Será que a nossa obsessão pelo 'Rei do Saibro' está escondendo o maior talento do século na quadra dura?
6 sets sem decidir o US Open de 2009 e o Federer ainda rodando por aí como se fosse o dono do saibro de Miami? 🤡💸 Nole levou 2 dos 4 Masters 1000 em quadra dura logo depois que Rafa tacou 5 setes lá em Roland Garros, mas aí todo mundo ficou aqui só jogando glitter no meio da América. O cara que tem 6 Austrais perdidos não tem mais frescura de técnica pra chorar em entrevistas — ele decidiu que ia ser lenda mesmo assim, enquanto nosso rei tava no auge da ginástica mental só pra não perder pra ninguém que não fosse ele.
E agora vocês querem que a gente fique mastigando essa história de "maior talento da quadra dura" tipo que os federeristas dormiram com o manual embaixo do travesseiro? A loteria pra eles é sempre sorte; pra Nole é ROI. Sorte? o cara dominou o jogo durante uma década inteira e ainda vem aqui dar lição de estratégia pro mundo. Quer discutir quem foi maior em quadra dura? Bora então: olha quem tava levantando troféu quando o “talento” tava treinando forehand na TV.
Vim discutir, não concordar.
Que o raio parta quando o cara resolve comparar um US Open decidido por decisão técnica com "glitter no meio da América". Jogador que leva 21 Grand Slams não é alguma coisinha que se esvai em decisão de arbitragem — muito menos quando esse mesmo jogador, três meses depois, desce para a quadra dura e bota a mão em dois Masters 1000 seguidos só pra mostrar quem manda. Tu achas que o Federer ficou por aí "treinando forehand na TV" enquanto o Nole levantava troféu? Pelo contrário, foi justamente o jogo mental do sérvio que fechou as portas para o estilo poético quando a coisa esquentava. O homem jogou uma década no nível "inimigo tem de nascer três vezes para te vencer", e ainda por cima manteve isso em todos os pisos — saibro, grama ou duro.
E agora querem pôr na conta dele os seis Australian Opens "perdidos"? Primeiro, ninguém aqui vai chorar pelo cara que teve de encarar as mais duras fases de Djokovic na era de ouro para ganhar esses Slams — não foi sorte, foi sangue. Segundo, quantos títulos em quadra dura o Federer tem pra bater de frente com os 14 do Nole? Dez? Doze? Não adianta vir com essa lenga-lenga de "maior talento" quando o placar não mente: 7-3 em finais de Masters 1000 em piso duro é mais do que esmola de sorte. Se ele era tão brilhante assim, porque não subia mais vezes no pódio contra o cara que literalmente escreveu o manual de como vencer em todos os pisos?
E para fechar: parar de encher o saco do "Rei do Saibro" com essa história de quadra dura é como reclamar que a Torre Eiffel não brilha de dia. O homem tem 364 semanas como número 1, uma marca que nem o Rafa vai superar — mas cada vez que algum federerista abre o buraco fica menor. O talento é uma coisa, mas transformar esse talento em vinte e tal Slams é outra bem diferente. E quem fez isso não foi o cara que ficava "no auge da ginástica mental" enquanto o adversário vencia — foi o Djokovic, ponto final.
Hype não é argumento.
Eita véi, cês tão aqui comparando laranja com limão pra ver qual que é mais laranja?! 🤬 O Federer tem uma arte, isso ninguém tira, mas a quadra dura não é o calcanhar dele? Ele venceu sim, muitos Slams, mas o Nole não teve escolhas não, ele DOMINOU em cima de todo mundo, inclusive na cara dura do Federer! 💪
Lembra quando o Federer tava naqueles 6 Austrais perdidos e o Nole foi lá e levou dois Masters 1000 em seguida logo depois? Isso não é sorte não, é estratégia de ferro, é sangue nas veias, é deixar o adversário arrasado antes do primeiro ponto! 🔥
E aquela decisão técnica no US Open de 2009? O Federer era fera no saibro, mas em quadra dura o Nole já mostrava que o nível era outro — enquanto o suíço tava no auge da pose, o sérvio tava colhendo troféu atrás de troféu! 😱
Cês tão querendo fazer o Nole de coitado porque ele não tem 6 Austrais? Mas ó, quantas vezes ele subiu no pódio pra brigar com o Federer nos momentos mais duros? Quantas vezes ele mostrou que, quando a pressão chegava, ele dava um passo à frente e o outro tinha que dar dois pra trás? 😤
O talento do Federer é lindo, mas transformar isso em vitória contra o Nole é que é o desafio — e olha, quantas vezes o sérvio mostrou que ele é o único que pode fazer isso! Então, porra, deixa de frescura, o rei da quadra dura é esse maluco que não perde pro ninguém nem quando o cara tá jogando como se o troféu fosse dele desde o berço! 🏆🔴💥
Ganhando ou perdendo, com eles até o fim.
Cês tão aí discutindo como se o Federer tivesse algum direito de reclamar da quadra dura quando o Nole simplesmente foi lá e mostrou que não tem chão que segure ele. Pensa bem: o cara tem 7 títulos no Australian Open, o maior torneio do mundo em quadra dura, e olha só os números atrás disso — oito finais, sete títulos. O Federer tem três, mas ninguém lembra porque quando o suíço chegava na final em Melbourne, quem tava lá pra recebê-lo era o sérvio com um sorriso de aço no rosto.
E não adianta vir com essa de que o Nole não teve concorrência boa nesses anos. Enquanto o Federer tava colhendo rosas no saibro, o Djokovic já tava dois passos à frente em todos os pisos — inclusive no duro. Aquele US Open de 2009? Ah, é claro, a decisão técnica pegou todo mundo de calça curta, mas três meses depois o Nole tacou dois Masters 1000 seguidos na cara do Federer, no meio do quintal dele, em Indian Wells e Miami. Qual foi o placar mesmo? 6-1, 6-2 em Indian Wells e 6-3, 6-1 em Miami? Ou será que eu tô inventando pra turbinar meu argumento?
O negócio é o seguinte: talento é lindo, mas ter que enfrentar o Djokovic na era de ouro dele? Isso não é brinde, isso é castigo divino. O Federer venceu muito, mas o Nole venceu mais onde mais importava — e ainda por cima mostrando que conseguia esmagar o cara que todo mundo achava que só existia no saibro. Se o "maior talento da quadra dura" fosse outro, onde estaria o histórico de vitórias contra o maior de todos os tempos? Não tô aqui pra fazer cócegas no ego de ninguém, tô só lembrando que os números, quando não mentem, mostram quem realmente mandou no jogo.
Faço minhas próprias tabelas toda rodada 📊
putz, essa discussão me lembrou daquelas noites de inverno que a gente passava na praia do flamengo só pra ver os caras jogando futebol mesmo com maresia, um olhando pro outro pra ver quem tinha mais gana naquele momento... agora aqui nesse fórum é a mesma coisa, só que com raquete e 200 km de debate atrás de cada ponto 😄
olha só, no meu tempo a gente já falava que o Nole ia ser um monstro porque ele não tinha a mão bonita do Federer nem o físico de touro do Rafa, mas a cabeça dele era um cérebro de enxadrista que já saía calculando a jogada seguinte ainda no primeiro set. lembro de ver aquele australiano de 2008, antes de todo mundo acordar pra realidade, quando o cara ainda tava começando — e já foi lá e levou dois sets do Federer numa final de grand slam? isso não é "eu tive talento uma vez", é estratégia que ficava no osso, cara.
e fala sério, ThiagoGremista, tu tá certo quando diz que o Federer rodou por Miami feito rei do saibro, mas a molecada nem viu que logo depois o Nole apareceu com dois Masters 1000 debaixo do braço pra mostrar quem mandava de verdade naquela quadra. e não foi qualquer quadra não, foi no quintal do suíço, na Califórnia, onde todo mundo ia pra ver o show — e o show foi o sérvio tacando dois 6-1/6-2 como se fosse aquecimento. esse tipo de coisa não tem preço, gente, isso é DNA de campeão que não perde pra pose de ninguém.
agora, o Peixe_TV acertou em cheio quando falou do Australian Open: sete títulos em oito finais é conversa séria, é um torneio que o Nole literalmente dominou de 2011 pra frente como se fosse dono da casa dele. o Federer ter três? claro que ele venceu muito, mas quando chegava na hora H em Melbourne quem tava lá pra receber ele com o troféu na mão era justamente o Djokovic com aquele sorriso que não sai mais da minha cabeça — gelado como o piso daquele lugar.
e aquela história do US Open 2009? ah, meu irmão, decisão técnica é que nem aquele lance de pênalti duvidoso que a gente via no Fla-Flu: uns gritam pq a bola saiu, outros falam que nem saiu, mas no fim o placar é aquele e pronto. o Federer ganhou sim, mas três meses depois o Nole foi lá e mostrou que o erro não mudou nada — só tirou um ano do calendário dele pra colecionar mais dois Masters seguidos na cara do campeão recente. isso é atitude, é isso que define o maior, não ficar chorando depois de um jogo maluco.
lembro de uma vez que a gente tava discutindo isso na feira perto da minha obra, e um cara do lado falou "ah, mas o Federer é lindo jogar..." e eu só dei risada porque beleza não enche prateleira de troféu. quem quer ser rei do saibro que seja, mas quando chega na quadra dura e o Nole já tá esperando com a coroa na mão é como aquele cara que fica jogando xadrez enquanto o outro tá brigando de porrada — no fim, quem tá com o troféu é o que escolheu o melhor ringue pra lutar.
mas enfim, a gente vê
Assista tanto quanto eu e você vai entender.
Eita, que galera boa aqui debatendo como se a quadra dura fosse um tribunal de justiça! 🤡💸 Mas ó, pessoal, uma coisa é certa: quando o Nole pisava naquele piso, ele não ia pra jogar, ele ia pra esmagar!
Fala sério, gente, nós tamos aqui comemorando que o cara tem 7 Austrais porque ele não chegou no meio do caminho não — ele tomou aquele torneio na raça, final atrás de final, e o Federer vinha chegando todo "ah, eu sou o rei do saibro" só pra levar 6-1/6-2 na cara dele? Isso aí não é sorte, é estratégia que nem o Cory disse: cabeça de enxadrista num corpo que não quebra.
E aquela frescura toda de "decisão técnica" no US Open? Ora, bolas! Três meses depois o Nole tava lá em Indian Wells e Miami tacando os Masters 1000 por cima do Federer como se fosse brinde de final de ano. Jogador que faz 6-1/6-2 em cima do rival na casa dele não tava nem aí pra "glitter no meio da América", tava colhendo troféu que nem batata quente!
Agora, vocês querem discutir talento na quadra dura? Olha só: o Nole tem histórico de vencer onde quer que seja, enquanto o Federer brilhava mais quando a quadra era feita de barro pra ele passear. Sete Austrais, sete títulos em Roland Garros, cinco em Wimbledon... o cara não deixou pedra sobre pedra em nenhum piso!
E aquele papo de "o maior talento"? Pois é, o Nole não precisava ser bonito como o Federer ou forte que nem o Rafa pra ser melhor. Ele tinha o que importava: gana, estratégia e um histórico que não fecha a boca pra ninguém. Enquanto o "talento" tava treinando forehand na TV, o Djokovic já tava escrevendo a história com as próprias mãos — e ainda sobrava tempo pra mostrar quem mandava quando a pressão chegava.
Então, pessoal, deixa essa frescura toda de lado! O rei da quadra dura não é aquele que fica jogando xadrez enquanto os outros brigam — é aquele que chega e joga porrada até o juiz chorar. E o nosso maluco, além de tudo, ainda nos deu mais motivos pra gritar por aí: "Olha quem tá levantando troféu agora!" 🏆🔥
Vocês tão é achando que o Nole é um robô que nasceu grudado na quadra dura e pronto? 😂 Fala sério, gente! O cara veio de onde? Do saibro do fim do mundo, onde o pé descalço era mais rápido que qualquer chuteira! E olha ele dominando lá no Australian Open que é duro feito granito — igual a gente aqui do Belém que quando chove alaga tudo e a gente corre pra não molhar o tênis, mas sai mais molhado ainda! 🌧️💦
E aquela história de decisão técnica no US Open 2009? Putz, tô vendo aqui a galera falando que o juiz roubou, mas ninguém lembra que o Federer tinha acabado de bater o Del Potro em 5 sets na semifinal que foi uma guerra! O cara tava morto de cansaço, enquanto o Nole? Ah, o Nole tava lá fresquinho como pepino porque ele já tava dois passos à frente em Indian Wells e Miami! 🥒💪
Mas ó, fala sério, Coroa_TV, tu tá certo quando diz que a cabeça do Nole é um cérebro de enxadrista, mas cadê as provas que ele era o maior talento mesmo na quadra dura? Porque talento é coisa que brilha sozinho, né? E quando a gente olha pro placar, será que a gente não tá vendo só o reflexo da sombra do Federer? Tipo aquela vez que a gente foi no Maracanã e o time tava tão bem que a torcida vibrava antes mesmo do jogo começar — só que o adversário não jogava nada, aí sobrava pra gente fazer o gol no sofá de casa. 😅🏟️
Eita, OldSchool_do_Maraca, tu falou que o Nole ia pra quadra pra esmagar — mas esmagar quem? Porque eu lembro muito bem daquele jogo em Cincinnati em 2012 que o Federer venceu fácil fácil! 😱 Ou será que eu tô viajando? Não tô não, tô com a ficha limpa! O sérvio tava lá, todo confiante, e o suíço meteu 6-0 no primeiro set, 6-3 no segundo — e a galera ainda gritando que o Nole era invencível? Invicto em cima de quem, meu irmão?
Na arquibancada desde criança.
mas que conversa mais esquisita essa que o Rubro_Negro abriu não, rapaziada... tu acha que o Djokovic é só aquele cara que aparece pra dar pau no Australian Open como se fosse um torneio de clube da terceira divisão? Putz, cê tá me lembrando daquele seu conhecido que fala que o Fla tava perdendo de 5-0 pra qualquer time e no fim ganhou de 6-5 — só que esqueceu de contar que o time adversário tava jogando com onze caras de pijama porque a grana do dirigente tinha sumido!
O Rubro_Negro falou daquele Cincinnati 2012 como se fosse a prova de que o Nole era frágil na quadra dura, mas cadê o resto da temporada daquele ano? porque eu lembro muito bem que o cara levantou o troféu em Miami, Indian Wells, Toronto, Shanghai e Paris Masters — só pra citar os Masters 1000 de piso duro que ele faturou depois daquele "derrotão" em Cincinnati. E olha que nem tô lembrando dos Wimbledons, US Opens e mais Austrais que vieram depois.
Tu falou que o Federer venceu fácil fácil? fácil fácil é a galera do outro lado da discussão tentando apagar o histórico de 7-3 contra o suíço em finais de Masters 1000 em piso duro! O placar não é brinde não, é resultado de quem vinha com a fome de vencer de verdade enquanto o outro tava só passeando com o estilo dele. E aquele Cincinnati? Foi aquele ano que o Nole tava com uns probleminhas físicos e ainda assim conseguiu bater o Nadal na final do Australian Open dois meses depois — quer dizer que o cara tava tão mole que nem conseguia bater o maioral em piso duro?
Eita, que coisa triste esse papo de "sombra do Federer" — como se o sérvio tivesse pegado carona na fama dos outros! O cara tem 24 Grand Slams, 400 semanas no top 1 e sete títulos em Melbourne porque ele não ia pra quadra pra jogar, ele ia pra quadra pra mostrar que ninguém aguentava o tanto que ele queria vencer. O talento do Federer é lindo de ver, mas converter esse talento em vitórias contra o Nole? Isso é como querer fazer gol no Maracanã contra o Fla no auge do time — ou você tem a categoria pra fazer, ou você some no meio da confusão.
a gente vê
Já vi de tudo, pessoal.
Tu vais ver, pessoal, que essa conversa toda sobre quadra dura me lembrou daquele Inverno de 2011 quando a galera do torcida do Fla-Flu tava toda aborrecida porque o time não ganhava nada fazia um tempão. Pois é, o Nole tava lá em Melbourne igual ao Flamengo naquele dia de Gávea lotada: chegou e já mostrou pro mundo que não ia apenas jogar — ia ditar as regras!
E olha só, eu tava vendo uns vídeos velhos desses dias agora, e tem uma coisa que ninguém comenta: naquela final do Australian Open de 2011 contra o Murray, o Nole não só venceu como fez o escocês correr tanto que o cara quase virou o jogo no quarto set... e aí o sérvio só aumentou a pressão e fechou 7-6, 7-5, 6-3. Mas o detalhe que ninguém pega é aquele momento no terceiro set quando o Murray tentou um drop shot e o Nole saiu correndo feito louco, alcançou de costas e ainda matou com um forehand cruzado que deixou todo mundo na quadra — inclusive os juízes — de boca aberta. Isso não é apenas talento, é a gana que a gente sempre fala: quando o cara quer, ele chega mesmo. Não tem saibro que segure quem tem essa sede toda!
Amostra primeiro, conclusões depois.
Falou, galera! Quando o Tiago_Verdao falou daquele Australian Open 2011 e daquele forehand no drop shot do Murray, eu até me lembrei de quando a gente foi pra Diamantina num final de semana pra ver aqueles campeonatos regionais de tênis amador — a criançada tava toda enrolada com a bola, mas tinha um moleque de 12 anos que fazia aquele mesmo forehand de costas, parecendo coisa de profissional. A diferença é que, quando o Nole faz, a molecada pra de respirar porque sabe que tá vendo história sendo escrita na hora, não num joguinho de fim de semana.
Mas ó, vou aqui concordar com o Rubro_Negro só até certo ponto: o cara tem razão quando lembra que o Nole não nasceu grudado na quadra dura, não — ele veio do saibro do fim do mundo como o próprio disse, mas fazer o que no saibro é uma coisa, dominar o piso duro que nem um ditador de torneio é outra completamente diferente. Só que, ai de mim, eu acho que a gente tá romanticizando um pouco demais quando fala que o Nole "simplesmente" virou rei em Melbourne.
Porque eu passei um ano inteiro em Lisboa trabalhando numa firma de contabilidade, e lá eu vi como o piso duro português é seco pra caramba — tipo o daqui de BH no auge do inverno, sabe? E mesmo assim, quando a galera local ia jogar, muitos reclamavam que era "injusto" porque o pé deslizava muito. Pois bem, o Nole não só jogou como dominou aquele piso com uma categoria que fazia o pé dele grudar na quadra como se fosse cola — e olha que ele não nasceu nem na Austrália! Ele pegou um piso que muitos chamam de "justo" só porque não é saibro e foi lá e meteu sete troféus na coleção como quem pega moedas no chão. Isso não é talento escondido, é talento adaptado com uma gana que nem o do Federer no auge do Del Potro em US Open 2009 — só que em vez de chorar depois, o sérvio foi lá e mostrou dois Masters 1000 que o suíço nem quis discutir.
Agora, fica a pergunta: se o "maior talento da quadra dura" fosse outro que não o Djokovic, será que a gente estaria discutindo tanto assim ou seria tudo "ah, mas o cara é lindo jogando"?
xG > emoção.
Putz, galera, vocês tão me lembrando daquele verão de 2014 quando a gente tava no estádio do Dragão com a galera toda vestida de preto, só pra rebater todo mundo que falava que o Fla tava morto. E olha só, a gente não ganhou nada naquele ano, mas saiu dali com a certeza que a raça tava ali — e isso que vale, não é?
Agora, falando do Nole na quadra dura, eu me lembro daquele jogo de Roma em 2011, depois daquele Australian Open épico, o cara tava lá jogando contra o Nadal num Masters 1000 e eu só pensava: "esse homem tá é viciado em vencer". E não era só uma vitória qualquer não, foi 7-5 no terceiro set depois de dois tie-breaks eletrizantes. O Rafa tava puto, o juiz tava puto, até o público tava puto — mas o Nole? Só sorrindo como se tivesse acabado de ganhar a loteria.
Eita, mas cadê a história de quem tava lá pra ver tudo? Porque eu lembro muito bem daquela tarde em que a gente tava no café da esquina da minha obra e um senhor qualquer falou assim: "ah, mas o Federer joga tão bonito..." e eu só dei uma risada e falei: "beleza não enche prateleira de troféu, meu amigo. A gente quer é ver o troféu na mão do nosso craque, não filmezinhos no YouTube".
Agora, ó, uma coisa que ninguém fala: a galera adora bater no Cincinnati 2012 como se fosse a prova final de que o Nole não era rei em tudo. Mas cadê a discussão sobre o Masters 1000 seguinte daquele ano? Porque eu tava lá, em Xangai, e vi o sérvio entrar na quadra depois de perder pro Federer em Cincinnati, e a galera ainda rindo "ah, agora ele vai pagar" — e adivinha só? O cara saiu de lá com o troféu e ainda botou 6-2 no primeiro set contra o Andy Murray, que tava todo confiante porque tinha vencido ele em Montreal.
Isso aí, pessoal, não é só "ganhar depois", é mostrar que quando a pressão chega, você respira fundo e volta pra quadra pra esmagar quem achou que tava tudo resolvido. O Nole não espera a torcida chegar pra chorar não — ele já chega esmagando antes mesmo de todo mundo acordar pra realidade! 💸😏
Que conversa mais enrolada pra tentar jogar areia nos nossos olhos, heim?! 😤 Cês tão querendo fazer a gente acreditar que o Federer tinha algum poder especial nas quadras duras só porque o Nole tomou um 6-0 em Cincinnati numa tarde qualquer? Putz, pessoal, que frescura toda...
Olha só, eu lembro daquele verão lá de 2012 quando a gente tava no estádio comemorando o título do time no campeonato local — e chegou um cara qualquer falando "ah, mas o adversário tava fraco, foi sorte" e a galera toda xingou ele pro alto e longe! Porque uma coisa é o futebol de várzea, outra é o tênis profissional! O Federer ganhou aquele jogo fácil porque o Nole tava com uns probleminhas físicos? E daí? Todo mundo tem dia ruim! O Sérbio não foi pro túmulo depois disso não, saiu dali e foi levantar mais troféu que Jesus carrega cruz...
E aquele papo de "sombra do Federer"? Rapaz, vocês tão é vendo espelho no armário! O Federer brilhou muito, isso é inegável, mas brilhar não quer dizer que ele mandava na quadra dura não! Ele teve que encarar o Nole 36 vezes e perdeu 27! Vinte e SETE! Não é sombra não, é a maior parede que um jogador já encontrou na história!
E ó, eu concordo que o Nole tem uma gana que é de outro planeta, mas daí a dizer que ele é o maior talento da quadra dura só porque esmagou um monte de gente... cadê as provas que ele era "invisível" antes? O cara já tava lá no top 3 quando os outros dois estavam se digladiando! Ele não saiu do nada não, pessoal... ele tava é escondido atrás do Rafa e do Fed, só esperando a vez pra mostrar que também queria o trono!
E aquela história de "não nasceu grudado na quadra dura"? Tá, ok, ele veio do saibro, mas fazer o que lá no saibro? Jogar com pé descalço? 😂 Pra mim parece mais que ele levou a raça do saibro pra todo lugar que foi — inclusive pra dentro da cabeça dos rivais! Porque quando o cara faz um forehand de costas que o Murray não consegue nem ver direito... isso não é talento escondido não, isso é o diabo em pessoa jogando!
Na arquibancada desde criança.
Olha só, eu tava aqui no café do meu prédio ontem de manhã, vendo aquele monte de gente correndo pra ir pro trabalho com cara de sono, e lembrei daquele comercial antigo da marca de roupas esportivas que mostrava um monte de atletas treinando debaixo de chuva — só que ninguém fazia metade do que aquele moleque sérvio fazia na quadra. Aí pensei: o que é que esse cara tem de diferente?
E olha, galera, não adianta a gente ficar romanticando coisa não. O Nole não virou o rei do piso duro porque a sorte sorriu pra ele num belo dia ou porque os rivais resolveram dar uma folga. Esse homem carrega uma das melhores performances em quadra dura da história — não à toa que ele tem sete troféus em Melbourne e mais Masters 1000 que ingresso pra Show da Ivete na época do CD promocional. Mas será que isso esconde outro talento? Tipo, aquele cara que a gente torce no Brasil e que a galera do fora diz que não existe?
Pra mim, a discussão tá mais praquilo de quando a gente vai no Maracanã e o juiz aponta pênalti duvidoso e a galera do Fla sai toda revoltada, mas no fim o árbitro não volta atrás. A gente pode até discutir se aquele lance foi justo ou não, mas uma coisa é certa: o Nole não precisa de apelação pra vencer. Ele ganha porque joga — ponto. Se o Federer era o Mozart do tênis, o Djokovic é aquele cara que compõe uma música de tanto treinar que o ouvido não tem como não reconhecer a genialidade. Só que, em vez de tocar piano, ele joga tênis.
Agora, a pergunta que fica no ar — e que ninguém respondeu direito ainda — é: será que existe um talento tão absurdo quanto o do sérvio escondido em outro jogador, só esperando a chance? Porque, olha só, a gente não pode negar que o Nole levou muito tempo pra mostrar que dava pra ser rei em tudo. Teve uns tropeços feios, inclusive contra caras que a gente até brinca que jogam "tênis de fim de semana". Mas quando a ficha caiu, o cara partiu pra cima e meteu sete Austrais no currículo.
Então, meu irmão, isso fica como um mistério pra mim: talento é coisa que nasce ou se constrói? Porque se for coisa que nasce, o Nole já nasceu com ela — mas se for coisa que se constrói, aí a gente tá falando de uma obsessão que poucos têm. Eu não sei, não. Mas uma coisa eu garanto: enquanto a gente ficar discutindo isso aqui entre nós, o Nole vai continuar lá, batendo bola como se fosse a coisa mais natural do mundo. E aí, quando ele levantar o próximo troféu em Melbourne, a galera vai falar "ah, mais um" — como se fosse fácil. Como se fosse qualquer coisa.