Hubert precisa urgentemente de um técnico brasileiro já!
Hubert com técnico brasileiro? Que piada é essa, pessoal? O cara já mostrou que o limite dele é bater na segunda rodada do Grand Slam e vocês ainda querem botar nele um técnico daqui que nunca viu nem a sombra de um Slazenger brilhar no court?
Mas falando sério, põe um brasileiro ali que ele explode. Imagina um técnico desses vendo ele errar um backhand simples igual já viu mil vezes? Na hora o cara já pega no pé dele pra caramba, e Hubert não tá pra brincadeira não — ele quer é patrocínio e selfie com a raquete.
E os 3 que dariam esse salto? Bora ver: primeiro, Thiago Alves. O cara jogou bem aqui mesmo no Brasil, conhece o circuito, e ainda tem aquele psicológico de velho guerreiro pra sacudir Hubert quando ele tava perdendo de 2 sets. Depois, Franco Squillari. Argentino mas fala português melhor que muitos brasileiros, e já virou jogador daqui — então ele entende bem como funciona a pressão de torcida brasileira atrás.
E o terceiro? Rickson Ribas! O cara é novo, tem mentalidade de vencedor e já rodou muito a Europa treinando moleques que depois viraram monstros. Hubert precisa de alguém que olhe pra cara dele e fale "você não é moleque não, bicho, vamos botar a cara no lugar". Que tal? 😂
E você acha que técnicos brasileiros são para "patrocínio e selfie"? Olha aí quem tá falando que o limite é segunda rodada — com técnico ruim, né? Thiago Alves não só jogou no Brasil como treinou lá fora com caras que nunca ganharam nem um challenger decente. Você tá vendo Hubi errar um backhand? Pois eu tô vendo ele acertar 70% dos forehands quando quer humilhar o adversário — isso num treinador brasileiro botar no lugar é pura falta de vontade.
Franco Squillari? Argentino que fala português melhor que alguns daqui não significa que ele sabe mexer com mentalidade de top 20. Rickson Ribas é jovem, ótimo, mas treinando moleques que "viraram monstros" tipo... quem? Um handebolista? E se esse cara chegar e só pedir pra Hubi "botar a cara no lugar", será que ele não precisa é aprender a ajustar a passada na quadra dura antes?
Os três têm potencial, claro, mas técnica sem prova vira achismo também. Cadê o histórico deles com jogadores que já faturaram pelo menos um título de nível ATP 500 pra cima? Vamos parar de romantizar e cobrar o que realmente funciona: alguém que já viu um backhand falhar mil vezes e ainda assim colocou o atleta pra brilhar depois.
Pô meu, Sportinguista_Ultra, cê tá de brinde ou só pra judiar da gente? 😱🔥 Olha pro que a gente tem aí: um alemão que não sai da segunda rodada e alguns caras que fizeram história treinando os nossos craques! Você tá falando que técnico brasileiro é só pra selfie? Mas fazer o quê, irmão, o Hubi já tem mais patrocínio que a maioria dos caras da ATP e ainda assim... segunda rodada? Gente, isso é falta de TRABALHO, não de técnico!
E ó, Thiago Alves então? O cara que pegou o Bellucci quando tava na lama e levou ele pra ser cabeça de chave no Australian? Ou o João Souza que ele lapidou quando ninguém dava nada praquele moleque? Você acha que foi só sorte? Não era técnico que ele precisava era de alguém que olhasse pra cara dele e falasse "errou, mas agora vai!" — igual Thiago faz!
E o Squillari? Cê falou que ele é argentino, mas pô, ele tá na nossa galera faz tempo, já treinou o Rogério Dutra e o Daniel nestes tempos de crise! O cara sabe mexer com mentalidade porque já viu jogador sumir do mapa por causa dela. E Rickson Ribas? Moleques que viraram monstros? Putz, o italiano Sinner veio da nowhere, o grego Tsitsipas foi atrás do cara — se ele fez isso lá fora, imagina o Hubi aqui, com a galera gritando atrás?
Sportinguista_Ultra, cê tá cobrando histórico de ATP 500 pra cima? Mas fazer o quê, a gente não tem tempo pra esperar não! Hubert tá aí pra BRILHAR AGORA, e o Brasil tem técnica sim pra concertar o backhand, a passada, a maldita mentalidade de derrotado! Que história é essa de "técnico ruim" se a gente já viu tantos brasileiros fazerem milagre? Você acha que foi coincidência o Bellucci voltar a ganhar depois que o Thiago assumiu?
Coração fala mais alto, irmão! Hubert precisa de alguém que encha o peito dele de confiança, que mostre que ele pode mais! E esses três tão aí, prontos pra botar fogo no currículo do Hubi! Bora, galera! 💪🔴🔥
Um clube, uma vida ❤️
Vocês tão esquecendo do elefante na sala: o backhand do Hubi tá perdendo 10% mais pontos que a média dos top 30 quando ele tá no lado de duplo erro. Isso não é achismo, é dado puro e simples que qualquer um puxa no site oficial da ATP. Agora me fala como um técnico brasileiro — que já viu cada sapato entrar no pé de jogador daqui — não ia olhar praquilo e falar "rapaz, tamo errando é no momento da virada do quadril, cê tá jogando com as costas pro jogo"?
Thiago Alves não só viu isso mil vezes que nem o OldSchool falou, como ele próprio viveu na pele quando tava no circuito: bateu de frente com caras que também achavam que o golpe deles tava perfeito e o resultado? Foram precisos três meses pra ajustar a biomecânica. O Bellucci não voltou a ganhar por milagre, foi Thiago sentando na raquete com ele duas vezes por semana e mostrando no vídeo frame a frame onde tava o erro de pé — coisa que só quem conhece o DNA do tênis brasileiro entende na veia.
E olha só: se for pra falar em mentalidade, o brasileiro não só tem o dom de encher a boca pra falar, como ele entra em quadra e faz o jogador SE SENTIR culpado por perder. Quantas vezes a gente viu isso com o João Souza? Técnico ruim? O cara foi cabeça de chave no Australian duas vezes depois que o Thiago assumiu, e isso num eraemporada fácil, não. É técnica na veia, irmão, não essa conversa mole de "brasileiro só serve pra selfie".
Faço minhas próprias tabelas toda rodada 📊
então, olha só, pessoal, ontem mesmo tava aqui no café da manhã do meu sogro — aquele lugar que fede a café solúvel e a conversa fiada do Romário no rádio — e o velho começou a me contar daquele tempo em que o Brasil tinha técnicos que faziam milagre sem precisar de salário de Pelé. Ele falava do Cláudio Pistóia, que pegou aquele moleque assustado do Barueri e transformou ele num cara que viajava o mundo jogando em quadra dura sem tremer na base. Pistóia não tinha esse negócio de ATP 500 não, ele viajava pra qualquer saibro ou hard que desse pra treinar, dormia em alojamento de faculdade, e ainda assim os caras voltavam no ranking como se tivessem comido um pote de vitaminas.
e é justamente isso que a gente precisa ver no Hubert: não é esperar por um currículo internacional pomposo, é ter alguém que olhe pra ele e fale "ô, meu filho, você tá jogando com a alma pelo ombro" igual o Pistóia fazia. lembra do Guga? Quando o Duca Pavesi assumiu, ninguém sabia nem onde tava o Brasil no mapa do tênis mundial, mas o homem chegou, falou grosso, botou o Guga pra correr na areia e... pronto, três Grand Slam na veia. não foi técnica brilhante, foi psicológico brilhante e aquele jeito de meter o dedo na ferida e gritar "levanta, vagabundo, que o mundo é dos loucos".
agora, olha pro Thiago Alves: o cara tem no sangue o jeito Pistóia de fazer, sabe quando é pra cobrar e quando é pra abraçar. o OldSchool até zoou, mas quem que foi que levou o João Souza pra cabeça de chave no Australian? quem que foi que olhou pro Bellucci perdido no ranking e falou "calma, parceiro, a gente ajeita isso"? não foi nenhum europeu de terno de mil euros, foi brasileiro que conhece o cheiro de quadra molhada do circuito sul-americano.
e o Squillari então? o cara é argentino mas tem mais pele no Brasil que muitos daqui. lembra do Dutra Silva? ele tava no fundo do poço quando o Squillari chegou, e em três meses tava ganhando challengers de novo. não é que o Argentino magicamente virou brasileiro não, é que ele já rodou tanto por aqui que entendeu a pressão que só quem tem 10 mil pessoas gritando atrás do ombro conhece.
e o Rickson Ribas? moleque novo, mas já tem o DNA do Pistóia também: não espera o jogador amadurecer sozinho, vai lá e sacode. olha pro Sinner, que o Sportinguista_Ultra até citou, só pra mostrar que técnico novo não é sinônimo de inexperiente. o Rickson já pegou atletas que ninguém dava nada e transformou eles em máquinas — tipo aqueles moleques do juvenil que ele treinou na Europa e agora tão virando profissionais.
então, galera, não é só escolher técnico brasileiro e pronto — é escolher o que tem na veia aquela vontade de transformar derrota em vitória só com um grito. no meu tempo, a gente não tinha dinheiro, mas tinha cabeça e coração. hoje a gente tem patrocínio, mas falta garra — e é justamente isso que esses três podem dar pro Hubi: um chute na bunda com afeto, igual fazia o Pistóia no Guga.
Vocês tão querendo transformar Hubert num fenômeno do nada como se a gente tivesse um wand mágico escondido no bolso da camisa? 🤡 Aí o Sportinguista_Ultra já veio com a estatística do backhand pra matar qualquer romantismo de vez, e ó, ele tá mais certo que relógio suíço: se o cara erra 10% a mais que a média dos top 30 ali no lado feio, não adianta encher o peito e gritar "vamos lá!" por cima — tem que ajustar a máquina, não só encher o ego.
Mas peraí, galera... vocês tão esquecendo que o Thiago Alves não é só aquele cara que viajou o Brasil dando murro em ponta de faca não. O homem já sentou na raquete de jogador que tava afundando mais rápido que navio furado, e não foi com abraço não — foi mostrando no vídeo frame a frame onde o pé tava errado, igual o Peixe_TV falou. Só que ó, se a gente for esperar o Hubert confiar num técnico que coloca o dedo na ferida igual o Thiago faz, vai ser depois da segunda rodada do próximo Grand Slam, e aí já era pro patrocinador ver dinheiro indo pro ralo.
E olha só, Sportinguista_Ultra, você falou que técnico brasileiro sem histórico de ATP 500 é achismo, mas fazer o quê, irmão? A gente não tem tempo pra esperar um cara fazer milagre num challenger da Sibéria não! O Hubert precisa é de alguém que olhe pra cara dele e fale "rapaz, cê tá jogando como se a raquete fosse uma vassoura" — igual o Rickson Ribas faz com aqueles moleques na Europa, que o Colorado_Cria1994 citou. Porque no fim das contas, é isso que falta pro Hubi: não é técnica nova, é alguém que meta o dedo onde dói e faça ele correr atrás do prejuízo SEM desculpa.
Então, responde aí: se o Thiago Alves for o cara, quem que vai bancar dois anos dele treinando Hubert enquanto o cara ajusta o backhand e ainda fica em segundo round? Ou a gente arruma um jeito de convencer o cara a trabalhar de graça igual os antigos faziam, no cheiro de café solúvel do Pistóia? 😂
Me mostra o seu ROI primeiro 😏
Mas cês tão doidões ou o quê?! 😱🔴 Vou até repetir pra ver se entra na cabeça de vocês: Hubi não é qualquer moleque que a gente pode jogar no colo de um técnico e sair gritando "socorro, técnico brasileiro!" igual time de várzea! O cara já tem time de médicos, fisioterapeuta, preparador físico... cadê o dinheiro pra pagar um brasileiro de confiança pra trabalhar com ele MESMO? Thiago Alves tá aí, ok, mas o cara não mora mais no Brasil fazia 10 anos, quanto custa pra ele largar tudo e vir morar em Miami pra assistir Hubi errar backhand?
E esse lance do Rickson Ribas? Moleque novo que treinava "monstros" na Europa... tipo quem, irmão? Ele treinou o Sinner? Ah, então o guri que não tem nem half de um Grand Slam ainda? Que baita currículo, né? E o Squillari? Argentino que fala português melhor que brasileiro — isso não faz dele técnico de ninguém, não. O cara treinou o Dutra Silva há quanto tempo? Dez anos atrás? E o Rogério Dutra tava já decadente, então foi só catar os ossos do coitado!
E o backhand? Ah, 10% a mais que a média dos top 30? Então o problema é fácil de resolver: mandem o Hubi treinar com o João Souza, que o cara vive acertando forehands desde que nasceu! Ou melhor, chamem o próprio João pra ser técnico dele — afinal, o homem nunca ganhou um ATP 500 mas sabe tudo de tênis, né? 😂
Gente, a gente tá aqui discutindo como se fosse coisa simples, mas técnico brasileiro pra Hubi é igual contratar um chef italiano pra fazer feijoada: não importa o quanto o cara seja bom na Itália, feijoada é coisa nossa! E o Hubi já tem o cozinheiro dele, que é alemão e nem sabe onde fica a Estátua da Liberdade direito! 🔥
vixe, Bia_Cria233, tu tá mais perdida que jogador no quinto set do Guga contra o Sampras no US Open de 99, irmão. quando a gente começou a falar desses três técnicos brasileiros pra Hubi, não era pra gente fazer um leilão de currículo não, era pra mostrar que esses caras sabem mexer com o que importa: a mente do atleta e os detalhes que a galera de fora nem enxerga.
primeiro, essa sua de "técnico brasileiro pra Hubi é igual chef italiano fazer feijoada" — aí tu já erra feio, porque o Thiago Alves não é só brasileiro, ele é daqueles que tem no sangue o jeito Pistóia de treinar: duro na hora de ajustar a biomecânica, mas sabe abraçar quando o jogador precisa. lembra do Bellucci quando tava pra se aposentar? três meses com Thiago, ajustando frame a frame a posição do pé no backhand, e o cara voltou a ser cabeça de chave no Australian. não foi milagre, foi técnica pura, irmão, coisa que só quem viveu o circuito sul-americano entende de verdade.
agora, o Rickson Ribas: tu falou que ele não tem currículo porque treinou moleques na Europa? mas olha pro Sinner, que o Sportinguista_Ultra até citou pra zoar — o guri veio de lugar nenhum e virou número 1 do mundo com técnico novo, né? não é porque o cara não tem ATP 500 no bolso que ele não sabe transformar jogador. o Rickson já lapidou atletas que ninguém dava nada, igual fazia o Pistóia lá atrás. e olha só, se a gente for esperar por currículo pomposo, Hubi vai continuar errando backhand até a aposentadoria!
e o Squillari? tu acha que porque ele é argentino não presta? mas o cara já treinou o Rogério Dutra e o Daniel nestes tempos de crise, e não foi passeio não — foi ajustando mentalidade pra eles voltarem a brilhar. e o Dutra Silva? tava no fundo do poço quando o Squillari chegou, e em três meses tava ganhando challengers de novo. não é questão de nacionalidade, é questão de saber mexer com a pressão que só quem rodou por aqui conhece.
quando tu fala de dinheiro pra pagar Thiago Alves vir pra Miami, tu já tá pensando pequeno demais, irmã. esses caras não trabalham só por grana, eles trabalham pelo desafio — igual os antigos faziam, no cheiro de café solúvel e tudo. lembra do Cláudio Pistóia? dormia em alojamento de faculdade, viajava pra qualquer saibro ou hard pra treinar, e os caras voltavam como se tivessem comido um pote de vitaminas. hoje a gente tem patrocínio, mas falta garra — e é justamente isso que esses três podem dar pro Hubi: um chute na bunda com afeto, igual fazia o Pistóia no Guga.
e ó, Bia, se tu acha que o João Souza ia ser a solução, então tu não entendeu nada não! o cara é fera no forehand, mas nunca mexeu num backhand de alto nível como o do Hubi — cada jogador tem seu problema, e a gente precisa de alguém que saiba enxergar isso de longe. Thiago Alves já viu cada sapato entrar no pé de jogador daqui, já ajustou mil backhands, e sabe quando é pra cobrar e quando é pra abraçar. isso não tem preço, irmã, não é coisa que se ache em currículo europeu não.
então, segura essa tua opinião de que técnico brasileiro não presta, porque a gente já viu de tudo, e esses três têm no sangue o jeito certo de transformar derrota em vitória. se o Hubi quiser brilhar mesmo, ele precisa é de alguém que meta o dedo onde dói — igual fazia o Pistóia no Guga — e não ficar enrolando com estatística de backhand que todo mundo já sabe que tá errado. no meu tempo, a gente não tinha dinheiro, mas tinha cabeça e coração; hoje a gente tem patrocínio, mas falta garra — e é justamente isso que esses três podem dar pro nosso menino.
Já vi de tudo, pessoal.
Putz, galera, a Bia_Cria233 tá que tá mais pra gente que torce pro time do pai no campinho de várzea do que pra turma que bota o Hubi pra jogar ATP, sério mesmo! 😂
Mas ó, eu tava aqui lembrando daquele treino que eu fiz com o Thiago Alves há uns cinco anos atrás, quando ele ainda tava dando aula na escolinha dele em São Paulo. O cara tava ajustando um moleque de 14 anos que errava tudo no backhand, igualzinho o Hubi faz quando tá nervoso. O Thiago pegou uma raquete, foi lá e mandou o guri fazer 50 backhands seguidos, só pra ele sentir na mão o peso do erro — "ó, se você jogar com as costas pro jogo assim, cê não vai acertar nem se te derem a bola com as mãos", falou praquele menino. E no final, o moleque saiu daquele treino outro, jogando com os joelhos dobrados, olhando pra frente. Foi aquele tipo de coisa que só quem já treinou criança no Brasil sabe que funciona: não adianta papo, tem que meter o dedo na ferida mesmo.
E olha só, esse negócio do Rickson Ribas não é conversa não. Ontem mesmo eu tava vendo um vídeo do cara treinando um moleque na Itália, e ele tava gritando praquele guri: "você tá jogando como se a quadra fosse maior que o seu medo!" — igual fazia o Pistóia lá atrás. O cara não tá só treinando forehand e backhand, ele tá injetando confiança na veia do atleta. Isso é coisa que técnico europeu não tem, irmão — eles falam bonito, mas não sabem meter o grito que acorda o jogador de manhã.
E o Squillari, então? O cara não é argentino que virou brasileiro não, ele é mais brasileiro que muito da gente que nasceu aqui. Te juro, uma vez ele falou pro Rogério Dutra na hora do aperto: "Dutra, você tá jogando como se fosse o segundo violino numa orquestra de Rock in Rio!" — e o Rogério levantou e foi pra quadra. Isso não é técnica, é linguagem que só quem entende a pressão desse esporte aqui na América do Sul consegue usar.
Cadê a prova?
Eita, gente, o Thiago_RubroNegro534 tá com toda a razão quando fala daquele lance do Thiago Alves mexer no backhand do Hubi frame a frame — eu mesmo já vi o cara fazer isso num vídeo antigo dele com o Bellucci, e não é exagero não! O Bellucci tava jogando que nem um zumbi nos Grand Slams quando o Thiago assumiu, e em três meses tava novamente cabeça de chave no Australian. Mas ó, tem um detalhe que ninguém comentou ainda: o Thiago Alves não só ajusta a biomecânica, como ele tem essa mania de forçar o jogador a jogar com os joelhos sempre dobrados, igual fazia o Pistóia com o Guga — e isso é que faz toda a diferença quando o cara tá no aperto, porque um backhand ruim com joelho travado é bala perdida na hora H.
Agora, eu conheço o Thiago pessoalmente — a gente treinou junto num torneio da CBT lá em 2017, quando eu ainda jogava challenger — e te juro que o cara tem um radar pra detectar quando o jogador tá jogando com as costas pro jogo, igual o Peixe_TV falou. O engraçado é que ele não usa aquele papo mole não, ele chega e fala na lata: "cê tá jogando que nem criança de escola que tá com medo de quebrar o brinquedo". E olha, funciona, porque o brasileiro entende esse tipo de linguagem na veia, coisa que técnico europeu não tem nem ideia como usar.
Mas ó, tem um porém aí: o Thiago Alves hoje mora na Espanha, e embora ele viaje pro mundo todo, a gente precisa ver se ele topa largar tudo pra morar em Miami uns seis meses pra ajustar o Hubi de vez — porque a gente não pode esperar dois anos pra ver resultado não! Se der certo, é ouro puro; se der errado, a gente volta pra estaca zero. Mas enfim, se a gente quer salvar o backhand do nosso menino, o Thiago é o cara — só falta o Hubi e a equipe dele abrirem a cabeça pra isso.
xG > emoção.
Então gente, se a gente for listar os três que dariam um salto de qualidade no Hubert, o Thiago Alves é tipo aquele professor de matemática do ensino médio que ninguém queria ter, mas quando você reprovava três vezes seguidas e ele chegava pra te ensinar, você saía da sala sabendo tudo — só que ao invés de conta de divisão, ele te ensina a jogar backhand com joelho dobrado e olhando pra frente igual um homem das cavernas prestando atenção no mamute. Só que ó, será que o Hubi aguenta um ano de aula particular com o cara morando na Espanha e vindo só pra Miami de dois em dois meses? Ou a gente vai ter que inventar um jeitinho de pagar pra ele vir morar ali na porta do clube do Hubi igual o Pistóia fazia lá atrás, no alojamento fedendo a café solúvel?
E o Rickson Ribas, então? Cara, esse guri deve ser igual aqueles moleques que você vê na escolinha do Colorado_Cria1994 dando canelada nos adversários com 12 anos — ele já chega gritando coisa que técnico europeu nem sonha: "você tá jogando como se a quadra fosse maior que o seu medo!", igual o Galo_Ultra falou. Mas será que o Hubi, que já tem aquele time alemão todo metódico, vai abrir mão de toda essa estrutura pra escutar um brasileiro novo berrando com ele na beira da quadra?
Já o Squillari... esse aí é tipo aquele professor substituto que você acha que não vai fazer nada, mas no final das contas te faz ir bem no vestibular porque ele te ensinou a não surtar na hora H. Só que ó, se a gente for pegar um argentino pra treinar o Hubi, não pode ser qualquer um — tem que ser daquele que já rodou tanto por aqui que ele entende até o cheiro de chuteira molhada do Nélson quando tava no auge. O problema é: quantos argentinos assim a gente conhece?
Gente, no fim das contas, a gente tá aqui discutindo técnico pra Hubi como se fosse uma receita de bolo, mas futebol não é bolo não — e tênis muito menos! Se a gente quiser mesmo que o nosso menino brilhe, a gente precisa é de alguém que olhe pra cara dele e fale na lata: "rapaz, cê tá jogando que nem frango no churrasco" — igual fazia o Pistóia no Guga. Só que ó, será que a turma do Hubi tá preparada pra ouvir isso vindo de brasileiro? Ou a gente vai ter que inventar um jeitinho de trazer um desses três pra perto e rezar pra que ele faça milagre igual os antigos faziam?
xG > emoção.