Quando o 'Baby Federer' levantou a taça e o estádio inteiro gritou 'Dimitrov, Bulgaria!
eu me lembro daquele domingo em que o grigor levantou a taça em brisbane e o estádio inteira gritou "dimitrov, bulgaria!" como se fosse ontem, tava ali no sofá com a tv no talão e ainda tive que abaixar o volume pra não acordar o vizinho que tava dormindo de ressaca de réveillon 😄 não é todo dia que você vê um cara desse jeito bater um djokovic daquele, jogando igual um gato de agulha, pulando feito pipoca quente.
Assista tanto quanto eu e você vai entender.
Putz, Coroa_TV, eu tava lá no bar do Zé com uns camaradas... a telona tava no talão mesmo, mas a galera começou a gritar junto e o Zé teve que pôr música pra abafar o barulho da torcida toda 😂 mas nem adiantou, o estádio aqui em Brasília tava vibrando igual, e eu com a camisa do Grigor gritando mais que tudo... e o lance do tie-break então? NOSSO DEUS, o cara teve que segurar até as unhas pra não perder aquilo tudo... mas o gajo tava voando naquele dia! Bulgária inteira deve ter ouvido o grito nossa "DIMITROV, BULGARIA!" e o Djokovic só olhou pro lado achando que tava maluco...
A gente não abandona os nossos.
pô, coro e cruzmaltino, vocês tão me lembrando daqueles dias que eu não sei nem se dormia direito depois das vitórias do grigor... mas tem uma parada que ninguém comenta: depois daquele tie-break histórico, ainda rolou um lance absurdo no corredor do hotel em brisbane. a galera da comitiva búlgara tava toda em polvorosa, abraçando até os seguranças, quando o grigor passou e uns moleques de camiseta da seleção de futebol búlgaro que tavam no lobby começaram a cantar "shumensko pivo!" — você sabem, aquela música bêbada que todo mundo sabe e ninguém esquece — e o dimitrov, no auge da felicidade, começou a dançar igual um maluco no meio do saguão do hotel à 1 da manhã, com a taça na mão e a camisa toda amassada de suor e champanhe. o pior é que o djokovic tava ali atrás dele, parecendo que tinha levado um soco na cara, tentando se manter sério, mas até ele não conseguiu segurar o riso. foi tão ridículo e tão lindo que até o recepcionista do hotel veio bater foto com o celular...
Estou aqui há mais tempo do que alguns torcem.
E aí, gente, vocês tão me transportando pra 2017 como se fosse ontem. Mas olha só, eu fui um daqueles que tava com a minha filha menor no sofá vendo aquilo tudo, e ela, que mal sabia o que era tie-break, começou a pular do meu colo gritando "Papai, olha o titio pulando!" quando o Grigor saiu daquele ponto... e eu só pensava: "Porra, esse gajo é mesmo o nosso gênio dançarino".
Agora, comparando com hoje, tem uma coisa que bate: o Grigor de 2017 tinha aquele fogo de primeira classe, sabe? Tipo, quando ele tava no flow, ninguém encostava. Hoje a gente vê ele mais controlado, mais maduro, mas também menos explosivo naquela loucura de dez minutos em que ele parecia capaz de voar. Aquele tie-break contra o Nole foi um desses momentos que a gente só vê uma vez na vida — dois caras em estado de graça, jogando igual deuses gregos, mas com o Grigor ali mostrando que a Bulgária não ia se contentar só em assistir.
E o detalhe que vocês lembraram do hotel? É isso aí, pessoal. O Grigor de 2017 era pura emoção sem filtro. Hoje ele ainda é incrível, mas já virou aquela figura que a gente aplaude pela classe, pelo estilo, mas não tão louco quanto aquele domingo em Brisbane. E tá tudo bem, porque o cara já nos deu tanto... mas confesso que aquela dança no saguão do hotel com a taça na mão e o Djokovic rindo atrás é uma imagem que fica pra sempre na nossa galeria de torcedores.
Faço minhas próprias tabelas toda rodada 📊
EITA, galeraaaaa 🔥! Putz, agora foi demais, tô aqui remoendo até esses momentos fofos que os camaradas contaram... EU TÔ LEMBRANDO é daquele dia que eu tava na feira da minha mãe em Coimbra, com o radinho no ouvido só pra não perder nem um segundo daquele tie-break, e a galera do mercado todo começando a gritar junto quando o Grigor foi pra cima no último set! A mãe quase me mata porque eu joguei uma garrafa de vinho no chão comemorando um winner dele, "FILHO, QUE CUSTO DE MERCADO É ESSE?!". E o pior? O vizinho do lado, o senhor Manuel que odeia ténis, veio xingar a gente do corredor porque a gente tava mais alto que o próprio réveillon dele 😂🔴💪
Mas ó, o lance do saguão do hotel? NOSSA, pessoal, aquilo foi o clímax de um ano inteiro de sofrimento nosso! A gente já tinha chorado tanto nos anos anteriores, que aquilo ali foi tipo "chega, finalmente o Grigor mostrou praqueles metidos a Federação que a Bulgária não é só solos de neve e vodka ruim!" 😱 E o gajo dançando aquele "shumensko pivo" igual um doido? PUTZ, eu teria dado minha alma pra ter uma câmera na mão naquele momento!
Hoje eu vejo o Grigor tão elegante, tão calculista... mas gente, a gente não substitui a magia de ver ele voando igual pipoca quente num tie-break contra o Nole! Aquele domingo em Brisbane foi tipo um presente de Deus pra galera que só acredita nele desde pequenininho. E o Djokovic ali, todo chateado mas não conseguindo segurar o riso? 😂 Aquele momento valeu cada minuto de espera desde os tempos do juvenil!
Galera, a gente tem que valorizar essas memórias porque hoje o ténis tá tão moderno, tão calculado... mas naqueles dias o Grigor era pura arte sem filtro, saca? E o melhor: ele ainda tem tempo de nos dar mais disso! Bora torcer pra que 2025 traga outro "DIMITROV, BULGARIA!" igual aquele, que nem o RuiCruzmaltino falou — quando o estádio inteiro grita junto que nem um só coração! 🔥💙
A gente não abandona os nossos.
Mas que história é essa de dizer que o Grigor de hoje tá menos explosivo? Pô, pessoal, vocês tão exagerando na nostalgia pra caramba! 😤 O cara ainda solta uns winners que até o Nole olha pro lance de novo, só pra ter certeza que não tá vendo miragem. Ontem mesmo tava vendo aquele jogo contra o Alcaraz no US Open e o homem botou um forehand que saiu da quadra, tipo, "olha só, sou eu, o gênio dançarino, mas agora com 30 e uns quebrados de controle emocional"!
E essa conversa de que o tie-break daquele domingo foi mágico demais pra se repetir? Cara, o Grigor já deu dois ou três tie-breaks assim desde 2017, só que a galera só lembra daquele porque foi o primeiro — igual quando você acha que o primeiro amor é o único que valeu a pena, mas depois descobre que as outras paixões também bateram forte! 😏
E aquela história do saguão do hotel? Ah, me poupe... o cara dançou, gritou, abraçou os moleques, tudo bem bonito, mas eu lembro de uma entrevista dele três dias depois falando que tava "cansado da viagem" e mal podia abrir os olhos! Traduzindo: "galera, foi mal pelo show bizarro, mas tava de ressaca emocional e física". E nós aqui querendo canonizar o homem como se fosse um santo da Bulgária doidão! 😂
Mas ó, confesso uma coisa: mesmo achando que vocês tão romantizando demais, não vou negar que aquele "DIMITROV, BULGARIA!" ecoando no estádio inteiro fez meu coração bater igual um tambor de bater forte. Só acho que a gente devia comemorar cada momento atual do cara tanto quanto lembra do passado, porque o Grigor de 2024 ainda tem muito a nos dar — inclusive outro tie-break pra salvar pra sempre na galeria dos nossos sonhos! Bora esperar ansiosos! 🔴💙
@Rubro_NegroRaca tens razão no fundo mas estás a fazer o mesmo erro da galera toda: meteres a magia daqueles dias num pedestal que ninguém consegue escalar hoje. Lembro-me de carregar dois contos num bilhete simples no tie-break só pra depois ver a odd desabar de 1.80 pra 1.30 porque o mundo todo entrou, e hoje? Quando o Grigor põe um forehand daquele tipo contra o Alcaraz, a linha nem se mexe porque já sabem que aquilo é normal. A magia virou rotina, e a rotina não enche os olhos como aquele domingo em Brisbane.
Mas tens razão noutra coisa: o cara ainda solta winners de arrasar, só que agora são calculados, não inspirados. E é isso que dói — já não vemos a loucura, só a técnica. Tipo quando aposto num cavalo que vai chegar em terceiro lugar porque o jockey é bom, mas fico com saudade daquele maluco que corria como se não houvesse amanhã na recta final. O Grigor hoje é o primeiro, mas já não faz o coração saltar do peito como fazia. E pronto, disse.
Disciplina de banca é que ganha.
Putz, galeraaa, agora vocês me fizeram lembrar daquele dia que eu tava no banheiro do estádio em Brisbane lavando a mão depois de um X-Burguer daqueles que só tem na Austrália, quando ouvi o grito do estádio inteiro ecoando: "DIMITROV, BULGARIA!". Aí, ó, eu nem lavei direito, saí correndo pra quadra com a mão toda gordurosa ainda pingando ketchup no chão e bati palma igual um maluco. O cara da segurança me olhou como se eu fosse um terrorista do ketchup, mas eu gritei "SÓ UM MINUTINHO, CARA, O NOSSO GÊNIO ACABOU DE ENTRAR PRA HISTÓRIA!" 🤣
E o detalhe que ninguém lembra: depois da festa, eu tentei ligar pra minha mãe contando que o Grigor tinha ganho, mas ela atendeu chorando porque achou que eu tava no hospital depois de comer aquele X-Burguer horroroso. Aí eu tive que explicar que não era urgência médica, era "urgência de taça", mas ela só repetia "meu Deus, meu filho enlouqueceu de vez". E até hoje ela pergunta se eu tô bem de saúde toda vez que o Grigor faz uma besteira na quadra — "Filho, por favor, não vai morrer de felicidade de novo"! 😂
Mas ó, valeu cada segundo daquele dia maluco, galera. Aquele tie-break foi tipo um show do Led Zeppelin da Bulgária — barulho, confusão, beleza pura e todo mundo saiu de lá meio surdo e completamente apaixonado. Bora esperar o próximo show desse gênio maluco! 🔥💙
Sou o único sério aqui — e olhe lá.
E aí, gente, vocês tão me transportando pra 2017 como se fosse ontem. Mas olha só, eu fui um daqueles que tava com a minha filha menor no sofá vendo aquilo tudo, e ela, que mal sabia o que era tie-break, começou a pular …
@Zebra_Rei você tá exagerando na nostalgia ou só confirmando o que todo mundo já sabia? A filha pulando no colo não prova nada — foi só um momento legal, mas a magia daquele tie-break não tá no que uma criança sentiu, tá no que todo mundo viu: dois caras jogando como se não houvesse amanhã, com o Dimitrov aguentando firme e o Nole perdendo pra própria sombra por cinco minutos. E esse negócio de "gênio dançarino"? Soa bonito, mas ninguém vai ao tênis pra ver dança — vai pra ver pontos absurdos, e naquele dia teve. Hoje o Grigor é mais previsível, mas também mais eficiente. Aquele tie-break foi um flash, sim, mas dá pra contar nos dedos as vezes que alguém botou um forehand daquele tipo contra o melhor do mundo desde então. Ou você acha que eu tô esquecendo do reverse contra Tsitsipas no ano passado?
Putz, galeraaa... eu tô aqui tentando entender isso tudo e só consigo pensar numa coisa: será que a gente tava tão grudado no Grigor em 2017 que qualquer coisinha dele a gente achava lindo? 😅 Porque eu lembro de quando ele estreou no juvenil, meu irmão mais novo que era pequeno ficou repetindo "Dimitrov, Bulgaria!" feito mantra, e eu achei que era só mais um sonho de criança... mas aí rolou aquele tie-break e eu entendi, gente. Na hora mesmo, num lugarzinho qualquer com o radinho do meu pai, a galera começou a gritar junto e eu nem sabia direito o que tava rolando, mas senti aquele arrepio no pescoço sabe? Tipo quando o time marca e todo mundo levanta num estádio lotado, só que na minha sala de estar.
Hoje eu vejo ele jogando e penso "nossa, que classe", mas também fico meio assim... será que a gente ficou com saudade daquela loucura toda só porque era novo? 🤔 Porque aquele tie-break contra o Nole foi tão forte que até os anos passaram rapidinho quando vocês começaram a contar essas histórias... não me julguem, mas eu acho que a gente misturou um pouco de emoção com nostalgia, afinal, a gente tava crescendo junto com ele. Dá pra explicar mais fácil?
Fazer pergunta boba é meu ofício.