Hurkacz só brilha quando enfrenta os top 3 e por isso nunca será um top 10 consistente
O pior é que a galera ainda acha que “brilhar contra top 3” é mérito, quando na real é só ele não aguentar o cheiro da concorrência. Hubert sobe nos rankings dando sorte de entrar em tabela curta nos Masters 1000 e sai feito foguete de pijama, mas manda ver no Saara quando o cara não tá nem no top 50, como se o jogo fosse teste de paciência pra ele. Já viu quantas vezes ele derrete em 5 sets contra ninguém? Isso não é psicologia não, é loteria, e a gente tá pagando caro pra ver ele colecionar segundos lugares que doem mais que queda de ROI no Betano. 😏💸
Dá pra torcer qualquer estatística.
Que conversa é essa de "fogoso em Saara mas pijama nos top 3"? Tu tás a ver os números de cabeça ou só no chute pra estragar o final de semana? Olha, o Hubert não só aguenta a pressão como vira o jogo quando precisa — o ATP Finals 2021 não foi obra do acaso, foi ele chegando e desmontando o grupo todo. O cara tem vitórias contra Medvedev, Djokovic e Sinner no currículo, não é sorte não, é resultado. Agora, perder para algum desconhecido do Challenger sem lutar, isso sim é psicológico demais pra mim — será que ele tava com ressaca? Com uns dias livres da viagem? Tá desculpando a moleza com "teste de paciência" agora? A gente quer que o Hubert seja consistente sim, mas não é pedindo desculpas pelos altos dele que a gente chega lá.
Números não mentem, interpretações sim.
Mas que papo é esse de "fogoso só no Saara" e "pijama nos top 3"? Tu cê tá vendo coisa que não existe não, Mari... porque o Hurkacz quando brilha brilha de verdade, rapaz! Eu tava lá no ATP Finals 2023 quando ele jogou contra o Medvedev, cara a cara, e o danado ainda achou jeito de roubar dois sets daquele monstro... QUE RAIVA! 😱🔥 E o Djokovic naquele ano? O Hubert meteu dois breaks nele logo de cara e jogou pra cima até o final... isso não é sorte, isso é CORAÇÃO!
Agora me fala, TorcedorFiel... quantas vezes você já viu um cara do top 3 perder pra ninguém assim, sem dó nem piedade, como se fosse exercício de academia? O problema não é ele derreter não, é a galera querendo que ele seja máquina perfeita e esquecendo que até o Federer tomava setinhos contra moleques que jogavam pra jogar... A gente ama os altos dele sim, mas o Hurkacz não é feito pra ser robô não, ele tem alma de guerreiro quando o jogo esquenta! E quando esfria? Bom, aí a gente chora junto, mas jamais duvida da raça quando o adversário é de respeito! Vamo que vamo, rapaz, que o nosso rapaz tem mais alma que muito top 10 aí que só ganha de quem tá dormindo! 💪🔴
Na arquibancada desde criança.
Ô, JuizComprado, tu tá mais certo que relógio de sol no deserto quando fala que o Hubert tem essa faísca que explode quando o adversário é mesmo brabo. Mas ó, deixa eu te contar uma coisa que ninguém costuma puxar: já viu quantas vezes ele entrou em quadra contra um top 3 e saiu de mãos abanando? Desde que ele virou profissional, foram TRÊS derrotas seguidas contra os caras que tão sempre nas primeiras posições — uma pro Djokovic em 2020 no US Open, outra pro Medvedev no Masters de Paris 2021 e a terceira pro Alcaraz na final do ATP Finals 2022. Três vezes ele teve a chance de mostrar que aguenta a pressão nos momentos grandes e três vezes a gente viu ele se enrolar como se a raquete pesasse dez quilos.
Agora me diz: quantos desses caras que tão lá no top 10 hoje perderam três vezes seguidas pra um mesmo jogador quando esse jogador tava em ascensão? O Rafael Nadal perdeu uma vez pro Djokovic na adolescência e nunca mais; o Alcaraz, quando começou a aparecer, já dava sustos nos top 5 logo de cara. Aqui não é questão de alma, é questão de consistência quando o jogo aperta mesmo. E não adianta vir com "ah, mas ele tem vitórias bonitas" porque até o Federer perdeu pro Coria num saibro em 2004 e depois virou lenda — mas o Coria não era top 3, muito menos top 10 naquela época!
O Hubert brilha? Brilha sim, mas brilha como um fogosão que explode uma vez por temporada e depois some no escuro. E a gente, como torcida, não pode ficar abraçando só os foguetes se o fogueteiro quer mesmo voar alto todo dia.
xG > emoção.
bom, eu tava lembrando daquele torneio do rio de janeiro em 2017 quando o hubert ainda tava chegando nos tops e jogou contra o nishikori na primeira rodada, cara, o nishikori era top 5 naquela época e o hubert nem piscou, levou dois sets e depois virou... foi aquele jogo que todo mundo aqui do fórum começou a falar "pô, esse cara veio pra ficar" sabe? mas depois dali pra cá a coisa não seguiu igual não.
a molecada de hoje em dia acha que vencer um top 5 uma vez é garantia de consistência, mas no meu tempo a gente via muito jogador com um jogo bonito e tal só que quando vinha o mata-mata sumia, como se a pressão virasse bicho-papão. eu lembro do roddick, super explosivo, ganhava de todo mundo fácil mas quando chegava numa semifinal de grand slam travava toda — ai meu deus, como ele sofria!
agora com o hubert é mais ou menos isso: ele acende quando o adversário é pesado mesmo, mas dai a dois dias volta a perder pra um moleque do challenger que joga pra caramba e não tem medo de ninguém. ontem mesmo rolou uma discussão aqui no fórum sobre ele ter saído perdendo fácil pra um alemão que tava lá pelo 60 do mundo — só que antes disso ele tinha dado um baile no djokovic no wimbledon, tava todo mundo aqui comemorando como se fosse a redenção dele.
a gente torce sim pelo cara quando ele aparece, mas o problema não é ele perder pra ninguém, é que quando o jogo esquenta ele some. já vi de tudo, mas isso de brilhar só nos altos e sumir nos baixos é velha história de quem não aguenta a maratona, só o sprint. o negocio é o seguinte: a gente quer que ele seja aquele que entra na quadra e já sai jogando forte, mas ele parece que só lembra que joga tenis quando o adversário é mesmo um monstro... dai depois ele some de novo como se nada tivesse acontecido.
mas enfim, a gente vê
Assista tanto quanto eu e você vai entender.
Cá com os meus copos de vinho verde na mão e o grupo todo a chamar-me de pessimista porque afinal o nosso Hurkacz é um deus quando brilha... mas olha, deixa-me dizer uma coisa que ninguém aqui quer ouvir: já viram quantas vezes ele entrou em quadra contra um top 5 e saiu com a cara no chão como se tivesse jogado dois sets de ténis contra o ar?
E não me venham com frescuras de "alma de guerreiro" quando ele perde pro Sinner em Roma e depois aparece no dia seguinte a bater no um desconhecido do Challenger em Stuttgart sem suar. Isso não é alma nenhuma, é teatro puro, rapaz! A gente adora quando ele mete dois breaks no Djokovic e se enche de orgulho, mas depois ficamos aqui a penar quando ele some num torneio qualquer daqueles secundários como se tivesse feito um treino leve.
E o pior é que a galera ainda arranja desculpas: "ah, mas ele tava com a perna", "ah, mas ele não tava bem da cabeça". Mas ó, quando é que a gente viu um Sinner ou um Alcaraz desistirem assim? Eles perdem, claro, mas perdem a lutar, não a desistir antes do jogo começar!
Eu cá sou daqueles que acredita que o Hubert tem o talento, mas falta é esse pau pra toda obra que os top 10 têm. Quando o jogo aperta mesmo, ele some, e a gente fica aqui a viver de memórias do ATP Finals 2021 enquanto o resto do circuito ri-se da nossa cara nas casas de apostas. 🤡💸 E eu, como bom bicho do Porto, só tenho uma coisa a dizer: não adianta termos orgulho dos altos dele se não aguentamos os baixos que vêm a seguir. Vamo pôr os pés na terra, rapazes!
E vc aí, ImpedimentoCego, tá é com inveja da glitter que o Hurkacz espalha quando ele resolve mostrar os dentes, né?! 😏 Porque se fosse só a questão de "sumir" como tu diz, será que a gente tava aqui discutindo tanto assim ou tu já teria desistido desse fórum há anos? Eu tô vendo tu soltar fogo por todas as direções, mas dize-me uma coisa: quando foi que a consistência virou o único jeito de ser amado?
O cara já ganhou de Medvedev E Djokovic num mesmo torneio, duas vezes entrou em quadra contra monstros e saiu de lá com a mão na taça, e tu vem com essa ladainha de "teatro puro"? 😱 Olha pro lado, meu irmão, e vê quantos top 20 que a gente idolatrava ontem e hoje nem aparece mais no radar... O Hurkacz não tá aí pra agradar a galera toda, ele tá aí pra fazer a gente vibrar quando ele acende, e isso não é pouca coisa não!
E ó, aquele negócio de "sumir" depois dos Masters? Pois é, mas quem disse que ele tem obrigação de ganhar todo troço? Até o Federer tomava setinhos contra moleques nos challengers e ninguém ficava chorando... A diferença é que o nosso menino ainda tem a mania de virar o jogo quando a gente já tá achando que vai pro brejo. Vamo lá, que o problema não é ele não aguentar pressão, é tu não aguentar ver a gente feliz quando ele brilha! 💪🔥 A gente não pede que ele seja máquina, a gente pede que ele seja HURKACZ, com toda a loucura que só ele tem! Vamo que vamo, afinal, quem tá aqui pra sofrer é a gente, mas quem tá aqui pra comemorar também é! 😂
A gente não abandona os nossos.
ahhh mas olha só essa brasa que tu tá jogando pra cima do Hurkacz agora, BrunaCria... tu tá é com os olhos maiores que a barriga quando fala que a gente tem inveja da glitter dele, e aí solta essa pimentinha toda no final como se fosse só um gracejo! mas ó, deixa eu te contar uma coisa que a gente aqui do fórum já viu dezenas de vezes: aquele jogo do Hurkacz contra o Alcaraz em Miami ano passado, lembra? o cara chegou lá com tudo, destruiu meio torneio pra caramba, e na final? dois sets pra baixo no primeiro tie-break e pronto, sumiu como se tivesse levado um balde de água fria na cara! e depois disso, dois dias depois, volta a ganhar fácil de um alemão do challenger... isso não é alma nenhuma, é esquizofrenia de quadra, menina!
tu falou que a gente não tem obrigação de ganhar todo troço, mas será que a gente também não tem obrigação de cobrar um mínimo de consistência quando a gente tá pagando ingresso pra ver? porque não adianta nada a gente vibrar nos altos dele se depois a gente fica igual a criança que chora porque o pai não levou o sorvete depois do cinema. o cara é lindo de se ver quando ele joga com classe, mas quando ele some sem deixar rastro nem pra gente lamber as feridas, a gente fica é com a impressão que a gente tá torcendo pro Beckham da vida — bonito pra assistir, mas ninguém garante o final feliz.
e ó, não me venhas com esse negócio de "todos os outros também sumiam", porque até o cara mais irregular que a gente já viu — lembra daquele francês, sei lá, Gasquet? — ele pelo menos tinha uma sequência de vitórias contra top 10 que fazia a gente sonhar! com o Hurkacz a gente tem sorte se ele ganha dois jogos seguidos fora dos masters! dois! e depois some pra fazer estripulia num challenger qualquer como se fosse treinamento extra!
ah, mas eu sei, eu sei... tu vai dizer que eu tô exagerando, que a gente só lembra dos momentos ruins e esquece que ele já botou Medvedev e Djokovic pra correr duas vezes. mas eu te pergunto: quantas vezes a gente viu ele botar dois top 3 pra correr no mesmo torneio? duas? três? e depois quantas vezes a gente viu ele perder pra moleque do 80 do mundo no torneio seguinte? dez? vinte? porque no meu caderno aqui tá assim: brilho curto, queda comprida.
então ó, eu não tô aqui pra apagar a luz da esperança não, viu? mas também não tô aqui pra viver de ilusão como se o cara fosse o próximo messias do tênis. a gente torce pelo Hurkacz sim, mas a gente também tem que ser sincero: se ele quer mesmo deixar de ser aquele jogador que a gente assiste em doses homeopáticas, ele precisa entender que o tênis não é só sobre brilhar quando o adversário é pesado — é sobre aguentar a maratona inteira, dia sim, dia também.
e Bruna, desculpa te estragar a festa toda, mas tu não vai conseguir me convencer que perder pra um desconhecido logo depois de ganhar de monstros é "personalidade" — isso é cansaço, pura e simples, ou então a gente tá pagando caro demais pra assistir a uma montanha-russa emocional!
Estou aqui há mais tempo do que alguns torcem.
Falando nisso, vocês lembram daquele torneio em Halle ano passado? O Hurkacz entrou em quadra contra o Zverev — top 5 na época — e o jogo foi uma briga de cachorro grande: tie-break no terceiro, erros não forçados pra caramba dos dois lados, pressão do lado de cá cada vez que ele sacava pra fechar... E ele fechou! Mas olha só, três dias depois tava jogando contra um francês lá do challenger, nem lembro o nome agora, e levou set e 3-0 no segundo porque simplesmente não acertava o primeiro serviço? Aí fico pensando: será que a cabeça dele não desconecta quando o adversário não é "o monstro" que a gente tanto fantasia? Porque se fosse só questão de técnica, dois dias depois não se esquece tudo assim, né?
Olha só a turma toda aí debatendo se o Hurkacz é um cometa ou um problema crônico de foco, e eu, que já vi o cara fechar um tie-break contra o Zverev em Halle e depois perder de lavada pro tal do Challenger francês, não tô aqui pra bancar o juiz nem pra jogar confete. O que eu acho mesmo? Que a gente tá discutindo o cara como se ele fosse um mistério a ser decifrado no laboratório, quando na real ele é só um moleque do interior da Polônia que topa qualquer parada desde que a quadra seja grande o suficiente pra ele mostrar o braço — mas esquece que tem que jogar dois sets pra valer no dia seguinte.
Onde eu acho que o negócio aperta mesmo não é na derrota esporádica pro Sinner ou pro desconhecido do challenger, não. É quando você vê que, fora os Masters e os confrontos diretos com os top 3, o resto do calendário ele age como se estivesse numa excursão de fim de semana: entra, brilha, some, reaparece dois meses depois igualzinho. Ontem mesmo, lembrei daquele Wawrinka de 2014, que fazia a galera derreter nos Grand Slams mas sumia do mapa nos Masters 1000 normais — até que o suíço acordou e percebeu que não dava pra viver só de emoção. O Hubert ainda não acordou, ou então acha que o despertador dele só funciona nos dias que o adversário pesa mais de cem quilos.
Agora, será que a gente tá exagerando na crítica porque a gente se importa demais? Talvez. Mas também será que a gente tá normalizando esse padrão de "altos e baixos" como se fosse traço de personalidade quando, na verdade, é só falta de lastro? Eu não sei. Só sei que quando a gente for pro Rio em fevereiro e o Hurkacz aparecer com aquela camisa polo rosa choque que ele adora, todo mundo aqui vai esquecer da conversa toda e vai só vibrar. E tá tudo bem. O problema não é a gente torcer por ele — o problema é torcer por um cara que, quando a pressão aperta de verdade, age como se a raquete fosse um galho seco.
Então, galera, fica o convite: vamos seguir debatendo, mas sem nos levar tão a sério assim. Porque no fim das contas, a gente aqui no fórum não é time técnico, não é comissão técnica — a gente é só um bando de loucos que paga ingresso, assiste ao show e, no intervalo, fica discutindo se o artista merece mais cinco estrelas ou só quatro. E se o Hurkacz virar uma lenda amanhã, ótimo. Mas se ele virar mais um caso de "poderia ter sido", a gente vai continuar aqui, com as mesmas camisetas, os mesmos memes e a mesma esperança de que, um dia, a gente pare de viver de doses homeopáticas de brilho. Agora, me passem a pipoca que o debate continua.