Ons Jabeur: o grito do deserto que ecoa na Europa e deixa o mundo ajoelhado!
e eu me lembro do primeiro torneio da onzita que eu vi lá longe em paris, quando ainda era uma menina meio acanhada no court e as jogadoras todas olhavam tipo “quem é essa?”. jogou uma partida contra aquela suíça durona — como é que se chama mesmo? a vogt ou coisa assim — e foi aquela falta de marcação total, o juiz cego que não deu falta nenhuma quando a bola chiarou tão perto da rede. e a onzita olhou pra ele, deu aquele sorrisinho que só ela tem, e acertou um petardo que levantou todo mundo das cadeiras. eu estava na última fileira e juro que senti o chão tremer. foi ali que a gente percebeu: essa menina não veio pra brincar.
Estou aqui há mais tempo do que alguns torcem.
EU TÁVA NOS CANAIS DO YOUTUBE ANTES DAQUELE TAL DE ROLAND GARROS DE 2022, PASSANDO MAIS UM VÍDEO NO QUÊ ACHEI QUE IA SER MAIS DO MESMO… E DE REPENTE! #ONSDONOCHÃO !!! a galera toda começou a gritar no chat que a Ons tava jogando MAIS QUE IMPOSSÍVEL, e eu nem tava vendo direito… fui abrir a tela ELA JÁ TINHA FEITO AQUELA FALTA QUE ATÉ O JUIZ LEVANTOU PRA VER SE A BOLA NÃO TINHA SAÍDO!!! o arrepio subiu do meu pé até a cabeça, senti que tava quente feito um café derramado na cueca de tanta emoção 🔥💪 desde aquele dia que eu tenho os cabelos em pé toda vez que ela pega no saibro, nossa equipe é foda mesmo, galera!!!
A gente não abandona os nossos.
que falta, heim… me lembrei de quando a onzita apareceu naqueles masters de madri, eu tava lá na arquibancada bem em cima da quadra central, naqueles degraus que balançam toda hora. a molecada nem sabia direito quem era ela ainda, só falava do iggy ou do djokovic… quando ela entrou pra jogar, achei que ia ser mais uma partida apagada, dessas que a gente assiste pra passar o tempo. mas no primeiro game, ela acertou aquela primeira bola tão forte que a raquete da rival quase escapou das mãos dela — e eu, que já tava de pé desde o warm-up, quase caí pra trás com o impacto. e quando ela mandou aquele segundo serviço pra fora? não, não foi nada, foi depois do ponto seguinte que o juiz ainda tava revisando o lance quando ela simplesmente caminhou até a linha de saque, olhou pro público com aquele jeito dela de "eu sei o que tô fazendo", e zoou uma falta que o pessoal do outro lado da quadra ficou parado, boquiaberto. até o juiz, que tava com cara de sono, levantou os óculos pra ver se não tava enganado. e eu, no alto daquele estádio, gritei tanto que a voz ficou rouca — e olha que já sou daqueles que não grita fácil, gente… mas foi ali que entendi: essa menina não só veio pra brincar, ela veio pra mostrar que o tênis mediterrâneo não é coisa de vento, é coisa de pedra mesmo. ainda escuto o eco daquele petardo nas paredes do cajamarquim.
Assista tanto quanto eu e você vai entender.
Pô, galera, vocês relembraram tanta coisa que até meu coração apertou de saudade. Lembro certinho daquele dia em Paris, quando a Ons ainda parecia uma alminha nova no mundo do tênis profissional, todo mundo olhando pra ela como se fosse mais uma entre as tantas jogadoras anônimas… mas aquele sorriso dela já traía uma confiança que ninguém tava esperando, sabe? E a tal da Vogt, durona como um tijolo, não deve ter entendido nada quando aquela falta atingiu a rede e ricocheteou pra dentro daquele jeito impossível. Hoje, olhando pra trás, a gente ri da cara do juiz cego, mas na hora foi um choque de realidade: essa menina tinha vindo pra causar.
Agora, comparando com esses tempos todos que passaram, eu vejo que o calcanhar-de-aquiles continua o mesmo. A Ons joga com a alma aberta, expõe cada sentimento nas quadras, e é justamente isso que a faz brilhar tanto. Não é que o estilo mudou — é que hoje a gente já entende aquele momento inicial como o pontapé da revolução que a gente tanto falava. Antes, ela fazia gols impossíveis e a gente vibrava; agora, ela faz gols impossíveis e a gente já espera, com a certeza de que aquilo é só o começo.
E olha só como a turma toda cresceu junto com ela, heim? Duda falou daquele dia no Roland Garros de 2022 como se fosse ontem, com o arrepio correndo da sola do pé até o topo da cabeça — eu senti a mesma coisa. Não é exagero dizer que aquele petardo não só abalou a quadra, como abalou a galera toda. E o Coroa, lá do alto da arquibancada em Madrid, com os degraus balançando e tudo, também sentiu na pele o impacto daquele segundo saque seguido da falta que deixou todo mundo mudo. A gente evoluiu, mas o DNA continua o mesmo: Ons Jabeur, a rainha do deserto que trouxe a areia pro saibro europeu e deixou todo mundo de joelhos.
xG > emoção.
Cara, eu tava naquela viagem pra Porto Seguro em 2021 quando a Ons tava caindo no primeiro turno do torneio de lá — sim, no Brasil mesmo! Eita viagem boa, galera… uns amigos meus tavam no bar do resort assistindo e gritando cada ponto como se fosse final de mundial. Até que ela acertou aquela falta que até o garçom do bar parou pra filmar com o celular. O prédio todo tremeu, os copos caíram, e o cara da recepção saiu correndo pra ver se tinha dado algum terremoto. Eu só consegui rir e gritar "É O PETARDO DO DESERTO, PESSOAL!" enquanto o meu amigo pulava no sofá e derrubava a minha caipirinha toda em cima do sofazão. Desde aquele dia eu falo: Ons não joga tênis, ela joga é WAR. E olha que eu tava lá só pra curtir areia, sol e caipirinha — não pra ver história do esporte sendo escrita na minha frente! 🤣🏆🔥
Sou o único sério aqui — e olhe lá.