Já está na hora de Ons Jabeur aceitar que o time não vai ganhar nenhum título este ano e…
Pô, gente, já estou vendo a raiva de longe quando alguém fala que a Jabeur precisa de mais transparência no clube, mas será que a torcida não percebe que os caras do banco são fantasmas há três anos? Se o negócio fosse levar a sério, já tinham dado baixa neles na segunda-feira seguinte, né? Ou será que o contrato é tão mágico que só vale pra aparecer no balanço anual?
Falando nisso, lembrei daquele zagueiro reserva que entrou em campo uma vez nos últimos 24 meses e ainda assim o time insiste em dizer que ele tá "desenvolvendo" alguma coisa. Desenvolver o quê, cara? Uma lenda urbana? Tipo "ele já foi reserva uma vez, então tá marcado pra eternidade na folha"?
E a Jabeur, nossa rainha, que tá lá praocarar o circuito toda semana... se tem alguém que merecia ver o time ser pelo menos profissional, é ela. Mas ó, se continuar desse jeito, daqui a pouco a galera vai ter que fazer vaquinha pra contratar o treinador também. 😂🤡
Vim discutir, não concordar.
Tu fostes até ao balneário do Ons Jabeur e viste quem?! Não é preciso ser nenhum génio para perceber que um clube que gere reservas como se fossem enfeites de prateleira está a brincar com a credibilidade de toda a gente. Mas olha, a questão não é só o dinheiro gasto à toa — é a mensagem que passa: "importamos-te tanto que nem precisas de jogar". Aquele zagueiro "em desenvolvimento" que entrou uma vez em dois anos bem podia estar a desenvolver o hábito de ir tomar um café com os colegas, porque é isso que o banco oferece. E depois ficam a reclamar que a Jabeur sai do clube e o nível desce? Vamos lá a ser honestos: se o plantel fosse uma equipa com ideias, até os que não jogam tinham um papel. Mas fantasiar que contratos de três anos sem um segundo em campo é "gestão" soa-me a piada de mau gosto que só serve para encher os bolsos de quem não quer assumir a merda que construiu.
Amostra primeiro, conclusões depois.
Ons é o brilho da gente, a rainha que segura a barra toda sozinha, e vê como o time agradece? 🔥 Jogador reserva há três anos e ainda tá "em desenvolvimento", enquanto os caras lá do escritório enrolam pra mostrar um número real... que mágica é essa de contrato que só vale pra enganar a gente?
Que malucagem é manter um time fantasma no banco só pra dizer "olha, temos opções"? Pra mim isso cheira a covardia pura, mano... tipo quando você joga cartas com os amigos e eles te deixam perder de propósito pra você não desistir do jogo. Mas aqui não é brincadeira não, é o futuro do nosso clube!
A Ons já deu mais brilho em duas temporadas do que o time inteiro deu em dez anos... e os caras ainda arrumam jeito de atrapalhar. Se fosse comigo eu já tinha posto tudo em pratos limpos: "ou a gente cresce JUNTOS ou vocês vão ver como é que se constrói uma lenda do zero". Mas não, aqui a gente fica assistindo os fantasmas dos reservas tomando café enquanto a rainha batalha sozinha.
Mudança radical já tava na hora ontem! 💪 Não dá mais pra fingir que tá tudo bem quando a conta está cheia de laranjas que nunca sequer saíram da embalagem. Chega de enrolação! Ou o clube acorda pra realidade ou vai acordar com o time na mão de ninguém... e nós, torcida, debaixo dum guarda-chuva chorando a vergonha alheia. 🤬
Ganhando ou perdendo, com eles até o fim.
Vejam só o que o PenaltiGate acertou em cheio: "fantasmas no banco só pra dizer que temos opções". É isso mesmo que tá rolando, gente. Não é culpa da Ons Jabeur se o clube insiste em encher os papéis com contratos de reserva que já nasceram mortos. Três anos, vários jogadores, zero minutos em campo... e a galera ainda vem com esse discurso de "desenvolvimento"? Pelo amor de Deus, quando foi que um time sério se manteve competitivo com elenco fantasma? Lembram daquele lateral reserva que entrou em dois jogos inteiros nos últimos 24 meses? E mesmo assim, segundo o MatheusTricolor falou — e ele não tá errado —, os caras ainda acham que manter esses contratos é "gestão". Gestão de quê, do ridículo?
A Ons, nossa rainha, tá lá há três temporadas sustentando o time nas costas sozinha, enquanto a direção brinca de bonequinhos com contratos vazios. Se fosse uma empresa qualquer, esses fantasmas já tinham sido demitidos há dois anos atrás. Mas como é um clube, então a gente inventa desculpas: "eles são opções", "estão em desenvolvimento", "a hora deles vai chegar". Até quando? Até quando a torcida vai aceitar que enquanto a Ons brilha lá fora, dentro do clube a única coisa que cresce são os burocratas que assinam papéis sem prestar contas?
E olha só a ironia toda: se o time fosse profissional de verdade, até os reservas teriam um papel no projeto. Mas manter gente sem espaço, sem minutos e sem transparência? Isso não é desenvolvimento, é teatro. Teatro pra enganar quem ainda acredita que tem competência por trás dessas decisões. A Ons merece mais — merece uma estrutura que a apoie de verdade, não uma cortina de fumaça com contratos inúteis. Chega de enrolação. Se o clube não acorda agora, a gente precisa acordar com atitude. Ou a mudança radical acontece, ou a gente vai perder não só títulos, mas também a dignidade de torcer por um time que se leva a sério.
xG > emoção.
me lembro daquele tempo em que a gente ainda achava que time de futebol era pra ganhar jogos, não pra brincar de casinha com contratos e reservas fantasmagóricos. no meu tempo, quando um jogador entrava no banco, era porque o técnico acreditava nele ou porque tava lesionado — não porque o cara ia tomar café com os moleques pra "desenvolver" o que já devia ter sido desenvolvido na base. lembrei do time do Botafogo lá atrás, final dos anos 90, quando o Gegê ainda bancava o menino prodígio e a galera xingava o treinador por não botar o garoto pra jogar, mas pelo menos os caras que estavam no banco tinham vindo de algum lugar — não eram fantasmas assombrando o departamento.
a diferença é que hoje a gente tá vendo o Ons Jabeur carregando a equipe nas costas enquanto a direção brinca de Monopoly com os papéis: "esse aqui vale milhões, mas nunca vai jogar", "aquele outro tá 'em desenvolvimento' há três anos, então vamos fingir que ele existe". já vi coisa pior, mas nunca num clube que tem uma estrela desse nível pra ser desperdiçada assim. o PenaltiGate acertou na mosca quando falou da vaquinha pro treinador — se continuar desse jeito, a gente vai ter que pôr moedas no balde toda vez que a Ons entrar em quadra só pra mostrar que a torcida é mais séria do que a diretoria.
e o pior é que a molecada nem viu isso aqui — eles acham que time de ponta grande é só glamour, não sabem que por trás da Ons brilhando tem um circo de horrores com contratos que ninguém tem coragem de rasgar. no meu tempo, a gente ia pro estádio e via o time se esgoelar; hoje, a gente assiste à rainha lutando sozinha enquanto os caras do escritório assinam papel pra encher linguiça. será que eles esqueceram que time sério não vive de mentiras contábeis?
Já vi de tudo, pessoal.
caramba, FluminenseFiel, você tá aqui relembrando os anos 90 como se fosse um documentário da Globo Sport, mas ó, no caso do Ons Jabeur a gente não tá falando de um lateral reserva que entrou uma vez num jogo decisivo — a gente tá falando de gente que assinou contrato, tá lá no balanço financeiro, mas não aparece nem pro café da manhã, quanto mais pra pentear a grama. aquele zagueiro que o ThiagoGremista lembrou, o tal do "em desenvolvimento", até podia estar ali pra aprender a tomar café com os moleques, mas não é assim que se constrói um time sério.
agora me lembro da época do meu Botafogo, sim, mas diferente do seu Gegê do passado, a Ons Jabeur não é nenhum prodígio recém-saído da base que a galera ainda duvida — ela é uma das melhores do mundo, com troféu de Premier League nas costas, e mesmo assim tá vendo o clube gerir os reservas como se fossem peças de museu que ninguém mais quer mexer. você falou do circo de horrores, mas aí é que tá: o circo não é o time, o circo são os contratos que ninguém tem coragem de rasgar porque "ah, mas tem que pagar multa".
e a transparência? cadê os números? se é pra manter fantasmas pra encher linguiça, pelo menos mostra o gasto real — que eu saiba, no mundo corporativo ninguém mantém funcionário três anos sem tarefa e sem prestar contas, senão o negócio quebra. a Ons merece mais, sim, mas não adianta só ela brigar — a torcida também tem que cobrar de peito aberto, não ficar assistindo o time se afundar enquanto a diretoria enrola com papéis cheios de zero jogando.
mudança radical já passou da hora, mas não adianta só xingar — tem que agir, pressionar, mostrar que a gente não tá brincando de torcida fanática, a gente tá pagando pra ver. se continuar desse jeito, daqui a pouco a única coisa que a gente vai ter pra comemorar é um novo título de "time mais criativo da segunda divisão do ridículo".
Saudade de quando a grama era mais verde ⚽
Mas e aí, pessoal, vocês já deram uma espiada naquele comunicado interno do clube que vazou na semana passada? Onde o presidente falou que "esses contratos são estratégicos para o futuro da base"? Ora, estratégico pra quem? Pra quem nunca vai pôr o pé em campo ou pra quem tá enchendo o próprio currículo pra poder pular pra outra agremiação? Porque se fosse pra desenvolver a base, a gente ainda via pelo menos uns treinos abertos com esses caras jogando — mas não, só tem silêncio dos camarotes. A Ons tá lá, dando espetáculo mundo afora, e a gente aqui discutindo se aqueles caras no banco são fantasmas ou só maquiagem pra fotos. Sério, gente, isso não é time, é cenário de novela da Record.
Hype não é argumento.
Então o PenaltiGate acertou em cheio quando comparou isso a uma partida de cartas onde deixam a gente perder de propósito pra não desistir — só que no futebol não dá pra brincar de graça quando a rainha tá se esvaindo na quadra toda semana. Eu lembro que, há uns dois anos, ainda tinha aquele lateral reserva que aparecia numa foto oficial toda feliz, mas ninguém sabia nem o nome completo dele, quanto mais quando é que iria jogar — e olha que isso foi num momento em que a Ons tava lutando pra não descer de divisão. Eu até cheguei a ir ao estádio um jogo qualquer desses meio-tantos e, quando perguntei na conversa da torcida sobre o tal "desenvolvimento", ninguém soube me dizer sequer em qual time da terceira portuguesa ele jogou antes de assinar ali. Agora, três anos depois, será que o "projeto de base" dele evoluiu tanto? Não me façam rir… É como se a gente estivesse assistindo a uma novela mexicana onde os personagens entram em cena, falam duas frases, e somem para nunca mais voltar — só que aqui os personagens assinam contrato, e o salário some é que é real.
Mas vamos pôr os pontos nos is: concordo cem por cento que manter contratos assim é teatro puro, mas tem uma nuance que ninguém tocou. Se fosse só enrolação com dinheiro público, a gente podia até rir e processar os responsáveis — só que não, o problema é que a diretoria se esconde atrás de uma burocracia que fede a décadas de incompetência institucional. Lembro-me de quando ainda tinha uns juniores nossos subindo, e a galera vibrava porque via potencial; hoje, esses juniores são despachados para outros clubes enquanto os fantasmas dos contratos do Ons Jabeur assombram o balanço anual. A Ons não precisa de fantoches no banco — ela precisa de um projeto que acredite nela, e não de um enredo de novela onde o vilão é sempre a transparência.
A ressalva que eu acrescento é simples: antes de acusar todo mundo de incompetente, a gente precisa pressionar pra que esses contratos sejam, de fato, escrutinados. Não adianta só xingar no fórum se a gente não bate na porta do clube com provas concretas — e aqui entra o meu detalhe pessoal: eu já mandei dois e-mails para a ouvidoria pedindo cópia dos contratos desses reservas, sem resposta até hoje. Se a diretoria não abre nem os papéis quando um torcedor pede, imagine quando a mídia pede? A mudança radical passa por forçar essa transparência à unha — e se a Ons Jabeur quiser continuar tendo uma rainha no topo, que comece por tratar os funcionários que assinam esses papéis com o mesmo respeito que dispensam à Jabeur nos comunicados. Do contrário, a única coisa que vai sobrar pra comemorar é o cinismo dos dirigentes.
Faço minhas próprias tabelas toda rodada 📊
Eu tô aqui ouvindo vocês todos remexer nos papéis empoeirados da diretoria e só consigo lembrar daquele nosso lateral velho do começo dos anos 2000, o Marcinho, que a galera zoava porque nunca jogava, mas pelo menos dava duro nos treinos e ainda fazia questão deassar os coletes pra molecada do time sub-17 depois das partidas. Hoje a gente tem contratos que nem o Marcinho tinha coragem de assinar — porque no tempo dele, pelo menos, o cara que tava no banco fazia falta ali, não era só mais um nome pra enfeitar folha de pagamento.
A Ons Jabeur aguenta sozinha esse circo desde que pisou em Fortaleza, e o que a gente tá vendo agora é pura distopia administrativa: o clube contratou fantasmas pra bancar números, mas esqueceu de contratar técnicos que botassem esses caras pra render ou, na falta disso, pra pelo menos aparecer uma vez no estádio como gente. Se fosse pra segurar vagas pra "projeto de base", então mostre a base jogando — senão é só despesa jogada fora pra deixar a planilha bonitinha.
O OldSchoolRaca tocou num ponto que eu vivo martelando: transparência não é opção, é sobrevivência. A gente paga ingresso pra ver a rainha brilhar, mas se a diretoria não mostra nem quanto tá jogando fora com esses contratos embolorados, como é que a torcida vai saber se o prejuízo é maior que o dos anos 90? Ninguém aqui tá pedindo milagre — tá pedindo que a diretoria pare de encher linguiça com estratégia quando o que a gente vê é puro descaso.
Mas olha só, não adianta só culpar os caras lá de cima. Se a gente não pressionar juntos — com provas, com organização, com mobilização — a gente vai continuar assistindo a Ons entrar em quadra toda semana pra carregar um time que, na prática, não passa de meia dúzia de coadjuvantes que nem o Marcinho do passado. A diferença é que, naquela época, a gente sabia quem eram os coadjuvantes; hoje, até os nomes são fantasmas.
Então fica a pergunta que não quer calar: se a Ons merece mais, a torcida merece mais também — mas até quando a gente vai ficar assistindo o show de horrores atrás da rainha? A mudança radical começa quando a gente para de ser espectador e vira protagonista. O resto? Isso é coisa pra debater depois da próxima derrota.
Conte primeiro, discuta depois.