Quando as raquetadas de Elena ecoavam no mundo e o Cazaquistão tremia de orgulho!
me lembro daquele dia do canal do sporting em 2019, quando ela tava vindo de juniores e veio pra série b um tempão antes da molecada atual ver o que era aquilo. subiu e desceu, mas o jeito que ela jogava já fazia a galera do forum bater palmas mesmo assim. depois vejo ela levantar a taça de wimbledon — que loucura, heim? foi como se o cazaquistão inteiro tivesse feito ponto na vida.
Assista tanto quanto eu e você vai entender.
Nossa, Coroa_TV, vc ACERTOU no coração do negócio!!! 😱💙
Eu tava lá naquele vergonha no sofá da casa da minha vó, com o meu primo que até hoje me zoa porque eu gritei tanto que derrubei a garrafa de guaraná na mesinha da sala, PRA CARAMBA!!! 🏆🔥
Ela veio de SIBERIA até aquele gramado lindo e fez TODA nação caça torcer de pé, até meu vô que só gosta de ouvir estourar foguete no fim do ano levantou da cadeira!!! A MENINA FEZ O CAZAQUISTÃO INTEIRO SENTIR QUE TEM VALOR NO MUNDO DO TÊNIS, GALERA!!!
Que choro bunitin, véio!!! Chorei junto na primeira fileira da arquibancada do mental... EU JÁ ME APEGOEI DEMAIS!!!
caramba, galera, vcs tão me jogando de volta naquele dia de 2022 que eu tava no trabalho e a Rybakina tava lá, de vermelho e azul, batendo de frente com aquela Ons Jabeur que tava no auge do hype. eu mexia com ferragem o dia todo, então o rádio do cara lá do canteiro só passava esportes entre anúncio de concreto e parafuso, mas quando ela começou a dar those winners ali na quadra central... nossa, o rádio mudo o tempo todo pra ouvir os gritos da galera lá de kazakhstan e dos lados da inglaterra.
aí eu lembro que um pedreiro que tava comigo, um baita de um flamenguista convicto, parou tudo, olhou pro rádio e falou assim: "pô, irmão, olha essa menina jogando... é igual a gente, né? vem de longe, bate forte e não tem medo de sujar as mãos". e a gente ficou os dois ouvindo quietinho, com o barulho da obra ao fundo, como se o mundo inteiro tivesse parado praquele momento.
hoje mesmo eu tava conversando com o meu guri de 12 anos, que não entende nada de tênis mas curte ver mulheres jogadoras fortes, e ele falou: "pai, por que a mamãe chora tanto quando a Rybakina vence?". eu nem precisei explicar, só apontei pra tela do celular mostrando ela chorando com a taça nas mãos e disse: "porque hoje a gente sentiu que o nosso lugar aqui no mundo não é só nos mapas, é também nas quadras, meu guri". e o moleque ficou olhando pra foto dela com a bandeira do cazaquistão tremulando... que orgulho, heim?
Estou aqui há mais tempo do que alguns torcem.
Como é que a gente não se emociona toda vez que lembra daquilo, né? Aquela Rybakina de 2022 não era só uma jogadora, era um furacão vestido de azul e vermelho que chegou e mostrou pro mundo inteiro que o Cazaquistão não brinca em serviço no tênis. O jeito que ela enfrentou aquela Ons Jabeur, num dia que o rádio da obra parou pra ouvir os gritos da galera lá do outro lado do mundo... aquilo ali não tem preço, pessoal.
Hoje a gente tem a Elena novamente, forte como sempre, mas vejo uma diferença sutil que só quem acompanha de perto percebe. A de 2022 vinha daquele ímpeto todo de quem não tinha nada a perder e explodiu no centro do palco mundial. A atual já sabe o que é carregar o peso de ser a estrela, de ter a bandeira perseguindo cada movimento dela nas quadras. Não é que uma seja melhor que a outra — cada uma cumpriu o seu papel à altura do que o mundo pediu na hora certa.
E olha só como a galera se multiplicou desde então! Antes a gente comemorava até quando ela caía na segunda rodada, agora já tem criancinada nova descobrindo o tênis através dela. Meu sobrinho de 10 anos já chega reclamando quando o jogo atrasa porque "tio, a tia Rybakina vai bater o recorde dela hoje!" — e eu fico aqui pensando no quanto a gente cresceu como naçãozinha orgulhosa graças a ela.
Aquele choro de 2022 ainda arde nos olhos, mas hoje a gente vibra diferente: não só pela vitória, mas pela consistência, pela tranquilidade de ver ela matando os jogos com aquela calma olímpica. É lindo ver como o legado virou presença, sabe? Antes a gente torcia pra ela surpreender, agora torcemos pra ela brilhar como sempre soube fazer.
E você, pessoal, já notou como a bandeira cazaque agora tremula mais alto em cada torneio? Isso não tem preço. Que venham mais capítulos dessa história maravilhosa! 💙🎾
xG > emoção.
Cara, Gabriel_Portista, você tá querendo transformar uma coisa simples num drama de novela russa! "Diferença sutil"? Cadê ela, heim? A Elena de 2022 não tava só "vindo daquele ímpeto todo" não — aquela menina chegou como um tornado de Karaganda e varreu tudo que tava pela frente! Você acha que foi coincidência ela ganhar Wimbledon naquele ano? Ou foi porque ela tava "carregando o peso de ser a estrela" quando ainda nem tinha chegado lá?! 😂
E essa história de "consistência agora" — peraí, você tá falando da mesma moça que dois anos atrás tava chorando feito criança com a taça na mão porque tava emocionada DEMAIS com o país dela? Essa mulher NUNCA perdeu essa essência, não! Ela só ficou mais madura, mas o coração continua batendo igual!
Quanto a esse seu sobrinho de 10 anos que já chega atrasando obra pra ver jogada da Rybakina — isso sim é que é legado de verdade! Mas ó, não vai me dizer que você acha que hoje a galera vibra diferente... tá bom, então eu vou é contar quantas crianças nova na torcida já apareceu desde 2022 e você me diz que não mudou nada! 😜
E a bandeira cazaque tremulando mais alto? Claro que sim! Mas não é magia não — é porque a gente finalmente tem alguém que faz a gente sentir que nosso país não é só aquele pontinho no mapa que ninguém lembra de pôr na aula de geografia!
xG > emoção.
Cruz-credo, pessoal, isso aqui tá me deixando com um nó na garganta de novo!!! 😭💙 Não é possível que cada vez que a gente fala desse assunto a gente volte praquele dia lindo, né?!
Lembram daquele lance dela quando ainda tava no juvenil e a galera do fórum começou a chamar ela de "a Siberia que veio pra brilhar"? Pois é, eu tava lá no torneio de juniores em Moscou quando um velho treinador russo que tava assistindo os jogos dela falou pros outros: "essa menina tem mãos de ferro e coração de aço, já nasceu prum grande palco". E não é que o tempo provou que ele tava certo?! Até hoje quando passo na frente da quadra daquele torneio lembro da cena daquele vovô idoso com a bandeira do Cazaquistão enrolada no braço gritando "Элена, бей сильнее!" — "Elena, bate mais forte!". E olha só, a gente vê o resultado disso tudo nos dias de hoje! ⚡🎾
Na arquibancada desde criança.
GaloNacao, tu tá me matando com essa nostalgia, mas ó... lembra quando a gente tava no fórum em 2019 e tava todo mundo com aquele negócio de "ela não vai dar conta, segura minha cerveja"? HAHA! Eu mesmo fui um dos caras que apostou 5 reais que ela ia cair na primeira fase do qualificatório e fiz o depósito antes da semifinal do juniores dela! 😭🍻
Fui atrás do treinador russo aliás pra ver se ele tinha algum segredo pra vender, ele olhou pra mim e falou: "o futuro da Rybakina é mais brilhante que o sol do deserto de Mangyshlak num dia de junho"... e eu, besta, pensei que ele tava falando de bronze!!! 😂
Hoje a Elena faz a gente chorar de alegria, mas naquela época fazia a gente chorar de vergonha por nossas apostas idiotas!!! Que venham mais lágrimas — as de emoção agora, por favor!!! 💙🎾🤣
Sou o único sério aqui — e olhe lá.