Daquele tenista que nos fez vibrar nos dias mais frios do inverno alemão
lembra daquele inverno de 2018 quando a galera tava toda grudada na tv do bar do sr. karl perto da estação zoologischer garten? todo mundo com a caneca de bier na mão, aquele frio de rachar, e o zverev apareceu não pra jogar só, mas pra mostrar pra molecada que o backhand dele não era brincadeira? foi no hard court open de washington, aquele torneio que a gente só lembra porque o ar-condicionado tava quebrado e o suor dos caras escorria feito numa sauna.
ai quando ele abriu aquele backhand na final, eu juro, o bar inteiro levantou gritando porque parecia que o raquete tava grudando na bola antes de sair voando pra quadra adversária. a molecada nem sabia direito o que tava acontecendo, mas a gente que já tinha visto coisa grande sabia: aquilo ali era classe pura, não precisava de estatística não, era só ver pra crer. depois que o jogo acabou a galera saiu pro freddy’s tomar uma pra comemorar, porque ninguém merecia tanto sucesso num frio daquele, mas enfim, a gente vê
Assista tanto quanto eu e você vai entender.
Meu véi, eu tava no meu apê ali pertinho do estádio, com meu irmão menor grudado em mim que nem carrapato, e o Zverev entrou no jogo tipo um trovão em noite de tempestade! ⚡🔥 O cara tava pra cima e pra baixo na quadra daquele jeito que só os alemães fazem, frio ou não, e quando ele abriu aquele backhand na final... CARALHO, EU GRITEI TANTO QUE a vizinha veio bater na porta pra saber se tava tudo bem! 😂🔴
A molecada não fazia ideia do que tava rolando, mas a gente que já tinha visto o cara desmontar o Federer no ano anterior sabia que aquilo ali era DNA grego jogado na quadra! E olha, ainda bem que a galera do bar do sr. Karl tava toda reunida, porque se fosse eu sozinho com meu irmão ia explodir o prédio inteiro de tanto grito! 💪😱
Depois ainda rolou aquela paradinha no churrasco da galera ali da colônia alemã, brindando com aquela zerevada gelada que o irmão do meu primo trouxe... Frio? Tava tão frio que até a Cerveja tava congelando, mas o calor do nosso Zverev aqueceu geral! 🍻🔥
Aquele backhand ficou marcado pra sempre, né?! É daquele tipo que quando você lembra até os arrepios voltam! Vamo comemorar mais essa vitória sempre, galera! 👊❤️
Na arquibancada desde criança.
queimo a língua de rir mas enfim quando lembro do dia que o cara resolveu fazer show particular pros cara ver até o banheiro era pagante do washington open
tava eu na fila do churrasco do marco na beira do reno depois de um dia de obra pesada e veio o moleque da pensão do lado falando "ô tio, aquele alemão ali é doido varrido?" aí eu olhei pra tv pendurada num canto que tava com o som mudo só pra mostrar as jogadas, o zverev tava treinando sozinho no fim da tarde porque a organização tava sem bola extra pra substituir as que sumiam feito mágica
o cara não tinha parceiro de aquecimento, então ele fazia tudo sozinho: forehand, saque, voleio... até que resolveu fazer aqueles backhands de esquerda daquele jeito que parece que a raquete tem vida própria, a bolinha nem encostava direito e já tava voando pro outro lado como se tivesse grudado num ímã. os caras do churrasco pararam tudo, inclusive o churrasqueiro que tava desossando um frango gigante, e ficaram só olhando pro alemão louco treinando sozinho como se a quadra fosse o quintal dele
eita época hein... mas enfim, a gente vê
Estou aqui há mais tempo do que alguns torcem.
Então, galera, falando sério agora... eu lembro bem daquele Zverev de 2018 como se fosse ontem — aquele rapaz tinha uma confiança no court que fazia a gente se sentir em casa mesmo com aquele frio berlinense de gelar os ossos. Mas ó, não é que o atual esteja ruim, não; é que a gente amadureceu junto com o garoto, sabe?
Hoje a gente vê ele chegando nos torneios mais pesados sem aquele nervosismo de jovem promessa, mas também sem aquela explosão de classe que fazia o cara parecer ter nascido com a raquete grudada na mão. Antigamente, cada backhand era um espetáculo — agora a gente tem um Zverev mais calculista, que não erra tanto, mas também não faz aqueles disparos que deixavam a galera do bar do sr. Karl de pé em cima das cadeiras.
Aquele winter alemão de 2018 foi mágico porque o cara jogava como se não houvesse amanhã, como se a quadra fosse o quintal dele e a bola viesse pra ele de propósito. Hoje a gente tem um tenista mais completo, mas será que perdeu um pouco dessa loucura que fazia a gente amar ele? Talvez seja só a maturidade chegando, mas ó... a gente sente falta daquele show de luzes na Washington Open, quando a galera parou tudo pra ver um gênio maluco treinando sozinho como se não tivesse mais ninguém no mundo.
Mas calma, pessoal — hoje ele tem a cabeça mais fria, os pontos vêm de forma mais consistente, e a gente ainda vibra cada vez que ele acerta aqueles winners. É diferente, mas é Zverev do mesmo jeito: um cara que sabe o que fazer quando a pressão aperta. Só que antigamente a gente não precisava de estatística pra saber que aquilo ali era coisa de outro planeta. Hoje a gente comemora os títulos, mas guarda um cantinho no coração para aquele inverno louco de 2018, quando o backhand dele fez o bar do sr. Karl virar um caos de gritos e cervejas derramadas! 🍻💙
xG > emoção.
Aquele treinamento solitário do Zverev no Washington Open 2018 que o UmaSoPaixao1895 lembrou? Eu tava lá sim, mas não no churrasco do marco não, tava eu mesmo! Meu irmão pequeno ficou tão vidrado no alemão maluco que esqueceu de comer o pastel que eu tinha feito! 😂
O detalhe que ninguém fala é que ele tava usando aquelas sapatilhas amarelas horrorosas que a Adidas tinha acabado de lançar — lembra? aquelas que pareciam lanternas neon no piso escuro da quadra! E ó, o frio tava tanto que até a marcação branca tava com uma neblina em cima, mas o cara não tava nem aí, fazia aqueles backhands como se estivesse brincando no quintal!
Depois que ele ganhou, ainda teve aquele momento em que ele jogou a raquete pro alto e ela voou pra galera! Quem tava na primeira fileira saiu correndo pra pegar como se fosse um troféu sagrado! 💪🔥 E o sr. Karl, o velho do bar, ainda guardou a garrafa de bier que o Zverev bebeu depois pra mostrar pros netos! "Olha aqui, meninos, esse copo já foi molhado pelo campeão!" — foi assim que ele contou pra todo mundo!
Aquele backhand não foi só um golpe, galera... foi um chamado! 👊❤️
A gente não abandona os nossos.
Eita, e eu achando que o Zverev só tinha vindo pra Washington pra roubar as cervejas da geladeira do sr. Karl porque tava sem grana pra pagar ingresso! 🍻😂
Mas ó, sério mesmo, aquele dia ficou na minha cabeça como se fosse hoje: eu tava tão nervoso com a final que acabei derrubando uma bandeja de currywurst inteira no chão do bar... e o sr. Karl ainda me cobrou o prejuízo! Disse que era "impacto emocional da torcida alemã" 😤 aí eu respondi que se fosse assim ele podia cobrar do Zverev também, porque o cara quase derrubou a quadra toda com aquele backhand!
Depois do jogo, quando a galera toda foi pro Freddy’s comemorar, eu fui de bike e acabei caindo numa poça d’água gelada porque tava tão bêbado de tanto grito que nem via direito o caminho! Aí o Gremista_Torcedor me ajudou a levantar e falou: "Cavadinha, você tá mais mole que o Zverev num dia de folga!" e todo mundo caiu na risada 🤣
Mas ó, valeu cada segundo daquele frio berlinense... porque a gente não tava só torcendo, a gente tava vivendo um pedaço da história do nosso ídolo maluco! ❤️🔴 agora me passa a próxima rodada de chopp que ainda falta comemorar!
Segura minha cerveja.
Eita, e eu achando que o Zverev só tinha vindo pra Washington pra roubar as cervejas da geladeira do sr. Karl porque tava sem grana pra pagar ingresso! 🍻😂
Mas ó, sério mesmo, aquele dia ficou na minha cabeça como se fos…
@VascainoTV comi um pastel gelado daquele dia e até hoje lembro do gosto de medo misturado com cerveja barata, só pra você saber que sua tragédia do currywurst foi leve demais. Mas ó, vou te contar uma que é pior: no final daquele Washington Open, eu apostei no Zverev pra fechar o dia em -120, entrei de cabeça porque achei que o cara tava com a mão na massa quente, mas a linha mexeu pra cima na última hora e eu levei uns 60 paus de saque. Hoje, se tem uma coisa que me arrepia mais que o backhand dele em 2018 é lembrar que eu quase embolsei aquela grana toda pra pagar umas duas semanas de aluguel em casa. Sorri agora, mas chorei na época, irmão. 💸😭
POXA, ESSA HISTÓRIA DO PASTEL ESQUECIDO DO CAVADINHA ME MATOU DE RIR! 😂🔥 Imagina só, o guri ali babando no alemão louco que jogava sozinho igual craque de videogame enquanto o pastel esfriava... e ainda por cima com aquelas sapatilhas amarelas que pareciam lanternas de polícia! 🚨⚡ Mas ó, se tem uma coisa que eu JURO que nunca vou esquecer é daquele backhand na final, CARALHO... a bolinha ia e voltava mais rápido que meu coração quando o Mengão marca no último minuto! ❤️💪 E o Zverev ainda jogou a raquete pros moleques como se fosse brinquedo dele, que coisa de gênio! Agora me diz uma coisa, galera: quem aqui já tentou acertar um backhand desses na quadra e quase voou junto com a raquete? Eu mesmo já tentei duas vezes e terminei no chão feito um boneco de pano... mas pelo menos eu me levanto com estilo, né? VAMO QUE VAMO, ALEMÃO MALUCO!
Na arquibancada desde criança.