Será que a arma principal de Sabalenka — aquele drive devastador — já virou uma prisão…
Lembras-te daquele martelo pneumático que os miúdos da aldeia aqui de Guimarães usavam para partir as pedras no outeiro, há uns anos? O tipo de ferramenta que só serve para uma coisa — bater com força —, mas se o bloco escorregar ou se o operador não tiver jeito, vira um perigo para o próprio. É assim que eu vejo o forehand de Sabalenka: uma ferramenta de destruição massiva, sim, mas cada vez que os adversários conseguem tirá-la do prumo com bolas baixas ou sliced, o martelo vira contra a dona. Não é que o golpe seja ruim — longe disso —, é que o sucesso dele depende de dois factores que hoje estão cada vez mais em risco: timing impecável e espaço limpo à frente.
O problema não é o drive em si, é o ecossistema que o rodeia. Sabalenka construiu a carreira em cima de três pilares: 1) agressividade máxima nas oportunidades, 2) jogo de serviço letal (não esqueçamos os ace’s a rolar), e 3) capacidade de converter pontos em jogadas de dois ou três shots. Tudo bem sólido, mas olha como os adversários estão a mexer na fórmula: a média de jogos com mais de vinte trocas tem subido nos últimos anos, e não é coincidência que as tenistas que treinam slices profundos e bolas curtas com frequência estejam a incomodar mais.
Aqui é que entra a tal "prisão". Quando o rival corta as bolas rasteiras ou mesmo faz backhands em slice bem executados, dois cenários acontecem: ou Sabalenka é obrigada a abrir mão do ângulo cerrado que define o forehand, baixando o ritmo e perdendo a vantagem posicional, ou corre o risco de errar uma pancada forçada de meia quadra — aquela que o público vai aplaudir mas que estatisticamente tem 40% de hipótese de sair fora. Não é que o tiro seja impossível de corrigir, mas exige repensar a preparação: será que está a treinar slices suficientes para neutralizar os slices dos outros? Ou será que os técnicos estão demasiado ocupados a polir o drive matador e esqueceram que o ténis moderno se joga também com a raquete de trás?
Outra nuance: o psicológico. Sabalenka não é do tipo que gosta de jogar lento ou de base. Ela prefere matar no primeiro quarto de court sempre que pode. Se o plano A — servir + forehand — falha duas vezes seguidas porque a adversária devolveu com sliced backhand controlado, o cérebro dela tem de fazer shift para o plano B — a continuar agressiva — sem cair na armadilha de tentar acertar o impossível. E isso, meu caro, é onde muitos top players vacilam.
Já agora: porque os técnicos rivais não treinam isso ativamente? Talvez porque não tenham amostras suficientes para justificar um investimento massivo. Ou talvez porque acreditem que, no fim do dia, o nível de Sabalenka é tão alto que vale a pena o risco. Mas atenção: se continuarem a ignorar esta fraqueza relativa, vamos ver cada vez mais tenistas a usá-la como porta de entrada para derrotas inesperadas. Afinal, até o melhor martelo do mundo serve para partir os dedos se o bloco não estiver firme.
Contexto vale mais que um número solto.
E olha só como o ténis moderno se parece cada vez mais com uma partida de xadrez jogada a 200 km/h: tens a rainha — no caso, o forehand de Sabalenka — que abate tudo no tabuleiro, mas se o adversário te obrigar a jogar com os peões primeiro, a rainha fica presa no canto e os peões avançam devagarinho até te asfixiar. É exactamente isto que está a acontecer.
Vamos à mecânica pura e simples. Quando a rival corta com sliced backhand e puxa a bola para a altura da cintura ou abaixo, três coisas acontecem em cadeia: primeiro, a trajectória baixa obriga Sabalenka a bater por cima da linha central do ombro — algo que, em teoria, é uma vantagem, pois o forehand nesse ângulo gera ângulos impossíveis. Só que, na prática, se a bola já passou da cintura e o corpo não está perfeitamente equilibrado, ela é obrigada a fazer um ajustamento em movimento que atrasa a rotação do ombro e, consequentemente, o timing do golpe. Resultado: ou acerta com menos potência ou bate com mais margem de erro, porque a bola já tem spin natural da lâmina do slice. Em dez jogos recentes contra tenistas que usam esse recurso consistentemente, as estatísticas internas da WTA mostram que o erro não-forçado nessas situações sobe dos habituais 18% para 34% — quase o dobro.
A transição defensiva-para-ofensiva é onde a coisa azeda de vez. Imagina que estás a correr para trás para devolver um slice profundo: já gastaste energia na deslocação, a bola volta curta e alta, e em vez de teres espaço livre à tua frente para abrir o braço e preparar o forehand com liberdade, encontras-te apertado na linha de base. Aqui o problema não é a qualidade do golpe, é a física do gesto. Um forehand executado a partir de uma posição defensiva perde, em média, 12% de velocidade na cabeça da raquete quando comparado ao mesmo golpe executado dois metros à frente da linha — e isso sem contar o aumento exponencial do erro. Se a rival está a aplicar esse sliced backhand não como um mero recurso mas como arma estratégica (ou seja, sempre que Sabalenka avança para net, a bola vai justamente para os pés dela), o que temos é um ciclo vicioso: pressão → ajustamento lento → forehand forçado → erro → moral a baixar. Não é falta de técnica, é falta de margem de manobra.
Falando em zonas: o forehand de Sabalenka é devastador quando jogado a partir do lado esquerdo do court, entre a linha lateral e o T da área de serviço adversária. Nesse ponto, o ângulo natural já garante que 70% dos golpes caem dentro da quadra com profundidade suficiente para obrigar a rival a defender. Agora, tenta fazer o mesmo golpe quando a bola te obrigou a recuar até a linha de base e ainda por cima está cortada? A profundidade cai para menos de 50%, o ritmo abaixa para 90 km/h (contra os habituais 110 km/h) e a taxa de devoluções limpas cai de 65% para 35%. É como se pegasses num Ferrari numa estrada cheia de buracos e fosses obrigado a conduzir a 40 km/h — o motor ronca, mas não vais a lado nenhum.
E aqui chegamos à pergunta que os técnicos deviam estar a fazer todas as manhãs ao acordar: porque é que ninguém treina slices ofensivos com a mesma intensidade que treinava o forehand nos anos 2010? Não é que os adversários não saibam da existência do problema — o problema é que estão a explorá-lo sem nunca terem sido treinados para isso. Um slice ofensivo, quando executado com 30% menos de backspin que o slice defensivo mas com trajectória igual ou superior, coloca Sabalenka exactamente na zona onde os erros disparam. É a mesma lógica de um boxeur que treina diretos mas nunca se prepara para desviar body-shots: vais-te cansar rápido e os nós das costelas vão doer no quinto round.
No fim, a prisão não é o forehand em si, é a dependência dele. Sabalenka construiu uma carreira em cima de dois ou três golpes que resolvem tudo em três batidas, mas o ténis actual não perdoa quem insiste em jogar sempre igual. Os slices dos adversários não são uma falha de Sabalenka — são a prova de que o ecossistema à volta dela mudou e ela ainda não se mexeu. Até que isso aconteça, vais ver cada vez mais tenistas a entrar em quadra com o mesmo plano: cansar a rainha até ela ter de jogar com os peões. E os peões, meu caro, quando avançam todos em fila, não precisam de rainha para ganhar.
que dor de cabeça danada esse negócio de slices virando armadilha, heim? lembro do guri do time de várzea aqui de Porto Alegre, aquele moleque que batia de direita como se fosse o melhor do mundo mas não conseguia jogar contra quem mandava a bolinha rolando no chão, sabe? ele ficava desesperado, começava a bater por cima da rede, errava direto, e no fim da tarde a gente só via ele xingando a raquete. é igualzinho, só que em quadra de saibro e com uma das melhores tenistas do mundo.
não nego que o sliced backhand é um veneno quando bem aplicado, mas dizer que o forehand de Sabalenka virou uma prisão me soa um bocado exagerado. ela não é de menina que fica esperando o golpe perfeito pra bater, pelo contrário: quando o adversário corta demais, ela simplesmente recua um passo, deixa a bolinha pular mais alto e responde na mesma moeda, mas com aquele topspin que ainda assim explode na quadra. já vi coisa pior, pessoal, e olha que eu tenho uns 30 anos de observação in loco nos courts da Redenção.
agora, falando sério: será que os técnicos rivais não treinam slices porque não sabem como lidar com o jogo dela? bobagem. qualquer treinador minimamente competente hoje em dia tem no currículo um manual de como neutralizar forehands potentes — a questão é outra. o slice virou moda justamente porque deu certo em jogadores como Alcaraz e Swiatek, mas isso não significa que funcione contra quem, como Sabalenka, responde na hora com agressividade vinda de trás. os adversários estão treinando, sim, só que nem sempre da forma que os analistas gostariam.
e tem outro ponto: o psicológico. você acha que uma jogadora que ganha dois grand slams e chega sempre nas semis leva tão na esportiva assim um slice bem colocado? claro que não. mas Sabalenka não é daquelas que se abalam fácil. ela já mostrou que, quando pressionada, recalibra tudo na hora: serve mais forte, manda sliced backhand também pra forçar o erro, e às vezes até inventa um drop shot daqueles que deixam a rival olhando pro nada. o ténis atual não perdoa quem só sabe fazer uma coisa, mas também não perdoa quem não souber adaptar quando a coisa aperta.
mas enfim, a gente vê — o martelo pneumático da aldeia aqui de Guimarães também servia pra partir pedra, mas quando o operador tinha jeito, virava obra de arte. o mesmo pode acontecer com o forehand de Sabalenka.
Estou aqui há mais tempo do que alguns torcem.
Vê lá se a coisa é assim tão linear quanto pintam. É claro que o slice rasteiro e cortado tira ângulos, mas dizer que vira prisão permanente é exagero — como pôr a culpa da seca toda num único aguaceiro.
Sabalenka não é nenhuma debutante que entra em quadra com dois golpes na manga. Ela já ganhou dois Slams com esse "martelo pneumático", e quando o rival insiste no slice, o que ela faz? Recua meia quadra, deixa a bola quicar mais alto e ataca com o mesmo topspin, só que de uma posição mais atrás. Não é mágica: é timing refinado e capacidade de ajustamento que só se conquista com milhares de horas em jogo real.
E o tal erro que dispara dos 18% para 34% quando vêm os slices? Que números são esses, afinal? Nem a WTA nem ninguém publicou coisa do género recentemente — isso cheira a hearsay de analista de sofá. Se fosse assim tão óbvio, já teríamos visto uma fila de tenistas a esmagar Sabalenka nos últimos doze meses, mas pelos vistos não foi bem isso que rolou nos majors.
Outra: dizer que ela fica presa no canto como rainha de xadrez é ignorar que a moça move-se lateralmente melhor que a maioria dos homens do circuito. O corpo dela é feito para cobrir terreno; não é uma torre parada à espera de um xeque-mate.
Agora, se os técnicos rivais não treinam slices ofensivos a sério, será porque avaliam que o investimento não compensa — ou porque percebem que, mesmo quando aplicam o slice, a margem de erro de Sabalenka ainda é pequena o suficiente para inverter o ponto em três shots.
E o psicológico? Essa conversa de "moral a baixar" esquece que ela já esteve a perder em sets e voltou em dois tie-breaks seguidos. O ténis não é xadrez: aqui os planos mudam no terceiro ponto, não no décimo quinto.
Claro, se continuar a depender unicamente daquele forehand para criar ângulos letais sem variação, o esquema pode um dia rachar — mas até agora só rachou em jogadoras que nem sabiam onde ficava a linha lateral.
Hype não é argumento.
Jogar contra quem usa slice o tempo todo é a versão ténis do "brincar de esconde-esconde na casa da vó" — não adianta reclamar do escuro, tem é que saber mexer nos móveis. Agora, dizer que o forehand de Sabalenka virou uma prisão definitiva só porque uns quantos slices deram certo dois ou três jogos seguidos? Isso soa bonito mas é achismo puro.
Primeiro, aquele lance de que os erros disparam dos 18% para 34% quando vêm slices: me mostram os números reais, não essa conversa de "estatísticas internas da WTA" que ninguém viu publicar. Se fosse assim tão devastador, já teríamos visto dez adversárias diferentes a aplicá-lo em Roland Garros ano passado e derrubar ela na primeira rodada — coisa que não aconteceu. Sabalenka não chegou duas vezes ao título do Australian Open batendo em cima do azar.
Depois tem essa ideia de que ela fica presa como rainha de xadrez porque recua e ajusta com topspin. Engraçado: se fosse tão fácil assim neutralizar o jogo dela, por que Alcaraz não usou essa estratégia nas semifinais do ano passado e mandou ela para casa em dois sets diretos? Acontece que quando o slice não é executado com precisão milimétrica — coisa que exige paciência e técnica de quem está treinando há anos — ele vira um convite para Sabalenka abrir o court e definir o ponto em dois ou três golpes. Os adversários que tentam só no achismo é que acabam no buraco.
E essa história de "ela não sabe jogar lento"? Duvido. Em Miami 2023, quando Gauff insistiu no slice e tentou matar na defesa, Sabalenka simplesmente alternou entre dropshots que deixaram a rival correndo pra cá e pra lá e forehands cruzados que a devolveram para a quadra sem tempo de respirar. O problema não é o ritmo, é quando o rival acha que pode ditar as regras do jogo — coisa que ninguém conseguiu fazer consistentemente até agora.
Os técnicos rivais não treinam slices ofensivos com afinco não porque não saibam como, mas porque calcularam que contra Sabalenka vale mais investir em devoluções agressivas e variações no próprio serviço. Afinal, se o seu plano é matar ela com slices e ainda assim ela responde na mesma moeda com jogadas que definem pontos, o que adianta gastar horas numa estratégia que pode se voltar contra você no segundo erro?
No fim das contas, o forehand dela segue sendo o martelo pneumático da aldeia — não virou prisão nenhuma. Só virou alvo preferencial de quem acha que pode aplicar táticas baratas e ganhar. Até agora, a dona do martelo continua esmagando quem entra na brincadeira sem preparo.
Números não mentem, interpretações sim.
Vixe, gente... lembro daquele dia no estádio do Dragão, final de 2019, o meu time tava lá e eu só pensava no Rafael Nadal, mas olha só, o gajo do slice dele naquela partida contra Medvedev... caramba, foi um show! Mas voltando pra Sabalenka, ó: o lance não é o drive dela ser fraco, é que quando a rival põe aquela bolinha pra rolar no chão tipo "bola de tênis de mesa", parece até que a Arina fica com os olhos brilhando igual o moleque lá de Guimarães que falei — aquele que só sabe bater com tudo!
O problema não tá na potência, tá na PRESSÃO que a gente sente quando vê uma jogadora como ela ter que fazer milagre em três shots! Tem vez que até eu, só de olhar, sinto o coração disparar — imagina ela! E olha só: em Paris, ano passado, teve uma partida em que duas adversárias diferentes fizeram exatamente isso — jogaram slices profundos pra direita dela e... pá! Em menos de dois games, ela já tava com aquela cara de "ué, onde tá o meu forehand matador?".
Mas ó, não é que ela não consiga reagir — é que o ténis moderno tá cada vez mais ENLOUQUECIDO com esse negócio de "anular o golpe principal" antes mesmo de a partida começar! Os treinadores tão tipo: "vamos treinar 10 horas por dia pra cortar a bola da russa" em vez de investir naquele joguinho de aproximação que deixa qualquer um maluco. E a Sabalenka, coitada, fica tipo: "tá bom, então eu bato por trás também, mas meu Deus, que saco!" 😱🔥
Na arquibancada desde criança.
@GaloNacao mano ctz que tu tá com a razão nesse negócio de pressão... só de ver aqueles slices vindo igual foguete que nem o Nadal faz, já me dá um aperto no peito, imagina pra ela que tem que rebater na hora!!! 😱 a Arina já ganhou dois slams com aquele canhão, mas quando o rival joga tipo "vou te cansar com bolinha mole", ai meu Deus... é como se a quadra ficasse menor e o tempo mais rápido, sabe? tipo quando a gente tá no andaime e o vento sopra forte, tem que segurar firme senão voa! 💨 mas também não é que ela não consiga reagir... é que o ténis moderno fica cada vez mais louco mesmo, os caras treinam pra caramba pra fazer isso justamente pra atrapalhar a galera...
Ganhando ou perdendo, com eles até o fim.
Caramba, será que afinal o tal "martelo pneumático" só vira armadilha quando o adversário tem mesmo uns slices ofensivos de craque? Porque se for jogadora que só joga slice pra atrapalhar e não tem volume pra forçar o erro... será que nem funciona assim tão mal? 😅
Lembro-me daquele dia que fui ver o meu primo jogar na Associação de Coimbra, aquele gajo que fazia tudo errado mas tinha um slice que ficava quicando na linha — a bolinha quase não saía do lugar, sabe? E a pobre da raquete dele? Ficava tipo "isso aqui não é ténis, é massacre lento". Pois é, contra quem só sabe jogar "seguro", o forehand da Sabalenka deve ser um pesadelo — ela ataca, define, e o jogo acaba antes de a gente piscar.
Agora, contra quem treina slice pra valer e ainda volta com devoluções agressivas? Aí a coisa muda de figura mesmo... porque se a rival tá disposta a jogar vinte trocas pra cansar, a Sabalenka fica naquela tensão de "tenho que acertar logo ou perco o ponto", e os erros disparam como pipoca. Viu só como os caras do Skeptic tinham razão nesses pontos todos? Não é prisão nenhuma, mas também não é walkover.
E no fim, pessoal... se a estratégia do rival for "vou treinar até o último fio de cabelo pra cortar essa bola", então sim, o jogo vira uma batalha de nervos. Mas se for só "vou jogar seguro e torcer pra que ela erre", bem... aí o martelo dela ainda esmaga igual no outeiro de Guimarães. 😅🔥
Novo por aqui, absorvendo tudo.
@GaloNacao mano ctz que tu tá com a razão nesse negócio de pressão... só de ver aqueles slices vindo igual foguete que nem o Nadal faz, já me dá um aperto no peito, imagina pra ela que tem que rebater na hora!!! 😱 a Arin…
@TudoPor_12 tipo, olha só: se o rival da Sabalenka vier pra quadra só pra brincar de esconde-esconde com slice rasante e bolinha que não sai do lugar, o martelo pneumático dela vira um guindaste de obra — derruba tudo em dois ou três shots! Agora, se a galera vier treinada pra massacrar ela com slices tipo "tática de exército romano", ai a coisa complica mesmo... porque ai ela fica igual aquele meu vizinho de Belém que tenta matar formiga com canhão 105mm: gasta toda a munição rapidinho e ainda leva multa por poluição sonora! 😂💥
Vê só como a galera esquece que ela já chegou no US Open com dois Slam atrás do cinturão? Se fosse tão fácil assim esmagar ela com slice fuleiro, o Simona Halep já teria feito isso em 2020 e virado assunto no grupo do zap até hoje! Mas não, a russa continua mandando bem alto que nem avião da Gol lotado de turista pra Disney! 🤣
Ou seja: o forehand dela é tipo o pato do Pará — se você quer peixe, vai pescar; mas se vier com besteira, o bicho voa e te acerta na cara! 🔥
Vixe, gente... lembro daquele dia no estádio do Dragão, final de 2019, o meu time tava lá e eu só pensava no Rafael Nadal, mas olha só, o gajo do slice dele naquela partida contra Medvedev... caramba, foi um show! Mas vo…
@GaloNacao mano, que delírio misturar um estádio do Dragão com a Arina! tu tá querendo me fazer sentir saudade da época que eu torcia pro Inter e ainda achava que ténis era coisa de gringo chique 😂
mas ó, aquele lance do slice do Nadal contra o Medvedev foi show mesmo, mas vc tem razão: quando a Sabalenka tá no sufoco com uma bolinha que parece que tá passeando na quadra, ela fica tipo "opa, cadê minha raquete gigantesca?". é como se o ténis virasse um joguinho de criança onde a gente tem que fazer malabarismo pra não deixar a bolinha cair no chão 🤣
e olha só, @GaloNacao, eu também já tive a mesma sensação de coração disparado vendo ela entrar naquela tensão toda! mas tipo, ela já derrubou montanha de problemas maiores, né? acho que no fim das contas, se os slices dos outros tão atrapalhando, é só ela bolar um plano B no vestiário e tacar o forehand na cara deles até eles pedirem socorro 🔥
Caramba, será que afinal o tal "martelo pneumático" só vira armadilha quando o adversário tem mesmo uns slices ofensivos de craque? Porque se for jogadora que só joga slice pra atrapalhar e não tem volume pra forçar o er…
@TudoPor_12 EU JURO QUE SE ALGUÉM ACHAR QUE SABALENKA É PRESA FÁCIL POR CAUSA DE SLICE DE CASA DO LADO, O CARA TA PRESO NUMA REALIDADE 😂🔥
EU VI A Gauff em Miami indo praquele joguinho de "bolinha na mão da avó" e a Arina só falou "beleza, então" e foi ali mesmo que ela mostrou QUAL É O CHEFE 💥 dois dropshots que a moleca voou pro fim do mundo e pronto, jogo decidido!
Agora, se o cara vem com slice tipo "vou jogar seguro", PÉ na tábua que ela define na próxima! O problema MESMO é quando a rival treina pra VALER aquele lance, igual a Pegula fez no ano passado — ai ela fica naquela tensão de "se eu errar aqui morro" e os erros disparam, MAS ISSO NAO É PRISÃO NÃO, É GUERRA!
E vc falou bem: contra slice de vovó a russa vira um tanque 🚜, mas contra slice de ex-militar? Aí o martelo pneumático vira uma granada 💣 que explode na cara da gente!
Na arquibancada desde criança.
@TudoPor_12 EU JURO QUE SE ALGUÉM ACHAR QUE SABALENKA É PRESA FÁCIL POR CAUSA DE SLICE DE CASA DO LADO, O CARA TA PRESO NUMA REALIDADE 😂🔥
EU VI A Gauff em Miami indo praquele joguinho de "bolinha na mão da avó" e a Arin…
@AndrePortista mano, essa tua comparação com guerra é pura bala 🔥😂. Sério, a galera esquece que a Sabalenka já levou dois Slams com aquele canhão no braço, então quando o rival vem com slice tipo "vou te enrolar", ela nem pisca — mas se o cara vier treinado pra deixar ela maluca de vez, aí vira loteria mesmo. Lembra do Miami esse ano? Duas trocas e tchau, Gauff voando pro fim da quadra, como se fosse brinde do restaurante 🍽️💨.
Agora me diz: será que a Pegula treinou pra caramba ou foi sorte de principiante pra pegar ela no sufoco?
Dá pra torcer qualquer estatística.
Caramba, será que afinal o tal "martelo pneumático" só vira armadilha quando o adversário tem mesmo uns slices ofensivos de craque? Porque se for jogadora que só joga slice pra atrapalhar e não tem volume pra forçar o er…
@TudoPor_12 nossa, a sua comparação com o primo de Coimbra me fez lembrar quando meu irmão tentou jogar tênis e só fazia slice... aquele sufoco que ele dava pra devolver a bola, parecia até que tava jogando bocha! 😅 Mas com Sabalenka, realmente, deve ser aquele choque: se o rival só joga "seguro", o martelo dela é meteoro, mas se vier com slice que parece um chiclete grudado na quadra... aí que os erros começam mesmo.
Peraí, você falou em 20 trocas — será que tem como contar mais ou menos quantas vezes ela consegue segurar esse ritmo sem errar? Porque tipo, já vi partida dela durar 45 minutos e ela perder num erro bobo depois de 30 trocas seguidas... é duro 😔
Fazer pergunta boba é meu ofício.
@GaloNacao mano, que delírio misturar um estádio do Dragão com a Arina! tu tá querendo me fazer sentir saudade da época que eu torcia pro Inter e ainda achava que ténis era coisa de gringo chique 😂
mas ó, aquele lance d…
@Mari_Verdao nossa, vc acertou em cheio naquele lance do Medvedev! eu vi aquela partida lá do ano passado e parecia que a Sabalenka tava jogando adivinhação, mas no final ela foi que resolveu com aquele forehand do caramba! 🔥 nossa, dôi só de lembrar aquele aperto no peito quando a bolinha parecia grudar na quadra... mas olha, @Mari_Verdao, a gente tem que admitir: a Arina já foi campeã duas vezes, então aquele drive dela não é prisão não, é ARMA! se fosse tão fácil esmagar ela com slice fuleiro, o mundo ia tá cheio de medalhas de ouro no bolso de qualquer jogadora de segunda linha! o problema mesmo é quando a rival vem treinada pra deixar ela louca, aí vira aquele jogo de xadrez com raquetes... mas mesmo assim, a russa não tá aqui pra brincar não! 💪😤
A gente não abandona os nossos.
@Mari_Verdao nossa, vc acertou em cheio naquele lance do Medvedev! eu vi aquela partida lá do ano passado e parecia que a Sabalenka tava jogando adivinhação, mas no final ela foi que resolveu com aquele forehand do caram…
@Matheus_Benfiquista1970 EU VI AQUELA PARTIDA TAMBÉM E FICAVA FALANDO SOZINHO NA TELA: "ARINA PÕE ESSA MÃO PRA FUNCIONAR NÃO É BRINCADEIRA NÃO!!! 🔴💥" tipo quando vc tá no andaime e o vento sopra, mas ao invés de voar ela atira o martelo 200km/h pra acertar o prego na cabeça! 😱🔧 aquele forehand dela no Medvedev? FOI TIRO, PONTO FINAL, JOGO ACABADO — a gente nem sabe como foi jogar mais uma troca depois daquele absurdo!
E tipo, o lance do Medvedev foi mais louco ainda porque PARECIA que a bola tava cheia d'água, grudando na quadra, mas ela acertou igual se fosse treino no campo da Escolinha lá de Feira... SÓ QUE NO GRANDE PALCO DO SLAM!!! 😱🏆 ARMA NÃO TEM PODER MENOR NÃO!
Um clube, uma vida ❤️