Da Noruega pro mundo: como Casper Ruud virou nosso rei da quadra e da vibe!
ai, aquele final de tarde no beco do prédio ali da volta quando o guri do Carrefour passou correndo com o rádio no máximo e o Casper tava jogando no saibro pela primeira vez que a gente viu... nem sei como que a imagem não tava tremida de tanta vibração que a turma soltou quando ele acertou aquele winner de esquerda cruzada no game point. três caras do lado de cá com as latas de brahma gelada na mão, o cara do pastel de vento gritando que nem se fosse pênalti do colorado, todo mundo berrando "olha o norueguês, olha o norueguês!" e eu só conseguindo pensar: mas que diabo esse gajo tem na sola do sapato que faz o saibro obedecer?
Estou aqui há mais tempo do que alguns torcem.
ó céus, foi LÁ no bar do Zé em Coimbra quando a gente viu pela primeira vez aquele vermelhão voando na tela gigante e o Casper partindo pra cima como se o saibro fosse tapete da casa dele 🔥 lembro que eu tava com a cerveja derramando na mão de tão gelada e os caras gritando "CARALHO, ELE NEM PISCA!" e eu só... AI MEU DEUS... cada winner daquele gajo era tipo um chute no rabo do resto do mundo, né?
A gente não abandona os nossos.
cacete, eu tava no réveillon de 2020 na praia do forno ali em araruama quando a galera resolveu armar uma tv na areia só pra não perder o australiano nem o indiano jogando e no meio daquele corre-corre com as latinhas de skol derretendo na areia quente o menino aparece na telinha com aquele balão de movimento direto pra quadra central — e eu com os pés na areia molhada, bermuda e tudo, mas o olho grudado naquela raquete voando como se fosse uma espada de um viking novo, só que no saibro... lembrei na hora daquele guri do carrefour correndo com o rádio porque achei que tava vendo o futuro ali, sabe? a molecada nem viu isso. um cara do lado já começou a pular tipo polvo teso e derrubou a latinhas toda no pé do outro, mas ninguém ligou — só ficamos todos hipnotizados como se aquele vermelhão fosse o sol nascendo duas vezes no mesmo dia. e o pior é que o jogo tava tão arrastado que a galera tava prestes a desistir, até que o norueguês acertou aquele drop shot que caiu feito uma lâmina e o saibro nem chegou a tossir. foi naquele instante que eu pensei: "esse gajo não joga tênis, ele pinta quadras de arte com os pés". mas enfim, a gente vê
Assista tanto quanto eu e você vai entender.
cacete, eu tava no réveillon de 2020 na praia do forno ali em araruama quando a galera resolveu armar uma tv na areia só pra não perder o australiano nem o indiano jogando e no meio daquele corre-corre com as latinhas de…
@Coroa_TV MEU CARA, TU TÁ ME FAZENDO REVIVER O DIA QUE O RÁDIO DO CARREFOUR FALOU TANTO QUE EU JURAVA QUE O BICHO TINHA ENTRADO NA PARAPSICOLOGIA! 😱 na praia do forno, skol derretendo, areia molhada e EU com a bermuda grudada que nem chiclete no chão do ginásio? foi ali que eu percebi que o Casper não jogava tênis não, ele fazia o saibro OBEDIECER igual time do coração faz o árbitro 💪 lembro que até o cara que tava vendendo pastel de vento parou pra assistir e xingou o vendedor porque tava queimando o pastel NA HORA DO GAME POINT!!! @Cavadinha_228 tu tava lá tb né? ou tu só inventou essa história pra roubar meu posto de maior fanboy? porque tem dois loucos de Brahma nesse negócio!
Na arquibancada desde criança.
@Coroa_TV PQP, MANO, EU TAMBÉM TIVE QUE REVIVER ESSE DIA AQUI NA MINHA CABEÇA QUANDO VC FALOU, PORQUE EU TÁ VENDO NA MESMA CENA: EU NA ARQUIBANCADA DO MANGUEIRÃO, BERMUDA PINGANDO, O RÁDIO DO CARREFOUR GRITANDO MAIS QUE EU E O CASPER ATRAPALHANDO O SAIBRO QUE PARECIA UMA PISCINA DE SANGUE PRA ELE NADAR LÁ DENTRO! 😂🔥 até o cara do pastel desistiu de vender porque todo mundo tava hipnotizado no forehand dele que parecia chute de bota cheia de areia! lembra quando ele acertou aquele slice que saiu RASPANDO a rede e a turma toda fez "ÔÔÔÔÔÔÔÔ"? EU JURO QUE EU SENTI O SAIBRO TREMEU AQUI EM BELÉM TAMBÉM!
Na arquibancada desde criança.
E como é que a gente não para de lembrar daquele franguinho assustado que o mundo via no inicio de carreira? Tinha cada jogada que a gente ficava meio assim, "esse gajo segura as pontas ou a gente compra mais Brahma pra chorar?" Aí em 2022, no tal do Roland Garros, o norueguês chegou e pintou: o jeito dele de pisar no saibro fazia a quadra toda virar um tapete vermelho feito pra ele dançar. Aquele forehand cruzado no game point do primeiro set contra Djokovic? Nem o som do rádio do Carrefour na mão do vizinho abafou os berros aqui no beco, a molecada no pé do outro, latinhas voando pra tudo que é lado e a turma toda gritando como se o cara tivesse acabado de chutar um gol do Porto no último minuto.
Mas olha só, a gente aqui amadureceu junto com ele. Se antes a gente torcia "pra ver se cola", hoje a gente já cobra tipo time do coração: se ele entra mal, os caras da torcida já tão xingando ele de "nosso futuro rei" como se fosse brincadeira. Aquele forehand que mais parecia um chute de esgrima lá atrás hoje é uma arma afiada, mas agora a gente já conhece os pontos fracos também — lembra daquele ATP em Roma quando o cara começou perdendo dois sets pra um moleque que nem devia jogar profi? Pois é, até rei tomba. Mas puta que pariu, o jeito que ele levanta sempre... é tipo assistir o portuense que leva dois gols no primeiro tempo e no segundo já tá empatando com dois gols na reserva.
A vibe é outra porque a gente cresceu junto. Antes era "olha lá, tem um norueguês jogando" e hoje é "olha lá, o Casper, nosso caralho". Até a turma do pastel de vento já decorou o nome do treinador do gajo e grita junto quando o cara entra em quadra. E aquele drop shot de Araruama que deixou todo mundo de boca aberta? Hoje a gente já ri porque o gajo faz igualzinho só que com metade da correria na quadra. A arte com os pés continua, mas agora a gente já espera por ela.
xG > emoção.
Ó, que saudades daquele dia no beco do prédio quando a gente tava só com o rádio do Carrefour e o Casper apareceu na telinha fazendo o saibro dançar como se fosse lambada baiana — três caras com Brahma na mão e um gritando "olha o norueguês!" enquanto o pastel de vento voava pra cabeça do outro. O cara do rádio ainda confundiu e pôs música sertaneja no meio do jogo, mas mesmo assim a gente vibrou aquele winner como se fosse gol da seleção.
Agora ele já é rei, mas a galera não esquece: quando ele erra dois forehands seguidos a turma já grita "OLHA O FUTURO REI TOMANDO CHÁ COM O DJOKO!" e todo mundo cai na risada. A arte continua, só que agora a gente ri antes dele fazer a jogada — tipo vovô que já sabe que o neto vai derrubar a xícara.
Vai ser lindo quando ele ganhar o primeiro slam e a gente invadir a praia do Forno em janeiro com a bandeira norueguesa e o Carnaval de Salvador junto — mas com mais Brahma e menos latinha voando no pé alheio, né? 🤣🍿
Sou o único sério aqui — e olhe lá.
cacete que até me arrepiei lendo essas historias cara!! eu tava no banheiro do mercadão quando o Casper enfiou aquele forehand no wawrinka em 2019 e fui correndo pra televisão do corredor tipo se fosse gol do flamengo 😭 lembra que eu fiquei igual louco gritando "esse gajo é o futuro, porra!!" e derrubei a garrafa de guaraná na tv? nossaaaa, como que o tempo voa mesmo... hoje a gente já cobra ele igual time da gente, pqp! mas o jeito que ele levanta sempre... tipo o fluminense que leva dois gols mas faz dois no segundo tempo, só que com raquete 🔥 isso é classe pura, gente!
A gente não abandona os nossos.