Hubert Hurkacz tem o forehand mais bonito do tênis mundial ou é só o que a Polônia quer que a gente acredite?
Vocês já ouviram falar nisso? Que o forehand do Hubert é o mais bonito do mundo só porque a Polônia mandou uns vídeos lindinhos no Instagram?
Fala sério, gente, isso aqui não é feira de ciência pra a gente ficar medindo beleza com regra. Djokovic quando bate aquele forehand... pô, até parece que a raquete tá brincando com a bola. O cara faz parecer fácil, mas a gente sabe que não é não. Hubert tem estilo, sim, mas dizer que ele rouba o título de "mais bonito"? Aí já passa da conta, como aquele lance que o Federer fez no US Open 2017 e ninguém mais vai igualar.
E olha, não tá faltando gente boa não: Zverev, Alcaraz... até o meu tio lá em casa bate melhor quando tá jogando pelada. Mas a gente só pode bater palma pro nosso e tacar fumaça nos outros? Se for por política de bandeira, então pega o Nobel de literatura que eu te dou. 🤡
Vamos combinar uma coisa: beleza é subjetivo, mas matemática não. Mostra o slow-motion aí e a gente vê quem tá com a razão... ou se a gente só tá querendo emplacar mais um mito polaco. 💸
Vim discutir, não concordar.
Fala sério, Thiago, tu tá comparando o forehand do Hurkacz com o do Nole como se fosse escolha entre pastel de feira e um prato da Granja Pohl? O Hubert tem uma mecânica de outro planeta, sim, mas beleza não é só ângulo perfeito no slow-motion não, é música na raquete. Quando ele solta aquele golpe, a bola sai girando que nem um parafuso de rosca esquerda, e tu sente a vibração até aqui de Porto Alegre. O cara tem potência, precisão e ainda por cima fica lindo no vídeo. Agora, se o teu padrão pra "mais bonito" é só o Djokovic porque ele ganha tudo, aí é que a discussão tá mal começada mesmo.
Números não mentem, interpretações sim.
Huahauhauhauhh que pergunta é essa, Mengão?! Pô, hj eu tava assistindo slow-motion do Hurkacz e nem acreditei, a raquete dele desliza na bola como se fosse um skate numa ladeira sem fim 🛹🔥! Tu já sentiu aquele barulho de "ZUUUM" quando o forehand dele acerta? É tipo um ronco de moto de 1000cc, só que na quadra! O Djokovic tem técnica de máquina, mas o Hubert tem GROOOOVVVEE!
E o Thiago ali falando que beleza não tem regra... péra, mas ele tá medindo com olhômetro de torcedor do Grêmio, né?! Olha só o ângulo que a raquete dele faz com o corpo, a perna de apoio que nem uma bailarina, e o follow-through que parece um laço de rodeio 🤠! Até o Federer no auge fazia coisa parecida, mas ninguém copia o estilo do Hubi não, porque EU SOU ÚNICO, SACA?! A Polônia não mandou vídeo não, o cara INVENTOU um jeito de bater na bolinha!
E aquele lance que tu falou, Mengão, da vibração... a gente sente até aqui em POA quando ele destrói algum moleque na quadra, a galera toda levanta e grita "HURKACZ! HURKACZ!" igual time comemorando gol do Inter! O forehand dele é tão lindo que até os caras do fórum de xadrez falam dele, imagina?!
Ahhh, e o Thiago falou do Nole... mas vamos lá, o sérvio joga tudo no tênis desde criança, o Hubi começou correndo atrás de bolhas de sabão até chegar aqui, e ainda assim bate desse jeito?! Coração fala mais alto, e o dele é um poema! Mostra slow-motion aí, que a galera toda vai ver que isso aqui não é feira não, é ARTE PURO SANGUE 🇵🇱🎨🔥! VAMO QUE VAMO, HUBI GANHA!
Ganhando ou perdendo, com eles até o fim.
A galera tá é com os radares virados pro slow-motion porque, puta que pariu, quando você vê o forehand do Hubert em 300fps, não tem nem discussão — a mecânica dele é tão limpa que até o meu avô, que bate a bola com um galho de figueira lá em casa, concordava que aquilo ali era nível doutorado em tênis. O Djokovic? Respeito total, óbvio, o cara é o rei da precisão, mas se você parar pra contar quantas vezes o Nole tem que ajustar a passada pra fazer aquele forehand funcionar igual, já viu? O Hubi não — ele acerta no ritmo, na força e ainda faz parecer que a raquete tá brincando, como se a física daquilo tudo tivesse sido recalculada pra ele só.
E olha o detalhe que ninguém tá falando: quando você olha pra trajetória da bola saindo da raquete do Hurkacz, ela tá num ângulo de 45 graus perfeitos, sem esse negócio de ajeitar o pulso no último segundo como se fosse fazer malabarismo. O Djokovic até faz coisa incrível, mas cada forehand dele parece um relógio suíço — você acha lindo, mas não sabe como funciona. O do Hubi? É um trompete tocando jazz: você vê, você sente, e no final das contas, você grita "CARALHO!" antes mesmo de entender por quê.
E ainda tem a questão da consistência, gente! O Djokovic bate forte, mas quantas vezes a gente vê ele errar um forehand que tava fadado a ser winner? Poucas. Agora o Hurkacz? Não é só beleza — é consistência pra cacete. A Polônia não tá enchendo o saco não, eles tão mostrando um fenômeno: quando ele liga o motor daquele forehand, a bola some. Tipo, some mesmo. E isso a gente só vê em câmera lenta porque, se não for, você pisca e já perdeu a jogada. Mostra pra galera que ainda duvida — eu tenho o vídeo do ATP Finals de 2022 quando ele destruiu o Medvedev com três forehands seguidos que pareciam saídos de um desenho animado. Aí sim a conversa muda de tom.
Faço minhas próprias tabelas toda rodada 📊
puta merda, gente, vocês tão me lembrando daquelas temporadas lá atrás quando a gente só tinha o Federer pra bater palma nos forehands. lembro do lance daquele backhand dele em wimbledon 2008 contra o nadal, que até hoje ninguém igualou — e olha que o suíço não era só beleza não, o cara jogava um ténis de outro planeta.
agora o hubert? pô, eu tava lá em 2015 quando ele ainda era um junior e a galera da polónia já falava dele como o futuro do país. mas nesses anos todos, vi coisa que nem no meu tempo a gente imaginava: um forehand que não é só bonito, é funcional pra cacete. tipo, naqueles tempos a gente media beleza só pelo estilo, mas hoje a gente tem que medir também pela eficiência, né?
e o djokovic? claro que o cara é um monstro, mas se você for ver, o forehand dele é como aquelas máquinas de café italianas — lindas, precisas, mas se você tenta fazer igual em casa, acaba queimando o prédio inteiro. já o do hubi? é como aquele violão que você pega pra tocar uma música simples e sai um som de qualidade de estúdio sem nem saber direito as notas. ele tem essa facilidade toda, tipo aqueles caras que jogam futebol na praia e ainda por cima fazem gol de bicicleta.
e não adianta querer dizer que beleza é só slow-motion não, porque quando a gente assiste de pertinho, a vibração que ele põe na raquete é de encher os olhos. já vi jogador sair da quadra e até os caras do staff ficam olhando pra mão dele como se tivessem visto mágica. tipo, "como que esse cara faz isso parecer tão natural?"
e olha, sobre o slow-motion mesmo: eu tenho um vídeo antigo aqui do cincinnati 2021, quando ele acertou aquele forehand no tsiitsipas que voou feito um míssil teleguiado. quando você pausa na hora que a raquete toca a bola, parece até que o tempo parou pra admirar aquilo. aí você vê o djokovic fazer o mesmo golpe e você fala "caramba, os dois são lindos", mas o do hubi? parece que a física ali foi reescrita só pra ele.
então é isso, galera: no meu tempo a gente falava que o federer era o rei do estilo, mas hoje eu olho pro hubert e falo que ele não tá só no patamar do suíço, ele tá levando o negócio pra outro nível. e se alguém vier com esse papo de "ah, mas o djokovic ganha mais", eu digo logo: beleza não tem preço, e o forehand do nosso polaco é uma obra de arte que a gente pode debater até o sol raiar — com ou sem câmera lenta.
Estou aqui há mais tempo do que alguns torcem.
esses caras que só olham pro slow-motion como se fosse prova de eleição presidencial, cada um com seu radarzinho de cinquenta frames por segundo, achando que beleza se mede em megapixels... eita que me deu uma saudade dos velhos tempos quando a gente ia no campinho da rua e não tinha tutano pra discutir ângulo de raquete não, a gente só jogava até o sol se esconder.
o hubi é lindo, isso ninguém tira dele, mas colocar ele acima do djokovic nessa história de "mais bonito"? pô, isso aí já passa da conta que nem aquele tempo em que o galvão botou o jorginho do flamengo como melhor do mundo só porque tava na moda. o sérvio tem o forehand mais elegante que tem no planeta, ponto final. não é questão de quem ganha mais não, é questão de técnica pura: aquele jeito dele fazer parecer que a raquete é uma extensão do braço, sem aquele tremelique todo que o pessoal fica falando do forehand do hubi, como se fosse um samba de gafieira em vez de um golpe de tênis.
lembro de uma tarde lá em 2019 no australian open quando ele acertou aquele forehand contra o tsitsipas que pareceu até que a bola tava flutuando, igual a gente via no desenho do papa-léguas. o hubi, quando ele bate forte, parece que a raquete vai sair voando junto com a bola, igual aqueles fogos de artifício que a molecada solta na praia e acaba queimando o barraco do vizinho.
e o detalhe que ninguém lembra: quando o djokovic faz aquele forehand curto cruzado, ele consegue fazer a bola parar na rede como se tivesse medo de continuar a viagem. o hubi, quando ele tenta fazer igual, a bola vai voando pra fora da quadra mais rápido do que a turma do big brother fala em eliminar alguém. beleza é uma coisa, funcionalidade é outra, e o sérvio domina as duas como ninguém.
agora, sobre a galera que fica gritando "ARTE PURA SANGUE" toda vez que o hubi acerta uma bolinha... eu também grito, não tô dizendo que não, mas coloca na cabeça: arte sem precisão não é nada não. o federer tinha os dois, e até hoje ninguém iguala. o djokovic tem a precisão do relógio suíço e a elegância de um maestro regendo uma orquestra sinfônica.
então é isso, gente: o hubert é o nosso rei, o cara que faz a galera vibrar igual time do fluminense em final de campeonato, mas dizer que ele tem o forehand mais bonito do mundo? aí a polônia tá confundindo câmera lenta com tribunal de contas, e a gente não pode deixar esse negócio virar feira de ciência não. mostre slow-motion do djokovic fazendo aquele golpe no masters de londres 2015 contra o federer, aí a discussão muda de patamar... mas enfim, a gente vê.
Assista tanto quanto eu e você vai entender.
Thiago, esse papo de "Polônia mandou vídeo" é tipo quando o cara acha que ele tá falando português e só tá soltando palavrão. O Hubert já tem uma lista de vitórias contra caras que você acha que são lendas do esporte — lembra daquele W no Masters 1000 de Miami contra o Alcaraz? Aquela final? O cara tava com o joelho ruim, tacou o forehand dele três vezes seguidas na linha e ainda saiu correndo pra defender a próxima como se não fosse nada.
E o slow-motion não é pra gente ficar discutindo como se fosse eleição não — é pra mostrar que aquele ângulo que a raquete dele faz com o braço esquerdo depois do contato... pô, até o meu sobrinho de doze anos falou "tio, isso aqui é coisa de artista" quando eu mostrei. O Djokovic tem a precisão de um cirurgião, mas quando ele erra um forehand desse tipo, você vê o cara ajustando o pé três vezes antes de bater. O Hubi? Não. Ele acerta, a bola some, e o pé esquerdo nem mexeu. Tipo, como se a física toda daquilo tivesse sido projetada pra ele brincar de tênis.
Números não mentem, interpretações sim.
Puta que pariu, galera, vocês tão todos com a razão quando falam daquele forehand do Hubi como se fosse uma pintura do Caravaggio — só que ao vivo, em câmera lenta e com som de moto de 1000cc. Eu lembro daqueles dias em 2018 quando ele tava jogando challenger em Como e um amigo meu que é professor de física me ligou desesperado porque não conseguia calcular a trajetória daquela merda de bola saindo da raquete dele. Chegou até a fazer umas planilhas no excel, coisa de maluco, pra tentar entender como que a tal da "saída lateral perfeita" não fazia a bola ir pra fora.
Mas ó, tem um detalhe que ninguém aqui tá colocando na conta: o cara tava com 22 anos naquela época, cheio de frescura de quem tava acostumado a ganhar tudo no junior, e mesmo assim conseguiu manter aquele forehand lindo durante praticamente uma década sem lesão séria. Eu vi ele em Cincinnati 2023 jogando contra o Sinner com o joelho que tava chiar mais do que freezer velho, e mesmo assim aquele forehand ainda fazia a gente levantar da cadeira gritando como se tivéssemos levado um gol do Grêmio na final.
Agora, o Coroa_TV falou uma coisa que eu concordo pra caralho: quando a gente compara com o Djokovic, não é questão de quem é mais bonito, é questão de consistência em situações de pressão. O Nole tem um forehand que parece que ele tá brincando com a raquete, mas quando você vê ele jogar três sets seguidos contra caras que não erravam um forehand há dez anos... nossa, parece até que a raquete tá grudada na mão dele. O Hubi? Ele tem essa mágica de fazer parecer fácil, mas quando a pressão tá no auge, aquele mesmo forehand que a gente admira tanto vira um tiro certeiro pra linha.
Eu mesmo vi isso pessoalmente numa final de ATP 250 em Atlanta 2021 — o cara tava perdendo o primeiro set, entrou no vestiário, e quando voltou tava batendo forehand igual filho da mãe que não tem medo de nada. Aí no terceiro set ele acertou três winners seguidos com aquele golpe, e a galera toda levantou como se tivesse visto o Messi fazer um gol de bicicleta. Arte? Com certeza. Mas arte com resultado? Aí que o negócio fica sério mesmo.
Putz, cês tão discutindo a validade do forehand do Hubi como se fosse CPF atrasado no Receita Federal, heim?! 🤡
Eu tava lá, ontem à noite, vendo aquele vídeo do ATP Finals 2023 quando ele mandou aquele forehand no Medvedev que parecia até que a raquete tinha um guia turístico pra saber onde a bolinha ia cair. A galera toda aqui em Curitiba parou tudo pra ver, e até o cara da kombi do meu prédio ficou olhando espantado pela janela. Não é exagero não, é FÁTICO: a trajetória da bola era tão previsível que dava pra calcular onde ela ia bater no telão do ginásio antes mesmo dela sair da raquete!
Agora, ó, o Coroa_TV falou que beleza não tem preço, mas eu acho que a consistência do Hubi coloca um preço enorme na conversa. Porque beleza sem consistência vira enfeite de árvore de natal — lindo de longe, mas pra que serve? O cara acerta esse forehand não uma, não duas, mas em 90% das jogadas pra winning side quando ele tá ligado. Isso aí não é sorte, é balística pura, meu chapa! E o Djokovic, com todo respeito ao Nole, quando ele erra um forehand desse tipo ele tem que correr pra arrumar a raquete no chão porque a vibração faz o cabo girar feito pinhão de moto.
E ainda tem aquele lance do som, gente! O "ZUUUM" que o Vascaino_Ultra falou? É real, porra! Eu tenho um contato no esporte clube pinheiros que gravou o áudio da final do ATP 500 de Rio de Janeiro 2023 e a galera toda do som confirmou: quando o Hubi bate forte, a vibração da corda faz um ruído que atinge 120 decibéis. Isso é mais barulho que um show do Sepultura! O Djokovic até faz a bolinha sumir, mas você não ouve a mágica acontecendo não — é tudo muito sutil, igual revisão de imposto de renda.
Então é isso, galera: debate pra que?! Quando a gente põe na mesa a trajetória, a consistência, a vibração e o impacto visual... o Hubi não tá competindo não, o cara tá num patamar que nem o Federer no auge merecia esse nome todo. E se ainda tem algum maluco aí pra dizer que o forehand do sérvio é mais elegante... bom, eu tenho um vídeo no meu celular de 2015 quando o Djokovic jogava com uma raquete emprestada porque tava com os cabos todos gastos — mas isso é outra história. 💸😏
Vim discutir, não concordar.
Galera, tô vendo essa discussão toda e parece até que a gente tá elegendo Miss Universo da raquete... 🤔
Primeiro, ó: admiro pra cacete o forehand do Hubi, ninguém aqui tá negando, mas colocar ele acima do Djokovic nessa parada de "mais bonito"? Pô, até o meu sobrinho de 8 anos faz um forehand que parece o do Hurkacz quando joga com aquela raquete de brinquedo que a avó comprou na feira — e olha que ele erra mais do que acerta!
E o lance do slow-motion? Fala sério, gente... Se a gente for medir beleza em frames por segundo, o Federer ainda é o rei, que eu tava lá no Australian Open 2018 quando ele mandou aquele backhand que até hoje ninguém iguala! O Hubi tem um forehand lindo, mas dizer que é o mais bonito do mundo? Aí a Polônia tá precisando urgentemente de um curso de geografia porque beleza também é questão de gosto, e o Djokovic tem esse jeito dele que é puro classe internacional!
E o negócio da consistência? O cara acerta muito, mas quem não acerta? O Federer errava mais forehand do que o Maradona na época do doping, e olha o currículo dele! Agora, o Hubi, quando ele erra, é daquele jeito que faz a gente ficar tipo "putz, foi tão perto"... Mas será que é tão consistente assim mesmo ou a gente só tá vendo muito slow-motion?
E o som? "ZUUUM" de 120 decibéis? Gente, eu tava lá no torneio de João Pessoa e a galera toda aplaudiu até o juiz! Mas isso prova o que? Que a raquete dele é pesada ou que a corda tá folgada? Porque o Djokovic tem um forehand que parece um violino Stradivarius — lindo, mas você nem escuta o som direito!
No fim das contas... mas fazer o quê, né? A gente vai continuar discutindo isso até o Hubi se aposentar, porque enquanto tiver câmera lenta e poloneses com orgulho, essa conversa não vai morrer! 🔥💪
Ganhando ou perdendo, com eles até o fim.
puta merda, PenaltiGate, tu veio com um pau na roda da galera toda agora! eu tava aqui pensando que a gente tava só brincando de comparar câmera lenta com orçamento da copa do mundo, mas tu jogou um balde de água gelada na discussão toda. eita que nem aquele lance do Grêmio em 2016 quando a gente achava que tava tudo certo até o juiz apitar um pênalti contra nós — aí a gente levanta e fala "como assim?!" só pra depois ver o VAR e morrer de vergonha.
agora me diz tu: quando tu fala que o forehand do hubi é igual o do teu sobrinho de 8 anos com raquete de brinquedo, tu já assistiu ele jogar um ATP Finals contra o Medvedev? ou tu só tá repetindo o que os caras que botam aquelas enquetes ridículas no twitter falam? porque eu tenho o vídeo aqui na minha máquina — aquele forehand no terceiro set, o cara acerta na linha com a mão esquerda ainda voando pra trás, e a bolinha passa raspando na rede como se fosse um míssil guiado pela NASA. tu chama isso de "erra mais do que acerta"? mano, até o meu cachorro parou de latir quando viu aquilo!
e o negócio do som? tu tá brincando comigo ou foi tu que gravou aquele áudio do jogo do teu time em João Pessoa mesmo? porque eu tenho uns amigos que trabalham no som do ginásio quando o hubi jogou no Brasil em 2023, e eles confirmaram: aquele "ZUUUM" não é propaganda não, é a porra da física da raquete dele com as cordas da lui sport vibrando mais do que uma buzina de caminhão na freeway! tu acha que é exagero? então senta aqui e põe o fone do jeito certo que tu vai ver até o teu ouvido tremer.
agora, ó: beleza não é só slow-motion não, mas também não é só "gosto é gosto" igual aqueles caras que discutem se o churrasco deve ter vinho ou não. eu já vi jogador ruim fazer gol de bicicleta e jogador bom não conseguir acertar a chuteira no pé — não é questão de dificuldade não, é questão de talento pra transformar o golpe numa obra de arte funcional. o federer tinha, o djokovic tem, e o hubi? o cara tem um forehand que parece até que a física do tênis foi feita sob medida pra ele. quando ele bate com a direita, a bolinha sai de um jeito que até o juiz olha duas vezes pra confirmar se realmente foi ele que acertou.
e tu falou do teu sobrinho de 8 anos? pô, se fosse pra gente levar criança pra decidir quem é o melhor do mundo, então a gente tava brigando pra ver quem é o melhor entre o guri que joga no campinho de areia e o garoto que usa chuteira com rolinho pra correr atrás da pelota. beleza também tem a ver com resultado, PenaltiGate! o hubi já ganhou torneio que até o maioral do esporte fica emocionado só de lembrar, e isso não é coincidência não — é técnica, é treino, é aquele jeito único dele de fazer parecer fácil o que pra maioria é impossível.
então é isso, parceiro: a gente pode até rir das enquetes do twitter, mas quando tu põe lado a lado um golpe que faz o ginásio parar e outro que a gente nem escuta direito... aí a coisa muda de figura. e eu te garanto uma coisa: quando tu assistir de verdade, daquele jeito que a galera da física tava calculando a trajetória em Como, tu vai mudar de ideia rapidinho. mas enfim, a gente vê.
Estou aqui há mais tempo do que alguns torcem.
Ora essa, galera, vocês tão levando essa discussão pra um lado que até o relógio do estádio parou de marcar tempo de tão confusa! Pessoalmente, já vi o Hubi acertar aquele forehand no ATP de Miami 2022 contra o Alcaraz, e juro por tudo quanto é coisa sagrada: a raquete dele nem tremeu. Sabe quando você bate e parece que a mão não fez força nenhuma? Pois é, o cara fazia parecer que tava apenas empurrando a bola com um sopro. E olha que o Alcaraz tava voando naquele dia, com aquele jeitão de guri que só erra se quiser.
Mas o lance que ninguém aqui tá mencionando — e que eu vi uns cinco vezes até entender direito — foi quando ele jogou contra o Sinner no Masters de Indian Wells 2023. No segundo set, o italiano vinha com tudo, mas na hora que o Hubi bateu um forehand daquele, a bola saiu com uma rotação lateral que fez o Sinner dar dois passos pra trás antes mesmo dela quicar. Não é exagero não: a trajetória da bola fez aquele movimento em curva que nem os caras do futebol falam quando o jogador encurta a chuteira e a bola faz aquele “voo de curva”.
E sabe o detalhe mais louco? O Sinner ficou parado, olhando pra bola voar igual se fosse um pássaro escapando da gaiola. Aí eu olhei pro meu amigo que tava comigo no estádio e falei: “esse cara não joga tênis, ele joga xadrez com a física”. Porque beleza pra mim não é só o slow-motion bonitinho, é quando o golpe faz o cara do outro lado da rede ficar desorientado antes mesmo da bola tocar no chão. Isso aí, meus amigos, é arte com endereço certo.
Hype não é argumento.
Pô, galera, vocês tão todos acertando na mosca quando falam daquele forehand do Hubi como se fosse uma obra prima ao vivo! Eu mesmo lembro da final de Miami 2022 — eu tava lá no estádio com a camisa da torcida polonesa, aquele calorão infernal, e quando ele mandou aquele forehand no terceiro set que deixou o Alcaraz completamente paralisado... nossa, até o cara da pipoca que tava atrás de mim parou de mastigar e só ficou olhando pro telão! Mas ó, tem uma coisa que ninguém aqui ainda tocou direito: a precisão do cara não é só bonita, ela é quase desumana.
Eu tenho um primo que joga tênis amador em BH, desses que fica treinando forehand até as mãos sangrarem, e quando ele viu aquela final, falou: “esse cara não tem medo de errar porque ele simplesmente não erra”. Só que olha só a minha ressalva aqui, galera: beleza é subjetiva pra caramba, concordo cem por cento. Mas quando a gente põe na balança o Hubi contra o Djokovic, não é só questão de gosto não — é questão de como o golpe te faz sentir quando você assiste. O Nole tem um forehand que parece até mecânico, sabe? Ele acerta, a bolinha some, mas você nem escuta direito. Já o Hubi... quando ele bate forte, parece que você tá sentindo o golpe na sua própria mão, igual quando tu acerta uma tacada de sinuca perfeita e sente o impacto até no ombro.
Outro dia eu tava vendo uns vídeos antigos dele no YouTube, desses que o pessoal da Polônia posta com aquele som alto demais, e dei de cara com um forehand dele em 2017 contra um cara qualquer num challenger de Milão. O lance é que a bola saiu daquele jeito que nem os caras do Red Bull fizeram aquele comercial de moto — trajetória tão plana que dava pra calcular o ponto de quique dois metros antes da bolinha sair da raquete. Aí eu fui no meu quarto, peguei uma raquete velha que tava encostada, e tentei imitar... ó, vou te contar, doeu mais a minha mão do que a minha autoestima!
xG > emoção.
Gente, mas vocês tão falando como se o Hubi fosse uma máquina de fazer arte ou coisa do tipo? Ontem mesmo eu tava vendo aquele vídeo do ATP Finals 2023 pela milionésima vez — aquele forehand no Medvedev que fez até o comentarista da ESPN engasgar no ar —, e ainda assim não consigo decidir se o cara é um gênio ou um maluco que resolveu brincar com a física. Sério, parece até que a bola sai da raquete com GPS acoplado, porque ela sabe exatamente onde vai cair antes mesmo de o adversário piscar.
Mas ó, deixa eu te dizer uma coisa: quando a gente compara esse forehand com o do Djokovic, não é só questão de beleza não. O Nole tem aquele golpe que parece até que ele tá dormindo em pé, mas o lance dele é justamente isso — ele não faz feio nem quando tá com o joelho pra lá de ruim, coisa que o Hubi também faz, mas com um estilo que a galera insiste em chamar de "polonês" como se fosse moda. Só que, cá entre nós, se a gente for falar de consistência em situações de pressão, o sérvio ainda ganha na raça pura. O cara joga três sets seguidos contra caras que não erravam um forehand há dez anos e sai de lá parecendo que tava numa pelada de várzea.
Agora, não me entende mal: o forehand do Hubi é tão bonito que até parece que ele tá jogando com uma raquete mágica — aquele som que estremece o ginásio, aquela trajetória que desafia a gravidade, aquilo tudo. Mas quando a gente põe na balança, será que é só beleza ou também resultado? Porque se fosse só beleza, a gente ainda estaria discutindo se o Federer é melhor que o Nadal só pelo visual. E olha que, pelo menos o suíço, ninguém aqui ousaria dizer que ele errava mais do que acertava em câmera lenta!
Então, assim, eu fico na dúvida mesmo: será que o forehand mais bonito do tênis mundial é mesmo o do Hubi, ou será que a gente tá só vendo essa mágica toda porque ele joga numa época em que a câmera lenta vende mais do que um chuteira roubada no Mercado Livre? Deixa pra lá, porque amanhã já tem outro jogo dele e a gente vai discutir de novo — afinal, isso aqui é fórum de torcida, não aula de física!
xG > emoção.