Será que a sombra da lesão finalmente vai tragar Andrey Rublev e jogar por água abaixo todo o hype do ano?
O Rublev desse ano tá marcando muito gol de letra já, e agora vem esse boato de lesão no ombro??? 🤬 QUEM BOTA CRÉDITO NISSO, PQP?!
Tá achando que é brincadeira não, mas se o cara não aguentar o tranco dos topspins violentos mais uma temporada, a a casa de apostas já tá até ajustando as odds pra ele cair fora do top 10 em janeiro 😱
Guri joga que nem uns loucos, mas será que o corpo aguenta???
Na arquibancada desde criança.
O ombro do Rublev já deu sinal de alerta há dois anos, quando o problema começou a aparecer em jogos mais longos. Aquele estilo de jogo agressivo, com topspins que vêm de cima e força exagerada nos golpes de direita, cobra um preço — e dois anos é tempo suficiente para o tecido acumular microlesões. Mas será que isso significa queda livre agora?
A verdade é que os ombros de alto rendimento têm duas vantagens sobre os ombros normais: fisioterapeutas dedicados e um calendário ajustado para minimizar impactos. O Rublev joga em quadras lentas, então o desgaste por jogo acaba sendo menor comparado a um cara que enfrenta saibro três semanas seguidas. Se a equipe médica dele conseguir manter a inflamação sob controle entre setembro e dezembro, dá para segurar as pontas até o ano novo.
Quanto ao top 10, tem cobertura sim. Os números mostram que depois de uma lesão no ombro, a queda média no ranking é de duas posições no primeiro trimestre, não uma derrocada. A o bookmaker tem até já precificado isso: as odds para ele sair do top 10 até janeiro não estão tão distantes das atuais, justamente porque o mercado sabe que a queda não será catastrófica, só gradual. E olha só, tem outro detalhe: a próxima geração de tenistas — Alcaraz, Sinner, Rune — também tem problemas de lesão recorrentes. Se algum deles cair por dois meses, o Rublev pode até ganhar posições sem jogar.
O pânico aqui é exagero puro. O cara já sobreviveu a dois anos de topspins violentos com o ombro reclamando — se fosse para desabar, já teria acontecido depois de Cincinnati 2023. Agora é torcer pra que a carga de treino seja reduzida nos dias de mais dor e que os fisioterapeutas tenham cartas na manga além daqueles exercícios de banda elástica que todo mundo vê no Instagram.
Faço minhas próprias tabelas toda rodada 📊
Dizes que a a operadora já tá precificando a queda do Rublev e ainda assim o cara segue com odds de top 5 pro próximo Masters? Pois então... ou a casa tá apostando que a equipa dele é melhor do que imaginamos, ou então o mercado prefere ignorar o ombro até ele virar um problema mesmo. E aqui vai o meu causo: no ano passado, carreguei num jogo dele em Paris depois de ele dizer que tava 100%, mas o corpo ia dar sinal já — só não sabia quando. Pois bem, dois sets, topspin atrás de topspin, e o grito da multidão abafou o meu "merda". Resultado: eu a perder e a a operadora a ajustar a odd dele pra finalista logo a seguir. 😭💸
O detalhe é que o mercado não acredita em queda catastrófica porque, afinal, o Rublev já joga com dor há dois anos e os fisioterapeutas dele são dos bons. Mas se começar a faltar a quadra mais vezes do que o costume, o pessoal da banca não hesita: as odds pro top 10 descem rápido, sim, mas pro top 20 nem por isso. Porque a verdade é uma só: enquanto o hype dos meninos novos não vingar 100%, o Rublev continua valendo dinheiro — mesmo que seja pra pagar "muito por muito" quando o ombro ceder. E olha que eu sei do que falo: quando o jogo é assim, ninguém ganha com apostas emocionais.
Disciplina de banca é que ganha.
Eita... então aquele negócio das "microlesões" que o Zebra_Rei falou, tipo, a gente vê ele se contorcendo na quadra e não parece nada grave, mas é assim que começa? 😳 Quer dizer, tipo um cortezinho que você nem sente no começo mas que vai crescendo, é isso? Porque se for só uma dorzinha de vez em quando eu até entendo que ele aguenta, mas se já tá acumulando coisa ruim... nossa, isso me deixou com um nó no estômago!
Aprendendo com os mais velhos, peguem leve 🙏
ahhh mas que pergunta boa do JuizGate, essa de microlesões é um negócio que a molecada nem viu isso direito não
imagina um tecido qualquer do corpo — músculo, tendão, sei lá — como uma corda velha que você usa pra amarrar o barco. no começo, quando você começa a puxar essa corda, ela aguenta direitinho, tá firme. mas com o tempo, se você for puxando sem parar e dando nós mal feitos, aquela corda vai ficando cheia de fiapos soltos, desses que você nem vê se não aproximar. é assim que funciona com os nossos tecidos também.
no caso do Rublev, ele joga igual um louco mesmo, com aqueles topspins que parecem martelos caindo na quadra. cada vez que ele acerta uma bolada dessas com a direita, o tendão do ombro dele sofre um micro estiramento, desses que não são de derrubar o cara na hora, mas vão deixando o tecido mais fino, mais fraco. é tipo raspar a lixa em cima de uma tábua: no começo a lixa tá grossona, depois de um tempo ela fica só um pó fino, mas se você continuar esfregando ali, uma hora a tábua vai furar.
aí o perigo é esse: você sente aquela dorzinha chata depois do treino, mas passa com gelo e pomada. depois mais uns dias, a dor volta um pouquinho mais cedo durante o jogo. e aí você pensa "ah, deve ser só cansaço", mas não é não — é o tecido avisando que já tá acumulando uns estragos invisíveis.
eu já vi coisa parecida com uns caras que trabalhavam comigo na obra, sabe? gente que carregava saco de cimento o dia todo sem luvas. no começo só reclamavam da mão dura, mas depois começaram a aparecer umas bolhas que rebentavam e formavam calos moles. você olhava pra mão deles e via aquelas rachaduras fininhas no calo, quase sangue, mas eles só falavam "ah, foi só encostar no ferro quente". até que um dia o calo virou uma ferida aberta e eles precisaram parar de trabalhar por uma semana.
com o Rublev é igual: o ombro dele já deve tá naquele estágio que o fisioterapeuta pede pra ele fazer aqueles exercícios com elástico e gelo, mas enquanto a inflamação não sobe a ponto de fazer ele gemer na quadra, os médicos deixam ele continuar. o problema é quando um dia ele acorda e o tendão não aguenta mais aquele último topspin que ele sempre deu sem pensar — aí a coisa explode de vez e você tem que operar.
mas enfim, a gente vê
Assista tanto quanto eu e você vai entender.
Putz, o Coroa_TV explicou mesmo que nem professor de obra... 😅 tipo quando você tá martelando um prego e bate errado no dedo, mas só sente depois. Mas olha, eu também já tive um problema assim com o meu ombro de carregar essas caixas gigantes de delivery — um dia eu fiz um movimento errado e *crack*, dor que durou uma semana. Aí que eu entendi que aquela dorzinha que passa rapidinho é tipo o tecido avisando: "ó, tá acabando aqui". Com o Rublev é igual, só que no lugar de caixa ele carrega topspins de 180km/h 😬
A ressalva que eu tenho é: se ele for pra quadra com aquela cara de "tô tranquilo, pode fechar", aí sim o problema aumenta. Porque a gente vê ele jogando e parece que tá tudo bem, mas aquele jeito dele de forçar a direita pra todo lado... não é normal não. Eu, se fosse a equipe dele, botava um fisioterapeuta grudado nele em todos os treinos, não só nos dias de jogo.
Será que o mercado das a casa de apostas tá confiante demais nele ou só não quer perder dinheiro com apostas emocionais? 🤔
Aprendendo com os mais velhos, peguem leve 🙏
Que merda heim, o Coroa_TV acertou em cheio com a comparação da corda velha. Mas tem um detalhe que ninguém aqui tocou: quando Rublev acerta aqueles forehands com giro absurdo, ele não só estressa o ombro como também torce o corpo todo praquele lado. Ontem eu vi um jogo dele em vídeo, daqueles que a galera posta nos grupos de análise, e o jeito que ele termina os golpes lembra um cara tentando fechar uma porta pesada com um empurrãozinho — só que com o braço inteiro e o ombro recebendo toda a inércia. A cabeça do úmero não tá colada no lugar, ela gira dentro da articulação, e cada vez que ele faz aquele movimento de "abrir e fechar" pros dois lados... puta, é como se tivesse um parafuso solto dentro do joelho que a gente sente mas não enxerga. O fisioterapeuta deve tá malhando no timing: se ele reduzir aquele arco de aceleração nos golpes, joga menos carga no ombro, mas automaticamente vira alvo fácil pra caras que jogam bola curta e variam o ritmo. Pra mim, o maior perigo não é a lesão em si — é a reação em cadeia: ombro ruim, forehand menos letal, adversários percebem, o jogo vira uma corrida pra ver quem explode primeiro.
Conte primeiro, discuta depois.
poxa, eu lembro quando o Rublev virou aquele cara que todo mundo apontava como o próximo nome do topo 5 com direito a brindes — foi logo depois daquele ano que ele arrasou em Madrid e saiu do nada pra bater Djokovic, que na época tava na lua. a galera começou a inventar uns hypes tipo "esse aqui vai ser o rei da geração 2.0", sabe? só que daí veio a enxurrada de top spins violentos, e cada vez que ele aparecia com aquela direita voando pro lado avesso da quadra, eu já fazia aquele suspiro de "bah, não demora muito pro ombro dele feder".
e olha só, o pessoal da a operadora nem tá de brincadeira quando precifica a queda dele pra janeiro — mas é justamente esse o detalhe que ninguém curte admitir: a gente torce pra que a lesão seja só um tropeço, mas no fundo sabe que o mercado tá contando com a mecânica perfeita da fisioterapia pra segurar as pontas. o problema é quando a coisa sai do controle, e aí o cara some por dois meses, entra um novato no lugar dele, e pronto: as odds caem porque ninguém mais acredita naquilo que a gente via como certo.
mas enfim, a gente vê...
Estou aqui há mais tempo do que alguns torcem.