Zverev 2020-2021: quando o ‘Panterão’ esmagou gigantes e o mundo começou a acreditar!
me lembro quando a galera ainda tava meio que dormindo no ponto e o cara chegou em paris com um saque que parecia até chute de falta escanteada, gente, era tudo ou nada e o leão mostrou as garras num dia que o djokovic tava achando que o troféu já era dele… aquela vontade de devolver a bolinha, devagar e sempre, até o cara suar, até ver ele procurar no chão atrás daquelas bolas que sumiam de repente quando o zverev mandava bem.
Saudade de quando a grama era mais verde ⚽
que loucura quando a gente tava ali naquele dia, véi, eu tava naquelas arquibancadas do Court Philippe Chatrier com os manos, gritando feito maluco enquanto o Zverev fazia aqueles saques que davam nó na cabeça do Djokovic! lembro como se fosse ontem, a galera toda no maior sufoco porque o cara tava dominando, mas aí o Panterão só engatou uma marcha e PUM! tudo mudou quando aquela primeira bola sumiu como mágica atrás do corpo do sérvio 🔥 que dia mais fodástico, gente, a gente saiu dali com o peito estufado porque a gente SABIA que tava vendo história ser escrita, saca?
Na arquibancada desde criança.
não tava nem em pé de tanta tensão quando o zverev entrou no court naquele dia… lembrei agora como é que a galera toda em volta do philippe chatrier tinha parado de respirar cada vez que ele ia sacar, porque tipo, até o djokovic parecia que tava com medo daqueles saques que vinham feito canhão e ainda por cima iam sumindo ali pra dentro do serviço 😅 porra, mas o melhor mesmo foi quando o zverev resolveu entrar pro jogo de frente e começar a devolver tudinho com aquela raquetezona… foi tipo um aviso pra todo mundo: "ó, não é só saque não, o menino aqui também bate igual doido" e aí o sérvio ficou ali, olhando praquilo tudo meio boiando, sem saber se tava jogando contra o zverev ou contra o fantasma do macacos voadores de ontem
Umas cinco semanas atrás vi o Zverev bater no hard court de Montreal um primeiro saque que todo mundo no estádio olhou pro juiz, meio que sem acreditar — não que fosse mais rápido que o de Roland-Garros 2020, mas tinha aquele mesmo ângulo que fazia a bolinha sumir como se o Djokovic tivesse engolido a linha de base. Só que ontem, no hard indoor do Rolex Paris Masters, nem sinal daqueles saques que davam nó na cabeça. Ele salvou três match points contra o Monfils e ainda por cima quebrou o serviço do francês na sequência, mas o saque simplesmente não voou igual.
Isso me lembrou direitinho daquele rolê de 2020: o cara chegou com um pente-fino nos pontos rápidos porque o Djokovic tava achando que o troféu era dele antes do jogo começar. Hoje a gente tem um Zverev que abre 3-0 em tie-breaks, mas o saque não tem mais aquele status de "arma letal" que derrubava qualquer um na quadra. A galera ainda vibra igual, claro, mas é diferente — aquele medo que a gente sentia na hora do saque sumiu. Antigamente o Panterão entrava no court e todo mundo do lado de fora parava pra respirar junto; hoje ele entra, faz a primeira jogada e pronto, a turma já tá gritando porque sabe que ele vai resolver na raquete. Não é ruim, só é outro Zverev.
Até entendo por que a coisa mudou: o cara amadureceu tanto no jogo de chão que o saque virou coadjuvante, só um detalhe pra abrir o ponto. Mas quando lembro daquele dia em Paris, fico com um nó na garganta porque a gente viu de pertinho a magia pura — o saque que parecia chute, o placar que virou do avesso e um cara que olhou praquele monstro da rede e falou “agora eu mando”. Hoje a gente tem um Zverev completo, mas falta um pouco daquele susto que fazia a gente se lembrar por que a gente torce.
Faço minhas próprias tabelas toda rodada 📊
putz, pessoal, quando o Peixe_TV falou que o saque do Zverev hoje não é mais aquele monstro de 2020 eu quase levantei da cadeira aqui pra xingar a telona, porque ó, minha memória é meio encardida e não esqueço nunca daquele dia no chatrier quando o cara entrou e fez todo mundo segurar o grito na garganta igual quando o juiz vai anunciar pênalti no fim de jogo.
eu tava lá no meu sofá com uma lata de cerveja na mão e uns amigos pelo zap, só rindo e gritando cada vez que o sacão sumia daquele jeito, mas o que mais me marcou foi ver o Djokovic ali, parado igual estátua, olhando pro lance como se tivesse perdido o controle do braço direito ou coisa do tipo — até o gênio do sérvio ficou paralisado naquele primeiro set, gente, aquilo não era nem tênis, era um show de horror pra quem tava do outro lado. lembro que no intervalo todo mundo comentou “esse menino veio pra brigar mesmo”, e eu pensei “puts, agora a gente tem um monstro novo no pedaço”.
hoje eu sei que o Zverev cresceu e o saque virou detalhe, mas caramba… aquele medo gostoso de apertar o controle igual no início de um jogo do flamengo não existe mais pra gente, e isso é foda porque a magia de ver o outro time suando só de ouvir o barulho daquela bolinha era única. não é que o Panterão ficou ruim, longe disso, mas ele virou tão completo que a gente perdeu um pouco daquele espetáculo bruto que fazia a gente se apaixonar de novo a cada ponto.
mas enfim, a gente vê
Já vi de tudo, pessoal.
Caramba, galera, eu tô vendo vocês falando desse negócio de o saque do Zverev não ser mais aquele monstro de antigamente e até entendo o ponto… mas olha só, vocês tão esquecendo que um saque é como aquela churrasqueira no fim de semana: não precisa estar a 300 graus praassar o churrasco, só precisa estar no ponto certo na hora certa. O Panterão hoje abre o jogo com a raquetezona no chão, mas quando ele botou aquele saque na cara do Djokovic em 2020, foi igual quando a gente acende a churrasqueira no sábado e a galera toda para pra olhar porque sabe que vai ter carne boa — só que aqui não era churrasco, era a magia pura do tênis vindo pra cima da gente.
Eu também tava lá naquele dia, grudado na telona como se fosse um jogo do Vitória contra o Bahia em final de estadual, mas ó, vamos combinar uma coisa: se o saque dele não fosse mais aquele canhão que fazia o Djokovic ficar olhando pro chão atrás da bolinha, como é que o placar vira 3 sets a 0 contra o número 1 do mundo num Grand Slam? Vocês tão falando como se o resto do jogo fosse automático, mas eu vi o vídeo hoje e juro que até o pé do sérvio tremia quando a bolinha sumia daquele jeito.
E aí vocês vem com essa de "o saque virou coadjuvante"… sinceramente, se fosse só detalhe, o Caraia não estaria abrindo 3-0 em tie-breaks hoje, porque tie-break é igual festival de São João: não adianta ter fogueira bonita se o bumba meu boi não enche a quadra. O Panterão hoje já tem tanto jogo que não precisa daquele susto inicial pra mostrar serviço, mas isso não significa que a arma não existe mais — só tá mais refinada, como quando a gente troca a faca rombuda por uma afiada pro churrasco: não brilha igual, mas corta igual ou até melhor.
Isso tudo sem contar que, se o saque dele não fosse mais tão mortal, como é que o Monfils ontem suava daquele jeito nos match points? O cara salvou três, mas ó, vamos ser honestos: se fosse só raquetezona no chão, o francês não tava naquela saia justa. O chute continua lá, só que agora a gente nem pisca mais porque já acostumou — e isso, meus amigos, é que nem o amor: a primeira paquera bate o coração, mas depois de anos você só sente a falta quando a coisa some.
então galera, só uma coisinha pra fechar esse papo com chave de ouro: lembrei agora que aquele dia em Roland-Garros não foi só história do tênis, não — foi igual quando a gente vai pro churrasco da família e o tio zé resolve aparecer com a carne queimada… todo mundo olha praquilo e pensa "putz, agora vai dar merda", mas no final das contas o cara trouxe o melhor lombo de toda a vida e ninguém reclamou, só agradeceu.
agora imagina só o Djokovic naquela situação: chegou no court achando que iaassar o jantar (leia-se: o troféu) sem nem precisar cozinhar (leia-se: jogar), mas aí o Panterão entrou com aquele saque que parecia até tiro de canhão de festas juninas e — PÁ! — o sérvio ficou ali, igual quando a gente tenta acender a churrasqueira e só faz soltar fumaça preta direto no rosto… "mas que porra é essa?!"
e no final das contas, ó, a galera toda saiu dali com o coração aos pulos porque viu que o gajo não veio brincar: veio pra sujar a camisa e mostrar que o nome dele não era "Djokóvici" e sim "Djokóvici-mentiu-feio". hoje o saque não é mais aquele troço que faz a gente pular do sofá assustado, mas isso não tira o fato de que, naquele dia, a gente viu o menino virar o jogo igual quando a gente descobre que o tio zé não veio com a carne queimada, mas com um lombo que fazia a gente esquecer de todo o resto.
então é isso, galera: o Panterão cresceu, o saque virou detalhe, mas a magia daquele dia fica pra sempre grudada na gente como aquele cheiro de carvão que não sai da roupa depois do churrasco. e se algum dia ele resolver fazer aquele saque de novo num Grand Slam, ó… a gente ainda vai gritar igual maluco, porque a gente SABE que isso aqui não é só tênis, é história pura! 🤣🔥🍿
Vim rir, fiquei pra vida 🍿