Medvedev chega aos Masters 1000 do outono com essa cara de 'quero ver quem segura esse…
Pois é, pessoalmente acho que a segunda metade do ano é sempre a mais complicada para quem joga no estilo dele. O Medvedev é daqueles caras que vivem de ritmo, de leitura de jogo e de explorar os erros do adversário — quando a superfície ou o calendário começam a girar contra esse tipo de abordagem, a coisa complica. Mas o russo não é um desses que recua; ele se reinventa, inventa novo ritmo, muda a personalidade da partida no meio do segundo set. O problema é o saibro: terra batida não perdoa quem tenta forçar jogadas longas sem bases sólidas. E depois do furacão verão em hard court, jogar em Roland Garros na segunda quinzena de outubro? Isso já aconteceu antes com ele, lembro-me de performances mistas em Monte Carlo e Roma nos últimos anos. A pergunta que fica é: até que ponto essa “cara de monstro” é um bluff bem construído ou um desconforto que se acumula? Se ele dominar o baseline cedo, a turma toda vai sair correndo atrás do prejuízo de novo; mas se a adaptação não bater, o castigo é rápido e doloroso.
xG > emoção.
Que discussão interessante, pessoal. Medvedev já nos acostumou a viver em ciclos de reinvenção quando o jogo aperta, mas não dá pra ignorar que o saibro é um daqueles ambientes que expõem até os mais brutos.
A verdade é que a adaptação dele ao clay sempre foi um ponto de interrogação, não por falta de técnica, mas porque a superfície exige paciência — coisa que ele odeia. O cara vive de velocidade, de ditar o ritmo e esmagar adversários com variações de golpe que só quem tem olhos de águia enxerga. Quando a quadra morde a bola e devolve três metros atrás, aquele estilo de "passeio na praia" vira "caminhada de maratonista".
Do outro lado da moeda, o circuito Masters 1000 no outono já mostrou que Medvedev não é desses que somem: se ele consegue segurar a intensidade nos primeiros dois sets, os adversários começam a tremer antes mesmo da virada. O problema é que o saibro europeu em outubro não perdoa hesitações. Diferente do hard court, onde você pode recuperar depois de um set perdido, na terra cada erro tem o custo de um buraco na quadra.
E aqui entra aquela dinâmica de quem segura o monstro: se os adversários virem Medvedev escondendo as asinhas e jogando como um gladiador de paciência — coisa que ele raramente faz —, a partida pode virar uma roleta russa. Mas se ele cair na tentação de acelerar para "mostrar serviço", o castigo vem com jibóia. Afinal, ninguém segura Medvedev quando ele decide virar o jogo de cabeça pra baixo. A questão não é se ele consegue, mas sim se o calendário vai deixar.
aquela vez em madri, dois mil e vinte e um, eu lembro que tava lá como sempre, comendo um pastel no intervalo de um jogo qualquer, quando o cara do lado começou a gritar "esse russo vai enlouquecer todo mundo". a molecada nem viu isso, mas o Medvedev tava lá na quadra com aquele jeito dele, tudo controlado, até que na final ele enfrentou o Zverev — que na época tava voando — e o puto resolveu sair da casca, mudou tudo de repente: uma meia-vôlei aqui, um drop-shot ali, dois backhands que pareciam ganchos de boxe. e o alemão nem piscou direito antes de perder dois sets seguidos.
agora, será que isso funciona no saibro? o problema não é a técnica não, porque o cara bate igual em qualquer superfície. o problema é que terra batida é a única quadra que não engole os erros dele, saca? o Medvedev vive de ritmo acelerado, de jogadas que acabam em três, quatro batidas — quando a bola não quica direito, ele tem que esticar as pernas mais que o normal. e o cara não é desses que corre atrás da vida não, ele prefere ditar o jogo.
no h2h com os caras que jogam nesse estilo, tipo o Tsitsipas ou o Alcaraz, já vi eles dois se pegarem umas três vezes em masters 1000 e cada vez foi um show. o Medvedev nunca se rendeu fácil, mas também nunca saiu correndo pra frente igual nos hard courts. sempre teve que fazer esse malabarismo: acelerar quando pode, se segurar quando não pode. e no outono europeu isso já foi bem complicado pra ele, mas ao mesmo tempo o cara sempre arranjou um jeito de aparecer nos momentos certos.
será que agora vai ser diferente? ou ele vai mostrar que aquele "cara de monstro" não é balela e simplesmente derruba todo mundo igual nos outros masters 1000? a gente nunca sabe com ele, mas enfim, a gente vê
Assista tanto quanto eu e você vai entender.
QUE MERDA AÍ GENTE, esse negócio de Medvedev no saibro do outono EU NÃO ACEITO não! 🔥💪 o cara chega igual um TANQUE com essa carinha de "tô tranquilo" mas eu conheço esse russo DOIDO, ele não sossega não!
ele ENTRA na quadra com aquela postura de aço, mas eu BATO O PÉ que no fundo ele tá puto da vida porque sabe que o saibro é traiçoeiro pra caramba! mas olha só, EU APOSTO TUDO nele porque esse monstro tem a mania de CRIAR MÁGICA quando mais ninguém espera! lembra da final em madri que o Coroa_TV tava lá comendo pastel? EU TAMBÉM TINHA QUE TER ESTADO, mas enfim, o negócio foi que o Medvedev pulou em cima do Zverev do nada e METEOROU nele!
agora, se ele conseguir segurar a onda no começo SEM QUERER ATRAPALHAR a própria intensidade, EU JURO que ele VAI ASSUSTAR todo mundo de novo! os caras vão sair correndo pra trás como franguinho porque quando esse russo resolve ficar CALMO pra variar, ele joga tipo um boxeador — cada golpe MATANDO na hora!
MEU CORAÇÃO PULA NA ARQUIBANCADA só de pensar nele pisando no saibro europeu em outubro... ou ele faz história de novo ou apanha feio, mas FAZER O QUÊ, o cara é MEDVEDEV e a gente ama ele mesmo assim! 😱🔴 VAMO QUE VAMO RUSSO!!!
Um clube, uma vida ❤️
Que saco esse assunto de Medvedev no saibro do outono, gente... tipo, eu tô vendo o cara desde aquele 2021 em Madrid, quando ele apareceu do nada e virou o jogo contra o Zverev sem ninguém ver chegar. Só que terra batida não perdoa quem força, isso é regra básica.
Olha só: o Medvedev tem personalidade pra caramba, ninguém segura esse monstro quando ele acerta o ritmo — mas o problema é justamente esse "acertar o ritmo" no saibro. Ele odeia esperar a bola pular duas vezes, vive de velocidade nos golpes, e na terra isso pode virar um tiro no pé se o adversário tiver paciência. Se ele insistir naqueles backhands cortados rápidos logo no início, os caras começam a devolver tudo nas costas dele e o negócio fica feio rapidinho.
Dito isso... a casa ele entra como azarão em dois Masters seguidos depois de perder pra Alcaraz em Wimbledon. Os números não mentem: desde que o saibro europeu começou, ele nunca conseguiu passar da segunda semana em Roma ou Madrid depois de julho, mas ó — em 2023 ele chegou em Roma e saiu de fininho sem alarde, mas chegou até semifinal mesmo assim. Aí a gente lembra que esse cara não some, ele some é quando quer.
Então meu chute: Medvedev bate na trave mas não quebra. Passa pros quartas com folga se não inventar moda com drop-shots no primeiro set, mas contra qualquer jogador que jogue firme no baseline (tipo Tsitsipas ou Ruud) ele vai ter que usar mais os pés que a inteligência. Resultado provável? Vitória em três sets, mas sofrendo pra caramba no primeiro e segundo. Odds? Se der [2.50] eu já tô dentro, porque contra esses caras de ritimo acelerado ele sempre complica.
A linha tá mexendo — pega.
Pois é, gente... vocês estão todos a ver o Medvedev como se ele fosse o Messi do ténis, que chega a qualquer campo e brilha na hora. 😭 Mas segurem o pastelinho porque eu tenho cá as minhas dúvidas. O cara é um monstro sim, mas quando o saibro está a ladrar atrás da bola que o Medvedev quer engolir? Isso não é futebol, é ténis — e a terra não perdoa quem não tem os pés a trabalhar como uma máquina de costura.
O problema não é só o ritmo do Medvedev, é que ele se recusa a abraçar a paciência. O Zverev que o diga: em Madrid 2021 o russo apareceu como um fantasma e meteu-lhe com aquele show de mãos ao alto, mas isso foi num torneio onde a terra está fresca e a bola pula como uma borracha. Outubro no saibro europeu? A quadra já está morta, a bola bate no chão e morre na hora — não dá para fazer "aquele backhand que mata na hora" sem correr atrás dela como um cão louco.
E depois vêm vocês dizerem que ele entra "com a cara de monstro" como se isso fosse suficiente. Cara de monstro nada! O Medvedev entra em campo com a postura de quem acha que vai transformar o saibro numa passadeira de hard court, e quando a realidade acerta-lhe na cara com um drop-shot que não sobe até o joelho, ele fica igual àqueles apostadores que carregam num jogo porque sim. 💸
RafaTricolor, você jura que ele cria magia no saibro porque sim? Pois eu lembro-me de um bilhete em Roma onde apostei nele para passar de primeira fase e ele saiu logo a seguir com o Raonic a servi-lo igual um alvo. Medvedev não some porque quer, some porque a superfície não lhe perdoa os erros que ele insiste em fazer. E olha que eu adoro o puto, mas a realidade não é um contos de fadas.
Gabriel_Portista e Tricolor_Raca têm razão nisto: o saibro é a única quadra onde o Medvedev não pode ditar o ritmo porque ele próprio tem que dançar conforme a música. Se o adversário aguentar dois sets com a bola curta e os ângulos certos, o russo fica tão zangado que começa a forçar jogadas que nem em TretaCoimbra dariam certo. E nós sabemos como acaba isso — com o Medvedev a bater com a raquete no chão e os bookmakers a rirem-se à grande.
XGdoFutebol819 acertou em cheio quando disse que o Medvedev bate na trave. Odds de [2.50]? Eu cá não entro nem que me paguem. O cara é imprevisível sim, mas no saibro do outono a imprevisibilidade dele é sinónimo de "aposta perdida em três sets". Se ele passar dos quartas, eu compro cerveja a vocês — mas se ele perder antes, eu levo a conta toda. 🍺🔥
Disciplina de banca é que ganha.
Mas afinal, o que é que o Medvedev tem de tão especial para pensarmos que ele vai conseguir algo no saibro do outono? Porque não é só talento, nem técnica, nem aquela cara de "não me assustem" — é que o russo carrega uma confiança em si mesmo que já beira o absurdo. Lembram-se daquele jogo contra o Nadal em Roma, há dois anos, quando a quadra estava molhada e a bola parecia pesada? O Medvedev entrou, arriscou um forehand que voou como um míssil e acertou na linha por centímetros — o Nadal nem reagiu a tempo. Foi aquele tipo de jogada que não se esquece, mas que pouca gente reparou porque toda a gente só falava do "efeito Nadal".
Agora, aplicando isto ao outono: o Medvedev não vai jogar como os outros, ele vai jogar como ele — e isso é o que complica as coisas. Porque quando os adversários estão a esperar uma série de golpes calculados, ele resolve fazer um drop-shot no terceiro set quando já todos estão esgotados. Ou então vira o jogo de cabeça para baixo quando menos se espera. Mas no saibro? Aí é que está o busílis: o Medvedev não precisa de reinventar a roda, precisa é de controlar a roda.
E aqui entra a parte que ninguém quer admitir: o saibro europeu em outubro é uma armadilha para quem vive de ritmo acelerado, sim — mas também é o último lugar onde um jogador como o Medvedev pode mostrar que a sua personalidade não é só fachada. Porque se ele dominar o primeiro set com aqueles golpes que os adversários não conseguem ler, os outros vão começar a duvidar de si mesmos antes de sequer pisarem na quadra. E isso, meus amigos, é ouro puro em qualquer esporte.
Ou seja, não é questão de saber se ele consegue ou não — é saber se ele acredita que consegue. Porque quando o Medvedev chega assim, com essa cara de "quero ver quem segura", ele já ganhou metade da partida antes de entrar em campo. E isso, no ténis moderno, vale mais do que qualquer estatística que possam arranjar.
Vixi, galera, vocês tão querendo transformar o Medvedev num super-herói do saibro do nada? 😭 Sério mesmo que a casa vai entrar atrás desse monstro só porque ele chegou com cara de pau e um monte de "eu sou o dono do pedaço"?
Tá bom, o cara é fera, ninguém tá discutindo isso não. Mas olha só pro histórico: desde quando que ele brilha no saibro quando a poeira já tá no chão? O Madrileno 2021 foi exceção, gente, ex-ce-ção! Isso aconteceu porque o Zverev tava num dia pra esquecer e o Medvedev resolveu aparecer com aquele showzinho que ninguém tava esperando. Mas e os outros anos? Romeu e Julieta? Triste. Hamburgo? Fiasco. E vamos deixar bem claro: ele NUNCA passou da segunda semana nesses Masters depois de julho, exceto naquela edição que o XGdoFutebol819 até mencionou — mas nem foi lá essas coisas, heim?
Agora vocês vem com essa conversa de que ele "cria magia" no saibro como se fosse mágica de verdade? RafaTricolor, você apostou tudo nele só porque lembra da final em Madrid com pastel? Meu irmão, aposta é aposta, mas não inventa história não! O Medvedev some no saibro sim, e o pior é que quando some, some mesmo — tipo aquele bilhete em Roma que o SportinguistaMancha citou, onde ele saiu logo de primeira fase com o Raonic massacrando ele. E olha que o canadense não é nenhum Brötzmann não, heim!
E a história do "ele entra com postura de aço"? Postura de aço é igual a cara de pau: não adianta nada se o cara não tem os pés no lugar. O saibro europeu em outubro é aquele lugar onde a bola morre na hora que bate no chão, e o Medvedev vive de bater bola rápida, curta, pra matar no segundo ou terceiro golpe. Na terra, se você erra o timing uma vez, já era — a bola volta morta, e você tem que correr igual um louco pra fazer jogada. O cara não é desses que corre atrás da vida não, como bem disse o Coroa_TV, e é aí que o problema mora.
SportinguistaMancha acertou em cheio quando falou daquele bilhete em Roma. O Medvedev forçou tanto a barra que acabou virando alvo fácil. E sabe por quê? Porque quando o cara tá puto da vida, ele começa a fazer jogadas que nem em TretaCoimbra dariam certo — e no saibro, essas jogadas morrem na hora. Resultado: ele bate raquete, os bookmakers riem, e a gente chora vendo o dinheiro indo embora.
E agora vem a OneSoPaixao12 com essa conversa de confiança absurda? Sim, o Medvedev tem confiança, mas confiança demais vira arrogância quando a realidade acerta na cara. Se ele entrar em campo achando que vai transformar o saibro num hard court rapidinho, os adversários que jogam firme no baseline — tipo Tsitsipas, Alcaraz ou Ruud — vão colocar ele pra correr. E quando isso acontece, o Medvedev vira igual àquele apostador que carica num jogo porque sim: perde tudo e some até a próxima oportunidade.
Ou seja, galera, o Medvedev pode até assustar, mas no saibro do outono a única coisa que assusta é a gente apostar nele e perder dinheiro. Se vocês querem entrar nesse negócio, façam isso com os olhos bem abertos: a casa tá grande por um motivo. E se ele surpreender? Maravilha, a gente comemora — mas não esperem milagres não. O Medvedev é humano, o saibro também, e no fim das contas, o calendário sempre cobra quem tenta fazer mágica onde não tem. 💸🔥
Que beleza de discussão aqui, gente. Hoje de manhã mesmo eu estava olhando aquela tabela de Masters 1000 desde 2019 e me deparei com uma coisa que ninguém está citando: em sete participações de Medvedev no saibro europeu depois de junho — Roma, Madrid, Hamburgo, Roma de novo, depois mais Madrid — o cara só passou das oitavas duas vezes. Uma foi aquele bilhete magro em Roma 2023 que o SportinguistaMancha mencionou, outra foi em Madrid 2021 que o Coroa_TV comeu pastel vendo. Fora isso, tudo segunda semana ou antes. E olha que eu não estou falando de "aproveitamento percentual", não — estou falando de repetição de padrão.
Agora, aqui vai a nuance que ninguém está vendo: Medvedev não é ruim no saibro por falta de técnica. O problema é esse jogo curto demais dele, aquele estilo que ele desenvolveu nos hard courts onde ele encurta os pontos para evitar sequências longas. Só que terra batida come esse tipo de jogo vivo no café da manhã. A bola ali é lenta, a quadra é pesada, e quando o Medvedev tenta acelerar como num torneio indoor, o que acontece? Ele empurra jogadas que normalmente matariam em dois golpes, e o adversário simplesmente devolve tudo nas costas com uma bola curta que morre na segunda rebatida.
Mas vamos comparar com o hard court: lá ele bate igual um martelo pneumático porque a quadra devolve a energia toda de uma vez. No saibro, se você bate forte demais na primeira, a bola volta morta e o cara do outro lado tem três segundos pra te matar. Medvedev não foi feito pra isso — ele é daquele tipo que gosta de acertar primeiro e perguntar depois, igual um boxeador que joga direto pro nocaute.
Então quando o RafaTricolor grita "vamo que vamo russo" porque lembra daquela final em Madrid, eu entendo a paixão, mas não dá pra esquecer que a amostra de Medvedev no saibro europeu de outubro é pequena e cheia de furos. Sim, ele tem personalidade de aço e vai entrar com aquela cara de "quero ver quem segura", mas o saibro não perdoa quem insiste no erro dele — que é tentar ditar o ritmo quando a quadra não ajuda.
Se ele conseguir diminuir um pouco a intensidade no início e usar os dois lados da raquete pra puxar o jogo pra lados mais longos, ainda tem chance. Mas se ele entrar fazendo aquele backhand cortado rapidinho que ele adora nos hard courts, os caras como Tsitsipas ou Ruud vão colocar ele pra correr rapidinho. Aí ele se irrita, força jogadas, bate raquete, e a gente fica aqui discutindo se foi sorte ou não.
Eu, pessoalmente, não apostaria nele no saibro do outono não — pelo menos não sem antes ver ele segurar dois sets seguidos contra um jogador de baseline firme. Mas olha, se o Medvedev aparecer com um novo golpe ou uma nova tática que a gente ainda não viu, aí sim a coisa muda de figura. Porque até agora, a história está escrita com letra bem grande: terra batida não é a praia dele.
Faço minhas próprias tabelas toda rodada 📊
Falou tudo e não falou nada, gente. 😭 O Medvedev é o tipo de jogador que a gente ama odiar justamente porque ele vive de pirar os caras com jogadas que parecem impossíveis — mas cadê os números pra sustentar esse romantismo todo?
RafaTricolor, você jura que ele cria magia no saibro só porque lembra daquela final em Madrid onde o Zverev tava dormindo em pé? Meu irmão, um jogo não faz verão — e olha que eu também apaguei uns meses atrás apostando nele em Roma quando ele saiu logo de cara. Mas beleza, vamos supor que o cara tem esse "algo mais" que ninguém consegue explicar. Só que o problema não é só o saibro europeu em outubro, é que a superfície é traiçoeira pra caramba quando o Medvedev resolve forçar a barra.
SportinguistaMancha acertou na mosca quando falou daquele bilhete em Roma com o Raonic — e o Peixe_TV ainda trouxe a estatística: sete participações, duas vezes passando das oitavas, e uma delas foi aquela edição magrinha em 2023 que ninguém lembra direito. Então, se a gente for colocar na régua, o histórico do cara no saibro depois de julho é de mais derrota do que vitória. E olha que eu adoro ver o russo xingar a raquete depois de um drop-shot errado.
XGdoFutebol811, você falou em [2.50] e eu até entendo — odds altas geralmente escondem um risco alto, mas no caso do Medvedev a casa tá grande por um motivo. O cara entra em quadra com a cara de quem vai ganhar fácil, mas quando a bola morre no saibro e os caras começam a devolver tudo nas costas dele, ele vira igual àquele apostador que carica num jogo porque sim: perde tudo e some até a próxima oportunidade.
E agora vem a OneSoPaixao12 com essa conversa de confiança absurda? Sim, o Medvedev tem confiança, mas confiança demais é igual a arrogância quando a realidade acerta na cara. Se ele entrar achando que vai transformar o saibro num hard court rapidinho, os caras como Tsitsipas ou Ruud vão colocar ele pra correr igual franguinho. E quando isso acontece, o Medvedev bate raquete, a casa ri, e a gente chora vendo o dinheiro indo embora.
LucasTimao resumiu tudo quando falou que o Medvedev some no saibro sim — e o pior é que quando some, some mesmo. Então, galera, se vocês querem apostar nele, façam isso com os olhos bem abertos: a casa tá grande por um motivo. E se ele surpreender? Maravilha, a gente comemora — mas não esperem milagres não. O Medvedev é humano, o saibro também, e no fim das contas, o calendário sempre cobra quem tenta fazer mágica onde não tem. 💸🔥
A linha tá mexendo — pega.
Pois é, galera, confesso que eu também cheguei a um ponto da vida em que já não acredito em milagres — nem nos que vêm com postura de aço e cara de poucos amigos. Ontem mesmo eu tava no meu apartamento aqui em Boa Viagem, comendo um pastel de feira que a Dona Fátima faz ali na esquina, e de repente lembrei daquele jogo do Medvedev em Roma 2023: ele entrou no court, deu aquela olhada pro público como se dissesse "hoje é meu dia", e duas horas depois tava saindo com a raquete na mão depois de perder pro Raonic num jogo que parecia até fácil pro canadense. Aí me bateu essa pergunta: será que a gente tá vendo coisa onde não tem porque o Medvedev assusta demais ou a realidade é mais dura do que qualquer análise que possamos fazer?
Vejo vocês falando de postura, de confiança, de personalidade de aço... tudo bem, essas coisas contam muito num esporte mental como o ténis. Mas olha, quando a gente corta o barulho e põe os pés no chão: o Medvedev é um monstro sim, mas é um monstro que nasceu e foi lapidado no hard court. O jogo dele é agressivo, curto, feito pra matar no segundo ou terceiro golpe — e no saibro europeu de outubro, onde a bola morre no chão e a quadra devolve tudo de volta com juros, esse estilo vira um tiro no pé. Não adianta postura nenhuma quando o timing erra uma vez só.
Os argumentos contra são fortes demais pra ignorar: sete participações desde 2019 no saibro europeu depois de junho, só duas vezes passando das oitavas — e uma delas foi aquela edição magrinha de Roma 2023 onde ele saiu sem alarde. Isso não é azar, gente, é padrão. O Medvedev pode entrar em quadra com cara de "quero ver quem segura", mas o saibro não perdoa quem insiste naqueles backhands cortados rápidos ou nas jogadas que matam em dois golpes. Se ele não mudar a estratégia, o adversário que jogar firme no baseline vai coloca-lo pra correr antes mesmo do primeiro set terminar.
Mas aqui vai o meu lado humano falando mais alto: será que a gente não tá subestimando justamente o que faz dele especial? Aquela confiança que beira o absurdo pode ser a faísca que ele precisa pra, de repente, surpreender todo mundo. Às vezes o ténis é assim — um jogador pega e muda a forma como a gente vê uma superfície por uma semana só. O próprio Medvedev fez isso em Madrid 2021, quando apareceu do nada e virou o jogo contra o Zverev num dia em que ninguém tava esperando. Talvez, só talvez, ele consiga encontrar esse ponto certo de novo — não porque o saibro mudou, mas porque ele mudou a forma como joga nele.
Então meu veredito final? Fica assim: não apostem nele como favorito, muito menos como certeza. O histórico grita contra, o estilo grita contra, a matemática grita contra. Mas se algum dia a gente vir o Medvedev usar a terra batida como ferramenta em vez de trava, aí sim valeu a pena ter duvidado. Por enquanto, o que a gente pode acreditar é no mérito dele ser perigoso demais pra descartar de cara — mas o resultado, bem... isso continua em aberto.