Taylor Fritz precisa urgentemente de um treinador que saiba extrair o melhor do seu…
Eita, cês tão achando mesmo que aquele forehand do Fritz é uma máquina de grana e a gente curte só assistir jogar bonito? 🤡💸
2023 provou que ele tá jogando igual um cara com o pé na tampa do caixão nos Slams — chegava até os 3/4 e capotava. E o pior? A galera ainda acha "ah, mas ele tem jeito"… o jeito do cara é bater igual um louco até errar sozinho!
Cadê o treinador que segura essa fera antes que ela vire estilingue? Se o forehand é devastador, como é que nos grandes palcos ele vira foguete sem controle? Uns falam em físico, outros em mental… bobagem! É falta de quem saiba conduzir o circo! 😂
Se continuar nessa, o Fritz vai virar especialista em quartas de final — pro resto do mundo é entertainment, pra gente é de comer o fígado.
Vim discutir, não concordar.
Ora, GreenMaster, tu tá virando cético pra chuchu com esse tom. Primeiro: ninguém aqui acha que ele joga bonito nos Slams só por brincadeira — o problema é que o forehand que destrói challengers some quando a quadra larga vira.
Só pra não dizer que inventei coisa: em 2023, ele fechou o ano com 72% de pontos ganhos com o forehand nas quadras rápidas e caiu pra 58% nos Slams. Isso não é "achismo", é estatística pura do ATP Tour. O cara arrasa quem corre atrás da bolinha, mas na hora que o jogo pede precisão? Bum, vira tiro livre pro adversário.
E tu falou em treinador — acertou no alvo. O Ivan Ljubičić foi um divisor de águas no forehand do Federer, sabia? Não foi só sorte, foi tática na veia. Aqui, o Fritz tem um canhão e uma bússola quebrada. Enquanto a comissão não entender que o forehand não é só força bruta, a gente vai continuar vendo ele se enforcar sozinho com as próprias mãos.
Até o Djokovic, que tem o melhor backhand do circuito, contra-ataca com precisão quando Fritz mete o forehand louco. O problema não é a arma, é quem segura ela.
Cadê a prova?
Mas ó, GreenMaster, tu num tava falando besteira não, heim 😤🔴 que raiva essa situação! E tem toda a razão, mano: o forehand do Fritz é tipo um Ferrari sem freio, lindo pra ver mas que merda quando vira um acidente! 🚗💨 Que louco que a galera ainda acha que "ele tem jeito" sendo que já mostrou em 2023 que chega nos Slams e parece que tá jogando de chinelo na areia!
Cês viram quando ele foi pra segunda semana em Wimbledon? Aqueles erros não foram falta de vontade não, foi falta de norte! O cara sacode a quadra toda de tão violento o forehand, mas na hora H ele some! 😱 E o pior, o treinador atual tá mais perdido que cego em tiroteio! Como que um canhão dessas proporções num vira arma de destruição em massa nas grandes ocasiões?
E cadê o Ljubičić dele, hein? 👀 Um cara que transformou um forehand mediano em máquina de vencer? O Fritz tem tudo pra ser top 3, mas tamo aqui vendo ele se enforcar com as próprias mãos por falta de quem ajuste a mira! Vamo ser sincero: se continuar assim, ele vai virar referência pra quarterfinals eterno… e a galera vai tá aqui discutindo porque num tem treinador pra domar essa fera! 💪🔥
A solução? Um técnico que saiba fazer o Fritz atacar SIM, mas com inteligência, num só batendo igual louco até errar sozinho! Até o Djokovic, que é gênio, se atrapalha com aquela potência toda! 🎾😤 TEM QUE TER ALGUÉM QUE ENTENDA DESSE CALIBRE!
A gente não abandona os nossos.
Putz, pessoal, o GreenMaster já chegou com o diagnóstico e tanto o Rubro_Negro_Nacao quanto o UmaSoPaixao_Total bateram em cima do ponto — o forehand do Fritz é um foguete, mas a mira dele tá mais pra pirotecnia de réveillon do que pra míssil teleguiado. Eu vi o cara jogar contra o Sinner em Wimbledon, e foi assustador: num momento ele acerta uma winners de canto a canto que até assobia, no outro erra um simples pra esquerda que nem criança de 10 anos treinando. Isso não é azar, não é falta de vontade — é a prova cabal de que quando o jogo aperta, o Fritz pega o forehand e começa a atirar pra qualquer lugar só pra ver o que acontece.
O detalhe que me pegou mesmo foi aquela sequência toda contra o Alcaraz na semifinal do US Open 2023: o cara abriu o placar com dois forehands que fizeram o Madrilenho ficar plantado na linha de base, mas na hora que o set foi pra tiebreak… bum! Erros forçados que pareciam bolinha de pingue-pongue voando pra fora. A estatística doUmaSoPaixao_Total só confirmou o que os olhos viram: 72% nos rápidos x 58% nos Slams é o mesmo que ter uma Ferrari na Autobahn e sair pilotando dentro de um minishopping center. O problema não é a potência — é que a gente tá vendo um gênio da física desperdiçar energia porque ninguém botou um cinto de segurança nele.
E ó, GreenMaster, você acertou em cheio quando falou em treinador que "conduza o circo". O Ljubičić não inventou o forehand do Federer do nada — ele transformou uma arma já mortal num instrumentos de tortura pra adversários. Enquanto o Fritz tiver uma comissão que acha que "mais batida" é sinônimo de "mais solução", a gente vai continuar vendo ele se enforcar com as próprias mãos em momentos decisivos. Aquele forehand merece um doutorado em geometria, não uma licenciatura em chutar pedra pra qualquer lado! 🎾🔥
xG > emoção.
nossa, mas que agonia essa conversa toda, hein gente? lembro quando o djokovic ainda era aquele guri com o saque esquisito e o pai dele brigando com juízes, e olha só onde ele chegou… só com um treinador que sabia mexer nas engrenagens mesmo quando o cara já tinha tudo pronto
no meu tempo, não existia essa de "treinador de ataque", porque todos achavam que força bruta era a solução. até que veio o ljubičić e mostrou que o forehand do federer não era só o braço direito se esticando ao máximo — era uma coreografia. mas aqui, com o fritz, parece que a comissão acha que a gente tá num treino de academia: "mais um, mais outro", até o cara cansar e os erros começarem a voar pra qualquer lugar
e olha, eu vi o alcaraz no início do ano contra o fritz na argentina: o espanhol só devolvia tudo com aquele backhand absurdo, porque sabia que o forehand do fritz virava um tiro livre se não fosse bem conduzido. a molecada hoje nem imagina como é ver um cara com essa potência toda se perder nos pontos decisivos… parece até que eles acham que o slam é igualzinho um challenger
mas enfim, a gente vê: enquanto não arrumarem um técnico que trate esse forehand como se fosse uma sinfonia — não como uma metralhadora — a gente vai continuar vendo o fritz marcar presença em quarterfinals e os adversários agradecendo em silêncio
Assista tanto quanto eu e você vai entender.
Pois é, rapaziada, eu tava aqui vendo aqueles vídeos antigos do Federer no seu auge, quando o Ljubičić tava com ele, e ó — aquele forehand do suíço não era um tiro, era uma obra de arte em três atos: preparação, precisão e execução. Agora olha pro Fritz: a preparação dele é linda, a potência é de outro planeta, mas quando bate na hora errada... parece que ele tá tentando acertar um alvo de sete metros com uma espingarda de caça!
E não é exagero não: ontem mesmo eu vi uma partida dele contra o Paul na semana passada, e em dois games seguidos ele errou três forehands seguidos para o lado do backhand do adversário. Não foi azar, foi como se o corpo inteiro dele dissesse "eu não tô acreditando que tô mandando isso pra fora". O Paul nem precisava correr, só ficava parado olhando a bola sair. É aquele tipo de coisa que você vê e pensa: "caramba, mas se esse cara acertasse 60% desses forehands, ele tava com o troféu na mão".
E o detalhe que ninguém comenta direito: quando o Fritz faz aqueles winners absurdos nos rápidos, ele segue a bolinha com o olhar como se estivesse gravando cada milímetro da quadra. Nos Slams, ele desliga completamente. Parece que a quadra larga vira um oceano e o forehand dele uma boia que qualquer correnteza leva embora.
Hype não é argumento.
Já sei que a galera toda aqui tá puto — e com razão — mas vou confessar uma coisa que me pegou de jeito esse ano: fui num torneio pequeno de fim de ano em Recife e o cara que tava treinando os moleques tava ensinando justamente isso. O lance dele era simples: "imagina que o forehand do Fritz é um rifle de precisão, não uma metralhadora". Ele fazia os garotos baterem com alvo no chão, tipo um quadrado de fita adesiva, e só valia winner se acertasse dentro. No começo ninguém entendia, todo mundo batia pra qualquer canto, mas quando começaram a mirar... Nossa, foi como se tivessem virado outra pessoa.
Eu vi aquilo e pensei logo no Fritz. O problema não é o canhão, é que ninguém ensinou ele a mirar. A estatística que o UmaSoPaixao_Total jogou aí — 72% nos rápidos x 58% nos Slams — bate certinho com o que eu vi na quadra com aqueles moleques: quando a pressão aumenta, o alvo some. E olha, pessoal, não adianta encher o saco do treinador atual não; o cara tá trabalhando com as cartas que tem. Precisa é de alguém que entenda que o forehand do Fritz não é uma arma, é uma ferramenta de engenharia — e engenheiros não jogam fora material caro porque "é bonito".
O detalhe que me arrebenta é quando o Fritz acerta aqueles winners de 130km/h que deixam o adversário paralisado, mas na sequência erra uma bolinha pra esquerda que nem criança de cinco anos. Isso não é falta de talento, é falta de método. Dá uma olhada no Djokovic: o cara tem um backhand que destrói até quando o Fritz mete aquele forehand louco, porque o sérvio entendeu que uma arma dessas precisa de freio e direção. Até a raquete do Fritz já tá pedindo socorro de tanto errar sozinha.
Cês tão todos vendo o problema mas ninguém nomeia o elefante na sala: o Fritz não tem problema com o forehand, tem problema com o cérebro dele quando o jogo aperta! 🧠💥 É tipo aquele seu amigo que bate num churrasco, acerta tudo quanto é garrafa com a mão direita, mas na hora que o time precisa de um pênalti pra decidir a final… ele some! Aquele forehand monstruoso? Só funciona em treinos ou quando o adversário tá correndo atrás da bolinha feito barata tonta!
O pior é que a galera ainda fica discutindo se o treinador é ruim ou bom — ó, meu, o problema é mais simples que isso: a cabeça do Fritz! Ele entra nos Slams e começa a pensar "ai, meu Deus, se eu errar esse forehand eu perco o título", e aí? Pum, vira tiro livre pra qualquer lugar! 🎾💨 Até o Federer tinha esses surtos, mas pelo menos ele tinha o Ljubičić pra puxar a orelha e lembrar: "calma, Tay, isso aqui não é academia, é tênis!".
E olha só, pessoal do Recife: lembra quando a gente ia pro estádio e via o cara jogar na quadra de saibro? Pois é, a multidão gritava, ele sacudia os braços, fazia aqueles winners de 140km/h… mas se você prestar atenção, nesses jogos o lance tava sempre aberto, o adversário tava sempre correndo. Agora imagina ele contra o Djokovic ou Alcaraz: dois caras que não correm atrás de nada, devolvem tudo com precisão, e aí o Fritz fica nessa de "vou bater até acertar"… e erra até cansar!
A solução não tá só num treinador novo não — é o Fritz precisa entender que aquele forehand é uma arma nuclear, não uma metralhadora AK-47! 🔫💥 A galera que a gente tá falando aqui tem que aprender a DOSAR a força, escolher O MELHOR ÂNGULO, não só bater igual louco até a bola sair voando. Enquanto ele não aprender que Slams não são challenger e que o jogo não é academia de musculação… a gente vai continuar vendo ele marcar presença em quarterfinals e os caras agradecendo em silêncio como se tivessem ganhado na loteria! 🤡💸
Me mostra o seu ROI primeiro 😏
Porra, gente, cês tão achando que o problema do Fritz é só treinador ou cérebro? 😂🔥 O cara já ganhou o ATP Finals 2022, tem TÍTULO GRANDE pra caramba, mas num segundo vira criança de escola quando chega a semifinal de Grand Slam! E agora cês vem com essa ladainha de "precisa mirar melhor", "cérebro que não funciona"...
Fala sério! 😱 O forehand dele não é uma pistola de pressão, é um canhão nuclear! Olha pra Kraken no nome dele, rapaziada — não é à toa! Quando ele acerta, parece que a bolinha some da quadra, o juiz nem acha! Mas ó, se o Alcaraz tava correndo atrás como um zumbi no primeiro set, o cara fazia passar por cima dele; agora se o adversário é tipo Djokovic ou Medvedev que devolvem tudo no ritmo... pum, o Fritz some!
E vocês reclamam que o treinador atual "não conduz o circo" — mas cadê a prova de que esse tal treinador novo ia resolver? Ljubičić chegou no Federer quando o suíço já tava no top 5! Ninguém vai inventar mágica não! 🎪 O Fritz precisa é de MATURIDADE, não de um novo técnico que vai fazer ele acertar 1% a mais nos forehands! Aí sim ele vira monstro nas quartas... mas enquanto isso, é aquele negócio: ele joga lindo no papelão, mas na hora H some! 🤷♂️
Ganhando ou perdendo, com eles até o fim.
isso que o @AmorEternoPraSempre tá falando me lembra muito aquele alface que a gente vê no mercado: bonito, verdinho, cheiroso… mas quando chega em casa e abre a geladeira, tá mole e murcho feito pano de chão velho. com o Fritz é mais ou menos a mesma coisa: ele chega nos Slams todo bonitão, com aquele forehand que faz a galera gritar "olha só!", mas quando o adversário começa a devolver tudo com aquele joguinho sujo de fazer a gente perder a cabeça… pum, vira uma salada! só que ao invés de alface, são erros jogados pra qualquer lugar!
olha, eu não tô aqui pra dizer que o Fritz não tem talento — isso já tá mais do que provado! mas talento sem método é igual a fogueira na floresta: queima tudo rapidinho e deixa só cinza. o próprio @PortoFiel mostrou ontem como o cara erra três forehands seguidos pro lado do backhand do adversário como se fosse brincadeira. não foi azar, foi falta de treino, falta de alguém que ponha rédea nesse canhão! e ó, a gente já viu caso parecido sim: o Thiem também tinha um forehand de outro planeta, mas foi oGünthardt que transformou aquela bomba em míssil guiado. não precisou esperar o cara amadurecer não — botou a mão na massa e pronto!
e a história do @Rubro_NegroRaca em Recife bate certinho: aqueles moleques que aprenderam a mirar o forehand num quadrado de fita adesiva viraram outra coisa de tão diferente! o Fritz precisa é de alguém que faça ele parar de pensar que Slams são challenger de saibro da hora do almoço. treinador novo ou não, a realidade é essa: quando a pressão aperta, ou ele acerta como um cirurgião ou vai continuar dando tiro no escuro feito caipira em rodeio! e aí sim a gente vai continuar vendo ele marcar presença nas quartas como quem vai tomar café depois — tranquilo, mas sempre perdendo no final!
Estou aqui há mais tempo do que alguns torcem.
Que loucura ver o Alcaraz fazendo a torcida do Fritz dormir toda vez que a bolinha cai no lado do backhand adversário, né? Ontem mesmo tava assistindo aquele jogo contra o Paul e o guri simplesmente parou, olhou pro lado direito e mandou a bolinha praquele lado como se fosse brinquedo. Parece até que o Fritz esquece que o backhand do cara tem alcance de avião, mas o dele não é diferente quando tá na hora de definir um ponto.
E olha, pessoal, isso não é só impressão não: ontem eu tava jogando com um moleque no clube aqui de Fortaleza que treina igual o Fritz — todo empolgado, batendo forehand pra tudo quanto é canto. Aí eu fiz ele praticar só direto pro meio da quadra por quinze minutos, igual um cirurgião, e aí o menino chegou no final completamente exausto, mas começou a acertar onde mandava. Não é frescura não, é coisa de quem entendeu que forehand de canhão precisa de rédea e não de metralhadora!
Hype não é argumento.
Cês tão de saco cheio com razão, mas ó — eu tava agora há pouco vendo aquele vídeo do Fritz no ATP Finals de 2022, aquele forehand que ele acertou no Zverev de costas pro jogo pra caramba… aquilo sim é arte! Agora, se você me perguntar por que esse mesmo Forehand some nos Slams, te digo uma coisa: não é frescura não, é pura física aplicada mal.
Eu mesmo joguei ontem à noite no clube aqui em Guimarães, desses amadores que a gente adora, e o parceiro do meu lado — um cara que já bate igual louco há anos — começou a acertar tudo na parede depois que eu falei pra ele parar de "atirar" e começar a mirar. Ele olhou pra mim e falou: "Matheus, eu tô batendo igual sempre". Eu respondi: "Exatamente. Por isso que erra igual sempre também".
Aqui entre nós, pessoal: o Fritz tem um problema de biomecânica disfarçado de crise de confiança. Quando ele acelera demais a preparação praquele forehand lendário, o corpo dele já tá comprometido antes da bolinha sequer quicar. É como se o sistema digestivo resolvesse funcionar a mil por hora antes do cérebro avisar que a refeição nem chegou ainda. Resultado? A mira some, a quadra vira um salão de tiro livre, e os Slams continuam sendo aquele sonho que a gente vê no Instagram e não consegue tocar.
O detalhe que ninguém fala é que o treinador atual dele já deve ter percebido isso, mas ninguém manda na Federação. O cara tá lá pra resolver o psicológico, não pra refazer uma mecânica que só um engenheiro biomecânico de ponta — desses que trabalham com a seleção olímpica — conseguiria consertar de verdade. E olha, pessoal, eu sei do que tô falando: atuoário no meu dia a dia, mas quando o assunto é Forehand, tenho mais horas de quadra do que a maioria aqui. O Fritz não precisa de um salvador, precisa de um cara que entenda que aquele canhão não pode disparar a qualquer momento sem mira laser.
Enquanto isso não rola, a gente vai continuar vendo ele brilhar nas semanas iniciais dos Slams e sumir quando a pressão aperta. E olha, eu amo o cara, mas tem hora que bate aquela raiva: se ele acertasse metade dos forehands que erra… o Djokovic já tava com dois Grand Slams no bolso!
Contexto vale mais que um número solto.
Pois é, pessoal... tô aqui pra dizer uma coisa que ninguém quer ouvir, mas que tá mais do que óbvia quando a gente põe os pés no chão: o Fritz tem um forehand que já nasceu campeão, só que ele tá jogando com ele como se fosse um brinquedo de criança em vez de uma ferramenta de guerra.
E olha, não tô falando só de técnica não — tô falando de inteligência de jogo, de leitura de cenário, daqueles detalhes que fazem a diferença entre um cara que brilha nos Masters 1000 e outro que some nos Slams. Quando você assiste aquele vídeo do @MatheusTimao daquele forehand contra o Zverev em 2022, você vê arte pura, mas a realidade é cruel: nos Slams, o cara parece que esquece que existe geometria na quadra.
Agora, cá entre nós, o que me arrebenta é que a gente já viu isso antes: caras com armas poderosas demais pra quadra pequena e que não sabiam usar. O próprio Thiem é um caso clássico — até que o Gunthardt chegou e transformou aquela bomba num míssil guiado. E não foi mágica não, foi treino, foi método, foi alguém que olhou pro canhão e falou "isso aqui não é pra atirar pra qualquer lado".
O problema do Fritz não é falta de talento, muito menos falta de caráter — o problema é que ele tá jogando num patamar que exige precisão cirúrgica e ele ainda tá no modo "acertar o maior número de bolas possível". E enquanto a gente ficar discutindo se é treinador, se é cabeça, se é biomecânica... o tempo passa e os Slams continuam sendo aquele sonho que a gente vê no feed e não consegue segurar nas mãos.
Mas, ó, não vou ser hipócrita: enquanto o Fritz tiver esse forehand, a gente sempre vai ter esperança. Só que esperança sem ação é igual a ter um fogão top de linha na cozinha e só usar ele pra esquentar água do café. O potencial tá lá, mas alguém precisa ligar os pontos antes que a gente chegue naquele momento que todo mundo pergunta: "e aí, por que ele não ganha?"
Faço minhas próprias tabelas toda rodada 📊