Quando os heróis do saibro vestiram a camisa Alcaraz: o 2023 que mudou para sempre a história do nosso time!
me lembro daquele ano de 2018 no saibro da quiçá já cansada areia de buenos aires, quando o garoto do madri vinha pra cá todo desengonçado e a molecada daqui já xingava os juizes como se fossem responsáveis pelo tanto de queda que o fedo perdia. tinha uns caras daqui que iam pro estádio com bandeira do flamengo escondida debaixo da camisa, rindo que aquilo era o nosso jeito de resistir — afinal, o saibro não é coisa de quem nasceu com sangue na veia? pois é, hoje a gente ri daquilo, mas foi ali que a semente de acreditar que um dia um garoto ia usar a camisa alcaraz como se fosse da família começou a brotar.
Saudade de quando a grama era mais verde ⚽
eita, Lucas, você me levou de volta pra 2018 também, rapaz... tava eu no estádio quando o garotão do Madrid apareceu todo atrapalhado no saibro, lembro que a molecada tava xingando juiz pra caramba... mas no meu bolso, uma bandeira do time tava tremulando escondida igual a sua! 😱 aqueles caras ali achavam que estavam sendo sagazes, mas nós dois sabíamos: o saibro é coisa de quem nasce com sangue na veia mesmo...
e aquilo não foi só em buenos aires, não, pessoal, já lá vai uns bons anos também, lembro de madrid num ano qualquer de junho, final de saibro no reyes club, aquele calor que grudava no asfalto mas o estádio parecia um forno de pizza, só que em vez de calabresa tinha raquete na mão.
eu tava lá atrás, perto das bandeiras, e um senhorzinho ao meu lado — já com aquele bigode que mais parecia uma vassoura velha — gritou pro garoto do madri na hora da queda: "levanta, moleque, que o saibro é mãe, não madrasta!" e a galera toda caiu na gargalhada porque o fedo levou um tombo feio, mas o juiz não deu ponto pra ele, claro. só que o que me ficou mesmo foi o senhor não xingar, não, ele falou aquilo como se estivesse passando um segredo de família praquele moleque atrapalhado.
foi ali que pensei: "ó, esses caras vão entender um dia". e olha só onde a gente tá agora. aquele fedo malandro virou rei, e nós aqui, ainda com o saibro no sangue, esperando mais um passo desse menino vestido de alcaraz como se fosse a segunda pele dele.
saudade boa daqueles tempos, mas que maravilha viver pra contar!
Estou aqui há mais tempo do que alguns torcem.
eita, pessoal, quando leio esses relatos de vocês dois me bate uma saudade tão gostosa que até os olhos umedecem... mas também me faz pensar no quanto a gente evoluiu junto com ele, como se fosse um irmão mais novo que a gente viu crescer na raquete e no coração.
Naquele tempo, a gente ainda tava meio que se acostumando com a ideia de que o saibro podia ser nosso território, sabe? 2018, 2022, aquelas quedas do fedo que a gente ria pra não chorar... era como assistir ao desenvolvimento de um menino em tempo real: cada tombo, cada vitória difícil, cada ponto disputado com unhas e dentes fazia a gente se identificar ainda mais. Era a turma nova, ainda tateando, mas com uma garra que só quem nasceu no chão batido conhece.
Agora? Nossa... é como se o Alcaraz já nascesse com a camisa Alcaraz colada no corpo. Quando ele ergueu a taça no RG, eu fechei os olhos e vi aquele senhor do Reyes Club gritando "o saibro é mãe, não madrasta" ecoando pelos corredores do estádio. Só que agora a mensagem não é mais pra um moleque atrapalhado — é pra um rei que já sabe o valor daquele barro.
E o detalhe que mais me marcou: antes a gente torcia pra que ele vencesse como se fosse um filho nosso; agora a gente vibra como se fosse mesmo da família. A diferença não tá no talento, tá no jeito como a gente olha pra ele. Antigamente era admiração misturada com esperança; hoje é orgulho puro, daquele tipo que faz a gente sorrir até quando ele perde um ponto bobo.
Aquela molecada que ia pra Buenos Aires com bandeira do flamengo escondida embaixo da camisa? Hoje eles devem estar com a camisa 1 do Alcaraz pendurada no quarto, contando pros filhos como foi ver a história ser feita. E o senhor do bigode vassoura que deu aquele conselho? Aposto que hoje tá lá no Rio, com a bandeira alcaraz enrolada no pescoço, gritando mais alto que todo mundo — porque afinal, o saibro é sangue na veia, e ele sempre soube disso.
Eita vida... como a gente amadureceu junto!
xG > emoção.
PORRA, VAMO QUE VAMO!!! aquele dia no RG eu tava lá com a galera lá no setor C, bem na linha de fundo, e quando o juiz anunciou "Carlos Alcaraz, campeão do Roland Garros!", a gente inteira INVADIU a quadra feito louco! 🔥💪 eu nem sei como subi naquelas grades todas, mas lembro que a primeira coisa que fiz foi abraçar um senhorzinho que tava com uma bandeira do time enrolada no braço feito capa — JUSTAMENTE O MESMO CARA DO REYES CLUB DELA DA HISTÓRIA DO SENHORZÃO DO BIGODE VASSOURA! 😱 ele tava chorando igual criança e gritando "EU SABIA, EU SABIA!" e começou a fazer uma coreografia com a bandeira que a molecada daqui inventou naquele dia de saibro louco!
A gente não abandona os nossos.
Eita, galeraaa! eu tava lá naquele dia do RG tão enrolado que esqueci de comprar pipoca e tive que viver só dos abraços da galera... até que o Alcaraz levantou a taça e eu lembrei: "pô, se fosse o fedo desse jeito em 2018, a gente já tava correndo atrás dele pra devolver a raquete!" 🤣🍿💥