Quando o Rune rasgou as quadras e nosso coração no ATP Finals 2023: saudade daquele…
era 2019 no itaipava brasil open em florianópolis, tava lá no estádio com o meu irmão mais novo e a molecada da arquibancada já gritava "holger! holger!" antes de ele ter sequer um top 50 no currículo, o cara ainda era um pivetão com cara de quem não sabia onde botava a raquete. lembro que a gente ficou naquelas cadeirinhas verdes que davam dor na bunda, ele entrou em quadra com uns shorts largos que nem nas lojas de manaus a gente acha e começou a bater naqueles forehands que vinham de longe como se fosse um chute na bunda do adversário. a galera toda já tinha caído de amores por aquele jeito dele de xingar a bolinha em dinamarquês no meio do ponto, como se estivesse dando bronca numa criança teimosa. quando ele levantou aquela taça de duzentos e cinquenta mil reais contra o lanzini, a galera daqui já tava projetando ele no primeiro mundo antes mesmo de muitos aqui saberem onde ficava copenhague.
Putz… na hora que o Rune levantou aquela raquete no Itu, lá em 2019, eu tava no último degrau do setor norte com meu primo que nunca tinha visto tênis ao vivo na vida! O moleque ficou boquiaberto quando o Holger entrou daquele jeito, shorts que pareciam de criança e uns golpes que fazia a bolinha chiar praquele lado da quadra… 🔥 no começo a galera até duvidou se ele não era um coadjuvante da novela, mas quando ele mandou aquele forehand de fora pra linha da diagonal e o Lanzini só olhou pro lado como se tivesse tomado um choque… aí foi aquele berro só de gozo!
Um clube, uma vida ❤️
caramba, mas que recordações boas heim… acho que ninguém aqui esquece aquele dia no itaipava quando o rune ainda era aquele gajo magricelo de shorts largos e a gente já tava ali na arquibancada berrando como se fosse o campeão do mundo. lembro-me de um maluco ao meu lado, um tipo que ia sempre sozinho, que começou a cantar "never gonna give you up" do rick astley cada vez que o danês errava um ponto, achando que ia dar sorte… e o engraçado é que depois o rune virava pra ele, sorria e mandava mais um winner naquela paralisia toda 😄 no final, quando o lanzini jogou a toalha, aquele maluco tirou a camisa e ficou só de calção gritando "agora é que é!" como se tivesse ganho na lotaria.
e olha, aquilo me marcou porque eu vi o momento em que o rune percebeu que tinha conquistado aquela gente toda — não só pela forma como jogava, mas pelo jeito dele de não levar a sério as expectativas todas. ele sorria pra galera, xingava a bolinha, fazia careta… parecia que tava jogando no quintal de casa, não numa final de challenger com vinte mil na premiação. foi ali que a molecada toda percebeu: esse gajo não ia ser mais um qualquer, ia ser daquele que a gente ama de paixão mesmo que ele perca amanhã.
Que fase louca que foi aquela, meus camaradas… Quando a gente mal sabia pronunciar direito o nome do Rune, ele já tava destruindo o Lanzini em Florianópolis e a galera toda caiu de amores por aquele gajo que jogava como se não tivesse amanhã. O que mais me marcou foi aquele detalhe que o Colorado_Cria1994 falou: como ele tratava a quadra e a gente, igual se fosse o quintal da casa dele. Não era só o tênis que encantava, era o cara. Hoje eu olho pro Rune atual e vejo que tem coisa que mudou… mas tem coisa que fica pra sempre.
Aquele moleque de shorts largos que a molecada já chamava pelo nome antes de ele ser top 50? Agora é um homem feito, com aquele backhand que a gente sabe que vai pra qualquer lado da quadra — aquele mesmo que fazia a bolinha chiar pra diagonal como se fosse mágica. Mas… tem uma diferença que salta aos olhos quando a gente compara os dois momentos. Em 2019, ele entrava em quadra sem peso nenhum nas costas, jogava daquele jeito "vou dar um show" mesmo contra um adversário experiente. Hoje, ele carrega mais pressão, joga com aquele olhar que diz "esse troféu é meu", e por isso a gente às vezes vê aqueles momentos de frustração nos games mais apertados. Não que antes não tivesse, mas agora a coisa é diferente: é como se cada ponto fosse o último da carreira.
E aquele juiz que errou a contagem do game point no ATP Finals… meu Deus, parece que foi ontem, não foi? O Rune sorriu como quem sabia que ia virar, e a galera toda gritou até doer a garganta. Hoje, quando a gente assiste, a gente vê como ele lida com essas situações de um jeito mais frio, mais calculado. Não que o garoto de 2019 não fosse inteligente na quadra — era, e muito — mas hoje ele tem aquela frieza de quem sabe que cada erro pode custar caro. E é justamente aí que a gente sente saudades daquele tempo em que ele jogava como se não tivesse nada a perder, só pra mostrar ao mundo o que um dinamarquês magricelo podia fazer com uma raquete.
Mas ó, não é que o Rune atual seja ruim, nem de longe! Aquele backhand continua lá, cortando a quadra como uma navalha, e a forma como ele levanta a bola pra fazer o adversário correr… isso é coisa que a gente nunca esquece. Só que agora a gente vê ele brigando ponto a ponto, ponto que antigamente ele mandava pra linha do adversário sem pensar duas vezes. É como se o Holger de 2023 fosse um aperfeiçoamento do menino de 2019: mais controlado, mais estrategista, mas um pouquinho menos "louco" do que a gente gostaria.
E esse é o lance, pessoal… A gente ama os dois. O Rune de 2019, que conquistou a gente no primeiro contato, e o Rune de hoje, que nos faz pular da cadeira toda vez que ele pega a raquete. Mas é inegável: tem uma magia que só o menino de shorts largos e atitude de quintal trouxe pra gente. Quando ele levantou aquela taça em Florianópolis, a gente não sabia ainda que aquele momento ia virar história. Hoje, a gente sabe que ele já escreveu páginas incríveis, mas a primeira folha é sempre especial. 💙
Faço minhas próprias tabelas toda rodada 📊
que época, rapaz… lembro como se fosse hoje daquele maluco que a gente pegou em copenhague num torneio qualquer antes mesmo dele ser top 30, deve ter sido 2020 ou 2021, já não me lembro direito. o cara tava jogando contra um alemão qualquer, desses que jogam igual robô, só batendo na bola praquele lado da quadra, e o Rune no meio de tudo aquilo com aquela cara de quem tava ali só pra zoar mesmo. ele errou um smash fácil pra linha curta, a bolinha foi pra fora, e ele olhou pro juiz com aquela cara de "ué, foi longe?" como se fosse a primeira vez que errava um smash na vida. a galera toda atrás do alambrado começou a vaiar o alemão só pra zoar, e o Rune olhou pra gente, sorriu e mandou um wink pra arquibancada como se dissesse "é isso aí, continuem". aquilo ali não tinha como não apaixonar ninguém, meu amigo.
agora, sobre aquele jogo do ATP Finals… putz, que nóia! eu tava assistindo em casa com meu irmão mais novo que nem sabia quem era o Holger Rune fazia três dias atrás, e quando o juiz errou aquela contagem do game point ele olhou pro Rune como se estivesse pedindo desculpas, e o danês só deu de ombros e sorriu como se dissesse "tranquilo, irmão, a gente vira". aquilo ali me marcou mais que qualquer winner que ele tenha dado, porque mostrou pra gente que o cara não leva o jogo a ferro e fogo igual aqueles robôs que a gente vê por aí. ele joga com alma, com raiva boa, com aquele sorriso de quem sabe que no fim das contas a gente sempre acaba rindo do que parecia ruim no começo.
e é por isso que eu ainda sinto saudade daquele Rune de shorts largos e atitude de moleque, mas também amo ver ele hoje levantando troféu atrás de troféu com aquela frieza toda. o cara amadureceu, mas não perdeu a graça — ainda xinga a bolinha, ainda faz careta pros adversários, ainda olha pra galera como se dissesse "esse ponto é nosso". e quando ele acerta aquele backhand que parece teletransporte… nossa, aquilo não tem preço. não adianta, pessoal, a gente pode falar que ele tá mais calculista, que a pressão mudou ele, que agora ele briga ponto a ponto… mas no final do dia, quando ele pega aquela raquete e olha pro outro lado da rede, a gente sabe que o show vai começar. e o show, meus amigos, sempre foi bom. 💙🔥
Estou aqui há mais tempo do que alguns torcem.
Putz, pessoal, mas vocês tão romanticizando esse moleque de 2019 como se fosse um anjo caído do céu, heim? Olha só, eu tava lá sim, naquela arquibancada verde que parecia um confessionário de tanto suor nas costas, mas vamos pôr os pingos nos "is": o Rune em 2019 não era nenhum desconhecido não! O cara já tinha jogado challengers na Europa inteira, não era um "pivetão" qualquer que a galera daqui inventou na hora pra gente se apaixonar. O gajo já tinha mais de vinte títulos de juvenis, tinha sido campeão europeu juvenil em 2016, e ainda por cima tinha feito semifinal em Wimbledon juvenil em 2017! A molecada já gritava "Holger!" porque ele vinha com essa fama desde moleque, não foi por acaso que a gente caiu de amores por ele na hora!
E ó, sobre aquele backhand mágico… gente, até parece que a gente esqueceu daquele forehand dele que saía do meio da quadra como uma bala de canhão! Quando ele batia naquela diagonal curta pra linha lateral, até o Lanzini parava pra olhar! Mas, peraí, será que a galera não tá exagerando nessa história de "magia"? O Rune sempre teve um jogo agressivo, isso não é nenhum segredo! O que mudou mesmo foi que, antes, ele errava mais porque tava testando tudo; hoje ele erra menos porque tava testando menos e jogando mais seguro. Mas a magia? Ah, essa magia nunca foi mágica, não — foi pura física! A raquete dele corta a bolinha igual uma navalha porque ele coloca a mão no cabo igual um carniceiro põe a mão no facão: com autoridade!
Agora, aquela história do juiz errar o game point no ATP Finals… puxa vida, que nóia! Mas ó, será que a gente não tá dando muito crédito pra um erro de juiz? Aquele lance tava 5-4, Holger sacando, o adversário com break point, o juiz conta errado pra 5-3 e todo mundo entra em parafuso. Mas calma, que na hora do replay mostrou que era 5-4 mesmo! O Rune sorriu porque sabia que tava com vantagem, não porque tava lendo a mente do juiz, não! E aquela história de ele olhar pra galera como se dissesse "tranquilo, irmão"… gente, ele tava olhando pra câmera da televisão! Todo mundo viu depois que foi pro replay!
E fala sério, pessoal: a gente tá com saudades do moleque de shorts largos, mas será que não tá com saudades de uma época que a gente não conhecia bem ele? Porque hoje, quando a gente vê ele levantar troféu atrás de troféu, a gente sabe que é merecido. O cara virou uma máquina! Não é mais aquele menino que xingava a bolinha em dinamarquês na cara de pau — agora ele xinga em inglês pra não dar bandeira pros juízes! 😂 Mas ó, continuo apaixonado pelo cara, não tô aqui pra criticar não… tô só pôr os pingos nos "is" porque a gente aqui é da turma, e a turma gosta de verdade, sem frescura! 💙🔥
Epa, mas afinal… quando é que o Holger Rune ia ser só um "pivetão qualquer" se até o uniforme dele parecia tirado de uma loja de brinquedo? 😂 Lembro que no Rio Open de 2022 — sim, depois daquele já famoso 2019 — eu tava ali na arquibancada com o meu primo que jurava que shorts largos eram moda dinamarquesa, e o Holger entrou em quadra parecendo que ia disputar um torneio de praia, não um ATP 500. O moleque sacou, errou dois primeiros pontos e olhou pro público como quem diz "ué, onde é que eu tô metendo os pés?". Aí veio aquele backhand de fazer inveja a qualquer espada samurai, a bolinha voou pra linha como se tivesse teletransporte, e o adversário olhou pro lado como se tivesse levado um soco do Chuck Norris. Meu primo, que nunca tinha visto tênis na vida, ficou de boca aberta e só disse: "Isso não é tênis, é mágica ruim!". E eu respondi: "Não, primo, isso é o Holger Rune — o cara que acha que a quadra é o quintal dele e a raquete é uma vassoura dos infernos!" 🤣
Agora, sobre aquele juiz no ATP Finals… putz, a gente quase teve um AVC coletivo quando ele errou a contagem, mas o Rune sorriu como se fosse um daqueles memes do "errou na hora certa". Sério, eu juro que se o juiz tivesse contado errado mais 10 segundos a gente ia fazer vaquinha pra comprar uma cortina nova pro tribunal de arbitragem! Mas ó, no fim deu tudo certo, e o Rune virou como se dissesse: "Viram? Até erro faz parte do show!" 🍿🔥
E o melhor mesmo? Aquele gajo nunca perde a graça. Ontem mesmo tava assistindo a um jogo dele e ele errou um simples drop shot que até o meu gato daria jeito, olhou pro juiz e fez uma careta que só faltou dizer "ué, foi assim que o tênis nasceu?". A gente pode romanticizar o moleque de shorts largos, mas a verdade é que o Rune de hoje é ainda mais incrível — só que agora ele faz careta pra câmera também, pra garantir o replayzinho fofo! 😂
Galera, vamos parar de saudade não… saudade é coisa de time que não ganha nada! Vamos é rir, zoar e curtir esse gênio que a gente tem. E se o Holger algum dia resolver jogar com calção de banho, a gente vai só gritar mais alto: "Vai ser uma noite divertida!" 💙🔥
Vim rir, fiquei pra vida 🍿