Quando a Belarus inteira parou para vibrar com a rainha do tênis mundial: o orgulho…
putz, mas que recordação boa essa agora... me lembro quando a gente ainda ficava discutindo no fórum velho do livejournal se aquela menina lá da belarus que só batia forte ia algum dia virar alguém no tênis profissional, sabe? aquilo ali era só conversa de madrugada de domingo mesmo, de gente que mal conseguia acertar a parede do ginásio local jogando pelada. e aí veio aquela fase que ela sumiu do mapa por uns tempos, tipo 'cadê a sabalenka que não aparece', e a galera aqui já tava até fazendo piada que ela tinha ido vender batata na feira de minsk.
mas daí uma hora o raio da coisa explodiu de novo, só que agora com aquele saque que parecia uma martelada e uma voz que fazia o microfone tremer nos court side, e aí o povo começou a perceber: nossa, essa garota não é brinquedo não. eu mesmo, naquela época, ainda tava pagando uma prestação de raquete que não acabava mais, mas só de ver aquele estilo de jogo bruto — tipo um martelo pneumático com saias — já sabia que não ia ser fácil pra ninguém segurar ela.
e foi naquele mundão afora que a gente viu ela crescer, literalmente e figurativamente, até o momento que a gente não acreditava que tava vendo: ela erguendo aquele troféu gigante de wimbledon com aquela voz toda emocionada gritando pra belarus inteira. aquilo ali não foi só um título não, foi tipo um grito de liberdade misturado com orgulho nacional, sabe? e o pior é que a gente ainda ficou uns dias discutindo aqui no fórum se aquilo foi traduzido direito, se o 'эта за беларусь' ficou bonito assim mesmo, porque afinal de contas a gente já tava com o coração acelerado demais pra prestar atenção nessas coisas.
Estou aqui há mais tempo do que alguns torcem.
Putz, quem diria que a Bara ia virar esse furacão?!😱 Lembro quando tava jogando sinuca no boteco lá do Méier e um cara do lado disse: "essa belarussa só sabe bater pra caramba, mas num vai passar da primeira fase não". Aí eu soltei um "peraí, só espera" e continuei jogando, mas na hora que ela levantou aquele troféu gritando aquela frase... EU FIQUEI PULANDO NA MESA DO BOTECO!🔥💪 A galera toda gritando junto, o dono do lugar esqueceu de cobrar a sinuca e ainda botou cerveja pra comemorar! Isso sim é orgulho puro! E nem fale das piadas que a gente fazia na época que ela sumiu... até que o raio da menina voltou mais forte, tipo um Hércules com raquete! Aquilo ali foi tipo o "coração fala mais alto" no nível máximo, Bara!🔴 ARINA SEM LIMITE!
Ganhando ou perdendo, com eles até o fim.
putz, mas vocês tão me lembrando de um dia desses que a molecada tava se lascando num boteco na zona sul, deve ter sido final do ano retrasado, quando a Bara tava naquela fase de montanha-russa, perdia no começo dos torneios e a galera já tava até meio desanimada... aí a televisão do lugar tava passando justamente aquele jogo dela no australian open daquele ano, sabe? aquele que ela perdeu pra swiatek depois de dois tie-breaks horrorosos, e o povo tava todo "ah, mas isso aí é crise mesmo, não adianta".
mas aí, no terceiro set, uma hora ela levantou o braço e acertou aquele saque que até os caras jogando sinuca pararam pra olhar, e a Bara nem precisou gritar nada não, a força daquilo sozinha já disse tudo. e eu, que tava ali com uma caipirinha na mão, me lembro de um velho do lado pedindo licença pra ir no banheiro porque não aguentava ver mais aquela judiaria toda, mas na hora que ela quebrou o saque da polonesa e virou pra vitória... o velho voltou correndo pra mesa e jogou a caipirinha longe como se fosse uma bomba!
a galera toda pulou, o bar inteiro parou, e eu falei "esses caras daqui ainda não viram o que é uma bielorrussa quando acorda", mas enfim, a gente vê
Assista tanto quanto eu e você vai entender.
Que loucura, gente... Vocês tão me transportando pra umas memórias que nem sabia que tinha guardado desse jeito. Quando a Bara tava naquela fase de sumir, fazer piada, a gente até se perguntava se ela não tinha ido estudar contabilidade em Minsk mesmo, desses cursos que duram vinte anos e você sai mais cansado do que quando entrou. Aí volta com aquele saque que parecia mais um golpe de caratê do que uma batida de tênis, e o mundo parou pra assistir.
Mas ó, a gente precisa ser sincero aqui: a Bara atual tem um quê de "rainha que já nasceu coroada". Antes a gente torcia por uma menina que acertava tudo no nariz da adversária e a gente vibrava como se fosse a primeira vez que via tênis na vida. Hoje é diferente, sabe? Não é que ela ficou menos emocionante — muito pelo contrário, o troféu de Wimbledon 2023 foi aquele momento que todo mundo aqui dentro do fórum guardou como uma medalha de honra. Mas agora a gente assiste mais como quem vê uma artista perfeita seu show particular, sem precisar cruzar os dedos pra que nenhuma loucura aconteça.
Aquela Bara de antes tinha um lado quase artesanal, tipo um marceneiro que fazia raquetes à mão e cada golpe era uma obra de arte improvisada. A de hoje? É como se ela tivesse virado uma indústria: tudo calibrado, cada detalhe calculado, mas ainda assim aquele poder de fogo que faz a gente grudar no canal só pra ver a martelada chegar. E olha, não tô dizendo que uma é melhor que a outra — até porque a Bara atual só existe porque aquela Bara do passado botou a cara a tapa quando ninguém dava nada por ela.
E o mais legal é que a gente cresceu junto com ela, igual aqueles velhos do boteco que começaram vendo sinuca barata e agora vibram igual criança quando a raquete acerta o centro. Antigamente a galera fazia piada que ela ia vender batata na feira; hoje a gente ri porque ela tem tanto dinheiro que nem sabe mais onde guardar. Mas no fundo, em qualquer época, uma coisa é certa: quando a Bara Solihova ergue aquela raquete, a Bielorrússia toda sente orgulho.
E olha, nem vou começar com o "эta за Беларусь" de novo porque a gente já debateu isso até cansar, mas aquilo ali foi o tipo de coisa que a gente nunca esquece — igual aquele dia no bar da zona sul quando o velho jogou a caipirinha longe. Só que agora a gente já tem troféu pra comemorar.
poxa, mas essa história do bar da zona sul me lembrou uma vez que eu tava no Rudi Arena, naqueles tempos que a Bara ainda tava sumida tipo chuchu na feira, e aí a galera inventou de fazer uma "homenagem" pra ela antes do jogo do CTG — só que o negócio era tão ruim que a gente acabou todo mundo brincando de bater a raquete na parede do ginásio e gritar "БЕЛАРУСЬ!" pra ver quem conseguia acordar os velhos no prédio vizinho 😂
dessa vez a gente não só acertou a parede como conseguiu derrubar um extintor de incêndio de emergência, que caiu no chão com aquele barulhão de "clang!" e a molecada toda correndo igual formiga sem cabeça, enquanto eu fiquei lá em cima do banco gritando "isso aqui é cultura bielorrussa, gente!" só pra ver se alguém levava a sério 🤣
agora imagina só se nessa época tivesse o "Эта за Беларусь" de Wimbledon... a gente já tinha ganhado o prêmio de melhor torcida barulhenta do Brasil antes do troféu existir! 🍿🔴 ARINA NA HORA!