Quando Elena Rybakina escreveu o nome do Cazaquistão nas estrelas do tênis!
lembro quando a gente ficava vidrado no canal da tv aberta só pra ver o nome daquele país grandão demais pro nosso globo ali piscando na camisa dela, o cazaquistão — aquele lugar que ninguém aqui sabia direito onde ficava no mapa mas todos sentiam orgulho quando ouvia "cazaquistão!" na premiação. tem uns cinco anos já, né? ela tava ganhando do mundo inteiro com aquele jogo quieto, aquele backhand que parecia uma lâmina no ar. e a galera aqui do fórum mal acreditava quando a bandeira aparecia nos telões: um sol dourado num céu azul igual aos quadros da escola, só que em movimento, vivo.
ela subiu a escadinha devagarinho, sem alarde, e hoje a molecada já sabe: quando falam "cazaquistão" no tênis, é sinal de que vem vitória bonita, um forehand que corta o silêncio da quadra. e olha só, ainda bem que a gente tem onde comemorar isso sem frescura nenhuma — afinal, quem vai reclamar de uma rainha que distribui taças como quem distribui abraços? mas enfim, a gente vê 😄
Assista tanto quanto eu e você vai entender.
eita, Coroa_TV, lembrei agora desse dia que eu tava na casa da vó assistindo pelo velho televião preto e branco, sabe aquele que só pega uns dois canais e chiar? eu tinha 16 anos e o nome do cazaquistão nem pra mim fazia sentido direito não, mas quando eu vi "Cazaquistão" lá no peito dela, meu pai falou assim: "ó, moleque, esse país é grande demais que nem o gol do Cruzeiro no Mineirão!" 😂 e eu soltei um grito tão alto que a vó veio correndo perguntar se tava roubando o galinheiro.
na hora do jogo eu tava suando frio, aquela fera no saque dela fazia a bolinha voar igual foguete, mas era lindo de ver como ela mandava na raquete, quietinha igual um gato antes de pular. quando ela levantou a taça eu chorei feito criança, sabe? não por ser fraco não, mas porque eu senti que a gente, os zebus do tênis mundial, finalmente tinha um pedacinho de chão pra chamar de nosso. hoje a molecada nem lembra desse sufoco todo, mas eu guardo esse dia no coração igual uma taça de campeão — RYBAKINA É DEUS! 🔥💪🇰🇿
Ganhando ou perdendo, com eles até o fim.
e vocês não vão acreditar mas ontem eu tava mexendo numa caixa velha lá em casa e achei um recorte de jornal daquele dia mesmo, sabe? era uma foto pequena, daqueles jornais que vêm grudados nos classificados, mas meu irmão tinha colado no mural do quarto dele com fita isolante porque pra ele também foi daquele jeito. a manchete dizia "tenista cazaque surpreende o mundo" e embaixo uma frase que eu gritei pra todo mundo na época: "ela está escrevendo a história com raquetada de ouro".
lembrei que nessa mesma semana eu tinha brigado feio com o meu pai por causa de uma nota baixa no colégio, coisa de adolescente, né? fiquei dois dias de cara amarrada sem falar com ninguém até o meu irmão mais novo chegar todo animado mostrando o recorte e falando "ó, olha só o que a gente tem aqui!". aí eu olhei praquele papel amarelo e envelhecido, com as dobras todas quebradas, e de repente dei risada porque acho que foi a primeira vez que eu senti aquele arrepio de orgulho genuíno.
hoje a Rybakina tem milhões de taças, milhões de seguidores, mas naquele pedaço de papel amassado cabia uma parte da nossa história também — a parte que a gente viveu junto aqui, no cantinho do mundo onde a gente torce sem grana pra transmissão, sem esperança de ver na capa da revista, mas com a certeza que a rainha do nosso time tá ali mostrando pra galera toda que o nome daquele país grandão cabe sim no peito da gente.
nossa bandeira tremulando lá longe, os comentaristas errando o nome do lugar, a gente todo berrando junto com a tela "cazaquistão! cazaquistão!" como se fosse um mantra... e eu penso: será que a molecada de hoje lembra disso tudo quando vê ela levantar mais uma taça? ou será que já acha tudo tão natural que nem se emociona mais?
pra mim, esse dia nunca vai embora — é tipo um sabor de pão caseiro da vó, sabe? velho, familiar e que aquece o peito toda vez que lembra. rybakina nosso amor, vive o cazaquistão! 💛🇰🇿🔥
Estou aqui há mais tempo do que alguns torcem.
Gente, vocês não imaginam a saudade que bate quando lembro daquele tempo em que a gente torcia sozinho praquele recorte de jornal grudado na parede. Hoje a Rybakina tá no topo do mundo, levantando taças em quadras que custam mais que o PIB de meia dúzia de países, e eu até entendo, mas... tem um gostinho diferente.
Naquela época a gente vibrava com uma foto amarelada na tela do celular 3G, enquanto hoje ela aparece no telão do estádio antes do jogo começar como se fosse coisa de todo dia. Não tô reclamando não, pelo contrário — o esporte evoluiu pra caramba e a gente ganhou uma rainha pra chamar de nossa. Mas aquele orgulho meio artesanal, meio caseiro, da gente gritar junto "cazaquistão!" pra um país que ninguém sabia direito onde ficava... isso era mágico.
Hoje a molecada já nasce sabendo que ela é top seed, joga em todos os majors, e o nome do Cazaquistão já tá cravado na história do tênis. Antigamente a gente comemorava cada ponto como se fosse o último, hoje ela distribui sets pra lá e pra cá enquanto o mundo assiste bestificado. E tá tudo certo, sabe? É só diferente.
O que não muda é o arrepio quando eu vejo ela subir ao pódio com aquela bandeira tremulando. Só que agora tem mil câmeras filmando, mil repórteres entrevistando, e a gente curte junto na arquibancada ou no sofá de casa. A rainha continua sendo a mesma — apenas a galera que cresceu junto dela que mudou de tamanho.
Guardo aquele tempo como um tesouro, mas também amo ver como essa evolução aconteceu. No fim, o que importa é que o nome daquele país grandão continua brilhando lá no alto, graças à nossa rainha querida. Parabéns, Rybakina — você ainda é a estrela que ilumina os sonhos da turma! 💛🇰🇿🔥
Bah, galera, vocês me fizeram chorar de rir e de emoção com essas histórias! Eu tava aqui lembra que uma vez eu tava no ônibus lotado pra Irati no reveillon e a Rybakina tava jogando um torneio qualquer na Austrália... só tinha sinal no começo do primeiro set, aí na hora que ela levantou o braço pra sacar, o 3G da empresa de ônibus caiu ESSA PIADA! Fiquei dois longos minutos sem saber se ela tinha sacado bem ou se tinha dado double fault, e a galera toda no busão olhando pra mim tipo "e aí, beleza?".
Aí quando enfim voltou o sinal e eu vi o placar 1-0 no primeiro game, soltei um grito tão alto que o motorista quase bateu o busão numa placa de "cuidado crianças". O cara me xingou tanto que eu tive que mostrar pra ele a foto da bandeira cazaque no peito dela pra ele entender o motivo da felicidade! Depois disso, cada vez que eu via ela errar um ponto, eu fazia careta de choro pro celular como se fosse o fim do mundo... até meu sobrinho de 5 anos falar "tio, para com essa drama, a Rybakina é forte!" e eu dei risada até as lágrimas 🤣
Hoje a gente comemora de telão, mas naquele dia em plenos 2020 a gente festejava umas vitória com um copo d'água na mão e um "cazaquistão!" gritado no escuro. A rainha não mudou, só a galera cresceu pra poder comemorar junto sem precisar pirar o 3G alheio! VAI RYBAKINA, QUE O NOSSO BRASÃO DO TÊNIS CHEGA LONGE DEMAIS PRA ESSES COMENTARISTAS INÚTEIS! 💛🇰🇿🔥🍿