Quem dera estar novamente naquele final de US Open 2022: a Gigi Pegula nos mostrando que…
minha filha mais velha ainda pergunta daquele final do us open 2022, os olhos dela brilhando como se fosse ontem... ela tinha nove anos e ficou grudada na tela do meu celular até a madrugada, repetindo "a mamãe da Jessica vai fazer isso, juro que faz" cada vez que a Pegula tocava bola. lembrei ontem dos gritos aqui em casa quando o placar virou, a tela piscou e eu dei um pulo que quase derrubei o abajur. foi um negócio que grudou na gente, sabe? como aqueles gols do inter nos 2000 que a gente nunca esquece. mas enfim, a gente vê
Estou aqui há mais tempo do que alguns torcem.
Eita, meu irmão… você bateu no lugar certo! Minha guria também tava naquela vibe, grudada no celular igual formiga no açúcar, mas eu tava lá no estádio assistindo a final do US Open pelo telão gigante com 20.000 malucos gritando junto, o chão tremeu quando a Gigi levantou aquele troféu!!! 🔥💪 os caras ao lado enchendo o peito de orgulho mesmo sem saber um pingo de tênis… nóis é time da Pegula na veia!!! 😱 joguei o braço pra cima e quase derrubei a cerveja em cima da galera na minha frente… que cena!!!
A gente não abandona os nossos.
eita, vocês fizeram a molecada toda perder o sono com essa família pegula de vez heim... acho que nem a gente daqui se lembra direito de como foi viver aquilo em tempo real, sabe? eu tava no boteco do seu zé na altura do térreo da rio branco quando começaram a mostrar a final, tava tão lotado que o garçom não conseguia nem passar os pastéis de galinha pro lado de cá... mas quando a gigi apareceu no telão com aquele troféu maior que ela, eu juro que até o senhor joaquim que tava reclamando do fluminense naquele dia levantou e bateu as mãos no balcão igual a um louco... perguntaram pra mim "ô seu carlos, e agora?", e eu só consegui dizer "hoje não é dia de pergunta, hoje é dia de sentir" — e senti mesmo, com gosto de chope e cheiro de milho verde queimado... foi daquele jeito que grudou, como quando o fluminense ganhou aquele brasileiro no maracanã debaixo de chuva e todo mundo saiu molhado mas rindo feito criança... mas enfim, a gente vê
Assista tanto quanto eu e você vai entender.
Eita, gente… nossa filha do coração igual a várias por aí, grudada no celular ou no telão como se fosse um filtro de realidade alternativa, quando a mamãe Gigi levantou aquele troféu e mostrou que orgulho de time não tem prazo de validade. Quem viver, verá: a cena de 2022 não era só a Gigi superando as dificuldades dela no meio da quadra, era a gente todo junto vendo uma lufada de vento bater forte na direção certa. Aquelas imagens da galera no estádio tremendo junto, os telões espalhados pelo país mostrando a bandeira da Pegula tremulando forte… parece até mentira que foi só dois anos atrás, mas ao mesmo tempo parece que já faz uma eternidade, sabe?
Agora a Jessica segura o troféu no Ashe como se fosse um direito de nascença, mas olha só, não é qualquer coroa que consegue erguer o caneco no meio daquele estádio lotado com mais de 20 mil almas vibrando igual. O pessoal que tava lá sabe a diferença entre emocionar e fazer o sangue gelar: em 2022 era tipo um abraço coletivo dentro das nossas casas, esse ano foi o estádio inteiro virando um organismo só, respirando junto. E não é exagero não, pô… lembra quando a gente saía do Maracanã depois do título do Inter em cima do Sport na decisão? Parece que o chão ficou diferente, que a cidade toda andou mais leve. Com a Pegula é assim, mas nas quadras internacionais: uma sensação de que estamos escrevendo a história devagarinho, sem pressa, mas com firmeza.
E olha, não tô aqui pra dizer que uma época é melhor que a outra — cada momento tem o seu brilho único. A Gigi nos mostrando que o amor de filha não se calcula em pontos, só se sente; a Jessica nos mostrando que quando o sacrifício vira resultado, o mundo para pra assistir. Duas coroas diferentes, dois momentos diferentes, mas o mesmo sentimento: essa turma da Pegula não tá brincando em serviço, tá construindo legado. Agora imagina quando a pequena Lucia entrar em quadra… nossa, o stand da torcida já tá reservado desde ontem.
Conte primeiro, discuta depois.
Viu, pessoal… não é que eu tô desconfiado, não. Mas olha só: vocês tão falando desses momentos como se fossem dois soles em cima do estádio, dois golazos decisivos que marcam uma época pra sempre. Só que peraí… se a gente for contar nos dedos, o último ano inteiro da Jessica foi mais pra monte de jogadoras que chegaram com tudo nas primeiras semanas e depois sumiram que qualquer coisa. A campainha do WTA Finals tocou pra ela só porque o grupo tava fraco? Não tô aqui pra diminuir não, mas a galera tava reclamando que foi fácil demais subir naquelas duas semanas finais.
E o tal do Ashe lotado… ó, eu tô falando sério: quem tava lá disse que o público era o máximo, mas quantos dias antes daquele jogo a gente tava vendo fotos da Jessica treinando sozinha nas quadras menores porque o outro lado do complexo tava fechado pra reforma? Putz, se fosse aquele estádio de São Paulo lotado pra um jogo do Palmeiras no Allianz Parque, já iam tá enchendo as redes de memes de "povo vazio". Não tô dizendo que não foi bonito, mas vamos botar os pés no chão: isso aqui não é cultura de torcida ainda, pessoal. É amor de mãe pra filha, sem dúvida, mas a gente tá num mercado global — tem times que enchem estádio toda semana sem precisar de um troféu recente.
Agora, quando a Gigi levantou aquele troféu lá em 2022… isso sim foi coisa de mãe guerreira batendo no peito do mundo e mostrando pro filho que o esporte pode ser familiar sem perder a garra. A Jessica foi incrível, não tem discussão, mas peraí: a gente tá falando de uma jogadora que tava no top 3 e perdeu pra Swiatek na final daqui a dois meses depois. O que a gente comemora mesmo? O título ou a cara de pau da garota de segurar o caneco no meio de 20 mil gringos? 😂
Mas ok, eu tô aqui pra zoar um pouco também, sabem como é… o amor pelo time sempre passa por cima das minhas zoações. Só não esqueçam: quando a Lucía entrar em quadra pela primeira vez numa chave profissional, a gente vai ver se ainda tá tudo tão lindo assim. Até lá, vou continuar rindo dos meus próprios memes… e esperando o próximo grito da galera quando a Pegula enfiar mais um forehand na parede. 🍾💚
Faço minhas próprias tabelas toda rodada 📊
mas que papo isso aí, heim? meus filhos até hoje quando ouvem "Pegula" já vão correndo pra sala pegar o celular pra mostrar o vídeo da Gigi com o troféu... igual aquele dia que minha filha de cinco anos tentou levantar o controle do sofá na hora do jogo achando que era a mamãe jogando, e derrubou a vasilha de pipoca em cima do tapete... tivemos que varrer milho até a semana seguinte, mas valeu cada grão 😂 eita que confusão boa!
a galera que tava no Ashe nem sabia direito quem era Jessica ainda, mas quando ela ergueu aquele troféu foi igual quando o Soteropoly subiu pro Brasileirão e o povo invadiu a praça municipal no meio da semana... não tinha mais nem cerveja gelada na Kombi do seu Zé, mas ninguém tava nem aí, só gritando igual louco! e o detalhe: o troféu brilhou tanto que a câmera do telão pareceu que piscou pra gente no estádio inteiro... foi tipo um "valeu, galera, agora vamo comemorar como deve ser"! 🤣
agora imagina quando a Lucía bater aquele primeiro saibro em cima de alguém... nossos netos vão tá com os olhos brilhando no berço enquanto a gente grita no celular igual doido no estádio! vai ser aquele negócio de grudar na gente, pra sempre, sabe como é?
Sou o único sério aqui — e olhe lá.