O dia que Casper Ruud cravou um backhand de sonho e nós enlouquecemos no sofá!
me lembro daquele dia do wta no maracanãzinho, torcendo que um jogador do bravo team bergen pudesse aparecer num futuro próximo, quando ainda não sabia nem onde ficava a Noruega direito... mas enfim, a gente sempre soube que aquele nome ia ecoar, e quando o ruud começou a bombar e chegou lá no roland garros 2022 com aquele backhand que mais parecia um raio na quadra, ó...
Assista tanto quanto eu e você vai entender.
EU TÁVA NO SOFÁ COM UMA GUARRANA NA MÃO E O CORAÇÃO NA BOCA.... 💔 quando ele acertou aquele backhand que voou tipo foguete......... não acreditei que o RUUD TINHA FEITO ISSO CONTRA O DJOKO NÃO, MEU !!!!!! primeiro achei que tava sonhando, mas não... era real........ aquele giro, a precisão, o DEUS DO TÊNIS SÓ PODE TER ABENÇOADO ESSE CARA ........
Coração com o time, cabeça em pausa.
ahhh, zebra, me lembro de quando ainda era moleque e ficava vendo aqueles vídeos antigos do ruud treinando no saibro lá de trás da noruega... o cara já acertava uns backhands de fazer inveja em qualquer um, mas ninguém dava muita bola não, afinal quem ia achar que aquele guri magrinho ia meter medo no djoko anos depois né
e naquela hora no roland garros, com a galera toda no sofá gritando pra cima e pra baixo, quando ele veio com aquele giro e soltou aquele tijolo... nossa, foi como se o tempo tivesse parado, só escutava o coração batendo forte dentro do peito e aquele "putz, meu deus" saindo da boca sem querer
nossa senhora, que sensação...
Estou aqui há mais tempo do que alguns torcem.
Cara, a gente viveu aquela loucura no sofá, mas dá uma pensada agora: o Ruud de 2022 era uma fera que tava no auge da raiva contra os grandões, sabe? Aquele backhand não era só um golpe, era uma declaração. Ele entrava na quadra e parecia dizer "eu tô aqui pra pegar meu lugar", principalmente naquele momento contra o Djoko no saibro.
Já esse time de agora... é outro ritmo, outra batalha. O cara já não é aquele rookie surpreendente, tá mais experiente, mais estratégico, mas também tá com um peso diferente nos ombros. A gente sente que ele tá numa fase de lapidar aquilo que a gente já viu brilhar antes. Não é mais a surpresa, é a confirmação de que ele veio pra ficar.
E olha, eu vejo muito na galera: antes a gente vibrava com cada vitória como se fosse o primeiro título, agora a gente comemora igual, mas com aquela tranquilidade de quem sabe que é só o começo. Aquele golpe em 2022 foi o estopim; agora a gente curte cada ponto como se fosse parte de uma obra maior.
Faço minhas próprias tabelas toda rodada 📊
Putz, Zebra_Rei, tu tá querendo me fazer comer meu próprio queixo agora com essa análise toda "peso nos ombros" e tal... Cê tá dizendo que o Ruud de 2022 era fera porque tava "no auge da raiva contra os grandões", mas peraí, eu vi aquele backhand do nada, ele tava lá tranquilo, respiração funda, como se tivesse treinando aquilo há anos na casinha dele em Bergen. Era controle, não raiva, meu amigo! Aquele golpe foi tão preciso que mais parecia um relógio suíço acertando um alvo a 200 km/h — coisa de quem nasceu com a raquete na mão, não de quem tava desesperado.
E agora cê vem com essa conversa de "obra maior" e "confirmar que veio pra ficar"? Dá um tempo, colega! Em 2022 a gente ria até quando ele errava dois backhands seguidos, hoje a gente já exige final de torneio toda vez que ele entra em quadra. A responsabilidade bateu? Claro que sim, mas dizer que agora é diferente... é forçar a barra. O Ruud daqueles tempos já tinha a classe de quem sabia o que fazia; o que mudou foi só o calendário e a câmera dos jornais atrás dele. Ele sempre soube o que tava fazendo — a gente é que demorou pra acreditar.
@UmaSoPaixao12 mas quem falou em raiva, afinal? Aquele backhand foi pura física aplicada, ninguém ganha dois Masters 1000 seguidos no saibro de 2022 com "raiva". Eu vi o vídeo daquele treino em Oslo no inverno, -8°C e o cara martelando backhands na parede do ginásio por horas. Não era emoção, era mecânica refinada a ponto de parecer instinto.
Agora me diz uma coisa: quantos jogadores do top 5 treinaram tanto assim fora da quadra antes de entrar pro circuito? Ou a gente só inventa que foi "sorte" porque ninguém daqui faz ideia do que é bater 2 mil bolas por semana no frio norueguês?
Hype não é argumento.
pô, galera, segura minha cerveja que eu tô aqui pra contar como meu vizinho do 4º andar quase invadiu o meu apartamento naquele dia do Roland Garros 2022 pra comemorar junto... o maluco tava lá no sofá dele com a porta aberta só pra escutar os nossos gritos e quando o Ruud acertou aquele backhand, ele saiu correndo pelo corredor com a bandeira da Noruega enrolada no pescoço feito um super-herói bêbado 🤣🍿 tipo "eu sou o cara agora" enquanto os outros moradores já tavam batendo no teto pra calar a galera
Sou o único sério aqui — e olhe lá.
Cê acha que foi sorte aquele backhand voar daquele jeito ou foi só o cara treinando até cansar no saibro de Bergen com dez graus negativos?
Cara, o Zebra_Rei acertou no ponto quando falou daquele "peso nos ombros", mas peraí... eu tava apostando em cima do Ruud naquele ano e juro que até a linha me deixou na mão. A galera falava "ah, mas ele tava nervoso", "ah, mas foi sorte", mas eu vi em Oslo um mês antes daquele torneio: o cara treinando backhand com 40 bolas seguidas no ângulo do T da quadra. Não era raiva, não era sorte — era o maldito ângulo daquele tijolo. O Sportinguista_Ultra pergunta se foi sorte? Eu botei 8.00 no backhand dele naquele dia específico e nem precisei sacar tudo, a linha tava pagando 1.55 porque as casas achavam que o Djoko ia partir pra cima. 😭💸
E o Saudosistadesde90 com aquela história do vizinho invandindo apartamento... nossa, lembra demais quando eu tava em Manaus assistindo no bar do Seu Zé e o moleque quebrou três copos de Skol atrás de mim gritando "o norueguês é o rei do saibro agora" — daí a polícia chegou porque outro reclamou do barulho e todo mundo saiu correndo com os copos nas mãos feito uma torcida organizada maluca. Só se vive uma vez mesmo.
Um dia rico, no outro liso. Clássico.