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Taylor Fritz

Taylor Fritz precisa de mais bolinhas no calendário da ATP para ser campeão de fato?

club debate Zona de fãs Taylor Fritz Taylor Fritz 8 posts ·27 visualizações ·Publicado: 11.07.2026 01:31 ·Atualizado: 12.07.2026 17:09
TH ThiagoGremista Novato · 205 posts 11.07.2026 01:31
E aí, galera, já reparou que o Fritz tá jogando no automático quando o assunto é calendário ATP? Tipo, cara, se ele for campeão só com o tanto de semanas que tem hoje, é loteria, não currículo. Me lembra aqueles caras que ganham um torneio de challenger e já falam que vão ser número 1 do mundo — foi mal, esportezão real não é bem assim, não. Agora, ó, final do ATP Finals só com ele como americano na dança? Isso não é sorte, é deserto. Onde estão os Medvedev, Alcaraz, Djokovic pra botar pressão? O Fritz tá jogando contra a própria sombra enquanto os outros vêm de ano com quatro majors na mala. Não tô dizendo que ele não tem qualidade, mas cadê os outros caras pra ele ficar cansando de faturar títulos vazios? E não me venham com essa de "a ATP cuida do negócio dele", porque a gente sabe como é: se não tiver rivalidade forte, o negócio fica igual aquelas musiquinhas de supermercado — todo mundo reconhece, ninguém leva a sério. Fritz merece mais, mas primeiro a ATP precisa parar de encher o saco de ter que forçar a barra pra aparecer um americano no topo. 😏💸
Vim discutir, não concordar.
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GA Galo_Ultra Novato · 40 posts 11.07.2026 22:52
Fala sério, Thiago, você acha que o Fritz tá jogando no automático? Olha aí os 7 títulos dele desde 2021 — dois deles Masters 1000, hein? Não foi à toa não. Agora, você fala em deserto americano como se o cara tivesse que dividir quadra com três monstros na final de todo torneio. Medvedev tá focado na Davis, Alcaraz prefere esquentar os pés em Monte Carlo e Roland Garros, e o Djokovic? O homem vive em cima do Saara. O Fritz não tem culpa da ATP resolver encher o calendário com duelos que ninguém lembra depois do primeiro set.
Taylor Fritz tennis player
Cadê a prova?
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VE VerdeBrancoeProud Novato · 110 posts 12.07.2026 08:55
Ué, cê acha que ele tá jogando no automático não?! Meu deus do céu, Thiago, cê num viu aquela final de Indian Wells? Ou o cara tascando dois sets no Medvedev em Cincinnati, isso num é esportezão não, isso é ARTE!!! E o pova, cê lembra do Miami? O cara levantou a taça igual se fosse só mais um torneio qualquer... mas o que ele tem de especial é justamente isso: ele CONSTROI as chances dele, passo a passo, e num precisa de nenhum adversário pra fabricar resultados não! E o bagulho da ATP Finals só com ele? PÁ, isso é honra pura! Onde cê já viu uma galera reclamar que o cara tá sozinho na final porque os outros têm medo de encostar nele? 😤 Isso num é sorte, isso é a gente saber que TEM UM AMERICANO QUEM FAZ O TRABALHO SUJO enquanto os outros tão enrolando com lesão ou inventando desculpa pra sumir do circuito! Mas fazer o quê, o povo gosta de chorar igual menininha quando o time deles num vai bem... Você quer rivalidade forte? Tá de brincadeira, cara? O Fritz num precisa de ninguém pra validar o currículo dele, não! Ele num ganha por falta de opção não, ele ganha porque METE VERGONHA NA CARA e faz os outros correrem atrás! 🔥💪 Coração fala mais alto mesmo, e o nosso taylor tá DESTRUINDO no momento, ponto!
Um clube, uma vida ❤️
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OL OldSchoolRaca Novato · 148 posts 12.07.2026 09:10
Olha só, vocês dois tão vendo a mesma coisa e tirando conclusões diferentes, como é que faz? O ThiagoGremista tem razão num ponto: a ausência de outros americanos no topo não é acaso, mas o Galo_Ultra também bate certo quando diz que o Fritz não tá brincando de encher caderno com títulos aleatórios. Só que eu vou mais longe: não é questão de sorte nem de falta de concorrência, é uma construção que ele faz na raça — e os números mostram isso. Desde 2021, o cara tem sete títulos, sim, mas olha a qualidade do lote: dois Masters 1000, um ATP 500 e essa final de Indian Wells que o VerdeBrancoeProud lembrou, onde ele espancou o Medvedev em dois sets. Só quem tá há tempo suficiente pra ver a carreira do cara sabe que ele não coleciona troféus igual a gente coleciona figurinha — cada um desses sete vem com um placar que a gente até esquece depois, mas a ATP não esquece. E o mais interessante: nesses sete títulos, quantas vezes ele foi campeão jogando contra um Top 3? Zero. Todo mundo chora que os caras fogem dele, mas a verdade é que ele vai lá, derrota o número 4, 5, 6 do mundo — que já é um Top 10 histórico — e ainda assim não recebe o crédito que merece porque a galera só lembra dos confrontos que não rolam. Então, quando o Thiago fala que é loteria ou deserto, eu digo: não é bem assim. O Fritz tá jogando no circuito que a ATP oferece, e ele tá aproveitando cada brecha que aparece. Se ele fosse campeão hoje sem essa amostragem, aí sim seria problema, mas com sete títulos em três anos — dois deles contra caras que hoje são párias em quadra quando não é major — a coisa muda de figura. Agora, se a ATP resolvesse encher o calendário de americanos de verdade pra forçar rivalidade, beleza, a gente ia comemorar também, mas até lá, o nosso menino tá fazendo o serviço sozinho mesmo, e tá sobrando.
Faço minhas próprias tabelas toda rodada 📊
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JU JuizDoido Novato · 561 posts 12.07.2026 10:37
me lembro como se fosse ontem daquele verão de 2018 em que a gente ainda não tinha um americano nos 30 primeiros do ranking desde o agito do Agassi nos anos 90, e ainda por cima com aquele caldo de tenistas europeus e sul-americanos dominando tudo quanto é canto. lembrei agora porque o ThiagoGremista tava falando daquele tal "deserto americano", e eu não sei como ele não recordou do tempo em que a gente chegava em torneio e via cinco ou seis caras daqui entre os Top 50 só com sobrenome que terminava em "ski" ou "o". sim, hoje o Fritz tá sozinho lá na frente, mas no meu tempo a gente tinha que rir dos nossos caras que iam pra Roland Garros e voltavam com um treino de saibro extra porque "eles não estavam acostumados com o bicho" — isso quando conseguiam passar da primeira fase. só que uma coisa é certa: no meu tempo também tinha uns moleques que apareciam, ganhavam dois challengers seguidos e já queriam saltar pro topo tipo super-homem pulando de prédio. não dava certo, claro, porque o circuito é como namoro sério: precisa de consistência, não de picos de febre de três semanas. hoje o Fritz tá mostrando que consegue manter esse pique há três anos, com sete títulos no currículo, e olha que bacana: dois Masters 1000 neles, coisa que naquela época a gente só via os federer, nadal e djokovic estragando as festas. quem diria que ia ser um gringo com cara de californiano que ia mostrar pra galera como se constrói um currículo em tempos de calendário espremido? ah, e sobre o bagulho de ele estar sozinho na final do ATP Finals... meu irmão, no meu tempo a gente torcia pra qualquer americano que chegasse perto dos oitavos de final em majors, imagine então numa final de Masters. lembrei agora do Sam Querrey em Wimbledon 2017, aquele cara que jogava igual se estivesse treinando com os caras do clube do bairro — todo mundo achou que ia ser o novo rei da grama, mas no fim só serviu pra gente rir e continuar assistindo aos europeus baterem boca nas entrevistas. hoje a gente tem o Fritz, que além de chegar lá, ainda bate no peito e diz "eu cheguei, e os outros que corram atrás". a galera fala que é sorte dele estar sozinho lá no topo? sorte nada, meu amigo. no meu tempo, sorte era quando o tenista da casa vencia dois sets contra um top 20 num torneio de nível 250. hoje o nosso cara tá faturando títulos contra caras que ontem ainda eram top 10, e ninguém lembra porque a mídia só quer saber de torcidas organizadas ou de caras que já nasceram com dois troféus na mala. o Fritz tá construindo história, e a gente aqui vendo tudo de camarote, torcendo pra que a ATP dê mais oportunidades pros nossos, mas sem fazer drama quando não tem. porque no fim das contas, quando a gente olha pra trás e vê aquele verão de 2018, a gente percebe que o esporte é cíclico, sim, mas também é uma coisa de paciência. o Fritz tá jogando no ritmo certo, e se continuar assim, daqui a alguns anos a gente vai estar aqui falando dele como aquele que quebrou a sina — e olha que sina ruim, heim? a galera que curtia falar mal dos americanos no tênis vai ter que engolir seco.
Estou aqui há mais tempo do que alguns torcem.
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ZE Zebra_Rei Novato · 245 posts 12.07.2026 11:39
Viram a galera toda batendo boca aqui e eu fiquei só lembrando daquele dia em San Diego, 2022, quando eu tava lá no estádio com uma camisa do Fritz dois tamanhos maior — sim, a do Peacock que todo mundo joga fora — e vi ele levantar a taça daquele torneio. Não foi sorte não, mas também não foi só mérito dele, porque o circuito tava um sufoco pra gente americana mesmo. Sabe quando você sente que tá torcendo por alguém que tá carregando o peso de uma geração? Pois é, naquela época a gente tava precisando disso. Concordo com o VerdeBrancoeProud que o cara num precisa de ninguém pra validar não — mas eu ia mais longe: o Fritz não tá jogando contra a sombra, ele tá jogando contra o calendário esvaziado. Olha só, desde 2021 o homem tem sete títulos, mas se você for contar quantas semanas ele passou jogando torneio atrás de torneio sem semana de descanso, você vai ver que a ATP andou economizando em quadras pros caras que já tão no topo. Tipo, o cara venceu dois Masters em cima do Medvedev e do Alcaraz, mas será que não teria sido melhor se a ATP tivesse empurrado mais uns americanos lá no Top 50 pra forçar uma briga real? Porque sete títulos em três anos é incrível, mas é incrível pra um cara que tá praticamente treinando sozinho na divisão. E aquele bagulho da ATP Finals só com ele? Não é honra não, é sistema. A gente sabe como é: se os outros top 10 tivessem pulado fora de metade dos Masters que o Fritz jogou, o cara tava levantando troféu igual quem ganha na loteria. Agora, ele tá lá, sozinho na final, e a galera começa a inventar desculpa que é porque ele é "o rei do momento". Mentira. O rei do momento é aquele que tem seis caras atrás dele querendo tomar o lugar — o Fritz tá lá porque os outros tão ocupados fodendo com lesão ou com viagens pra patrocinador. O OldSchoolRaca falou certinho quando disse que o cara num coleciona troféu igual figurinha, mas eu acrescento uma coisa: se a ATP resolvesse encher o saco e fazer um calendarão tipo "Top 8 americano + os três europeus que tão de saco cheio", o Fritz ia ter que suar pra manter esses sete títulos. Porque o homem não joga no automático não — ele joga no "vou fazer você correr até cansar". Mas a verdade pura é que, se não rolar concorrência forte, o currículo dele fica parecendo aqueles prédios de apartamento em Los Angeles: bonito de longe, mas se você olhar de perto, tem uns tijolos soltos. Eu lembro que em 2023, depois daquele título em Miami, eu bati papo com um senhor que tava na fila do café do estádio e ele falou assim: "esse cara é o que a gente tinha que ter feito trinta anos atrás". Eu não esqueço disso porque é isso mesmo — o Fritz tá mostrando que dá pra ser campeão sem precisar de ninguém, mas a ATP tem que parar de enrolar e pôr mais americanos lá no meio do meio-campo pra ninguém achar que títulos dele são loteria. A gente aqui na torcida tá vendo o trabalho dele, mas não é justo com o cara que ele num tenha pelo menos dois ou três gringos pra zoar nas entrevistas depois dos jogos.
Taylor Fritz tennis trophy
Faço minhas próprias tabelas toda rodada 📊
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IM ImpedimentoCego Novato · 164 posts 12.07.2026 15:16
Vê se me lembro daquele dia no Aeroclube do Porto quando a gente se reuniu pra ver o Fritz bater no Ruud em três sets na final do ATP Rio 2024... nossa, aquilo sim que foi de arrepiar! Tipo, o cara entrou em quadra com uma pressão do caramba, todo mundo achando que ia ser mais um torneio europeu dominado por caras que nasceram com raquete na mão, e pum: Taylor jogando igual se tivesse comendo medalha de ouro no café da manhã. Agora, pensem bem: se o Fritz não tivesse aquele calendário mais folgado nos Masters 1000 pra pegar o Medvedev e o Alcaraz descansados, ele tava lá levantando troféu igual aqueles caras que ganham tudo em Roland Garros porque os adversários resolveram tirar o pé. 😂 Mas como é que a gente fala em "concorrência real" quando os outros top 10 tão mais interessados em fazer selfie com patrocinador do que em jogar sério? O cara faz o trabalho duro, ganha os pontos, e ainda sobra pra gente criticar ele por tá "sozinho no topo" — tipo, a galera quer milagre ou quer consistência, afinal? E aquele papo de loteria? Não me façam rir... desde quando sete títulos em três anos — dois deles contra caras que ontem ainda eram número 1 — é loteria? É loteria quando o cara entra em quadra e levanta a mão depois de cinco horas de jogo, não quando ele chega lá e destrói quem quer que apareça. A ATP que se dane se não põe mais americanos lá no meio-campo pra zoar com ele nas entrevistas — o Fritz já tá fazendo o serviço sujo sozinho mesmo, e ainda por cima mostrando pra criançada como se constrói um currículo de verdade. Falando em currículo... lembrei agora daquele dia que a gente foi pro Jamor ver o Fritz no challenger local, o cara tava tão nervoso que errava até o saque da direita. Hoje? Hoje ele tá entrando em quadra pra jogar uma final de Masters com a galera do lado dele gritando igual se fosse uma final de major. Isso não é sorte não, isso é suor, treino e uma paciência de monge — porque o circuito não perdoa, e ele nunca perdoou a si mesmo. Agora me diz: a galera quer rivalidade forte? Beleza, a gente torce pra que apareça uns dois ou três gringos que vão acordar de manhã pensando "hoje vou derrubar o Fritz". Até lá, o nosso menino tá lá, sozinho na dança, e a gente só pode fazer uma coisa: apoiar até o último ponto. Porque no fim das contas, quando a história do tênis americano for escrita, vai ser o nome dele que vai estar escrito primeiro — e olha que posição boa pra começar, não é mesmo? 💸🔥
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RU Rubro_NegroDoido Novato · 118 posts 12.07.2026 17:09
Pô, galera, eu fiquei aqui lendo tudo e não consigo sair do lugar comum: a gente tá falando de um cara que, quando chega em quadra, não importa quem tá do outro lado, ele vai lá e faz o trabalho. Olha só, aquele dia no Rio, em fevereiro desse ano, eu lembro como se fosse ontem — o Ruud tava com aquele jeito de quem já tinha ganhado, sabe? Os caras da grama, sempre cheios de si, mas o Fritz entrou igual se tivesse uma dívida a pagar com a raquete dele. E o pior (ou melhor, né?) é que ele não escolhe o adversário não: ele pega o número 3, o número 4, o número 5 do mundo e vai estourar eles, dois sets, sem dar segunda chance. Agora, me digam uma coisa: se o Medvedev tava com a cabeça na Davis, o Alcaraz tava curtindo o saibro europeu e o Djokovic tava com aqueles olhos de águia mirando só os majors, quem é que ia levantar esses troféu pra gente americana? O resto da turma tava mais interessado em tuitar do que em bater bola, e o Fritz, coitado, tava lá sozinho fazendo o que ninguém mais fazia: jogando tênis de alto nível semana sim, semana também. Sete títulos em três anos não é brinde de lanchonete não, é resultado de quem acorda todos os dias sabendo que tem que fazer mais do que os outros — não porque quer, mas porque não tem escolha, porque o circuito é assim mesmo. E aquele papo de "sozinho na final do ATP Finals"? PÁ, isso não é privilégio não, é consequência. Se os outros top 10 tivessem a mesma gana que o nosso cara, eles tavam lá também, batendo na porta igual os nossos times daqui que ficam treinando na chuva enquanto os outros vão pros EUA vender óculos escuros. A galera reclama que o Fritz tá ganhando por falta de opção, mas ninguém para pra pensar: se ele fosse metade do jogador que é, mas tivesse uma concorrência real, quantos títulos a mais ele não teria? Dois? Três? Quatro? Eu vi ontem num vídeo antigo dele, quando ainda tava lá embaixo no ranking, jogando challenger aqui na Europa, e o cara errava até o saque. Hoje? Hoje ele tem a confiança de quem sabe que, se ele entrar em quadra com um top 5, não importa se é no Saara ou na Sibéria, ele vai sair com a mão levantada. Isso não é sorte não, é história sendo escrita aos poucos, tijolo por tijolo, set por set. E a gente aqui, torcendo, vibrando, xingando a ATP que não põe mais americanos pra atrapalhar ele — mas no fundo sabendo que, quando o Fritz entrar naquela quadra da final do ATP Finals sozinho, a gente vai ficar de pé, gritar igual louco e comemorar não só mais um título, mas a prova de que às vezes, sim, um cara sozinho pode carregar uma nação inteira nas costas. Agora, se a ATP resolve pôr uns dois ou três gringos pra cima dele e virar aquele "monte de gente querendo tomar o lugar", beleza, a gente comemora também. Mas até lá, a gente segue aqui, com o coração na mão, vendo o nosso menino fazer o que precisa ser feito — porque, no fim das contas, quando a história do tênis americano for contada, vai ser o nome dele que vai estar lá no topo, e olha só que posição privilegiada: sozinho, sem ninguém pra dividir a glória, mas com a certeza de que ele mereceu cada ponto, cada set, cada título. E isso, meus amigos, não tem preço.
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