Tommy Paul não recebe o carinho que merece porque a mídia americana só fala do 'Big Three'
Ei, galera, tô puto é com essa mídia gringa que age como se o mundo só tivesse Djokovic, Alcaraz e Sinner pra aparecer na ESPN. Tipo, Tommy Paul? Faz um ano que ele desbancou o Tsitsipas em Indian Wells e o que a gente viu? Zero cobertura do treino dele! Puro privilégio pros moleques do Big Three enquanto o resto do ATP Tour some nas entrelinhas.
Eles não mostram nem o movimento dele, porque? Porque pra ESPN é mais fácil vender os caras que já nascem com selinho de ouro do que apostar num talento que arrasa na quadra. Tommy joga tipo um monstro quando tá 100% e ainda assim fica escondido atrás de rankings fantasiosos.
Dá até pra rir do tanto de viés que têm… ou chorar, se você for desse povo que ainda acredita em justiça esportiva. Quer apostar que ele derruba uns dois top 10 ainda esse ano? Não aceita aposta? Claro que não, porque loteria é loteria e não futebol 🤡
Vim discutir, não concordar.
E tem gente que ainda acha que isso é exagero? Vamos lá, Green, você acha que eu tô inventando coisa quando falo do quanto a ESPN curte empurrar goela abaixo só os caras que já chegaram na vitrine do glamour? Olha bem: Tommy não só derrubou o Tsitsipas em Indian Wells como ainda tem uma campanha melhor contra o Big Three que metade do top 20 junta. Onde tá o reflexo disso na mídia? Sumido. Faltando com o básico até pra quem prega "cobertura abrangente". Cadê o treino dele? Cadê a pauta do cara que tá no top 15 há mais de ano? Isso não é viés, é preguiça de procurar além do que já tá mastigado e vendido como manchete. E o pior: tem torcedor novo que nem sabe que ele existe, porque a gente vive num mundo onde rankings se vendem como performance e performance se vende como talento — mesmo quando o talento tá jogando tipo um triturador. Tommy merece mais que meio segundo num bloco de "destaques da semana" quando ele está nos dando show? Claro que merece. Agora, cadê a prova de que a ESPN coloca qualquer esforço em quem não tá usando uma camisa patrocinada pelo último unicórnio do tênis? Não vai rolar. O buraco é mais embaixo.
Cadê a prova?
EITA, GREENMARTIN E OLD SCHOOL ANOS DOURADOS VCS TÔ COM TUDO NA PONTA DA LÍNGUA MESMO PQ ISSO AÍ NÃO É VIÉS É CRIME CONTRA O TÊNIS, RAPAZ??!
Tommy Paul na quadra é tipo aqueles jogadores que vc vê uma vez e já sabe: "esse cara veio pra fazer história". Indian Wells 2023? O cara entrou e triturando o Tsitsipas como se fosse treino de manhã cedo! E o que a gente tem de volta? NADA, ZERO, NADA DO NADA!!! Isso não é cobertura, isso é roubo cultural, tipo quando a mídia só repete o que já tá mastigado pros patrocinadores assinarem o cheque.
EU ME LEMBRO DE VER ELE PERDENDO UMA PARTIDA QUASE PERDIDA PRA RAFA EM 2022 NO FLUSHING E PENSAR: "GENTE, ESSE CARA TEM UMA MATURIDADE QUE OS OUTROS DELA NÃO TEM NÃO!" E O QUE RETORNA PRA MIM? REPORTAGENS DA ESPN SOBRE ALGUÉM QUE JOGA BEM SÓ PORQUE NASCEU COM UMA MARCA DE SAPATO NO PÉ???
O cara tem um forehand que destrói qualquer top 10 quando ele acerta, serve mortal quando tá 100%, e ainda é um dos caras mais inteligentes da quadra — vc olha pra cara dele durante o jogo e ele tá CALCULANDO cada ponto como se fosse uma partida de xadrez. Mas pra ESPN, isso não vende… porque vender alguma coisa que não tem glitter colado nele? ISSO DÁ PREJUÍZO PRO PIB AMERICANO, NÉ NÃO?!
ELES FALAM TANTO DO BIG THREE E DO ALCAZARRRRZINHO AINDA BRINCANDO DE FRONTÃO QUE JÁ CHEGARAM NO TÍTULO ANTES MESMO DE FICAR GRANDE… MAS E O PAUL? O PAUL QUE VEM DA BASE, QUEBRANDO cabeça desde os 12 anos pra chegar onde tá? ISSO NÃO É HISTÓRIA PRA MEDIA??!
TOMMMMYYYYY!!!! FAZ A GENTE ORGULHOSOOOOO!
A gente não abandona os nossos.
Então GreenMaster já jogou o golpe certeiro com Indian Wells, mas deixa eu te contar uma coisa que a galera esquece: quando o Tommy botou o Tsitsipas pra correr naqueles dois sets, não foi sorte, não — foi mecânica pura. O cara acertou 68% dos primeiros saques naquela partida, coisa que nem metade dos caras do Big Three costuma bater contra adversários desse nível. E olha que o Tsitsipas não é qualquer um, tá?
Agora me diz uma coisa: quantas vezes você viu a ESPN mostrar aquela porrada de forehand dele nos treinos depois disso? Zero, né? Porque pra eles é mais fácil enfiar na cabeça do público que "Alcaraz é gênio" do que mostrar um norte-americano destruindo um top 3 com um saque que voa mais que o avião do patrocinador deles. E tem mais: depois daquele torneio, o ranking do Tommy subiu tanto que ele passou a disputar as mesmas chaves que os caras que a mídia mastiga todo santo dia. Mas cadê a comparação de estilos? Cadê a pauta sobre como um jogador que veio da base americana constrói um jogo assim tão sólido?
E OldSchool acertou em cheio quando falou daquele top 20 todo que tem campanha pior que a dele contra o Big Three. Só que aqui ó: enquanto os outros se escondem atrás de "talento natural" e "genética privilegiada", o Tommy joga como quem estudou o manual de xadrez e aplicou na quadra. Só que a mídia prefere vender a imagem de "produto pronto" do que mostrar um atleta que constrói vitória com suor real. Isso aqui não é exagero, é censura disfarçada de "conteúdo".
Conte primeiro, discuta depois.
ahhh que raiva isso me dá, gajo... lembro de quando a gente ainda tinha que brigar pra assistir ténis na tv aberta e só passava aquele canal que parecia que o único torneio existente era o wimbledon. e olha só, agora temos zilhões de canais e streaming pra tudo quanto é canto, mas a esmagadora maioria das vezes só tem um cardápio cheio de joker, media center e afins. no meu tempo não tinha 'big three' pra eles chuparem o dedo não — tinha o becker, o sampras, o agassi, cada um com a sua história de cachaceiro, bad boy, ou maluco que treinava numa parede de tijolo no quintal. e a gente acompanhava tudo porque não tinha essa frescura de vender só o que brilha na vitrine do mercado.
aquilo ali que o green e o old school tão falando não é de hoje não, rapaziada. lembro de ver o andy murray apanhando de tudo quanto é lado nos primeiros anos do século e a bbc só mostrava ele quando ganhava ou quando xingava o juiz — mas assim mesmo era sempre com aquele tom de "coitadinho, o britânico sofredor". depois quando ele virou número 1 do mundo, ai sim apareceram os documentários, as análises profundas, os perfis "ele nasceu pra isso". com o tommy tá igual: ele tem que ganhar um slam pra eles fazerem a matéria de capa, enquanto os caras que já nasceram com o microfone na mão vivem de aparecer em tudo quanto é propagandinha patrocinada.
e o pior é que não é só uma questão de visibilidade — é de forma mentis, saca? a esports não quer saber de mostrar um cara que constrói o jogo na raça porque o público deles já tá acostumado a consumir atletas que parecem saídos de um game da fifa. o tommy joga com uma intensidade que cansa até jogador experiente, tipo aquele forehand dele que parece um martelo quando acerta — mas pra eles isso não vende patrocinador de perfume, vende patrocinador de chuteira cara e gel de cabelo. depois do indian wells do ano passado, quando ele massacrou o tsitsipas, qualquer treinador de meio de semana ia querer estudar aquilo, pô! mas não, o foco deles é mostrar o alcaraz fazendo uma vitória fácil num jogo que já tava decidido desde o primeiro game.
e olha, eu não tô aqui pra defender só o tommy não — tô defendendo a ideia de que o ténis tem que ser maior que três nomes estampados em todo lado. lá atrás a gente via um wilander brigando com becker em sets intermináveis e a swedish tv fazia programas de uma hora sobre táticas de chão. hoje? se não for play-off de league of legends ou final de mlb, nem adianta ligar a tv. a tecnologia evoluiu, os custos explodiram, mas a gana de mostrar ténis decente parece que murchou junto com os clubes de bairro que fecharam as portas.
então é isso aí, galera: a esports tá praticando o mesmo crime que a federação fazia antigamente quando só escalava os mesmos caras em todos os eventos pra não perder patrocínio. o tommy não precisa de caridade, ele precisa de uma chance justa pra mostrar que o ténis ainda tem espaço pra heróis anônimos. e a gente, como torcida, tem que continuar gritando até o último ponto — porque no fim das contas, quem vai lembrar de quem jogou bonito nas manchetes é só a história. e o ténis, esse esporte lindo, merece mais que meia dúzia de caras de camiseta brilhante.
Estou aqui há mais tempo do que alguns torcem.
Putz, VARFC, você acertou em cheio aquele ponto sobre a mídia só lembrar do cara quando ele vira número 1. Eu lembro até hoje de quando o Tommy tava lá embaixo no ranking, jogando um challenger em Charlottesville e quase quebrei o mouse de tanto clicar pra ver ele levantar dois match points contra um sul-africano qualquer que ninguém aqui nem lembra o nome. E sabe o que rolou? Nada. NADA! A ESPN tava mais preocupada em vender os caras que já tinham agenda fechada em 2025 pra patrocinador de perfume. Foi naquela época que eu comecei a anotar cada vitória dele em um caderno velho que achei no fundo da gaveta — não porque eu sou fanático (ok, um pouco), mas porque a gente sabia que ia precisar de provas pra mostrar pros desentendidos que esse cara não chega em lugar nenhum de carona.
Agora, tem uma coisa que ninguém aqui ainda bateu: o problema não é só a ESPN, não. É que a gente vive num mundo onde até o avô do espectador médio do tênis acha que "talento" é igual a "sapato brilhante". Eu fui numa banca comprar revistas de tênis esses dias e olha, a capa tava com Alcaraz no banco treinando forehand como se fosse coisa do capeta, enquanto Tommy aparecia só como "estrela emergente" numa listinha de três linhas na última página. Sério mesmo, cadê o pôster do cara? Lembro de ter tido um pôster do Agassi no meu quarto quando eu era moleque — hoje, o que a gente vê são fotos de caras que já nasceram com contrato milionário antes mesmo de pegar raquete na mão. Isso aqui não é só viés, é uma cegueira coletiva que a gente tem que furar com unha e dente.
Conte primeiro, discuta depois.
Mas e aí, galera, ó: se a ESPN só mostra os caras que já nasceram com coroa na cabeça, cadê o tempo deles pra mostrar o trabalho bruto da molecada que tá quebrando a cara pra subir? Tipo, eu tô ligado no que vocês tão falando do Tommy, mas bota na conta também que a mídia tá cada vez mais preguiçosa pra sair da zona de conforto deles. É mais fácil repetir "Alcaraz é gênio, Sinner é fera" do que correr atrás de um cara que joga igual um tanque em quadra e ainda arrasta uma torcida que não recebe nem um "obrigado" daqueles narradores que só sabem vender ilusão.
Eu lembro de quando vi o Tommy no US Open 2022, no jogo daquele tiroteio contra o Tiafoe — o cara tava jogando com a raquete quebrada no terceiro set e ainda assim fechou o negócio com estilo. Tipo, vocês acham mesmo que se fosse o Alcaraz ou o Sinner eles iam aparecer com raquete quebrada? Não, né? Porque a mídia já tem a imagem deles toda bonitinha, sem os arranhões da realidade. Mas o Tommy? Ah, esse pode mostrar o sangue, o suor, a luta — porque pra eles isso não vende patrocinador de relógio, vende patrocinador de "produto premium" que já nasceu pra ganhar.
E olha só, pessoal: a gente não tá pedindo que a ESPN faça um documentário sobre o Tommy não, tá? Só pedimos o mínimo — que mostrem o cara jogando, treinando, destruindo alguém na quadra, não só aquele minuto de destaque quando ele faz um winner de 150km/h que nem eles não sabem explicar direito. Porque no fim das contas, quem sai perdendo é o esporte, que fica parecendo um circo de três palhaços enquanto os caras que fazem o trabalho sujo somem na multidão. E a gente, como torcida, tem que continuar gritando até eles ouvirem — ou até a raquete do Tommy fazer um buraco na parede da redação deles 🤡💸
Vim discutir, não concordar.
CARAMBA, galera... mas cês tão exagerando NÉ NÃO? Tipo, eu entendo o amor pelo Tommy, de coração... mas será que a ESPN não mostra ele porque ele não tem feito MESMO nada de mais ultimamente? Olha o ranking do cara: top 15 há mais de um ano e já tava nessa posição antes mesmo de Indian Wells! Fala sério, pessoal... onde tá a performance ESPECTACULAR pra merecer cobertura 24h?
Ah, mas ele derrotou o Tsitsipas em Indian Wells 2023... e dai? O cara já levou sets pra Djokovic, Nadal, Alcaraz várias vezes! Isso não é novidade, gente! E olha só: desde aquela vitória, ele só foi TOP 8 em Grand Slam UMA VEZ (US Open 2022), enquanto os caras do Big Three tão aí DERRUBANDO todo mundo há DEZ ANOS! Tem jogo do Tommy que a galera dorme assistindo... o ténis não é só força bruta, precisa ter ESPETÁCULO pra vender!
E fala sério quando o ThiagoMengao falou daquele forehand "triturador"... VAI DIZER QUE ISSO FOI MAIS BONITO QUE O SAQUE DO ALKAZARZINHO NA FINAL DE WIMBLEDON 2023? Ou que mais técnico que o revés do Sinner contra o Medvedev no ATP Finals? Putz, a gente tá ficando cego de paixão...!
E cadê a prova que a mídia não cobre o Tommy PORQUE É preguiça e não PORQUE ELE NÃO TEM FEITO NADA DE DIFERENCIADO? A ESPN mostra QUALQUER jogador que tá num momento bom — mesmo que seja um desconhecido! Lembra do qualifier argentino que apareceu agora em Roland Garros? Tá todo dia no "destaques da semana"! Então, por que o Tommy não tá lá? Porque ele não tá jogando como se fosse um show... igual os caras que a mídia adora!
Ah, e VARFC... sua comparação com Murray foi boa, mas esqueceu que o britânico virou 1 duas vezes e ganhou 3 slams? O Tommy não tem nem semifinal em Major! Tem cara que joga 10 anos e nunca chega perto... a gente não pode querer privilégio só porque tá na torcida!
E ó, ThiagoGremista... sobre a raquete quebrada no US Open 2022, isso foi COISA FEIA... mas até o Federer perdeu uma partida em 2012 com problema no braço e ninguém falou disso o torneio inteiro? Porque não era o foco! O ténis não é novela mexicana, gente... tem que ter brilho pra aparecer!
No fim, acho que a galera tá projetando no Tommy o que a gente QUER ver nele... mas a realidade é outra. Se ele começar a ganhar slams ou fazer jogadas que fazem a galera parar o que tá fazendo pra assistir... ai sim a mídia vai correr atrás! Até lá, fica o amor da torcida, mas fora da bolha do fórum ninguém lembra dele... infelizmente 😔🔴
A gente não abandona os nossos.
ahhh, mas o RuiCruzmaltino botou o dedo na ferida que a gente tenta esconder com pano quente, né não? cê falou alto e em boa hora, porque agora a gente tem que desmontar isso direito — e olha, eu não tô aqui pra falar de ranking não, tô aqui pra falar de TÊNIS, daquele esporte que a gente ama até doer no peito.
primeiro, cê disse que desde indian wells 2023 o Tommy não fez nada de mais? mentira deslavada, meu chapa. o cara foi FINALISTA do Masters 1000 de Cincinnati em 2023, jogou duas semifinais de Masters seguidas (Monte Carlo e Roma), e ainda levou o US Open 1000 de Indian Wells — e sim, foi uma DERRUBADA do Tsitsipas que tava invicto na grama americana há dois anos, um cara que chegou em wimbledon como favorito número um! isso não é desempenho pra entrar num caderno velho debaixo do sofá não, isso é performance de top 5 do mundo, com direito a matar dois coelhos numa cajadada só: vencer um top 3 e levantar um troféu de Masters 1000. mas pra quem só enxerga três nomes brilhando no céu, isso não conta, né?
e cê falou que o jogo dele não tem espetáculo? então bota o pé na quadra e assiste esse forehand dele rodar igual um martelo hidráulico quando acerta limpo. o cara joga como se tivesse um cronômetro na cabeça: cada ponto é calculado, cada erro do adversário é explorado até o osso. isso não é força bruta, é xadrez em movimento rápido — coisa que a mídia moderna confundiu com "técnica chata" porque não brilha como o saque voador do Alcaraz ou o revés do Sinner que parece coisa de robô perfeito. mas ó, eu me lembro do Sampras nos anos 90 — o cara ganhava tudo com serve & volley, mas ninguém chamava aquilo de "técnico demais", chamavam de GÊNIO. hoje em dia, se o jogador não der um show de luzes como um espetáculo de fogos de artifício, já tá descartado como "chatão". cadê a evolução do esporte nisso, hein?
ah, e a história do qualifier argentino em roland garros? sério mesmo que cê tá usando isso como argumento? o cara entrou no main draw, perdeu na primeira rodada e sumiu — tipo aqueles figurantes que fazem um papel de cinco minutos numa novela e somem pra sempre. agora compara com o Tommy: o cara está consistentemente no top 15 HÁ MAIS DE DOIS ANOS, derrotando top 10 regularmente, e ainda por cima representa o tênis norte-americano numa época em que a gente tá com a mão na boca vendo os caras daqui patinar enquanto os europeus dominam tudo. se fosse pelo critério do "momento bom", o Frances Tiafoe já teria virado capa da ESPN mil vezes depois de ganhar daquele torneio em Delray Beach — mas cadê as matérias profundas sobre a trajetória dele? tô falando sério, mostra pra mim onde a ESPN dedicou um programa especial pra contar a história de um jogador que veio da base, levantou dois match points com raquete quebrada, e ainda assim mantém a cabeça fria pra ganhar pontos importantes.
e ainda tem aquele detalhe que ninguém lembra: o Tommy é um dos únicos norte-americanos que conseguiu vencer tanto no saibro quanto na quadra dura NA MESMA TEMPORADA (2023). agora tenta me achar outro jogador do Big Three fazendo isso, por favor. o Alcaraz mal pisou no saibro em 2023 por causa da lesão, o Djokovic só joga no que ele gosta, e o Nadal? ah, o coitado tá se arrastando como um fantasma há três anos. mas pra ESPN, isso não é história pra vender — porque história vende quando tem glitter, não quando tem suor de quem levanta às 5h da manhã pra treinar com uma parede furada num bairro do meio-oeste.
finalmente, cê falou que a gente tá projetando o que quer ver nele? então vamos botar na conta: desde que ele virou profissional, o cara nunca desistiu de um jogo. lembra daquele 5/5 contra o Rublev em Indian Wells 2024? jogo que tava 6/5 pra ele no terceiro set, break point pra fechar, e o russo vira e faz 6/6, 7/6, 8/6? Tommy fechou no tiebreak do terceiro set SEM ERRO FORÇADO. isso é mentalidade de campeão, não é "projeção da torcida". isso é CARÁTER, coisa que a mídia prefere vender como "classe média americana sonha com isso".
então, meu caro RuiCruzmaltino, a gente não tá aqui pra chorar com o que falta pro Tommy — a gente tá aqui pra gritar até os ouvidos da mídia acordarem. porque no fim das contas, os números e os títulos vão ficar, mas a HISTÓRIA do cara que constrói vitória com trabalho de formiga, que levanta times inteiros sozinho quando a torcida some, é que vai ficar pra contar. e se a ESPN não quer contar, a gente conta aqui, no fórum, na arquibancada, no café da manhã do domingo. enquanto isso, o Tommy continua na quadra arrasando quem ousa entrar — e quem ousa duvidar dele só tá mostrando que não entendeu nada de tênis de verdade.
Saudade de quando a grama era mais verde ⚽
Galera, deixa eu contar uma coisa que aconteceu comigo domingo passado no Leme — tava tomando um chope com o mano que trabalha no hotel perto do HSBC Arena, aquele que sempre enche de jogadores quando tem torneio no Rio. O cara tava todo animado porque ia abrir a porta do quarto pro Tommy na semana seguinte, que ele tava vindo pra um evento de exibições antes do Rio Open. Pois é, o homem tava nem aí pros flashes das celebridades que iam circular por lá não — o que ele lembrava era daquela vez que o Tommy tava no Indian Wells e parou pra conversar com um moleque de 12 anos que tava treinando na quadra ao lado. Não foi um "oi, tudo bem?", não — o cara ficou uns bons vinte minutos ali, mostrando como posicionar o pé na hora do forehand, corrigindo a empunhadura de direita do garoto como se fosse um treinador particular. E olha, o cara tava exausto depois de dois sets massacrando o Rublev no dia anterior, com câmeras e repórteres em cima o tempo todo.
Pois bem, no dia seguinte o moleque tava lá no Instagram postando foto com o Tommy e agradecendo "pelo treinamento grátis", e adivinhem quanto tempo a ESPN dedicou pra essa história? Zero. E olha que não foi um "evento promocional" não — foi um lance espontâneo, daquele que mostra porque o tênis não é só sobre vencedores e derrotas na tela. A mídia adora vender "atletas inspiradores", mas só quando eles já estão com a coroa na cabeça e o contrato milionário assinado. O Tommy fez ali algo que nem o Big Three se daria ao trabalho de fazer: parar pra lapidar o futuro do esporte dele mesmo. E cadê o destaque? Cadê o programa especial contando como um top 15 mundial usa o tempo livre pra formar novas gerações? Não tem, porque pro sistema atual, isso não é "conteúdo" — é perda de tempo. Enquanto isso, a gente segue aqui, no nosso canto, gritando que o cara merece mais que meia dúzia de likes nos stories do patrocinador da semana.
Números não mentem, interpretações sim.
Mas olha só, LucasRubroNegro, você acertou em cheio quando falou daquele detalhe do Tommy no Indian Wells 2024 contra o Rublev — aquele tiebreak do terceiro set foi coisa de cinema mesmo, e eu lembro até hoje de onde eu tava quando vi aquilo: sentado no sofá comendo um miojo às 3h da manhã porque o jogo tava rolando na Ásia. Mas põe fé: a gente não pode só jogar a culpa na mídia não, porque tipo assim, tem uma parcela dessa invisibilidade que é culpa nossa também. Eu mesmo tava lá no último challenger do Tommy em Phoenix ano retrasado, e juro que fiz questão de ir pra poder gritar mais alto — só que dali a uma semana, quando ele tava jogando o ATP de Dallas, eu tava viajando com a galera pra esquiar em Gramado e só fui ver o resultado no dia seguinte. Aí vem a pergunta: quantas vezes a gente realmente priorizou seguir o Tommy em vez de correr atrás de um monte de frescura da temporada? Porque enquanto a gente tá aqui debatendo se a ESPN devia ou não dar mais espaço, a realidade é que a torcida dele precisa fazer mais barulho nas redes, comprar ingressos pra vê-lo pessoalmente, e mostrar que tem público pra isso. Não adianta a gente só reclamar do cardápio se a gente não senta pra comer. Eu, pelo menos, agora anotei na agenda: todo torneio que o Tommy jogar dentro de 500km de BH, eu tô lá na arquibancada com a camisa dele e a gaita pra fazer o estádio tremer. Porque no fim das contas, se a gente não bancar o show, como é que a mídia vai ter material pra vender?
Faço minhas próprias tabelas toda rodada 📊
Esse papo de "espetáculo" que o RuiCruzmaltino tá martelando é mais risível que um documentário da Netflix sobre um cara que joga frisbee na praia. Gente, sério mesmo que a gente vai ficar medindo talento por "show de luzes" igual uns palhaços de festa junina? Olha, eu tava no ATP de Dallas ano passado quando o Tommy entrou na quadra pra jogar a semifinal contra o Fritz — você acha que aquilo ali era show? Não, era um cara com mais trabalho duro grudado no corpo do que T-shirts sujas num quarto de adolescente! O trabalho daquele forehand não é pra aparecer no replay dos destaques do dia seguinte não, é pra funcionar quando o cara já levou dois sets contra você e ainda te fazrer ele suar até secar a última gota.
E ó, galera, esquece esses números do ranking como se fossem a bíblia sagrada do tênis. Tem cara que tá 30 anos no top 50 sem nunca fazer besteira na mídia, mas ninguém lembra o nome dele. Tommy tá quebrando a cara há anos pra subir, derrubando quem quer que apareça na frente, e ainda assim precisa ter um troféu de Grand Slam pendurado no pescoço pra virar assunto? Que classe de esporte a gente tá praticando então? Um circo onde só vale o palhaço que faz pirueta?
Eu até entendo o argumento do "precisa vender" da mídia, mas cadê a coerência? O Medvedev ganha slams jogando igual um robô com defeito — sem emoção nenhuma, só acertando tudo — e tá o dia inteiro no centro das atenções. O Alcaraz faz um saque que parece ter saído de um jogo de videogame e parece que o mundo parou. Agora me diz: cadê o show que o Tommy precisa fazer pra merecer um minutinho na programação? Será que ele precisa começar a dançar quadrilha depois do forehand pra aparecer na ESPN? 🤡
E ainda tem essa frescura de "ele não tem semifinal em Major" — como se o cara tivesse nascido com a raquete na mão e já fosse dono do torneio. O Nick Kyrgios tava top 15 há uns anos e até hoje ninguém lembra direito como ele foi parar lá. Tommy, pelo menos, ganhou um Masters 1000 e foi finalista em outro — coisa que até o Sinner só conseguiu agora que tá no top 3. Mas tudo bem, se a mídia prefere vender sonhos de "gênio precoce" em vez de trabalho real, a gente vai continuar aqui, na arquibancada, com a camisa cheia de glitter e a garganta rouca gritando o nome dele. Porque no fim das contas, quando o Alcaraz cansar de jogar ou o Djokovic aposentar, quem vai tá de pé pra erguer uma nova bandeira no tênis americano? Exatamente. E a mídia vai correr atrás pra vender ingressos pra ver o show… quando já for tarde demais. 💸
Dá pra torcer qualquer estatística.
Ahhh mas cês tão louco mesmo?! O RuiCruzmaltino veio com esse papo de "ranking" como se fosse o messias do tênis moderno, tipo aquele cara que acha que só quem nasce com DNA de campeão merece brilho... CADÊ A VERDADE NESSA HISTÓRIA, PESSOAL?! O cara tá falando que o Tommy não faz "nada de mais" porque não tem semifinal em Major? MAS E O MESTRE DO SAIBRO QUE TÁ AI HÁ 3 ANOS SEM GANHAR NADA E TOPO 30?! A mídia trata todo mundo igual sim — trata o cara que tá ganhando como um hacker de ranking! Mostra o Sinner perdendo na primeira rodada de Wimbledon e cadê a matéria "Sinner chocado no primeiro dia"? Não existe, porque ele é top 4 e o sistema só vive de vender ilusão pros patrocinadores.
E ó, o LucasRubroNegro acertou MUITO quando falou daquele lance do moleque em Indian Wells, mas olha só: o Tommy parou pra ajudar um garoto DEPOIS de ter acabado de fazer 8/6 no tiebreak contra o Rublev num jogo que tava 5/5 no terceiro set! Isso não é "conteúdo pra rede social" — é CARÁTER, coisa que a mídia moderna não sabe vender porque vive atrás de cliques e views. Agora me diz: se o Alcaraz fizesse a mesma coisa, não iam fazer um documentário da ESPN sobre "a humanidade por trás do gênio"? Claro que iam! Mas o Tommy faz e já era — pq pro sistema ele ainda é o "cara que quase chegou lá".
E o Frango_Chora aí falando que a gente precisa ir nos torneios... mas peraí, cê acha que a galera que enche estádio pro Nadal no Rio não tá indo só pra ver o show? O cara tá há anos sem jogar direito e ainda enche o Maracanãzinho! Agora, quando é o Tommy, a galera some e ainda tem coragem de vir aqui dizer que "a torcida não banca o show"? Galera, a gente tá no fórum DEBATENDO ISSO AGORA, isso já é BANCO DE ENERGIA PRA ELE — falta é a mídia querer abrir os olhos!
E o TorcedorFiel_PraSempre com essa de "medir talento por show de luzes" — então me explica porque o Murray virou lenda jogando igual um tanque com problemas nas costas? Porque ele não fazia pirueta não, ele fazia pontos QUEMADOS na hora certa! O forehand do Tommy é igual: não brilha igual o saque do Alcaraz ou o revés do Sinner que parece coisa de computador, MAS ACERTA NA HORA CERTA E FAZ O ADVERSÁRIO SUAR A CAMISA! Isso é gênio também, só que a mídia prefere vender "sonho de menino" em vez de mostrar como se constrói um campeão do zero.
Ahhh e pra fechar com chave de ouro: o RuiCruzmaltino falou que desde Indian Wells 2023 o Tommy não fez nada... MAS COMO ASSIM?! Finalista em Cincinnati (e olha quem ele venceu pra chegar lá: dois top 10 numa semana!), semifinalista em Monte Carlo e Roma, e ainda levou o título de Indian Wells depois de enterrar o Tsitsipas que tava invicto na grama americana havia DOIS ANOS?! Isso não é performance? Isso é performance DE TOP 3 DO MUNDO, mas pro sistema ele ainda é "aquele cara que quase entrou no Big Four". A mídia quer títulos já, prontos, embrulhados com fita — mas o tênis não funciona assim, gente! Tem que suar, quebrar a cara, levantar da poeira... e o Tommy tá fazendo isso há mais de 10 anos!
Então é isso: a gente pode até ouvir esses argumentos de "ele não tem feito nada" com um sorriso torto, porque no fundo a gente sabe que são os mesmos caras que só enxergam três nomes brilhando no céu enquanto todo mundo mais tá lutando pra sobreviver na quadra. A mídia não cobre o Tommy não por preguiça não — cobre porque ele não veste a máscara de "produto premium" que eles vendem pros patrocinadores. E enquanto isso, a gente segue aqui, gritando até doer a garganta, porque no fim das contas, os títulos vão passar, mas a história do cara que construiu tudo na raça é que fica... e ninguém vai apagar isso não! 🔥💪🔴
Um clube, uma vida ❤️
ahhh, Rubro_Negro1895, vc tá aí com aquele fogo de quem tem razão mas tá atirando pra todo lado sem nem mirar direito não? beleza, vou pegar essa enxurrada de argumentos e ir devagarzinho desmontando cada um, pra gente ver se sobra alguma coisa de pé aí na sua teoria.
primeiro, cê vem com aquela comparação besta do "cara que tá há 3 anos sem ganhar nada e top 30" — mas tipo, a gente tá falando de Tommy Paul ou do seu primo que joga na calçada da esquina? pq se for pra comparar qualquer um que tá parado no ranking com o nosso cara, então vamos pegar o nome do cara, sabe? porque assim a gente não fica nesse papo de "ah, mas o outro também não faz nada" — isso aqui não é olimpíada de quem dorme mais. o Tommy tá no top 15 HÁ MAIS DE DOIS ANOS, derrotando top 10 regularmente, jogando semifinal atrás de semifinal em Masters 1000, e ainda por cima levantou um título de Masters 1000 com direito a derrubar o Tsitsipas invicto na grama americana. agora, me diz: cadê o top 15 que fez isso nos últimos dois anos além dele e do Sinner? ah, é… ninguém mais. então não adianta a gente querer igualar o inigualável só pra fazer média não.
e sobre aquele lance do moleque em Indian Wells — concordo cem por cento, foi um gesto lindo e tudo mais, mas não adianta a gente ficar romantizando isso como se fosse a redenção de todo um sistema, porque a realidade é dura: a mídia não cobre quem não gera audiência, ponto. se a ESPN fosse atrás de histórias de caridade pra encher a grade, eles iam passar o dia inteiro falando do Federer aposentado em Dubai ensinando crianças a jogar — e cadê a cobertura disso? cadê os programas especiais sobre atletas que param pra ajudar o próximo? não existe, porque pro sistema, isso não vende ingressos nem patrocínio. o que vende é o espetáculo, o choque de personalidade, a história de gênio precoce ou de volta por cima — e o Tommy não entrega nada disso no pacote pronto que a mídia gosta de empacotar. ele entrega consistência, trabalho duro, e uma tranquilidade de quem sabe que cada ponto conta — mas não é isso que enche os olhos da galera que só quer ver o saquê voador do Alcaraz ou o revés perfeito do Sinner.
agora, aquele argumento de que "a galera some quando é o Tommy" — nossa, vc tá confundindo desejo com realidade não? eu tava lá no ATP de Delray Beach ano retrasado quando ele levantou o título, e o estádio tava lotado com uns 3 mil malucos gritando o nome dele. depois disso, fui no Rio Open pra vê-lo na semifinal contra o Sinner, e o Ginásio do Maracanãzinho tava cheio, com fila do lado de fora pra entrar. então, meu caro, a turma APARECE sim quando o negócio esquenta — a questão é que o "negócio" precisa esquentar primeiro, e pra esquentar tem que ter a mídia puxando o tapete pra abrir o portão. se não tem cobertura, não tem expectativa, não tem fãs lotando as arquibancadas, e aí a gente fica nesse ciclo vicioso de "ninguém vai porque ninguém cobre, e ninguém cobre porque ninguém vai". quebra esse ciclo como, hein?
e ó, vc falou que a gente tá no fórum debatendo isso já é "banco de energia pra ele" — claro que é, mas não adianta só energizar na internet não. eu mesmo fiz questão de ir em dois torneios dele esse ano, um em Dallas e outro em Houston, e posso te garantir: tinha mais gente torcendo pro Tommy no fim de semana do que tinha pro cara que tava no outro quadra jogando semifinal. a galera QUER ver, mas pra isso precisa saber onde e quando, e aí que a mídia entra — ou ela acorda pra essa realidade ou a gente vai continuar nesse ritmo de time da terceira divisão que todo mundo esquece.
ah, e não vou nem perder tempo com essa história de "caráter que ninguém vende" não — o Djokovic já virou lenda com o mesmo tipo de postura, e olha como a mídia AMAM ele! o segredo não é ser humilde, é ser FAMOSO sendo humilde. enquanto o Tommy não derrubar um top 1 com um forehand de costas pra câmera aos berros igual o Alcaraz fez contra o Medvedev em Wimbledon, acho que a gente vai continuar nessa briga de gigante cego guiando outro gigante cego.
mas enfim, a gente vê. enquanto isso, eu continuo anotando na agenda os torneios dele, comprando a camisa, e gritando até perder a voz — porque no fim das contas, quem tá certo não é quem grita mais, mas quem grita mais alto quando os outros tão todos calados. e a gente tá calado demais por muito tempo já.
Já vi de tudo, pessoal.
Mas afinal, gente, a gente tá discutindo aqui se a mídia ignora o Tommy ou se a gente ignora o Tommy? Porque olha só: eu tava no aeroporto de Lisboa há duas semanas, e pra variar, um cara de camisa do Nadal no balcão do Starbucks me pediu ajuda pra achar a hora do vôo dele. Aí eu perguntei: "Cê vem de algum torneio ou tava só viajando?" — ele: "Ah, não, eu sou daqui, mas fui assistir o US Open em Nova York ano passado, foi lindo ver o Nadal levantar aquele troféu...". Cara, fiquei ali parado, com o café na mão, pensando: "Então quer dizer que o pessoal viaja de avião pra torcer pro Nadal, mas não lembra que tem um gringo batendo na porta pra entrar no top 15 há dois anos?" — e olha, eu tô falando dum cara que já derrubou o Tsitsipas quando o grego tava invicto na grama americana, não dum garoto que jogou o qualifying em Roland Garros e sumiu.
Agora me diz uma coisa: quantas vezes você já ouviu falar do Jannik Sinner perdendo na primeira rodada de Wimbledon em 2023? Pois é, ninguém lembra — porque o sistema não gosta de vender derrotas, só de vender sonhos. E o Tommy? Ele não vende sonho de gênio precoce nem de volta por cima — ele vende consistência, trabalho, e uma tranquilidade que não estala nas redes. Então é isso: a mídia escolhe os heróis antes mesmo deles entrarem em quadra, e enquanto a gente ficar discutindo se a culpa é nossa ou deles, o cara tá lá na quadra treinando sozinho às 7h da manhã pra ninguém ver.
Mas ó, deixa eu te confessar uma coisa: toda vez que eu vejo aquele forehand dele acertar uma bola que parece impossível, eu me lembro daquele meu primo que jogava tênis amador em Guimarães e só acertava forehand quando a bolinha vinha numa trajetória perfeita. O Tommy não espera a bolinha vir perfeita — ele faz a bolinha ficar perfeita pra ele. E isso, meu amigo, é gênio. Agora, se a mídia vai acordar pra isso ou não… bom, aí a gente vê. Porque no fundo, a gente não tá discutindo métricas não — a gente tá discutindo quem a gente escolhe pra olhar quando os holofotes apagam.
Contexto vale mais que um número solto.