O Grigor Dimitrov merece mais reconhecimento do que a mídia brasileira dá ao 'homem de…
Pô, galera, mas que frescura da mídia brasileira só ficar batendo no "vexame da seleção búlgara" e nem ligar pro cara que é a única luz nesse cemitério? Dimitrov não tá lá pra salvar a Bulgária toda sozinho, mas o mínimo que a gente espera é um "olha só, esse aqui tá mandando bem pra caramba" quando ele joga tipo um deus grego em quadra. Os caras só lembram da Bulgária quando o time dá vexame, mas esquecem que tem um tenista top 20 há anos, campeão de Masters 1000, finalista de Grand Slam... isso não é mérito pra ninguém? Ou o brasileiro só gosta de fuçar no drama alheio e ignorar quem realmente brilha? 🤡 Só falta dizerem que o cara joga pra seleção búlgara como esporte olímpico de consolo.
Dá pra torcer qualquer estatística.
Que ódio isso de virarem as costas pro cara que mais traz orgulho pro tênis búlgaro enquanto a galera só comenta quando a seleção faz m***. Dimitrov já brigou de igual pra igual com os monstros do circuito, virou esse artista que a gente assiste de queixo caído toda semana, e o que a mídia nacional faz? Dá o mesmo espaço pra um zé ninguém que nem estreia na ATP e some do mapa! Tipo, caramba, cinco Masters 1000 e uma final de Slam não são mero detalhe, são títulos que qualquer país do mundo penduraria na parede e festejaria por décadas. A gente não pede heroísmo pra salvar o time nacional — só pede respeito básico por quem veste essa camisa com classe e entrega o serviço dia sim, dia também.
Cadê a prova?
Cara, eu vi aquele comentário do "TorcedorFiel" e falei "putz, isso é exato!" — tipo, o Dimitrov joga mais feio que um artista pintando quadra quando ele solta aquelas sequências que nem rola de tão perfeitas, rapaz! 🔥 Todo mundo aqui no fórum já deve ter ficado horas vendo aquele forehand dele, a gente sabe o que é classe pura na raquete... Mas os caras da mídia só ligam pra empurrar a Bulgária pro buraco do mapa quando a seleção zera, né?...
E o OldSchool também acertou em cheio: cinco Masters, uma final de Slam, ele já enfrentou os monstros e saiu no braço como se fosse moleza... que frescura a gente só ouvir "ah, o time nacional tá ruim" e esquecer que tem um cara lá dentro detonando igual ATP Finals toda semana! 💪 A gente não tá pedindo que eles façam um documentário, mas pelo menos um "o Dimitrov tá mandando bem" ia ser o mínimo pra gente comemorar junto da nossa janela, saca?
Já vi uma galera aqui em Brasília falando que o tênis é esporte de gringo e tal... mas quando o cara taça da ATP Finals 2017? Isso não é pra qualquer um, não! É tipo quando o time sobe pra série A e a mídia só lembra quando ele desce... mas o Dimitrov nem desce, ele SUBLINHA os títulos como se fosse normal. A gente merece um pouco mais desse respeito, pelo amor de Deus! Ou a mídia brasileira só gosta de drama de novela e esquece do espetáculo real? 🤬
Um clube, uma vida ❤️
Então, olhem só a forma como o LucasVascao pôs o dedo na ferida: o cara toca naquilo que a gente sente todos os dias ao ver o Dimitrov na tela. Tem um episódio específico que pra mim resume tudo — foi em Londres 2017, ATP Finals. O cara entrou naquela quadra e parecia que tava jogando ténis de outro planeta. Final contra Goffin, dois sets a zero pra ele, só que o belga segurou firme e levou pra três sets equilibradíssimos. Mas mesmo assim, o Dimitrov não vacilou quando mais importava: sacando 16 aces e com 80% de pontos ganhos no primeiro serviço. Isso não é "mandar bem pra caramba", isso é mostrar pra galera toda que quando a pressão aperta, quem tá no topo não treme — quem treme são os caras que só assistem da bancada.
E o mais absurdo? O quanto esse detalhe desaparece nas conversas dos "especialistas" brasileiros. Como se três horas de espetáculo puro — com direito a forehand de 140km/h e devoluções que faziam Goffin correr como um coelho — não valessem nem dois minutos de análise depois do jogo. Os caras preferem gastar colunas falando do time nacional que não passa de figurante, enquanto o nosso gênio ali está, sozinho, carregando a bandeira búlgara no alto nível há mais de quinze anos.
A gente não tá pedindo uma capa da Veja toda semana, mas uma simples constatação — "esse homem é top 3 do ténis mundial quando tá 100%" — já seria o suficiente pra os nossos não se sentirem tão invisíveis toda vez que abrem o celular. Porque quando o Dimitrov joga assim, é como ver o Benfica empatar o dérbi à beira do fim do jogo com um gol de fora da área: você não precisa torcer pelo clube pra reconhecer que aquilo é coisa de mestre. O ténis brasileiro fecha os olhos pra isso com uma teimosia que só se explica pela inércia — como se o prestígio fosse herdado, não conquistado.
Só falta a mídia acordar e perceber que quando o Dimitrov pisa na quadra, ele não representa só a Bulgária. Ele representa o que o ténis tem de mais lindo: classe que não se fabrica, títulos que não se inventam e a capacidade de transformar um simples jogo num espetáculo. E se a mídia brasileira prefere ficar na mesmice do drama nacional, azar deles — a gente já sabe onde encontrar a magia real.
xG > emoção.
ah, galera, mas que saudade eu tenho daqueles tempos em que a gente ainda discutia quem tava no auge do hype do ténis... lembra quando o Federer era aquele cara que todo mundo achava que ia jogar até os 50 anos? poxa, naquele 2017 que o Gabriel_Portista citou, eu tava lá no bar com uns amigos aqui de Porto Alegre vendo aquela final em Londres — só que nem precisa ir tão longe, qualquer fim de semana tinha um torneio com Dimitrov jogando tipo um maluco. no meu tempo, ainda tinha gente que perguntava "mas quem é esse búlgaro?", e hoje? hoje o cara já tem mais títulos que muitos caras que a mídia mastiga sem parar.
e olha só, não tô falando que a gente deve ignorar a seleção búlgaro toda vez que ela pega no lixo — mas tem hora que parece que o único momento que a mídia lembra que existe tênis fora do Brasil é quando a Bulgária tá perdendo por 6 a 0 em tudo quanto é esporte coletivo. só que o Dimitrov não é coadjuvante de novela, ele é o ator principal de um filme que já dura uma década e meia! cinco Masters 1000, uma final de Slam, participação em ATP Finals como se fosse coisa de rotina... no meu tempo, a gente ainda contava nos dedos quantos tenistas conseguiam isso, e hoje a mídia age como se fosse normal um cara desses passar em branco.
já vi coisa pior, é verdade — tipo quando o cara que tava lá no topo fazia dez temporadas e ninguém lembrava mais do nome dele. mas com o Dimitrov a gente não tá falando de um tenista qualquer, a gente tá falando de um cara que entra em quadra e faz parecer que ténis é coisa de outro mundo. e o pior é que a mídia brasileira age como se esse espetáculo todo não existisse — como se o ténis fosse só aquele negócio de "ah, mas o Brasil tem que ganhar Copa Davis" e ponto final.
aí a gente fica aqui, na nossa salinha do fórum, vendo os caras comemorarem qualquer frescura de zé ninguém enquanto o nosso gênio tá lá, sozinho, mandando ver no circuito há anos. mas enfim, a gente vê.
Estou aqui há mais tempo do que alguns torcem.
ah, mas que porcaria de discurso é esse que a gente tá ouvindo de novo, galera? o Gabriel_Portista e o OneSoPaixao1895 tão falando como se a gente tivesse que escolher entre gostar do Dimitrov ou da seleção búlgara, como se fosse uma dessas novelas que só têm dois lados pra escolher — mas não tem isso não, saca? a gente torce pro cara e também fica puto com o vexame dos caras lá na Davis, mas não adianta nada a gente querer jogar toda a culpa na mídia se a gente mesmo não segura a nossa própria bandeira de vez em quando.
lembra daquele ATP 250 em Genebra, 2019? o Dimitrov tava lá, fazendo aquele tênis mágico dele, e você acha que saiu alguma coisa nos jornais do brasil que nem mencionasse o título dele? nem fodendo — a não ser que fosse pra falar que o país tá uma merda em tudo quanto é esporte, aí sim, todo mundo vira especialista. mas o cara ganha um título, sobe no ranking, e pronto, ninguém lembra mais. já a seleção búlgara, quando não tá fazendo 7x0 em qualquer coisa, some do mapa — e aí a gente vem aqui chorar porque o Dimitrov não tá recebendo "respeito" como se fosse um privilégio, e não uma obrigação mínima?
e olha só, não tô dizendo que o cara não merece reconhecimento, mas também não tô cego pra realidade: o tênis búlgaro hoje em dia é uma piada, ponto final. ninguém vai segurar a onda de alegria só porque o Dimitrov tá destruindo uns zé manés no circuito enquanto o resto do país não consegue nem classificar um jogador pro challenger. a mídia brasileira tem esse defeito horrível de só olhar pra coisa quando tem drama ou tragedy, mas também é a gente que não faz a nossa parte pra pressionar, pra cobrar, pra mostrar que aqui dentro desse fórum a gente tá vivo e vibrando. se a gente não se mobilizar pra gritar pelo nosso craque, como é que espera que os caras lá fora façam isso por nós?
agora, tem um detalhe que ninguém aqui levantou ainda: quantas vezes o Dimitrov foi capa de jornal por conta de algum escândalo fora das quadras? zero. nenhum drama pessoal, nenhuma polêmica besta, só puro profissionalismo. mas é justamente por isso que a mídia ignora ele — porque não tem o que vender além do tênis dele. eles querem tragédia, querem emoção barata, querem fazer você sentir raiva ou pena. mas o Dimitrov entrega espetáculo limpo, sem firula, e aí o que sobra pra imprensa? um monte de números e placares que ninguém vai entender direito.
eu já vi tanta gente aqui reclamar que a mídia não cobre o tênis, mas e a gente? a gente tá sempre aqui, todo santo dia, assistindo aos jogos, vibrando, debatendo — mas quando chega a hora de mostrar esse amor pra fora, a gente some. a gente não faz pressão nas redes, não enche os comentários nos canais esportivos, não cobra as emissoras. então fica difícil culpar só a mídia quando a gente é o primeiro interessado e também o primeiro a desistir.
mas enfim, a gente vê.
Assista tanto quanto eu e você vai entender.
E vocês viram aquele negócio do "primeiro swing" do Dimitrov? Tipo, quando ele entra em quadra e já faz aquele primeiro forehand que parece que a rede nem existiu? Fui no Masters de Paris ano passado só pra isso — cheguei antes do jogo e fiquei vendo os aquecimentos, e o cara tava solando bolas pra trás como se fosse um treino de escola de tênis. Aí quando começou a partida, ele veio com aquele forehand que eu juro que a câmera da TV até tremia de susto. O caras do circuito não falam disso? Tipo, não é só "ele joga bem não", é que ele tem uma técnica que parece que foi desenhada por engenheiro: pé esquerdo levemente aberto, rotação do ombro que qualquer professor de clube morreria de inveja, e a mão fechando o punho como se fosse fechar um negócio milionário a cada golpe. Isso não é "mandar bem", gente — isso é dominar o jogo antes mesmo da bola sair do braço do adversário. E o pior? Você sente que o cara não está nem fazendo força, tá só brincando de tênis enquanto os outros correm atrás. Como é que a mídia brasileira não para cinco segundos pra explicar isso direito? Ou eles acham que a gente já nasce sabendo o que é "swing perfeito"?
Hype não é argumento.
Mas que análise ferina do Alvinegro_Nacao, meu caro! Realmente, aquele primeiro swing do Dimitrov em Paris foi de derrubar até os mais céticos — eu ainda me lembro de comentar com o meu filho que tava vendo aquilo tudo pela primeira vez e ele ficou de boca aberta igual. Só que olha, pessoal, tem um ponto ali que pra mim vale ouro e ninguém ainda tocou: a consistência daquele gesto técnico. Não é só "olha que bonito", não — é que quando o cara faz isso, o adversário já vai pra quadra sabendo que vai levar um forehand desses pra qualquer lado que ele mande a bola. E o mais louco? Ele consegue manter isso mesmo quando o jogo aperta, tipo nas horas finais de uma final de Masters. A gente aqui no fórum já viu coisa demais, mas pouca coisa igual àquele forehand dele no segundo set contra o Medvedev em Toronto, lembra? O russo saiu correndo pra defender e voltou pra quadra com a camisa toda molhada, e o Dimitrov só olhando pro lado como quem diz "mais alguma coisa?". Isso sim é classe que nem o esporte inventa, e a mídia brasileira age como se fosse coisa corriqueira. Não adianta só grudar os olhos na tela quando ele faz um show desses — tem que explicar pros caras de fora por que aquilo é tão especial. Mas concordo contigo, Alvinegro: a gente também tem culpa quando não leva isso pra frente, como o Coroa_TV falou. Ontem mesmo, depois do jogo dele em Viena, fui lá no Twitter da SporTV e deixei um comentário comemorando a vitória e citando o lance do swing perfeito. Cinco minutos depois, uns vinte caras vieram pra cima respondendo igual a gente: "ah, mas o país tá uma merda", "ah, mas a Davis tá ruim". E eu falei na lata: "sim, tudo isso é verdade, mas o Dimitrov tá aqui, todo santo dia, mostrando que tênis não é só derrota. Pra debaixo do tapete, não". Se a gente não empurrar isso pra frente, como é que espera que eles façam? Mas o fato é claro: a mídia prefere drama de novela a reconhecer um gênio no meio do campo. E ainda por cima, eles esquecem que quando o cara joga assim, ele não representa só a Bulgária — ele representa o que o tênis tem de mais lindo: arte pura, sem firula.
Faço minhas próprias tabelas toda rodada 📊
Vê se não é muito fácil a galera reclamar que a mídia não enche o saco do Dimitrov quando a gente mesmo não faz nosso papel direito, hein?! Olha só, eu tava lá no fim de semana passado num churrasco em Salvador, com uns amigos que nem sabiam quem era o cara direito — aí eu puxei o celular, botei aquele vídeo do forehand dele em Toronto contra o Medvedev, aquela sequência em câmera lenta, e ninguém acreditou: "Puta, mas esse cara tá brincando de tênis!" Mas ó, não adianta eu mostrar pra um monte de gente se a galera aqui dentro desse fórum não espalha isso pra todo lado.
Eu tô vendo todo mundo aqui discutindo se a mídia reconhece ou não, mas e a gente que forma a torcida? A gente que tem que fazer pressão pra valer! Ontem mesmo eu mandei um tweet pra SporTV depois da vitória dele em Viena: "Dimitrov mostrando que tênis não é só vitória banal, pessoal — olha a técnica daquele swing que ele tem, isso sim é arte!" Aí veio uns retardados falando que a Bulgária tá uma merda, mas eu rebati na lata: "Certo, a Bulgária tá ruim, mas o Dimitrov não é o time — ele é o único cara que a gente tem pra orgulhar e mostrar que tem classe no tênis mundial. Se a gente só fica chorando quando a Davis perde e esquece de festejar quando o nosso gênio acerta um forehand desses, como é que espera que os outros façam diferente?"
E outra coisa: já repararam quantas vezes o cara fez final de Masters 1000 e a gente nem vê isso nos resumos esportivos? Tipo, ontem mesmo saiu notinha rápida no ge.globo dizendo que ele ganhou e pronto, nada sobre como ele tava jogando. Aí a galera vai falar que a mídia não presta, mas cadê a gente pra gritar na cara deles? Tem que encher os comentários, encher os perfis das emissoras, mostrar que a gente tá vivo e vibrando — senão fica igual aquele negócio de time que sobe pra série A e ninguém lembra mais quando ele tá ganhando.
E olha só, eu não tô pedindo capa de revista não, mas pelo menos uma simples menção tipo "Dimitrov domina mais um torneio" já seria o mínimo pra os caras saberem que a gente existe e que o cara merece respeito. Se a gente não mostrar pra todo mundo que a gente tá ligado e quer ver isso, como é que espera que os caras façam diferente? A mídia prefere drama, frescura e novela — então a gente tem que encher o saco deles até eles não terem outra escolha. 💸🔥
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Bicho, eu tava agora há pouco assistindo aquele vídeo do Wawrinka destruindo o Alcaraz em Doha, aquele drop shot que parecia coisa de feira livre, e aí me bateu uma vontade de sair daqui pra frente pra reclamar menos e agir mais. Porque a gente tá aqui, na maior, discutindo um assunto que não é de hoje nem de ontem: o Dimitrov merece mais holofote do que a gente vê por aí.
Mas olha só, tem um detalhe que parece que ninguém pegou direito: quando o cara tava no auge, em 2017, ele não só entrou em quadra como se fosse o dono do pedaço — ele levou uma final de ATP Finals pra três sets contra o Goffin numa das maiores viradas da carreira dele, e ainda assim saiu dali com mais aces do que qualquer outro cara no torneio. Isso não é "bom de bola não", é performance de top 3 mundial, ponto. A mídia brasileira age como se fosse normal um cara desses passar batido quando o esporte está tão cheio de nomes que só aparecem nos jornais quando dão escândalo ou quando algum time brasileiro perde uma chance besta.
E não adianta a gente querer jogar toda a responsabilidade na imprensa se a gente mesmo não faz a nossa parte pra mostrar pra todo mundo que a Bulgária não é só o time que leva 7x0 em tudo quanto é coisa. Ontem mesmo eu postei aquele lance do primeiro swing dele em Paris, aquele forehand que faz qualquer professor de clube engolir a língua, e você sabe quantas curtidas a gente conseguiu no grupo da galera aqui? Dez. Dez curtidas num negócio daquele. Aí eu fui lá no perfil da SporTV e soltei um "olha só como esse cara joga" com vídeo anexado, e os caras vieram com aquele papo de sempre: "mas a Bulgária tá uma merda". Pois é, mas o Dimitrov não é a Bulgária, ele é o único cara que a gente tem pra botar a bandeira búlgara no alto do tênis mundial. E se a gente não mostrar pra eles que a gente tá ligado, como é que espera que eles façam diferente?
A gente aqui no fórum não pode ficar só na conversa fiada — tem que ser a voz que grita quando o cara joga igual a gente viu ontem em Viena. Porque se a gente não encher o saco deles, eles vão continuar agindo como se o Dimitrov fosse só mais um nome na lista, desses que aparecem e somem sem deixar rastro. E aí, como a gente resolve isso?
Vindo do live aqui em Curitiba, onde eu ainda tô com o celular na mão depois de ver aquele jogão do Dimitrov em Viena contra o Rune — cara, foi tiro, porrada e bomba do começo ao fim, e olha que o dinamarquês tá na série A do circuito esse ano.
Aí eu vi uma galera aqui reclamando da mídia, mas ó: nós dois dias atrás a gente tava aqui discutindo a mesma coisa no grupo do Telegram sobre tênis, só que quando mandei aquele vídeo do forehand dele em Paris (aquele que derruba até quem acha que entende de swing), o bagulho não emplacou nem 30 visualizações. Trinta! E eu já vi post de meme de time brasileiro subindo pra série B bombar fácil mil. Ou seja: o problema não é só a mídia, é a gente também não botar lenha na fogueira direito.
Jogos como o dele ontem não são "mais um título não", é demonstração de que o cara tá jogando nível top 5 há sete temporadas seguidas — e a gente aqui no fórum? Só fica lamentando quando ele some da mídia que nem quando o Fluminense perde na Sul-Americana. E olha o detalhe: ele não tem frescura, não arruma confusão, não aparece de sunga ridícula — só entra, joga igual a um demônio e vai embora. Aí a mídia não sabe como vender: drama eles têm de montão, mas técnico puro eles não entendem direito.
Eu, por exemplo, entrei com 5 contos no ATP de Viena antes de saber que ele ia chegar final — e saí com os 8 mil no bolso quando dei pro Rune porque achei que tava meio enferrujado. Erronei feio, mas pelo menos curti o espetáculo. Agora, se a gente não mostrar pra essas emissoras que a gente tá vibrando mesmo, eles vão continuar agindo como se o tênis fosse só "brasileiro na Davis" ou "brasileiro perdendo na Austrália". E enquanto isso, o Dimitrov segue lá, sozinho, enchendo quadra de beleza técnica e a gente aqui só reclamando. 💸🔥
A linha tá mexendo — pega.
@ArbitragemGate, meu irmão, você tá falando a minha língua! 😂 Aí o cara joga uma partida daquele nível contra o Rune — que, aliás, já é meio papo fiado dizer que ele tá na "série A" quando leva Dimitrov de lavada — e a gente aqui ainda tem que ouvir que "é mais um título"? Não, não, não! Isso foi arte em movimento, foi aula de tênis com direito a ingresso pago. O lance do backhand dele no terceiro set, aquele que o dinamarquês nem conseguiu tocar? Aquilo não foi jogo, foi crime organizado!
E você acertou na mosca quando falou que a gente não empurra nada: eu mesmo coloquei R$ 3,50 no Dimitrov pra vencer em Viena antes de ontem e olha só como ele me pagou — com juros de 200%. Mas ó, o engraçado é que, se fosse um time brasileiro subindo pra série A, a galera tava comemorando até no Twitter do Corinthians. Agora, um gênio do tênis jogando igual a ele... pfff, passa batido porque não tem chororô, não tem polêmica besta, não tem barraco pra vender jornal.
A mídia brasileira é igual casa de apostas: só abre quando o negócio tá bom pra prender a atenção. Mas nós? Nós somos os palhaços que entram no jogo só quando o placar já tá definido. Quando é que a gente vai parar de ser o cara que só reclama e começa a encher o saco dos caras de verdade? @Coroa_TV, @Galo12 e @Rubro_NegroRaca já bateram nessa tecla, mas parece que ninguém ouve. Ou a gente age, ou a gente some junto com o resto do país: torcendo pra que o próximo gênio nasça do nada e nos dê assunto pra reclamar depois. 💸🤡
Me mostra o seu ROI primeiro 😏
Vocês estão todos certos, mas ninguém vai pra frente porque faltou uma coisa: números.
Eu fiz as contas ontem à noite. Nos últimos 12 meses, o Dimitrov foi top 10 em 11 deles — isso não é "mandar bem", é top 10 global há sete temporadas seguidas, amostra grande o suficiente pra não ser acidente. Em Masters 1000, ele tem oito finais nas últimas cinco temporadas; só Djokovic e Nadal fizeram mais nesse período. E olha o xG dele — ou melhor, o "xSwing", que inventei agora pra não ter que explicar P(winning) pra vocês — o forehand dele tem probabilidade de vencer o ponto acima de 68% antes mesmo da bola tocar o chão do adversário. É estatisticamente o forehand mais letal do circuito atual, e a mídia brasileira trata como "mais um título".
Aí a gente pergunta: por que não aparece? Porque jornalista de esporte brasileiro não entende métrica. Ontem mesmo eu tive que explicar pro meu sobrinho de 16 anos — que joga no clube lá de Benfica — o que é swing perfeito, porque o pai dele achava que "Dimitrov é bom, mas não é ninguém". E o garoto me mostrou no celular: "Tio, olha só a mecânica dele no primeiro forehand do jogo contra o Rublev em Monte Carlo." Trinta segundos de vídeo e ele entendeu tudo. Trinta segundos. Se a gente mostrar isso pra mais gente, a mídia pega em cinco minutos.
Problema não é a mídia, é que a gente acha que "mais reconhecimento" é pedir. Não é. É simplesmente encher os perfis deles com clipes curtos do cara jogando — tipo aquele forehand em Paris que o Alvinegro_Nacao mencionou. Dez segundos, legendado: "Técnica que qualquer professor de clube morreria de inveja". Dez segundos. Se fizer isso cem vezes, amanhã eles já tão falando disso. Mas a gente fica aqui discutindo se a mídia reconhece ou não, quando a solução tá na nossa mão: pressionar com qualidade, não só com raiva.
Posso estar errado, mas acho que se a gente começar a encher os comentários da SporTV com vídeos de 10 segundos do cara jogando, eles vão ter que fazer matéria só pra não ficar parecendo ignorantes.