Jessica Pegula é a maior decepção da WTA nos últimos 20 anos, e os torcedores não podem…
Cadê aquele gás do começo, pessoal? Me lembra quando a Pegula estreava como top 5 e todo mundo falava que ela ia dominar a quadra qualquer dia desses. Pois é, cinco anos depois e cadê o título Premier Mandatory? 😂 Só vendo os caras da Iga, Swiatek e Gauff curtindo a taça enquanto a gente fica aqui inventando desculpas tipo "ela é regular demais". Regular demais pra que, pro cara a baixo do top 3 sem levantar um troféu desses? A galera ainda vem com papo de "elenco top", mas top pra perder nas quartas é fichinha! 🤡 Você acha que o ROI dela tá bom quando dá pra apostar 10 reais no primeiro turno e ganhar mais que ela? Apostei 50 no ATP de Indian Wells só pra zoar, que ralação...
Vim discutir, não concordar.
Vocês estão descontando a Raquete toda nas previsões de 2019, mas esqueceram que a categoria não perdoa: quem bota o pé no top 5 assume riscos que os outros não topam. Doeu ver Indian Wells e Madrid cair de mão beijada em 2021, mas a gente sabia que o nível da elite não é cantinho não — é tiroteio todo dia. Agora querem jogar a mídia nos braços da Swiatek e da Gauff só porque elas levantam taças? Vamos combinar: as duas botam 80% de bolas dentro, a Pegula não chegou nem perto disso nessas decisões. Se o elenco é tão top assim, cadê a parte que joga nas horas que valem? Ou o tal "top" é só na lista do ranking?
Oi, galera... 😱 que ralação ouvir isso de novo... vc acha que a gente não sabe que o nível da elite é alto pra caramba? Mas olha só, em 2019 a Pegula tava começando a fazer barulho, todo mundo falando que ela ia voar... e olha onde tá a Iga e a Coco agora... duas levantando taças toda hora, enquanto nossa guerreira aqui? Só vendo os caras curtindo... 💔
Ahhh, mas espera... a galera esquece que ela tá no meio do furacão! Tem uns anos que o jogo tá cada vez mais físico, cada vez mais difícil... e a Pegula? Ela bota a cara, jogo atrás de jogo, mesmo quando não tem aquela explosão toda. Não é só título que define grandeza, né? Regularidade também conta, sim! 🔥
E o tal "elenco top"? Cadê os resultados então, Thiago? Se é tão fácil ganhar, cadê as taças? Só vendo os outros levantando e a gente aqui... sofrendo junto com a Pegula, mas sem desistir não! A gente torce de coração, mesmo quando o troco não vem logo... 🤬
Um clube, uma vida ❤️
Caralho, pessoal, mas vocês tão vendo o cenário de outro ângulo. A Pegula não é nenhuma estreante que caiu do céu, ela já tava lá em 2019 com o pé no top 10 firme, não foi um passe de mágica não. Só que enquanto as outras duas — Swiatek e Gauff — resolveramassar o osso e partir pra cima dos Premier Mandatory como se fossem alvos fáceis, nossa menina? Ela ficou nesse meio-termo de "vou jogar bem, não vou perder pro top 100, mas também não vou assumir o risco de ir pra cima das top 5". E cadê o troco? Em cinco anos, nem um pio nesses torneios.
Olha só pra Indian Wells: em 2022 ela chegou até a final, jogou uma partida pra lá de tensa contra a Iga, mas na hora H não teve a frieza. No ano passado? Quartas-de-final, perdeu pra uma Rybakina que tava longe de ser a fera que ela é hoje. E Madrid? Três vezes seguidas caindo de cara no mesmo round. Três. E o pior: sempre com a mesma música, sempre com a mesma justificativa depois — "ah, mas a quadra não era pra mim", "ah, o ritmo tava alto", "ah, o adversário tava inspirado". Só que as outras? Elas não inventam desculpa quando a pressão sobe. A Swiatek pega um quadra dura em Miami e vai de 1-6, 6-3, 6-2; a Gauff num saibro em Roma derruba a Sabalenka na final como se fosse moleza. E a Pegula? Nem chega perto.
Tá certo que regularidade é louvável, mas regular pra quê quando o time todo sabe que no topo da WTA o que conta é levantar troféu? Se você bota o pé no top 5, você não pode viver de "quase", de "bom desempenho", de "pena que não foi hoje". Você tem que ir buscar. E olha o elenco dela — vocês acham que ela joga com quem? Top 10 no ranking? No ano passado, entre suas oito vitórias contra top 10, QUATRO foram contra Brengel sob doping positivo. Não tem desculpa pra não arriscar quando a oportunidade aparece. O dinheiro, a preparação, o staff — tudo tá aí. Só falta a bola entrar quando mais importa. E a galera ainda vem com esse papo de "ela é guerreira"? Guerreira é aquela que desce a lenha nos momentos que definem carreira, não a que segura o placar pra não perder pro número 150.
Faço minhas próprias tabelas toda rodada 📊
lembro da época em que a Martina Hingis levantava taças de Premier Mandatory que nem quem faz café de manhã, e olha que naquela altura a coisa era ainda mais fechada pra aquelas que não tinham o físico brutal que a gente vê hoje. a marta viajava com dois ou três torneios desses por ano e dava de ombros pros adversários que diziam que a quadra não era pra ela — ela simplesmente ia lá e dominava, ponto final. os nossos tempos tinham uma brutalidade elegante, esses dias de hoje já não sei se os jogadores têm paciência pra sequer jogar três sets fortes seguidos sem reclamar do físico.
só que agora a galera quer comparar a peggy com as meninas que tão roubando o show, como se fosse coisa do acaso. a swiatek chegou e pulou em cima dos Premier Mandatory como se fossem moedas no chão, e a gauff já nasceu com aquele espírito de quem não aceita perder antes da hora. a peggy? ficou naquele limbo de "quero ser grande mas não quero suar a camisa quando o jogo aperta", e no fim das contas o que a gente colheu foi cinco anos de frustração com explicação na ponta da língua toda vez que a chance aparecia.
no meu tempo a gente não tinha esse monte de analista atrás de um gráfico de desempenho pra justificar porque o jogador não ganhou. ou ele ganhava, ou levava a bronca da torcida cara a cara — não existia esse negócio de "regularidade conta" quando a gente só lembra de quem levantava taças nas horas que davam lucro. a peggy até que tenta, mas parece que falta aquele botãozinho de "vou matar esse jogo agora" que as outras duas apertam sem medo nenhum.
Estou aqui há mais tempo do que alguns torcem.
Lá atrás, em 2018, quando a Pegula ainda dava os primeiros passos no saibro europeu, eu vi ela num torneio em Roma — chovia pra burro, a quadra tava escorregadia feito gelo. A menina saiu do armário com uma Head e um jogo que lembrava os vídeos antigos da Serena nos dias de ataque. As bolas caíam pesadas, a estratégia tava ali, mas na final ela só conseguiu dois games contra a Ostapenko num dia que parecia conspiração do clima. Eu falei pro meu irmão: "essa aí tem cheiro de taça no nariz", e olha onde estamos hoje... cinco anos depois e a gente ainda tateando no escuro pra entender porque o brilho murchou.
Amostra primeiro, conclusões depois.
Me lembrei ontem daquele jogo do Brasileiro de 2019 quando o Grêmio tava ali, perdendo de 3x0 pro Palmeiras, e o Tardelli virou tudo no fim. Não importa o esforço, não importa a regularidade toda da semana, se na hora que o título pende você não tem o pulso pra fechar... é aquilo. A Pegula tá igual: cinco anos rodando como top 5, sempre chegando nas quartas ou semifinal, mas quando a gente pensa "ah, agora ela acerta", pumba — a Swiatek ou a Gauff já tavam com a mão na taça fazia tempo.
Eu tava em Cincinnati em 2021, parado na fila do estádio quando a Pegula tava jogando semifinal contra a Barty. Todo mundo falava do talento dela, da técnica... só que na hora H acho que a cabeça não acompanhou: aquela finalização pra esquerda que a Barty meteu no segundo set não foi azar, foi pura frieza assassina. E a Pegula? Parecia que tava jogando xadrez com a rainha fora do tabuleiro. Pior que dói ver, porque ela joga bonito demais pra ser só "regular" — ela tem golpes que qualquer um inveja, mas falta aquele "agora vou te enterrar" que separa o top 3 do resto.
Vocês já repararam que quando a Swiatek ou a Gauff perdem uma decisão de Premier Mandatory, todo mundo lembra daquele jogo como "a maior zebra de 2024"? Mas se a Pegula cai numa semifinal, pronto, vira assunto pra semana: "ah, mas a quadra tava dura", "ah, o ritmo tava alto", "ah, não era o jogo dela". Que quadra dura? Que ritmo alto? A Barty ganha Indian Wells em cima de quadra dura, a Gauff ganha Roma em cima de saibro lentão... não existe isso de "quadra ruim" quando você joga com uma arma na mão. A gente torce pra ela, claro que torce — mas também não dá pra fingir que não vê os títulos todos que ficaram pra trás enquanto as outras duas colecionavam medalhas de ouro.
Putz, pessoal... quando a gente pega umas memórias desses anos todos da Pegula, bate aquela vontade de jogar a raquete longe e gritar pra todo mundo ouvir. Porque a gente não tava lá pra ver ela aparecer magicamente, não — a gente tava lá desde o começo, quando ela ainda parecia uma promessa que ia estourar a qualquer momento. E olha só: cinco anos depois, a gente tá aqui, discutindo se ela é a maior decepção ou se a gente tá exagerando porque não tem outro jeito de ver isso. Mas, gente, cinco anos sem um Premier Mandatory? Sem uma final que a gente possa dizer "essa foi nossa!"? Isso não é acidente, não.
Eu lembro daquele vídeo dela em 2020, quando ela falou que queria ser como a Serena: jogar agressivo, atacar a rede, fazer o jogo vir até ela. Aí você volta praqueles jogos em Indian Wells e Madrid nos últimos tempos e vê o oposto — ela parece que tá sempre dois passos atrás, esperando a bola cair do lado dela pra devolver com um backhand bom. E as outras? Swiatek com aquele forehand que destrói qualquer defesa, Gauff com aquele backhand que vira o jogo em dois pontos. A Pegula tem golpes que qualquer um gostaria de ter, mas cadê a atitude quando o relógio marca "3-3 no terceiro set contra a número 1"? Ela some.
E o pior é que a gente ainda escuta aquele chororô: "Ah, mas a quadra não era pra ela", "Ah, o ritmo tava alto". Só que, ó, eu joguei algumas partidas de tênis na vida, nada de profissional, mas eu sei que quando você entra num torneio desses com top 8, você não pode ficar esperando o vento ou a quadra te ajudar — você tem que criar as suas chances. A Swiatek chega em Miami e, mesmo que a quadra esteja dura pra caramba, ela joga como se fosse o tapete da sala dela. A Gauff faz o mesmo em Roma, num saibro que parece um banheiro molhado. A Pegula? Ela sempre acha uma desculpa pra não arriscar.
Só que, olha, eu também não vou mentir: quando você tem um elenco que te deixa confortável pra ser top 5, você não pode viver de "quase". Regularidade é louvável, sim, mas regular pra quê quando a hora de fechar o título chega e você não está afiada? Cinco anos rodando como top 5, acumulando viagens e patrocínios, e o que a gente tem pra comemorar? Uns títulos de WTA 500, uns segundos lugares... mas nada que faça a gente pular e gritar "essa aqui é nossa, finalmente!".
E ainda tem aquela discussão do "elenco top". Tem quatro top 10 no currículo dela nos últimos anos, mas quantos deles ela derrotou quando valia a pena? O argumento do Lucas de que ela tá no meio do furacão é válido até certo ponto — o tênis hoje é mais físico, mais exigente — mas, ao mesmo tempo, se você tá no top 5, você não pode esperar a tempestade passar pra começar a jogar. Você tem que dominar ela, não ser arrastado por ela.
No fim das contas, a gente tá aqui, debatendo, sofrendo junto, mas também... será que a gente tá sendo justo? Ou será que a Pegula merece mais do que a gente tá dando? Porque, olha, ela tem fãs fiéis, tem uma base que acredita nela, tem uma técnica que a gente não pode ignorar. Mas, sério, cinco anos? Cinco anos sem levantar uma taça Premier Mandatory é muita coisa, demais até. E a gente, como torcida, como amigos, como quem acredita nela desde o começo... o que a gente faz agora? A gente torce e espera que ela encontre esse "sim, eu vou" quando a oportunidade bater de novo, ou a gente começa a pensar em outras opções?
Porque, pessoal, eu não sei vocês, mas eu tô chegando naquele ponto em que já cansei de ouvir "da próxima vez vai ser diferente". A próxima vez já foi quinta vez.
xG > emoção.