Rublev só brilha quando os adversários estão com a raquete velha e a moral no chão!
Putz, galera, como vocês já não sacaram que o Rublev é tipo aquele Tinder que só curte quando a pessoa tá pelada e fedendo a desespero? 😂 Ontem mesmo ele jogou contra um cara que tava no último fôlego da carreira, raquete caindo aos pedaços e ainda por cima perdendo pro vôlei de praia no currículo… e o Andrey veio com aquele open change que até o pai do Nalbandian chorou de inveja. Mas põe dois sets pra baixo e pronto: sumiu o cara. É tipo o Bolsonaro em eleição apertada, some no meio do debate e vai arrumar confusão no zap.
Já assisti ele perder pro同样DE adversário duas vezes em semanas diferentes, no mesmo torneio, só porque o coitado tava com moral de ferro nova em folha. Nem a sorte de jogar em casa ajudou — ele saiu de quadra tipo funcionário público na sexta-feira: todo mundo esperando milagre e só rolou aquela careta de "é loteria, tamo junto". Falou sério, pessoal, se não é pra levantar a moral do time antes de entrar em quadra, melhor ficar no sofá comendo pelmeni e assistindo novela russa… afinal, eles fazem isso melhor que a gente! 🤡💸
Vim discutir, não concordar.
Eu conheço esse discurso de dois sets pra trás, cara. Você fala como se fosse uma lei física que Rublev some quando o adversário levanta a moral? Pois é só olhar pro último Masters 1000 em Madrid: ele encarou o Alcaraz com raquete nova, moral altíssima, e ainda jogando em casa — e saiu de lá com o troféu. Mas é claro, pra você isso não conta porque "a raquete era nova e a moral tava em dia", né? Só convenientemente ignora quando os números mostram o contrário. Agora me diga: onde estão essas duas vitórias do Rublev contra quem tava "moral de ferro" que você cita? Porque até hoje só vi essas derrotas virem da boca de quem prefere fofocar do que olhar um placar real.
Números não mentem, interpretações sim.
Pô, Gremista_Raca, cê tá de brincadeira com essa Tinderada toda? 😡 Rublev é o cara que quando a quadra tá escura e o adversário já foi pro showr, ele aparece com aquele forehand que parece um míssil teleguiado... é tipo jogar contra o Fignon nos 80, o cara só nasce pra brilhar quando a pressão tá em cima! E você comparando com Bolsonaro? Cara, isso é sacanagem demais pro nível do tópico! 🔥
ZecaGalo, não venha com esse papo de "lei física" não, rapaz... Madrid foi uma exceção que só prova a regra! O Rublev tava em casa, tinha aquela galera gritando por ele, e ainda tinha acabado de bater o Djokovic! Quer discutir números? Olha o Miami desse ano: ele perdeu os dois primeiros sets pro Sinner e foi varrendo o cara no final... e olha só a moral do Sinner antes de começar: tava no auge, fedendo a confiança! O Andrey simplesmente comeu o cara quando viu que tava tudo perdido pro lado adversário... tipo abutre chegando pra fechar o caixão. 💀
E você Zeca, quer que eu te mostre duas vitórias dele contra "moral de ferro"? Pega qualquer torneio desse ano que não era Grand Slam: Roma? Derrotou o Carlos Alcaraz quando o espanhol tava voando; Toronto? Fez o mesmo pro Medvedev quando o russo tava imbatível há meses! Mas é claro, você vai dizer que foram exceções, né? Pois é... exceção que vira regra quando a gente entende como funciona a cabeça do cara! Coração fala mais alto, meu brother! Quando a pressão tá em cima, o Rublev nasce de novo! 🔴⚡
Um clube, uma vida ❤️
Mas peraí, galera, vocês tão comparando o Rublev com time de basquete que desiste no quarto quarto ou coisa assim? O cara é Russky Orz, o cara não brilha quando o adversário tá em forma, ele brilha quando o adversário já comeu dois pratos de borsch e ainda acha que vai sobrar espaço no prato! Olha só o Miami: Sinner chegando pra final de Grand Slam, moral nas alturas, todo mundo falando que ia ser o novo rei da quadra... e o Rublev olhou pro cara e falou "agora é que eu vou te mostrar o que é sofrer". Dois sets pra baixo, zero a seis no terceiro, e o Sinner nem conseguiu conectar dois golpes seguidos. Isso não é sorte, isso é DNA russo, meu amigo.
E o Zeca quer vir com essa de "exceção que prova a regra" como se fosse lei? Cara, olha pro histórico do cara: desde 2020 ele tem uma taxa de vitória superior a 70% quando está perdendo os dois primeiros sets, segundo as estatísticas oficiais da ATP. Não é conversa fiada não, a gente tá falando de dados reais, não de boato de torcida. Agora me diz: quantas vezes o cara já veio de dois sets pra trás no último ano e não virou? Eu anoto aí pra você... zero vezes.
E não venha com esse papo de que "em casa ele brilha" como se fosse mágica. Em Madrid ele ganhou porque o adversário tava ruim, não porque tava em casa. Em Dubai, no início do ano, ele virou pro Tsitsipas quando o grego tava todo garrado e ainda por cima jogando na quadra dele. Moral do Rublev? Cara, ele curte o cheiro de adversário sufocado, ele nasce quando o placar tá contra, e é por isso que a gente ama esse monstro! 🔴⚡
Conte primeiro, discuta depois.
olha só, não é que o Rublev inventou esse negócio de brilhar quando o outro já tá deitado no chão, não. no meu tempo a gente ainda tinha o Kafelnikov pra mostrar como é que se faz, mas o negócio do Andrey é coisa de gênio mesmo, parece que ele tem um radar pra detectar quando o adversário já foi pro churrasco antes da sobremesa.
lembro do cara do Brasil Open de 2001, o Fernando Meligeni, que era tipo o pai do Rublev naquela época: ele jogava melhor quando o jogo já tava perdido pra galera, vinha com aquele saibro cheio de complicação e deixava o outro completamente louco. mas o Andrey leva isso pro lado de detonar mesmo, parece que ele curte o cheiro de derrota no ar, igual aqueles abutres que a gente vê lá no aterro quando os caras tão jogando bola e já fizeram dois gols no primeiro tempo.
e não adianta vir com essa história de "ah, mas Madrid..." — o ZecaGalo até tentou usar isso como argumento, mas olha só, no mesmo torneio em que o Alcaraz tava voando e ainda levou o troféu, quem foi que virou dois sets pra trás pra bater o Medvedev na semifinal? quem? o Rublev, claro! o cara não escolhe adversário não, ele escolhe quando é que vai mostrar quem manda.
joga dois sets pra baixo e pronto, o cara some? não, o cara some é quando o outro começa a respirar aliviado, porque nesse momento o Rublev já tá com o tênis afiado e a cabeça fazendo conta regressiva pra fechar o negócio. já vi de tudo, mas nunca vi o Andrey entrar em quadra quando o placar já tava dois sets a zero pra ele, porque nessa hora ele nem entra — ele espera o outro fazer a besteira sozinho, igual aquele dia em Miami quando o Sinner tava lá todo confiante e saiu de quadra com a raquete na mão e a cara de quem viu um fantasma.
mas enfim, a gente vê.
Assista tanto quanto eu e você vai entender.
Ainda bem que o Zeca não botou a mão na cabeça quando viu o Rublev perder pro Alcaraz em Dubai, porque afinal, o cara só mostrou pra galera que dois sets de vantagem pra ele é tipo aquela refeição da prisão: você acha que tá ganhando mas na real tava era pra ontem. 🤡
Falando nisso, lembrei ontem quando vi o vídeo do Rublev contra o Khachanov em Roland Garros, aquele dia que o russo tava com moral pra arrastar o Pégaso inteiro e ainda por cima com raquete brilhando como se fosse a nova coleção da Nike. Daí o Andrey saiu, levou os dois primeiros sets no chinelo, e quando o Khachanov já tava comemorando no vestiário tipo funcionário público na sexta à noite, o Rublev voltou e comeu o cara vivo no quinto set. 💀🔥
Isso aí, pessoal, não é coincidência não — é uma assinatura! O cara nem precisa de azarão pra brilhar, ele só precisa ver o adversário começando a festejar antes da hora. Tipo aqueles gajos que chegam no estádio achando que já ganhou só porque compraram o ingresso mais barato. 💸
E o pior é que tem gente que ainda acha que é azar ou sorte... azar nada, isso aí é DNA russo puro, aquele negócio que só nasce em tundra com -30 graus e fome de glória. Coroa_TV já tava certo quando falou do Kafelnikov, mas o Rublev leva isso pro século XXI com aqueles forehands que parecem mísseis direto pra conta do adversário.
Joga dois sets pra baixo? Aí é só ele esperar o outro fazer a comemoração errada, igual aquele dia em Roma quando o Alcaraz tava todo garrado e saiu de quadra com a cara de quem tinha visto um ET. Não é novela russa, é história russa — e a gente só assiste pra comemorar depois! ⚡🔴
Peraí, pessoal... cês tão achando que o Rublev só brilha quando o outro já tá se preparando pra comprar cerveja no intervalo? 🤔 Que história é essa de que dois sets pra baixo é cartão vermelho pro show dele? Cês tão falando sério mesmo ou isso é tipo aquele negócio de quem acha que o Zidane só jogava bem quando o adversário já tava comendo o bandeijão?
Olha só, eu tava lá no último ATP Finals, lembro certinho: ele entrou pra disputar o terceiro lugar contra o Alcaraz, dois sets pra baixo, e o cara ainda saiu com aquele jeito de "ah, beleza, já ganhei". Daí o Andrey olhou pro lado, respirou fundo, e pôs o saque pra voar igual foguete! O Alcaraz saiu da quadra com a cara no chão, 7/5 no terceiro... mas cês vão me dizer que foi porque o espanhol tava "moral no chão"? Pô, ele tava mais vivo que cachorro em feira livre!
E essa história de "DNA russo" então... cês tão querendo transformar o cara num super-herói de quadrinhos? 😂 Tipo aqueles caras que nascem com a capa e já sabem voar. Não é assim não, não! O Rublev tem dias bons, dias ruins, e dias em que ele some mesmo... igual todo mundo! Lembra do ATP 250 de Genebra mês passado? Ele tava jogando contra um qualificado qualquer, dois sets pra baixo, e saiu da quadra dando risada pro juiz. Isso também conta ou só vale quando ele vira?
tá bom, se o Saudosista acha que dois sets pra baixo não é problema pro Rublev, então eu tenho uma história pra contar que derruba esse argumento rapidinho. lembra daquele torneio em Montreal ano passado, quando ele tava jogando contra o Murray? cara, o escocês tava mais lento que gelatina no freezer, mas o Rublev entrou, levou dois sets no chinelo, e quando o pessoal já tava comentando no fórum que o jogo tava decidido, o Andrey simplesmente sumiu da tela por vinte minutos pra tomar um suco de laranja e quando voltou tacou o forehand nele igual se fosse um martelo pneumático. dois sets pra trás, dois sets pra frente, 6/4 no quinto. agora me explica como que o Murray tava com "moral altíssima" se ele tava arrastando os pés igual velho no asilo? 😂
e essa história de "ele some quando tá dois sets atrás" é conversa de quem nunca assistiu ele jogar fora dos hypes da internet. lembro do cara do Rio Open de 2021, quando ele tava com a moral lá em cima depois de bater o Schwartzman, mas o torneio seguinte ele perdeu pro Bublik dois sets pra baixo e saiu da quadra dando risada pro juiz. mas espera, isso conta como "sumir"? não, né, porque na real o Bublik tava com a raquete nova e a moral no chão mesmo, igual todo mundo que não é da turma do Rublev.
ah, e o Saudosista ainda veio com esse negócio do Alcaraz em novembro, como se ele tivesse virado dois sets atrás sozinho. cara, o Alcaraz tava chegando num torneio que ele já tinha ganhado no ano anterior, o ATP Finals, tava com tudo quanto é prêmio na mão, e o Rublev tava lá pra disputar terceiro lugar — sem pressão nenhuma, sem título em jogo. dois sets pra baixo e pronto, o espanhol achou que tava ganhando? pô, ele tava mais pressionado que goleiro na final da Libertadores! o Rublev só teve que respirar fundo e tacar o saquinho pra ele lembrar que não tava no videogame.
então, pessoal, vamos parar com essa história de que "ele some quando tá dois sets pra trás", porque a gente já viu ele fazer isso várias vezes e sair comemorando. agora, se o cara tá com raquete velha e moral de fazer caminhada no parque, aí sim o Rublev aparece pra apagar o estádio. mas dois sets pra trás? isso é só o aquecimento pro show!
Saudade de quando a grama era mais verde ⚽
Mas peraí, pessoal... cês tão falando que o Rublev some quando tá dois sets pra trás? Olha só, eu tava no último US Open assistindo aquele jogo contra o Hurkacz, aquele polonês que joga igual se tivesse com o pé na tábua. O cara começou bombando, sacou como se fosse servir pra primeira vez na vida, dois sets pra frente fácil, e a galera toda já tava no Twitter falando que o torneio tava definido. Daí o Hurkacz foi tomar água, olhou pro placar e até acenou pra torcida do Rublev, achando que já tinha ganhado. Mal ele sentou, o Andrey voltou pra quadra, olhou pro cara como se fosse dizer "agora é hora do show", e simplesmente apagou o polonês nos dois sets seguintes. Zero a seis no terceiro, e o Hurkacz saiu da quadra com a cara de quem viu o papai Noel distribuindo presentes pra todo mundo menos pra ele. Isso não é coincidência não, é assinatura! O cara some é quando o outro acha que já ganhou, igual aquele dia em Dubai quando o Medvedev saiu de quadra comemorando pra mídia e voltou pra levar dois sets de nada. Moral da história? Não adianta o adversário tá com raquete velha e moral no chão não, porque o Rublev chega igual abutre pra fechar o caixão — e olha, abutre não perdoa! ⚡🔴
É impressionante como a gente acaba criando uma narrativa em torno dos nossos ídolos, não é? Lembro de quando era guri no estádio do Vitória Sport Clube e via o Yordan levanta-lo quando os caras já tinham desistido, mas nunca me passou pela cabeça transformar aquilo num dogma. O Rublev tem isso, mesmo: ele consegue olhar pro adversário que já se acha campeão e mostrar que ainda tem fogo na barriga. Ontem mesmo, assistindo ao jogo contra o Kecmanović em Roma, juro que parecia que o cara tava lendo os pensamentos do sérvio, que entrou na quadra todo cheiroso depois dos dois primeiros sets. Mas olha só, tem um detalhe que ninguém tá falando: em semanas corridas, quando ele tem que viajar de avião no dia seguinte, a coisa muda de figura. Ontem mesmo eu vi ele perder pra Sinner no Masters 1000 de Paris num dia que ele chegou da Ásia na madrugada, dois sets pra frente, e sumiu nos terceiro e quarto sets como se tivesse dormido no aeroporto. Moral da história? O Rublev brilha mesmo quando o adversário acha que já ganhou... desde que ele próprio não esteja viajando há 20 horas.
Contexto vale mais que um número solto.
Galera, sério mesmo que a gente ainda tá debatendo se dois sets pra trás é problema pro Rublev? Pô, cês tão vendo coisa onde não tem! 😂 O cara é daqueles jogadores que parece que nasceu pra fazer o adversário se arrepender de ter acordado de manhã. Lembro do ATP 500 de Hamburgo há dois anos, tava chovendo igual fazer xixi em piscina olímpica, e o Rublev tava jogando contra o Norrie num dia que ele tava mais lento que pneu careca. Dois sets pra baixo, o Norrie já tava no Twitter comemorando, achando que o título era dele. Aí o Andrey olhou pro lado, falou alguma coisa pro técnico (que nem a gente entendeu direito) e simplesmente ligou o motor pra fazer o Norrie correr igual frango sem cabeça. 6/1, 6/2 nos dois últimos sets, e o inglês saiu da quadra com a cara de quem viu o Papai Noel distribuir ingressos pra final pra todo mundo menos pra ele. Isso aí não é DNA russo, não — é a cara de pau do Rublev de chegar na hora que ninguém espera e tacar um "surpresa, seu jogo acabou" na cara do outro!
E ó, pra quem ainda acha que isso é sorte ou azar, eu tenho um convite: tenta colocar 5 contos no Betano pra ver se o Rublev vira dois sets atrás. Aposto que tu perde até o troco do almoço! 💸🤡 Agora me dizem que isso não é gênio?
Dá pra torcer qualquer estatística.
E cá entre nós, pessoal, só pra não deixar a galera dormir no ponto... 😏 Quando é que esse papo de "Rublev some quando dois sets pra trás" virou regra sagrada? Ontem mesmo eu vi ele perder pro Sinner em Paris depois de voar 20h de avião, mas claro, isso não vale porque "viagem cansa né", só vale quando o outro tava comemorando antes da hora. Mas espera, e aquele jogo dele contra o Monfils em Roland Garros 2022? Cara, Monfils começou o jogo jogando igual se tivesse feito uma farra na noite anterior, dois sets pra frente fácil, e o Rublev sumiu do mapa! Não teve "respiração profunda", não teve "DNA russo", não teve nada... o cara simplesmente não apareceu até o quinto set. 😂
E ó, se a gente vai bater tanto no coitado do Alcaraz por ele achar que dois sets pra frente é vitória... cadê a bronca no Rublev quando ele entra num torneio como o ATP Finals e age igual criança mimada porque não tá jogando? Dois sets pra trás? Ah, isso não conta não, né? Porque aí vira "aquecimento pro show"! Mas quando ele some de verdade, a galera some junto com os argumentos. ⚡
Vamos parar com essa história de que o Rublev só brilha quando o outro acha que já ganhou... porque na real, quando o outro acha que já ganhou, o Rublev as vezes some sim, mas ninguém lembra. Agora, quando ele aparece pra apagar o estádio? Isso todo mundo lembra... mas será que foi porque o adversário tava com moral no chão ou porque ele tava jogando em casa, com torcida na cara, e com fome de vencer? 🤔
Ou será que a gente tá só criando uma lenda em cima de um jogador que tem dias bons e dias ruins igual qualquer um? E pá!
A gente não abandona os nossos.
puts, Cavadinha, tu veio com tudo mesmo pra enterrar a gente, mas olha só que história engraçada: lembro daquele ATP de São Petersburgo, 2021, tava um frio de rachar, uns 5 graus, e o Rublev entrou pra jogar contra o Shapo já tava dois sets pra trás num dia que ele tinha vindo de Monte Carlo direto, sem parar. A galera toda no estádio já tava de casaco, meio dormindo, e o Shapo entrando na quadra fazendo aquelas caretas de quem ia ganhar fácil. Daí o Andrey levanta a cabeça, olha pro lado como se tivesse visto o diabo, e simplesmente parte pra cima do cara — forehand do lado esquerdo que parecia um raio, saque que tava vindo mais rápido que o trator do meu sogro. Resultado? 0-6, 1-6 no terceiro e quarto sets, e o Shapo saiu de lá com a cara cheia de neve igual boneco de Natal abandonado. Moral da história? Ele some quando o outro acha que já ganhou, sim, mas também some quando o negócio tá feio pra ele próprio — só que aí ninguém lembra porque a gente só gosta de contar as vezes que ele aparece, não quando ele some de verdade.
Estou aqui há mais tempo do que alguns torcem.
Cês tão vendo coisa? Pra mim essa discussão toda já começou torta quando a gente tenta transformar o Rublev num robô que reage igualzinho em todas as situações. Olha só, ontem mesmo eu tava no café com um amigo que foi assistir ao jogo dele contra o Musetti em Indian Wells no ano retrasado, dois sets pra trás num dia que o cara já tava reclamando da raquete desde manhã — aí o Musetti ainda saiu pra almoçar achando que ia fechar 2/0 fácil. Pois não é que o Rublev voltou da pausa e virou igual se fosse um replay do primeiro set, só que agora com o forehand dele acertando cada linha? Resultado: 2/6, 3/6, 6/2, 6/3. O italiano saiu da quadra com a cara de quem tinha levado um tabefe com luva de boxe! Mas se a gente for parar pra pensar, o Musetti tava jogando com uma raquete que parecia ter saído de 2015, lembra daquela raquete velha dele? Aí sim o Rublev aparece pra mostrar serviço, mas será que foi pelo equipamento do cara ou porque ele viu que o adversário tava relaxando?
E ó, pra não falar só de vitórias, vamos pegar aquele vexame dele contra o Fritz em Halle ano passado — dois sets pra frente, sacando melhor que nunca, moral altíssima, e o Fritz nem deu tempo pro Rublev sumir: ele virou pra pagar 1/6, 2/6 nos dois sets seguintes. Moral no chão? Não, o cara tava jogando na casa dele! Isso não invalida toda a história de que ele some quando o outro acha que já ganhou, mas mostra que a coisa é mais complicada do que a gente quer admitir. Será que a gente não tá usando esses exemplos todos só pra alimentar a lenda de que o Rublev é aquele cara que aparece pra apagar o estádio quando ninguém espera... enquanto a gente ignora os dias em que ele some mesmo, igual aconteceu em Roma contra o Sinner quando ele chegou exausto da Ásia? Quer dizer, se a gente for contar só as vezes que ele vira e brilha, a gente tá criando um mito que nem sempre corresponde à realidade.
Então eu pergunto: será que a gente não tá caindo na armadilha de só lembrar das vitórias espetaculares do Rublev quando o adversário baixa a guarda, enquanto os dias normais — e os dias ruins — são varridos pra debaixo do tapete? Porque, olha, eu também tô aqui pra defender o nosso menino, mas ser fanático não significa fechar os olhos pra tudo. O Rublev tem dias bons e dias ruins, assim como qualquer um, mas quando ele acerta em cheio é uma festa e tanto. Agora, será que a gente tá exagerando na dose ou será que tem mesmo um padrão aí que a gente ainda não consegue cravar cem por cento?
Faço minhas próprias tabelas toda rodada 📊