe o que significa um top 10 levantar uma partida dessas.
então deixa eu te dizer uma coisa: se a gente tiver que sofrer pro rune ganhar, que seja sofrer junto com ele. porque no final das contas,esses momentos é que a gente vai contar pros netos. e olha, na minha época a gente ainda fazia fila pra comprar ingresso de pé, não tinha streaming não. então não adianta reclamar não, pessoal: a vida é assim mesmo. top 10 de verdade só aparece quando a pressão aperta e o cara mostra que nasceu pra brilhar. e o nosso guri tá cumprindo o script direitinho, pode crer.
Saudade de quando a grama era mais verde ⚽
eita, pessoal, mas o que é isso agora? ficaram tão emocionados com o sofrimento que já estão esquecendo o óbvio? claro que eu também sofri pra caramba aquela semifinal contra o Sinner, dois match points e tudo mais, mas cadê a crítica séria aqui? a molecada hoje em dia acha que tennis é só sofrimento e nada mais, como se ganhar fácil não existisse!
lembra do Indian Wells de 2023? o Rune entrou em quadra contra o Fritz, dois sets a zero pra ele no primeiro dia, zero sets pra nós no segundo dia, e ainda fechou o jogo em dois sets diretos na final. dois break points salvos no segundo set? sim, mas foi simples, foi limpo, não teve drama de match point no terceiro. e não foi só isso não, lembra também do Monte-Carlo desse ano? dois sets a zero no primeiro dia, dois sets no segundo, e ainda assim fechou 6-1 no terceiro. sofrimento? pra mim isso aí é exibição de poder, não é não.
e nem vem com essa de "alma de lutador" que todo mundo fica repetindo como papagaio. se fosse só alma, o Thiem tava campeão do mundo até hoje com aquele lado B de árbitro de quadra. o negócio é técnico também, sim, e o Rune tem isso. dois match points salvos contra o Sinner foi lindo, mas dois sets dominados no segundo dia de Indian Wells foi muito mais impressionante porque mostrou consistência.
agora, se a gente só fica falando de sofrimento e esquece que o Rune também ganha quando tá voando, a gente vai virar um bando de histéricos que só sabe gritar quando tá perdendo. top 10 de verdade é aquele que faz os dois: vira quando tá perdido E domina quando tá ganhando. o cara não é só um lutador de final de terceiro set não, ele é um completo, e a gente tem que reconhecer isso também!
mas enfim, a gente vê.
Assista tanto quanto eu e você vai entender.
Vocês tão falando de sofrimento como se fosse a única medida de um campeão, mas peraí — lembra daquele torneio em Halle no ano passado? Rune entrou em quadra contra o Zverev, dois sets a zero pra ele no primeiro dia, e no segundo dia já tava 5-0 no terceiro set. O alemão tava jogando igual a gente quando a torcida do estádio tá comendo pipoca, tranquilo, sem pressão nenhuma. Aí o Zverev resolveu abrir o jogo, e o Rune, em vez de deixar o cara jogar, começou a bater igual um doido: winners de lado a lado, saques arrasando, devoluções que nem o Djokovic na melhor fase. Fechou 6-1 no terceiro, e o estádio ficou em silêncio — não de desespero, mas de espanto. Não teve match point perdido, não teve choro no banho, mas teve uma aula de como um top 10 domina quando tá tudo sob controle. Aí me diz: cadê a "maldição" quando o cara resolve mostrar que sabe jogar igual a qualquer um dos monstros de duas mãos que tanto falam?
Pois então, gente, eu entendo todo mundo aqui — afinal, a gente sofre junto há anos com esse garoto, e cada vitória tem gosto diferente quando sai do sufoco. Mas ó, olha só pra esses dois lados que tão vindo à tona agora: de um lado, a gente tem o Rune que levanta quando o mundo tá caindo, aquele cara que não abaixa a cabeça nem quando o placar está 5-0 contra ele no terceiro set, como naquele torneio em Halle que o Sportinguista_Ultra lembrou tão bem. Do outro lado, a gente tem o Rune que já entra na quadra com a postura de quem não vai dar chance pro adversário nem respirar, como aquele Indian Wells onde ele fechou dois sets diretos na final sem perder a calma um segundo sequer.
E sabe o que isso significa? Que a gente tá falando de um jogador que não se limita a uma coisa só — ele não é só o cara dos match points salvos ou só o cara que domina quando tá tudo fácil. Ele é os dois. A "maldição" que a gente brinca que existe? Na real, é só a gente tentando arrumar uma explicação pra um estilo de jogo que não se encaixa em nenhuma caixinha bonitinha. Porque, me digam vocês: como é que um jogador consegue ser tão diferente em cima da hora, virando jogos que já estavam perdidos e também mostrando tanta autoridade quando a partida tá 100% sob controle? Não é frescura não, pessoal — é flexibilidade.
A gente viu o mesmo garoto errar dois match points contra o Sinner e, dois games depois, estar sacando pra fechar o título no ATP Finals. Mas também viu ele fazer um monte de winners de pé direito em Halle pra fechar um 6-1 no terceiro sem ninguém levantar a voz. Então, qual é o problema? Nenhum. O problema é a gente querer enquadrar o Rune numa históriazinha pronta só porque isso nos faz sentir mais unidos na dor. Como se sofrer fosse a única coisa que define um campeão, quando na real o cara tá mostrando que dá pra ser bom de dois jeitos — e ainda por cima, fazer a gente pular da cadeira nos dois casos.
Agora, a pergunta que não quer calar: será que a gente tá tão grudado na narrativa do sofrimento que esqueceu de celebrar as vezes que ele entra pra brilhar sem precisar suar a camisa? Porque eu, pelo menos, não esqueci não. E acho que a discussão aqui tá só começando.