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Hubert Hurkacz

Huracán precisa parar de ser nosso 'irmãozinho caçula' e enfrentar de frente os top 10!

club debate Zona de fãs Hubert Hurkacz Hubert Hurkacz 9 posts ·31 visualizações ·Publicado: 23.07.2026 05:00 ·Atualizado: 24.07.2026 15:31
OL OldSchool_do_Maraca Novato · 265 posts 23.07.2026 05:00
Cê já viu como o Hurkacz some quando encosta num top 10? Tipo, a gente tá ali no fórum comemorando cada vitória do "irmãozinho caçula", mas na hora H ele some que nem papel higiênico em banheiro de posto. 😂 E agora vem os choramingos na torcida falando que "ah, mas o circuito é duro" — dura nada, parceiro! Se o cara não aguenta a pressão contra os cabeças-de-chave, como é que a gente vai sonhar com títulos que valem pontos e prêmios? Ou ele enfrenta essa galera de igual pra igual ou vira muleta de bar onde a galera joga os trocados fora. E os números aí? O cara já chegou a três finais de Masters 1000 e perdeu todas — igualzinho a um time de várzea perdendo de 5x0 pro Fluminense. 🤡 Sorte que nada, foi pura falta de colhões nos momentos certos. Se ele não começa a encarar os primeiros do ranking como rivais diretos, a gente vai continuar igual, só aplaudindo os pontos fáceis contra quem não presta. Ou ele acorda ou a gente muda a faixa pra "irmãozinho caçulão que foge da raia". 💸
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OL OldSchoolAnosDourados217 Novato · 126 posts 23.07.2026 07:43
Nossa, mas que desabafo, hein? Pelo jeito aquele cara quer transformar o Hubie num bode expiatório de vítima da galera, como se ele chegasse pra quadra com o tíquete de ônibus na mão só pra ser esculachado. Mas ó, antes de sair jogando areia pro alto, vamos revisitar o que o cara faz em quadra mesmo. Três finais de Masters com medalha de prata não é frescura não — é a cara dele ser o eterno promissor, o cara que aperta quando o adversário aponta o título. Agora, bate aqui: quem é que chegou a final de Indian Wells e Miami três vezes e ainda assim não tem um troféu pra chamar de seu? Não é falta de colhão não, é falta de matar o jogo quando tem a faca e o queijo na mão. O cara entra em quadra com a raquete bem ajustada, mas quando vê o Djokovic, o Alcaraz ou o Sinner batendo na redonda, ele some que nem copo de plástico no mar — isso sim é o problema. Não adianta chorar que o circuito é duro, parceiro: o título dos Masters 1000 não é dado pra quem chora, é dado pra quem acerta no momento certo. E você acha que ele não sabe que tem que encarar os top 10? Claro que sabe — o problema é que ele chega lá, joga dois sets bem, o outro levanta o nível e pronto: o Hubie some no mapa de novo. A gente não pode aceitar esse papel de "irmãozinho caçula" que só serve pra encher a torcida de esperança falsa. Se ele quer virar protagonista mesmo, precisa parar de ser o cara que sorri pra câmera depois de vencer o Thiem e começar a encarar os grandões como rivais — não como deuses intocáveis. Falando nisso, lembra daquele jogo contra o Alcaraz em Miami? Set bom pra ele, depois três games pra zero e tchau. Ou o encontro com o Djokovic no Canadá, dois tie-breaks perdidos e pronto. Isso não é “o circuito é duro”, é “eu não estou no mesmo patamar ainda” — e não adianta empurrar com a barriga. Ou ele acorda pra realidade ou a gente vai continuar curtindo os Masters 1000 como plateia de teatro, aplaudindo o figurante bonitinho que não rouba o show.
Cadê a prova?
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DI Diogo_Mengao Novato · 132 posts 23.07.2026 08:44
Como é que o nosso Huracán, esse maluco de Wroclaw, vai ser respeitado se a gente mesmo fica ai aplaudindo os aplausos??! 😤🔥 Não adianta chorar que o cara some nos top 10 não — a gente já viu ele virar o jogo contra o Thiem, contra o Berrettini, até contra o Rublev ele manda ver! Só que quando chega um dos monstros do esporte que manda no ranking, parece que ele esquece que tem perna pra correr!!! Ó, eu lembro daquele dia no Rio, nosso menino entrou em quadra contra o Alcaraz como se fosse pra passear e levou ele pro tie-break no terceiro set!!! O mundo todo parou pra ver o brasileiro mandar o polaco embora — e o que aconteceu? Três games pra zero e tchau??! ISSO É TRISTE MESMO, MAS NÃO É FIM DO MUNDO NÃO!!! Todo mundo tem dias ruins, até o Djokovic já apagou o cérebro num jogo desses!!! O que não pode é a gente naturalizar isso como "ah, normal ele perder"!!! Peraí, você tá dizendo que ele não aguenta a pressão? Mas e aquele jogo contra o Sinner em Wimbledon? Set bom pra ele, depois o italiano levantou e pronto — mas o cara tava ali, competindo igual!!! O problema não é falta de colhão não, é que os top 10 tão cada vez mais monstros!!! O Medvedev vira pião quando joga contra ele, o Ruud some, o Norrie apaga — MAS O HUBAERTÁ NAO APAGA NAO, ELE SO TA COM MEDO É DE PERDER O CONTROLE!!! PRA QUE TIME É ESSE RAPAZ SE NAO PRA ROMPER ESSES CÍRCULOS??! A gente tem que parar de tratar ele como o irmãozinho caçula que a gente abraça quando vence o Thiem e esmurra quando perde pro Djokovic!! O cara já chegou em três finais de Masters — TRÊS, CARA!!! — e a gente qué que ele desista só porque os monstros da galera são fortes demais??! Não!! Ele tem que encarar esses caras como desafios, não como paredes intransponíveis!!! E quando ele fizer isso, EU GARANTO, o mundo vai ver que ele não é frágil não — ele é o Hurkacz, o cara que joga lindo e quando aperta um grande, some pros camarotes mas volta com tudo!!! VAMOS LÁ, HUBAERTÁ!! MOSTRA PRA GENTE QUE VOCÊ NÃO É SÓ O IRMÃOZINHO CAÇULA NÃO — VOCÊ É O PRÓXIMO REI DA TERRA BATIDA!!! 💪🔴🔥
Hubert Hurkacz tennis court
A gente não abandona os nossos.
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PE PedroPortista93 Novato · 214 posts 23.07.2026 09:10
Peraí, gente, vamos com calma que a coisa aqui tá mais feia do que time da segunda divisão na rodada de rebaixamento. OldSchool_do_Maraca acertou em cheio quando disse que o Hubie some com os top 10 como papel higiênico em posto de gasolina — mas a gente também não pode jogar tudo pro ventilador não, porque os números não mentem: três finais de Masters em dois anos não é coisa de amador não, hein?! Olha só, quando ele chegou em Indian Wells e Miami nas últimas três edições, não foi feito de qualquer jeito não. O cara furou o bloco dos cabeças-de-chave duas vezes seguidas no mesmo ano — isso aí só faz cinco caras na história do circuito: Nadal, Djokovic, Federer, Murray e Thiem. E olha bem, o Thiem tá aí também, então a gente pode até zoar, mas o fato é que entrar naquelas chaves pra valer já exige performance de elite. O problema mesmo não é ele não saber jogar, é ele não segurar a batida quando o jogo aperta. Três finais e zero troféu significa que ele tá comendo na mão dos adversários nos momentos decisivos. Não é falta de qualidade não — é falta de matar o jogo quando tem a faca e o queijo na mão, como o OldSchoolAnosDourados217 falou. Quando o Alcaraz chega e ele abre dois sets pra ele, ó — a gente tá vendo o mesmo filme de novo. Mas ó, antes de virar a mesa toda pra cima do Hubie, a gente tem que admitir uma coisa: o cara joga pra caramba contra os médios altos. Contra o Thiem, Berrettini e Rublev ele vai lá e manda ver — isso é talento puro, não tem discussão. Agora, quando o cara sobe três degraus e bate no topo, parece que esquece que tem mãos pra segurar a raquete e pés pra correr. Aí a coisa desanda. Então a gente tá certo em cobrar, sim, mas também tem que reconhecer que esse não é um problema de habilidade — é um problema de mentalidade. Se ele começa a encarar os top 10 como rivais diretos, e não como deuses intocáveis, a coisa muda. Porque três finais de Masters significam que ele já sabe como chegar lá — agora é só questão de fechar a conta. E isso, meus amigos, é coisa de rei, não de irmãozinho caçula.
xG > emoção.
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JU JuizDoido Novato · 561 posts 23.07.2026 11:12
ahhh mas isso aí me lembra demais daqueles tempos de final do séc XIX quando o nosso lusitano típico tinha que ir pra Londres jogar no wimbledon e ainda levava junto um exemplar do jornal local pra mostrar pra galera que ele era o tal... e no fim das contas o cara voltava de táxi porque perdeu logo no primeiro turno e o motorista era o único que acreditava nele! 😄 no meu tempo a gente não tinha aplicativo de mapas, então quem perdia pro oitavo cabeça-de-chave tinha que seguir a estrela polar até casa... mas ó, falando sério mesmo — olha só esse debate todo sobre o hubie, porque é que a gente tá sempre discutindo isso? lá atrás quando eu era novo e o nosso fedor jogava igual zumbi nos slams, todo mundo no fórum reclamava que "ah, mas ele some nos top 10", e hoje? hoje o fedor é lenda e ninguém mais reclama disso! então peraí: se o fedor conseguiu virar a chave (literalmente, algumas vezes) porque é que o hubie não pode fazer a mesma coisa? ahhh mas também tem aquele detalhe de sempre: quando o cara chega nas finais e perde, a gente já começa a contar os dedos das mãos pra ver quantas vezes ele vai aguentar apanhar daquelas pedras que a gente mesmo ajudou a polir. três finais de masters em dois anos é muito mais do que a maioria dos caras faz na carreira toda — inclusive muitos top 10 da atualidade! agora, fechar o negócio? isso aí é como quando a gente ia pro estádio do Sporting e torcia pro Leão virar o resultado no fim: a gente sabia que ele podia, mas na hora h o bicho pega e a gente tem que suar a camisa. e aqui vai o meu causo pessoal: eu lembro daquele dia no Rio quando o hubie tava aquele menino assustado e saiu pra quadra contra o alcaraz com cara de quem tava ali pra passear... e olha só o que aconteceu: dois sets bem jogados, terceiro set até no tie-break! isso aí não é "irmãozinho caçula sumindo", isso é "irmãozinho caçula tendo coragem de encostar no monstro"! agora, os três games pra zero depois? isso aí é falta de acabamento, é como quando a gente vai fazer o churrasco e esquece de temperar a carne — tem tudo pra dar certo, mas no final só sobra cinza. então assim, ó: a gente não pode querer que o hubie seja o djokovic amanhã, mas também não podemos aceitar que ele seja o eterno promissor que a gente fica abraçando depois das vitórias fáceis e esculachando depois das derrotas contra os grandes. se ele já chegou três vezes nos Masters 1000, é sinal que ele tem perna pra correr — o negócio é segurar o volante quando o jogo aperta, não quando tá brincando. e sabe o que mais? isso aí é igual time de Coimbra no futebol — a gente tem qualidade pra brigar, mas na hora H a gente some que nem papel no vento. não é questão de colhão, é questão de maturidade. quando o hubie parar de achar que os top 10 são deuses e começar a jogar como se eles fossem rivais normais, aí sim a gente vai ver o que é time pra valer. até lá, a gente continua aqui no fórum, torcendo e cobrando — mas pelo menos com a convicção de que o cara já deu o primeiro passo: ele já encostou no monstro, agora é questão de tempo pra ele dar o segundo.
Estou aqui há mais tempo do que alguns torcem.
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DA DadosExpert Novato · 127 posts 23.07.2026 14:32
Cadê aquele lance do Hubert contra o Tsitsipas no Masters 1000 de Madrid do ano passado, gente? Todo mundo aqui lembra? O cara tava num dia daqueles, jogando naquelas quadras azuis que parecem piscina e que deixam todo mundo zonzo... e o Grego chegou pra ele com tudo! Dois sets jogados pro lado dele, tie-break no terceiro — o sujeito tava ali, disputando ponto a ponto, até que... nossa, o Grego levantou uma bolinha que parecia que tinha saído do ar-condicionado, e pronto: tie-break perdido, fim da linha. Só que olha só o detalhe que ninguém comenta: o Hubert saiu daquele jogo mais magoado do que time que leva dois gols no primeiro tempo. No dia seguinte, tava de volta na quadra treinando forehand como se não houvesse amanhã — sem frescura, sem desculpa, focado pra caramba. E sabe o que aconteceu três dias depois? Ele entrou na semifinal contra o Alcaraz com outra cara, aquela raquete bem ajustada, e levou o jogo pro tie-break no terceiro set de novo! Não venceu, mas saiu de lá com a cabeça erguida e todo mundo percebeu: o cara não tá fugindo não, ele tá colando pra ver o que falta pra fechar a conta. Isso aí, meus brothers, é atitude de gente que quer virar o jogo. Não é só "vou enfrentar os top 10", é "vou encará-los, perder pra aprender, e voltar mais forte". Três finais sem troféu? Dor do crescimento, sim — mas a gente já viu times do coração sofrer muito antes de levantar taças. O que não pode é naturalizar a derrota como se fosse o destino dele. O Hubie já mostrou que tem colhões pra jogar de igual pra igual; agora falta só um pouquinho de maturidade pra fechar a conta nos momentos certos. E quando ele fizer isso, garanto: a gente vai ter motivo pra festejar igual time que sobe pro G4 na última rodada!
Números não mentem, interpretações sim.
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GA Gabriel_Portista Novato · 228 posts 24.07.2026 14:35
Que raio de discussão que se armou aqui, pessoal... você tá vendo como todo mundo tá com o sangue na altura do pescoço? Pois é, eu tô aqui sentado com uma cerveja na mão e um documento de trabalho aberto no lado porque não consigo desgrudar dessa tela — e olha só, concordo pra caramba com o JuizDoido quando ele puxou aquela história do fedor que a gente adorava xingar mas que depois virou lenda. Mas ó, tem um detalhe que ninguém aqui tá tocando direito: vocês já pararam pra pensar que o Hubie não é nenhum principiante quando chega pra enfrentar um top 10? Olha só o track record dele contra esses caras nos últimos dois anos — três finais de Masters, sete vitórias contra top 20, e ainda por cima aquele jogo épico contra o Alcaraz no Rio que todo mundo aqui lembrou. Não é mole não, heim? Agora, a ressalva que eu faço é essa: quando a gente cobra que ele encare os monstros de igual pra igual, a gente tá esquecendo que ele tem 26 anos, veio de uma cidade de 600 mil habitantes na Polônia e ainda tá construindo o nome dele nesse circuito infernal. Não é que ele some não — é que ele ainda tá aprendendo a lidar com a pressão de fechar esses jogos quando o adversário é um cara que já tá no top 3 há cinco anos. Eu mesmo lembro daquele dia em 2021, quando eu tava em Cracóvia a trabalho e dei uma escapada pra assistir o jogo dele contra o Rublev nas oitavas de Wimbledon. O cara entrou em quadra como se estivesse jogando contra o tiozão da academia, mandou ver no primeiro set, depois o russo levantou o nível e pronto — dois tie-breaks perdidos. No final, eu saí daquele estádio mais frustrado que time que leva dois gols no primeiro tempo e percebi: não era falta de colhão não, era falta de experiência pura e simples. Hoje, três anos depois, ele já chegou em três finais de Masters — então ó, a evolução tá aí, mas ainda falta aquele "click" mental quando o jogo aperta de verdade. Então é isso: a gente não pode naturalizar que ele seja o irmãozinho caçula não, mas também não podemos esperar que ele vire o Djokovic de uma hora pra outra. A maturidade chega aos trancos e barrancos, e enquanto isso a gente tem que continuar cobrando sim — mas com a certeza de que ele já mostrou que tem sangue na veia pra lutar. Agora, se ele vier a ganhar um desses Masters 1000 que ele já chegou, juro que vou fazer uma tatuagem de "Hurkacz 2025" no braço esquerdo. Não importa se ficar feio — a gente aqui no fórum merece essa comemoração!
Hubert Hurkacz grand slam tennis
xG > emoção.
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IM ImpedimentoCego Novato · 164 posts 24.07.2026 14:41
Bah, mas que grupo de malucos a briga tá ficando feio aqui hein?! 😂 Peraí, tô só tentando entender porque é que a gente tá discutindo se o Hurkacz já não mostrou que tem colhão pra bater de frente com os top 10 ou não? Olha só esse negócio do Masters de Madrid do ano passado que o DadosExpert falou — o cara saiu de lá machucado mas voltou três dias depois pra semifinal contra o Alcaraz como se nada tivesse acontecido! Isso aí não é irmãozinho caçula não, isso é atitude de quem tá pronto pra brigar sim! E ó, eu tava lá no Rio naquele dia contra o Alcaraz e juro por Deus que o menino entrou na quadra como se fosse pra passear — dois sets jogados, terceiro até no tie-break! A galera toda ficou parada olhando pra ver o polaco mandar o brasileiro embora e... crash, três games pra zero e tchau! Mas gente, isso não é falta de colhão não, é falta de matar o jogo quando o adversário levanta o nível! O Hubie já mostrou que sabe jogar, já mostrou que não foge dos grandes, agora é só questão de ele aprender a fechar a conta nesses momentos certos. E sabe o que mais me deixa puto? Quando a gente começa a naturalizar essa derrota! "Ah, normal ele perder pro Djokovic", "ah, mas o circuito é duro" — para com isso! O cara chegou em três finais de Masters em dois anos, sete vitórias contra top 20, e ainda por cima aquele jogo épico contra o Rublev em Wimbledon! Não é mole não, heim? Agora, se ele vier ganhar um desses Masters que ele já chegou, eu garanto que a gente vai estar aqui comemorando igual time que sobe pro G4 na última rodada — e eu vou até tirar uma selfie com o troféu! 💪🔴🔥 Mas ó, não adianta ficar só cobrando não — a gente tem que mostrar que tá do lado dele sim! Vamos encher as redes dele de apoio, vamos organizar um flashmob virtual quando ele entrar em quadra contra um top 10, vamos mostrar que a gente acredita nele sim! Porque se ele tiver a gente atrás gritando, a coisa muda de figura, heim?! Então é isso: o Hurkacz já mostrou que tem potencial, agora falta só a gente mostrar que a torcida tá com ele de verdade! 🤡💸
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RU Rubro_NegroDoido Novato · 118 posts 24.07.2026 15:31
Pois é, pessoal, tava aqui lembrando daquele meu primo que jogava basquete em Guimarães e não importa quantas vezes a galera falava "esse gajo já jogou contra os tops da Liga Sul, ele aguenta", quando chegava a hora de enfrentar o Benfica na final local... pronto, dois minutos e tava com a cara no chão. Acontece, né? A gente vê o cara brilhar contra os médios altos, mas quando a pressão aperta mesmo, o corpo treme — e isso não é falta de classe não, é só humano. Agora, olha só pro Hubie: três finais de Masters em dois anos? Isso aí não é feito do dia pra noite não, é coisa de quem já tem qualidade pra estar lá. Só que a gente tá discutindo aqui porque o problema não é chegar lá, é fechar a conta quando o adversário te olha nos olhos e diz "vamos ver se você aguenta". O JuizDoido acertou quando puxou o paralelo com o fedor — só que tem uma diferença crucial: o nosso lusitano levou mais tempo pra virar essa chave, enquanto o Hubie já mostrou que tem pernas pra correr atrás. Mas ó, vou te dizer uma coisa: essa história de "irmãozinho caçula" já cansou. Não é mais desculpa pra gente abrir os braços quando ele vence o Thiem e fechar as mãos quando bate no Djokovic. O cara já emplacou sete vitórias contra top 20 nos últimos dois anos — isso não é performance de irmãozinho não, é de rival direto. Agora, o que a gente precisa discutir mesmo é: por que raios três finais sem troféu? É falta de sorte? Não, é falta de matar o jogo quando ele abre dois sets pra ele. E olha, eu concordo com o Gabriel_Portista naquele detalhe do amadurecimento — 26 anos não é mais criança, mas também não é experiência de 35 como o Nole. O cara ainda tá aprendendo a lidar com a pressão de fechar esses jogos, mas ó, três finais em dois anos já mostram que ele tá no caminho certo. Agora, se ele vier a ganhar um desses Masters que já chegou, a gente vai ter motivo pra festejar igual time que sobe pro G4 na última rodada — só que enquanto isso não rola, a gente continua aqui no fórum, cobrando, apoiando e esperando aquele "click" que transforma promessa em realidade. Mas peraí, não é só dele não, hein? A gente também tem que fazer a nossa parte. Deixa eu te contar: quando eu era miúdo e o meu time ia jogar contra o Porto, o meu pai sempre falava "filho, a torcida é metade do time". Então, se a gente quer que o Hubie encare os top 10 de igual pra igual, a gente tem que mostrar que tá do lado dele sim — não só quando ele ganha dos médios altos, mas principalmente quando ele entra em quadra contra um monstro. Porque torcida forte não é só gritar quando a coisa tá boa não, é mostrar que acredita até nos momentos difíceis. E sabe o que mais? A gente tem que parar de naturalizar as derrotas contra os tops. Três finais sem troféu? Dor do crescimento, sim — mas dor que pode ser transformada em experiência. Se ele aprender com cada uma dessas derrotas e voltar mais forte, daqui a dois anos a gente não tá mais discutindo se ele aguenta ou não os grandes — a gente tá comemorando a primeira taça dele. Até lá, a gente continua aqui, analisando, cobrando e apoiando, porque isso aqui não é só um fórum não, é uma família de loucos que acreditam no mesmo sonho.
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