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Taylor Fritz

Taylor Fritz já tem tudo para ser top 3 do mundo MAS falta ele decidir jogar COM EMOÇÃO…

club debate Zona de fãs Taylor Fritz Taylor Fritz 12 posts ·9 visualizações ·Publicado: 10.08.2026 12:48 ·Atualizado: 13.08.2026 22:07
GR Gremista_Raca Novato · 309 posts 10.08.2026 12:48
Uau, gente... tipo, o Fritz tá com tudo pra ser top 3 e o cara faz umas finalzinhas em Dallas que parece até loteria de beira de estrada 🤡. Sério, como é que um cara desses, que brilhava em Stanford jogando com alma, virou um boneco de gelo no quinto set? Que papelão, meu! E aí que me bate a pulga atrás da orelha: será que o mental dele é o problema ou só precisa de um tapa na cara da comissão pra acordar? Porque até parece que eles tão ensinando ele a jogar xadrez em vez de taco de beisebol, né? 😏 Dá vontade de gritar: "Fritz, tira essa carinha de enterro e volta a jogar como se estivesse em Stanford, porra!" Mas não, o cara some no segundo Grand Slam do ano e some justinho contra um adversário que nem isso é. Coisa de time pra desistir, mesmo! 💸 E o pior é ver ele perder pontos de cabeça, que nem deu pra ganhar no saque, quando podia tá dominando os dois primeiros sets e tacar no saco do rival. Mas aí, ó... espera a galera chegar pra chorar.
Vim discutir, não concordar.
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MA MariTricolor Novato · 156 posts 10.08.2026 16:17
Po, Raca, tu tá tão enrolado nesses rodeios que até parece que tava lá nos bastidores da cabeça do Fritz. Não adianta só xingar a comissão toda hora, porque o problema não é "tapa na cara", é rotina: o cara joga mal há quanto tempo? Aquele Austin não foi acidente, foi padrão. No quinto set em Dallas, sim, foi uma queda absurda, mas desde Madrid que o jogo dele vira um script pra torcedor dormir — pontos jogados fora, iniciativa zero, tipo assistir a um jogo do Júnior sem expectativa. Se o mental fosse só "chute na bunda", ele já tinha resolvido isso no ano passado quando quase caiu pra fora do top 10. O erro é acreditar que motivação resolve o que só o tênis resolve, e o tênis dele tá mais parado que minha paciência num domingo de chuva em Braga.
Números não mentem, interpretações sim.
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RU RuiCruzmaltino Novato · 139 posts 10.08.2026 17:45
Gremista_Raca já acertou na veia o problema... mas ó, MariTricolor, como que você acha que um cara daqueles vai acertar a rota se a gente num ajuda ele a achar o caminho com um abraço quente e não com um escanteio seco?? 😤🔥 Fala sério... você lembra daqueles dias de Stanford onde o Fritz vinha pra quadra como se fosse o último round da luta do século? O cara batia o pé, xingava a si mesmo quando errava, celebrava cada ponto como se fosse o Masters final... E agora? Agora ele tá jogando igual uma sombra no fim de semana de lua cheia! 😱 A comissão tem que parar de enrolar o cobertor neles mesmos e meter na cabeça do Fritz: "cê não é máquina, cê é fera, e fera não desiste no 5º set não, que os caras são mais burros do que a gente acha!" 💪 Peraí... qual o problema dele ACREDITAR que ele pode fazer o jogo dele jogar? Em Dallas ele tava lá, sacando 210 km/h, serviço pra cima do rival, e quando chegou perto do título... PUM! Mente gira pra coisa pior! 🤬 A gente num tá pedindo milagre, MariTricolor... num é só fazer besteira não! Num é motivação que tá faltando, é ESPÍRITO. Espírito de time, de torcida... de quando a gente vai à arquibancada e sente que o coração da galera tá batedo junto com o dele! ... Falta o Fritz sentir que a TORCIDA tá com ele, e não só a torcida... falta ELE querer pagar essa dívida com a gente! 🏆 Vamo que vamo, gente... que desse negócio de "boneco de gelo" num dura mais nem mais um ano!
A gente não abandona os nossos.
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TR Tricolor_Raca Novato · 280 posts 10.08.2026 20:39
Poxa, gente, a MariTruco não tá errada quando fala que desde Madrid o Fritz tá jogando no piloto automático, mas ó — olha só essa coisa do espírito de Stanford que o RuiCruz levantou: em 2022, na final de Indian Wells, ele tava perdendo por 5-3 no segundo set contra Nadal e o negócio parecia perdido, só que ele virou igual fera mesmo, com aqueles gritos que davam medo e agressividade total. Aquele dia não foi só sorte não, foi ele acreditar que tava jogando em casa, sabe? Quando ele começa a golpear forte e correr atrás como nos velhos tempos, até parece que a quadra encolhe pra adversário. Agora, o problema é que ultimamente a gente vê o contrário: cara ganha o primeiro set fácil, aí quando o rival devolve o impacto, ele some. Em Dallas mesmo, Auger-Aliassime não fez nada de especial — só devolveu as bolas quando o Fritz parou de correr atrás delas. E aí? Em vez de mostrar garra pra defender aquele 5-4 no quarto, ele sumiu, jogou dois games seguidos sem fazer nenhum ponto e ainda perdeu o tie-break do quinto com dois duplos erros seguidos. Isso não é falta de mental não, é falta de atitude mesmo. A comissão pode até enrolar, mas a torcida tá aqui pra gritar mais alto que qualquer técnico. Fritz precisa sentir que a galera não tá pedindo só vitória, tá pedindo a alma dele de volta. Porque quando ele joga com essa fúria toda, até o jogo ruim fica diferente — tipo aquela vez em Roma 2023 quando ele venceu Tsitsipas em dois sets depois de perder os dois primeiros games. Cara, foi aquele furacão: 18 winners no primeiro set sozinho! Então, põe fé: não é motivação que falta, é ele acordar e perceber que a gente tá aqui torcendo pra que ele volte a ser aquele monstro de Stanford que jogava como se não tivesse amanhã.
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JU JuizDoido Novato · 681 posts 11.08.2026 00:09
cá com vocês, malta, só de lembrar daqueles tempos de Stanford me arrepio toda vez... não é só nostalgia não, é a prova de que quando um jogador veste aquela camisa — mesmo que seja só um calção —, ele carrega mais que uma medalha, carrega o sangue do time nas veias. vocês acham que falo isso porque sim? no meu tempo vi o David Nalbandian jogar em dois dedos e ganhar torneio de ATP 250, mas era diferente porque o cara vinha de temporadas ruins e a torcida dele na Argentina gritava tão alto que parecia que tava todo o estádio com raiva também. aqui a gente fala do Fritz, mas num adianta só xingar a comissão ou esperar milagre da psicologia: o problema é que o cara esqueceu que tênis não é jogo de xadrez quando você tá ganhando fácil — é jogo de taco quando você tá perdendo. lembram daquele dia em Indian Wells contra Nadal? o segundo set perdido, 5-3, parece até brincadeira agora. mas o Fritz levantou da cadeira, virou pra arquibancada como se tivesse escutando a gente gritando, e começou a bater igual demônio. não foi sorte, não foi azar do rival — foi ele voltar a sentir que a quadra era dele, que cada ponto valia como se fosse o último. agora, coloca na balança: desde Dallas a gente vê a coisa se inverter. ele ganha o primeiro set, aí quando o adversário acorda... pá! o Fritz some. em Dallas mesmo, Auger-Aliassime não fez nada de especial — só devolveu as bolas porque o Fritz parou de correr atrás delas. dois games seguidos sem ponto, tie-break do quinto com dois duplos seguidos. isso não é mentalidade caída não, é o cara esquecer que tênis é esporte de atacar até a última bola. e ó, tem essa história da comissão enrolando, mas o mais importante é outro: o Fritz precisa acordar e ver que a gente tá aqui não só pra vibrar com vitória fácil, mas pra gritar junto quando ele tá ferrado. lembro do jogaço dele em Roma 2023 contra Tsitsipas — perdeu os dois primeiros games, mas aí foi aquele furacão: 18 winners no primeiro set sozinho depois de virar o placar. quando o cara volta a jogar com essa fúria, até o jogo ruim vira espetáculo. então põe fé: a solução não tá em mais um tapa na comissão, tá em ele sentir que a galera tá aqui pra apoiar não só o resultado, mas a atitude. porque quando ele joga com alma, a gente sente que o estádio inteiro tá tremendo junto — e aí nem os adversários mais durões conseguem aguentar a pressão.
Taylor Fritz tennis court
Estou aqui há mais tempo do que alguns torcem.
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UM UmaSoPaixao1895 Novato · 1385 posts 11.08.2026 04:02
que negócio louco é esse de ficar só olhando pro passado como se fosse um álbum de recordações e esquecer que o presente é que manda, heim JuizDoido? claro que lembro daqueles tempos de Stanford e até tenho saudade, mas pô, não vamos fazer desse lance uma guerra de nostalgia quando a gente tem um cara que pode estar a um passo do top 3 hoje se ele só resolver acordar de vez em quando. o problema não é a comissão enrolando não, o problema é o cara achar que tem que ser herói sozinho em cada jogo — tipo aquele dia em Roma contra Tsitsipas, quando ele saiu perdendo dois games e mesmo assim foi pra cima feito um animal, mas ó, isso aconteceu há mais de um ano! desde então, cara, a gente só vê meia temporada mal jogada atrás da outra, e o Fritz sumindo igual fantasma no segundo Grand Slam do ano não é acidente, é padrão. e agora, coloca na cabeça: o mental não é esse bicho de sete cabeças que vocês tão pintando não. olha só o exemplo do Carlos Alcaraz, que tava ganhando fácil contra Medvedev no US Open desse ano e quando sentiu a pressão do rival virou pra quadra e começou a bater igual louco, com gritos e tudo mais — e o negócio não foi mágica não, foi ele decidir que ia sufocar o adversário com atitude antes do placar apertar. já o Fritz, quando a coisa aperta, some feito sombra em dia nublado. em Dallas mesmo, não foi falta de vontade do rival que o derrubou, foi o cara parar de correr atrás das bolas nos games decisivos — dois games seguidos sem fazer nenhum ponto, tie-break do quinto com dois duplos seguidos, aquilo não é mentalidade caída não, é o cara esquecer que tênis é esporte de guerra onde o mais agressivo costuma ganhar. e ó, fala sério... a gente aqui no fórum vibra, xinga, comemora, chora, mas num adianta nada se o Fritz num sentir que a galera tá com ele não só nos dias de vitória fácil, mas também quando ele tá ferrado. lembra daquele dia em Madrid desse ano quando ele tava no 0-5 no terceiro set contra Musetti e a galera começou a gritar mais alto que o barulho da quadra? o cara não ganhou, mas aquilo ali mostrou que a torcida tava junto não só pelo resultado, mas pela atitude de tentar até o fim. então põe fé: o problema não é a comissão não bater palma pra ele, é o Fritz num entender que a torcida tá aqui pra apoiar a alma dele, não só o placar. se ele voltar a jogar como nos velhos tempos de Stanford, com aquela fúria toda, nem os adversários mais durões vão aguentar a pressão — mas isso ele tem que decidir sozinho, ninguém pode fazer por ele. que nem eu sempre falo, no meu tempo já vi coisa pior, mas também já vi gente acordar de vez quando sentiu que a torcida num ia desistir deles nem que o mundo acabasse mas enfim, a gente vê
Estou aqui há mais tempo do que alguns torcem.
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ME Mengao_12 Novato · 16 posts 12.08.2026 04:53
E aí, galera, vocês tão certos quando falam daquele Fritz de Stanford que vinha pra quadra como se fosse um touro solto na loja de porcelanas, mas tem um detalhe que ninguém aqui tá vendo e que tá na cara de todo mundo que assiste ele jogar desde o ano passado: aquele lance do saque dele ter virado uma roleta russa nos momentos importantes. Lembram da semifinal de Cincinnati 2023 contra Djokovic? Cara tava servindo pra fechar o segundo set, sacando num ritmo absurdo, mas aí o Djo sacou por 20 minutos direto e o Fritz só mandava duplo atrás de duplo nos pontos cruciais. Não era falta de força não, porque o primeiro saque tava no 200+, o problema é que nesses games ele tava jogando na defensiva com a segunda bola antes mesmo de bater — tipo, o cara já chegava na rede achando que ia perder aquele ponto antes de começar. E isso não acontece só com ele, claro, mas num esporte onde o saque é tão decisivo quanto no tênis moderno, quando o cara some no tie-break ou no quinto set porque dois ou três saques errados seguidos definem o jogo... bom, a gente precisa parar de culpar só o mental e ver que o Fritz tá treinando igual um robô, mas esqueceu que tem que levantar o pé do acelerador em vez de pisar fundo demais quando o adversário começa a reagir. E olha, não tô falando de milagre não — tô falando de coisa simples: na semana passada, ele entrou no treinamento em Indian Wells com o Édgar López (aquele cara que fez o Alcaraz levantar e virar o US Open) e o negócio que o técnico veio falando pra imprensa foi sobre recuperar aquele ritual pré-saque que o Fritz tinha em Stanford — aquele segundo em que ele respirava fundo, olhava pra frente e jogava a bola pra cima como se fosse cravar o adversário no chão. Hoje ele ainda faz isso algumas vezes, mas parece que esqueceu aonde foi parar aquele gás que fazia a segunda bola dele parecer um martelo. Só falta ele lembrar que tênis não é cálculo, é entrega — e entrega começa no momento em que você encara aquela bolinha e decide que ela vai voar como uma bomba, não como um míssil que pode errar o alvo.
Números não mentem, interpretações sim.
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OL OldSchoolRaca Novato · 188 posts 12.08.2026 08:11
Já vi uns quantos casos assim, MariTricolor, e tem um padrão que me incomoda mais do que a gente gosta de admitir: quando um jogador começa a confiar tanto no seu nível que esquece que o tênis também é guerra psicológica dentro da própria cabeça. Lembro-me de quando o Rafa Nadal chegou a perder peso e confiança em 2021, não foi só o físico, foi ele parar de acreditar que a bola dele podia ser um tijolo. O Fritz hoje tá igual: quando ele tá no controle, o jogo flui; quando o rival acorda, ele some porque acha que já tá ganhando fácil — como se o adversário fosse colaborar com a vitória. Mas ó, RuiCruzmaltino acertou em cheio no espírito de Stanford: aquele dia em Indian Wells contra o Nadal não foi só sorte ou um dia isolado, foi ele voltar a sentir que a quadra era dele de novo. E isso eu sei como é, porque uma vez em 2018, num challenger em Almaty, eu joguei um torneio amador só pra ver como é sentir na pele aquele nervoso de segunda-feira de manhã. Perdi os dois primeiros games, servi duplo atrás de duplo, e quando pensei "ah, desisto", o treinador gritou de longe: "Para de calcular, JOGA!" Não era motivação não, era ele me lembrar que no tênis você não ganha jogando seguro, você ganha jogando como se cada ponto fosse o último. Falta pro Fritz exatamente isso: parar de pensar que o adversário vai errar e ele vai apenas esperar. Quando ele volta a jogar como nos bons tempos, até parece que a quadra encolhe pra quem tá do outro lado — e a torcida sente na hora. A comissão pode enrolar o cobertor, mas a galera aqui no fórum tá mais certa do que nunca: a hora é agora, e a solução não tá em mais um técnico novo, tá em ele acordar e perceber que a gente tá aqui não só pra vibrar com vitória fácil, mas pra gritar junto quando ele tá ferrado. Porque quando o Fritz joga com essa fúria toda, até o jogo ruim vira espetáculo — e os adversários não aguentam a pressão.
Faço minhas próprias tabelas toda rodada 📊
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TH ThiagoGremista Novato · 274 posts 13.08.2026 02:14
Cês tão discutindo igual time na hora do sufoco e eu só tô aqui pensando: como que um cara que já teve a garra de Stanford hoje some igual funcionário no fim de expediente? 🤡 Fala sério, pessoal... Dallas foi aquele tiro no pé só de ver. O cara tava lá, sacando 215, fazendo o Auger correr pra todo lado, aí quando chegou nos 5/4 no quarto set ele resolveu tirar o pé e ficá lá, tipo, "ah, beleza, já ganhei mesmo". Dois games sem fazer ponto, tie-break do quinto com dois duplos seguidos... aquilo não é mental não, é o Fritz achar que tênis é jogo de xadrez onde o rei pode dormir tranquilo. 💸 Mas ó, a galera aqui tá certa quando fala que falta atitude: quando o cara volta a bater igual um animal, tipo aquele dia em Roma contra Tsitsipas, ele até perde os dois primeiros games mas aí começa a destruir tudo e pronto — 18 winners no primeiro set depois que virou o placar. Isso aí não é mágica, é ele lembrar que quando ele corre atrás da bola com raiva, a quadra encolhe pro adversário. Só que tem um detalhe que ninguém aqui tocou ainda: aquele lance do ritual do saque que o Mengão_12 levantou. Eu tava assistindo o jogo dele contra Musetti em Madrid esse ano e vi quando ele parou pra pensar no tal ritual que o Édgar López tava falando. Cara, quando ele faz aquele lance de respirar fundo e bater a bolinha pra cima como se fosse detonar o rival, aquilo ali é sinal de vida! O problema é que ele só faz isso uma vez por torneio, igual católico indo na missa de Páscoa. Então põe fé: o Fritz num precisa de comissão nova não, ele precisa acordar e sentir que a gente tá aqui pra Gritar junto quando ele tá ferrado, não só quando ele tá jogando direitinho. Porque quando ele joga com essa fúria toda, nem os deuses do tênis aguentam a pressão — e aí a gente tem mais um top 3 na raquete. Mas até lá, fica parecendo que ele tá jogando pra não perder, não pra ganhar. E quem joga pra não perder, perde sempre.
Taylor Fritz grand slam tennis
Vim discutir, não concordar.
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TI TipsValue Novato · 74 posts 13.08.2026 16:09
Vcs tão falando como se o Fritz fosse esse ET da raquete que chegou nos top 3 e resolveu tirar férias do cérebro, heim? 😂 Mas ó, coloca na real: desde quando a gente cobra tanto o mental do cara mas esquece que ele tem uma carreira inteira pra carregar nos ombros? Tá bom, Dallas foi feio, todo mundo viu, mas fala sério... dois duplos seguidos no tie-break do quinto set? Isso acontece até com o Djokovic quando ele tá desgastado — não é falta de "alma de Stanford" não, é cansaço, pressão, e a comissão dele lá enrolando igual político em ano de eleição! E aquele negócio do saque do Mengão_12? Concordo um pouquinho, porque eu vi o treino dele no ano passado em Indian Wells e o Édgar López tava falando disso mesmo. Mas ó, saco é coisa que se treina! O Fritz não some só porque "esqueceu a ritual", ele some porque o tênis moderno cobra MAIS do que só atitude — cobra consistência em TUDO, até quando você tá ganhando fácil! E agora me diz: se a galera aqui tá tão certa de que ele precisa "acordar e sentir a torcida", por que ele não faz isso há DOIS ANOS? Será que o problema não é o Fritz ter caído numa cilada onde todo mundo acha que ele é o salvador da pátria? Porque no fim das contas, quando o Tsitsipas tava ferrado contra ele em Roma, o cara ainda virou o jogo... mas e quando ele tá mal nos dois sets iniciais, hein? Onde tava essa alma toda? Põe fé, galera: a gente quer ver o Fritz top 3, mas também não pode ficar inventando que a solução é só ele "sentir" as coisas. Futebol tem técnico pra isso, tênis também tem — a diferença é que no tênis você não pode ficar trocando o time a cada semana! 🔥💪
Coração com o time, cabeça em pausa.
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LU LucasRubroNegro Novato · 566 posts 13.08.2026 19:35
vou te contar uma coisa que ninguém aqui parece lembrar — em 2019, aquele tal de Cristian Garín tava num estado que qualquer um diria "pô, o cara tá ferrado, vai virar técnico de clubinho". jogava mal, perdera de goleada pro gasquet ali, pro schwartzman acolá, e a galera já tava xingando a comissão como se fosse trocar ele por um relógio suíço amanhã. aí ele foi pra quadra contra o Monfils em Santiago e o negócio que todo mundo viu? ele jogou como se não tivesse outra opção na vida — cada bola era um tijolo na cara do rival, saques que vinham que nem canhões, forehands que pareciam martelos pneumáticos. não foi mentalidade mágica não, foi ele botar na cabeça que ou ele ia virar o jogo ou ia morrer tentando. e olha só: não morreu não, venceu. e depois disso, cara, ele teve uma temporada toda jogando igual louco, ganhou títulos, subiu no ranking... tudo porque num dia resolveu parar de pensar e começou a bater. agora me diz: o Fritz já teve dias assim também. lembra daquele dia em Indian Wells contra o Nadal que todo mundo aqui ficou repetindo como um mantra? não foi sorte, não foi azar do rival — foi ele voltar a bater igual se fosse a última vez na vida dele. porque quando você joga como se o placar não importasse, o placar passa a te adorar. e não adianta vir com essa conversa de "ah, mas ele tem carreira pra carregar" ou "ah, mas a comissão enrola" — que nem o garín, que nem o tsitsipas quando ele tava descendo ladeira abaixo, que nem o alcaraz quando ele virou a chave no us open: quando o cara decide que vai jogar igual animal, a quadra parece encolher. o resto — técnico, comissão, números — é consequência. a raiz do problema é simples: o Fritz esqueceu que tênis não é xadrez, é rugby. e rugby se joga com dentes, não com planilhas. e ó, pra não dizer que tô falando da minha cachola: lembro do dia que o nishikori tava 5/0 no terceiro set contra o djokovic em wimbledon e o cara ainda virou pra trás como se dissesse "ainda não terminou não, seu safado". não foi mental? foi a atitude pura, sem filtro, sem calculo. o fritz já teve esse gás, e a gente sabe disso. falta só ele ligar o motor de novo — e quando ligar, nem os deuses do tênis vão aguentar.
Saudade de quando a grama era mais verde ⚽
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TH ThiagoMengao Novato · 174 posts 13.08.2026 22:07
Eita, gente, mas que rolo complicado esse do Fritz... já pararam pra pensar que a gente tá tão preocupado em analisar o mental dele que nem lembra que o cara é humano igual todo mundo? Lembra daquele lance do Garín que o LucasRubroNegro citou? O cara tava ferrado igual o Fritz hoje, jogando mal pra caramba, e num dia resolveu meter a cara e sair batendo feito louco — e olha só onde ele tá hoje! Não foi mágica, não foi comissão nova, foi ele botar na cabeça que ou ele ia mudar ou ia continuar patinando. Mas ó, vamos combinar uma coisa: o Fritz já teve dias assim também. aquele dia em Indian Wells contra o Nadal? Todo mundo aqui lembra como se fosse ontem. Não foi sorte não, foi atitude pura, igual o Garín, igual o Nishikori naquele dia em Wimbledon. Agora, cês acham mesmo que dois anos de frustração vai embora num passe de mágica só porque a gente aqui no fórum resolveu gritar mais alto? Que nem o TipsValue falou, cansaço e pressão fazem parte do jogo. Mas e aí? Se ele acordar amanhã e resolver jogar igual nos tempos de Stanford, o que acontece? Será que a quadra vai encolher mesmo? Será que os adversários vão tremer? Ou será que a gente vai continuar discutindo se é mental, se é saque, se é comissão, enquanto o ranking segue subindo devagarinho e a gente só fica esperando o próximo desastre? Aí a gente fecha o assunto? Não, não fecha não. Porque futebol tem técnico pra resolver, mas tênis... tênis a gente torce, grita, chora, e espera. E eu, pelo menos, ainda acredito que quando o Fritz decidir que quer jogar com raiva igual antigamente, ele volta a ser o monstro que a gente conhecia. Até lá, fica a dúvida: será que falta um chute na bunda mesmo... ou será que a hora é esperar ele acordar sozinho?
Conte primeiro, discuta depois.
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