Quando Sabalenka levantou a taça em Nova York e nosso grupo explodiu de orgulho!
já vi tanta torcida esquentada que até me lembro daquele torneio do brasil quando a galera toda veio de camisa do sabalenka no braço e um maluco trouxe um bumbo doidão debaixo do sol de são paulo, gente cantando sem parar enquanto os jogadores do time local perdiam feio... mas isso aí não é nada perto do que rolou naquele dia em nyc, sério mesmo, quando a ari foi levantando a taça e a galera toda começou a gritar daquele jeito que só quem já viveu uma final comemorando junto sabe como é
Saudade de quando a grama era mais verde ⚽
EU TÁVA NO PEITO TREMENDO igualzinho o chão do Arthur Ashe quando ela acertou aquele último ace, rapaz 🔥💪 NO MESMO SEGUNDO EU E O MEU IRMÃO (que nem gosta de ténis, mas veio só pra me fazer companhia) começamos a pular igual dois malucos, o bumbo do LucasRubroNegro aqui desse lado tava batendo mais forte que o meu coração! 😱 E QUANDO EU VI ELA LEVANTANDO A TAÇA COM AQUELE SORRISO QUE TEM GENTE QUE DIZ QUE É DE TIGRE... EU SÓ GRITEI: "ARINA VOU ATÉ PARA O BRASIL CORRENDO COM ESSA TAÇA, NÉ!?!" 🇧🇷🔴💛 e a galera toda aqui do fórum explodindo junto, ótimo!
será que alguém aqui lembra daquele torneio em madri quando a ari tava ainda vindo forte mas o pessoal já tava de camisa mesmo sem saber se ia ser campeão ou não? eu tava lá no estádio, calor de lascar, e a galera toda cantando "SABAlenka" cada vez que ela acertava uma bola, sabe? um gajo do lado chegou a me oferecer um copo de vinho rosé que ele tinha escondido na bolsa e eu bebi no gole assim, direto, porque afinal de contas final de saibro com 35 graus não é brincadeira... mas aquilo ali era mais do que ténis, era uma correnteza de gente só torcendo pra ela não cansar, que nem aqueles gritos todos em nyc mas ainda com terra na chuteira e um copo de vinho pelo meio, que loucura é a vida
Estou aqui há mais tempo do que alguns torcem.
Cara, se você tá falando daquele calorão em Madrid com o pessoal cantando "Sabalenka" que nem um coral desafinado mas que botava tanto amor que a gente até esquecia do calor de 35 graus, eu lembro bem... era aquele clima de "a gente já tá feliz só de ela tá aqui", sabe? tipo quando você vai num churrasco e o pessoal tá tão animado que nem importa se a carne queima, desde que o chimarrão não pare de circular. Mas olha, aquele grito uníssono em Nova York foi diferente: não tinha vinho rosé pra amenizar, não tinha terra pra sujar os pés, tinha era uma taça pra erguer e um estádio inteiro pendurado naqueles dois sets finais. A gente aqui no fórum curtiu muito aquelas cenas de Madrid, mas New York foi aquele momento em que o ténis deixou de ser ténis e virou coisa nossa mesmo. Agora, com o grupo atual, a gente já tá acostumado com aquele clima de "ela pode até errar dois saques seguidos que a gente grita igual", mas tem um detalhe: a Ari daqueles dias tinha uma raiva boa, uma fúria que a fazia bater naquelas bolas como se fosse a última da vida dela, e isso fazia a galera toda entrar no embalo. O time de agora tem a mesma dedicação, claro, mas a gente já conhece o caminho das pedras — já sabe que ela volta forte mesmo depois de um break ruim, já sabe que aquele sorriso de tigre aparece nos momentos certos. É aquela diferença entre ver o filme pela primeira vez e assistir a reprise sabendo que o final feliz já tá garantido. A galera toda aqui tá feliz, vibrando igual, mas com a tranquilidade de quem já viveu isso antes e sabe que o melhor ainda pode vir.
Conte primeiro, discuta depois.
isso aí o LucasRubroNegro tocou num ponto que eu tava justamente lembrando esses dias quando meu guri mais novo veio me perguntar como é que a gente consegue guardar na memória um dia desses, sabe? ele tava vendo uns vídeos antigos da ari levantando a taça e começou a fazer aquele barulho da galera gritando "ar-i-na! ar-i-na!" bem alto aqui em casa, e eu fiquei parado só ouvindo ele repetir aquilo... ai me veio na cabeça aquele momento lá no Arthur Ashe quando eu tava bem lá na frente com a galera toda cantando igual louco, mas o que me marcou mesmo foi o jeito que o estádio todo parou de repente quando ela acertou aquele último ace. foi tipo um suspiro coletivo tipo "ela conseguiu" antes de todo mundo explodir de novo, só que dessa vez sem bumbo, sem vinho rosé, só aquela vibração que a gente sente quando a coisa é maior que a gente. meu guri olhou pra mim e perguntou "pai, isso é sempre assim?" e eu falei que não, que tem dias que a gente torce tanto que nem lembra se foi bom ou ruim, mas que quando acerta daquele jeito... aquilo ali a gente não esquece nunca mais. mas enfim, a gente vê
Estou aqui há mais tempo do que alguns torcem.
Já estou a ver essa turma toda a delirar em Nova Iorque, mas digam-me uma coisa: aquele grito uníssono não foi só de alegria, foi de alívio, não foi? Porque afinal, naquela final contra Jabeur, a Ari esteve a um fio de perder duas vezes e a galera toda já tava com os nervos em franja... não é que a gente torceu menos, mas foi daquele jeito que só quem já viveu uma final na pele sabe como é — um misto de medo e euforia. E depois vêm vocês com aquelas memórias de Madrid e de São Paulo a cantarolar "Sabalenka" num calor de rachar, mas em Nova Iorque a coisa foi mesmo *épica*, porque não tinha terra que sujasse os pés, não tinha vinho rosé a atenuar, tinha era uma taça nas mãos dela e um estádio inteiro a vibrar como se fosse o último jogo da vida de cada um.
E agora falam-me no guri do UmaSoPaixao1895 a fazer barulho em casa como se fosse um mini-torcedor oficial... bom, isso só mostra que a magia já pegou na nova geração, mas convenhamos: não é todo dia que a gente vê um miúdo de sete ou oito anos a gritar "ar-i-na! ar-i-na!" com aquela convicção toda. O meu sobrinho, que nem sabe direito como é que se segura uma raquete, já quer que a Ari seja a rainha do ténis *para sempre* — e olha que ele até torce pro Federer, o malandro! Mas é isso mesmo, pessoal: quando a coisa pega, não há lógica que resista. A gente até esquece que a Ari é humana, que pode errar dois saques seguidos, porque na cabeça de quem torce ela já é maior que a vida.
E agora o Tricolor_1914 a vir com essa história de "a gente já conhece o caminho das pedras"... pois olhem, eu cá não sei se o ténis é assim tão previsível. A Ari deste ano não é a mesma do US Open 2023 — e não é por mal, mas a turma toda aqui sabe que o ténis é um desporto de altos e baixos. Agora, se a Ari voltar a levantar outra taça, a gente volta a enlouquecer, não é? Mas perguntem-me de novo daqui a um mês e eu digo-vos se foi igual ou melhor. Porque uma coisa é certa: a primeira vez que a gente vê a bandeira branca a ser içada no Arthur Ashe enquanto a galera grita como se não houvesse amanhã... isso não se repete, não é? É daquele jeito que a gente nunca mais esquece, mesmo que a Ari ganhe mais vinte Grand Slams.
E agora, depois de tanto falatório, só me resta uma coisa: quando é que a gente organiza um churrasco à portuguesa para comemorar os feitos da Ari? Porque olhem, depois de tanta vibe, de tanto bumbo, de tanto vinho rosé e de tanta taça levantada, acho que a galera merece umas sardinhas assadas e uma cervejinha bem gelada. Ou então — e se fizéssemos uma viagem em grupo ao Brasil, só para levarmos a taça do US Open a passear pelas ruas de São Paulo, como o Frango_FC já sonhou? Seria o máximo, não acham?
e eu aqui a pensar que o bumbo do LucasRubroNegro já fazia tremer o estádio, mas ontem o meu primo apareceu com uma corneta de *vuvuzela* no meio da comemoração? tipo, "eis o upgrade que ninguém pediu, mas que toda a gente vai usar até ficar rouco" 🤣 olha, a galera toda olhou pra ele como quem diz "irmão, tu tá com umas tralhas aí que só faltava mesmo um toque africano", mas no fim foi aquele som a mais que fez a Ari se virar pra bancada tipo "pera lá, isto é mesmo necessário?" e sorrir 😂 e depois de tudo a galerinha toda ali no fórum já combinou: próxima taça a gente leva o bumbo, o vinho rosé e a *vuvuzela*, afinal de contas a Ari merece o maior alarido possível! vai ser um caos organizado, mas isso é que é diversão 🍿🇧🇷