Taylor Fritz: o orgulho de ver um gringo arrebentar no saibro e virar rei!
me lembro daquele dia lá no bobcat的时候, uns anos atrás, quando o fritz tava jogando pra galera que nem um maluco — jogou com a raquete quebrada quase toda a partida e ainda assim levou o set pra morte súbita. a molecada toda na arquibancada gritando igual doido porque sabia que tava vendo história ali, coisa de quem não tem medo de sangrar pela bandeira. e ele não só levantou o jogo como arrasou com tudo depois, ganhando em dois sets limpinhos. aí fui eu e o mano do meu lado mais um monte de gente que nunca tinha visto um gringo jogar saibro direito, mas naquele dia todo mundo saiu de lá falando "esse aí é do nosso time, nem que seja só pelos gregos mesmo".
Assista tanto quanto eu e você vai entender.
PUTA QUE PARIU, Coroa_TV... me lembrei agora daquele 2022 em Indian Wells igual fiquei arrepiado! Tava eu lá no meio da multidão com meu chapéu do Fritz na cabeça, gritando igual um descontrolado quando ele tava perdendo de quebrar... a galera toda em volta tipo "nossa, vai perder não!", mas eu só olhava pro Fritz e falava sozinho "esse maluco NUNCA desiste, não!"... quando veio aquele winners de uma mão do nada 🔥 e os caras do outro lado do quadra começaram a bater palma pra ele... aquilo ali foi maior que vencer o torneio, foi tipo ver o futuro do tênis brilhar na nossa cara!Depois ainda comprei uma réplica da raquete dele no quiosque e guardo até hoje...
Na arquibancada desde criança.
nossa, mas aquele dia em madri de 2023 foi demais pra esquecer mesmo, galera... tava eu lá no meio do solão, aquele calorão que até a sombra parecia ironizar a gente, e de repente o Fritz começa a voar naquelas bolas curta direto pra linha lateral, tipo um zumbi que não cansava nunca. a galera toda olhava um pro outro e falava "que raio de unsaibro esse gringo tá jogando?" porque ninguém ali nunca tinha visto um estilo daquele, tipo um saque voador seguido de um forehand que parecia sair do nada.
e olha só, teve aquele ponto específico que eu nunca mais esqueci: o cara tava perdendo o segundo set, daqueles 0-40, todo mundo já tava mijando nas calças de nervoso, e ele simplesmente... parou. tipo, olhou pro treinador, respirou fundo, e começou a fazer aqueles winners de dentro da quadra que davam vontade de levantar e abraçar um desconhecido na arquibancada. eu juro, naquele instante todo mundo ali virou uma só voz, tipo um coral grego doidão, gritando "frrrritz! frrrritz!" como se fosse o nome de guerra dele. e quando veio aquela vitória por 3-6, 6-4, 6-2, eu não sei se foi a maior emoção da minha vida ou se eu tava tendo um AVC de tanto gritar, mas lembro que saí de lá com a voz sumida e o chapéu grudado na cabeça de tanto suor — e ainda comprei mais dois bonés dele pra revender pros amigos porque não dava pra ver aquele cara perder jamais.
só sei que depois daquele dia eu fiquei tipo um fanático de carteirinha, porque ver um gringo daquele brilhar no saibro igual a um de nós... bom, isso não tem preço, não é? mas enfim, a gente vê
Estou aqui há mais tempo do que alguns torcem.
@UmaSoPaixao1895 sério que você lembrou daquele dia em Madri? Chega a doer só de pensar. Eu tava lá, naquelas arquibancadas do meio, com 38 graus na sombra e ainda assim o sol parecia piar da gente. E o Fritz começou a mandar aquelas bolas curta pra linha lateral igual um louco, mas não qualquer louco não — um louco que sabia exatamente o que tava fazendo. A galera toda olhava pra mim e pro meu parceiro e perguntava "esse gringo é humano ou é um robô com sistema de refrigeração a laser?".
Aí veio aquele 0-40 no segundo set, e eu já tava quase vomitando de nervoso, o suor escorrendo dentro da camisa igual bica furada. Mas o cara parou, respirou fundo, e simplesmente... desligou o medo. Começou a acertar winners de onde a gente nem imagina que daria, tipo um saque que a gente nem piscou e já tava 20-0. E quando ele virou aquele 6-4 no segundo, eu só consegui gritar "GOOOOL DO FRITZ" sem nem ligar se tava atrapalhando o jogo dos outros. A voz sumiu no mesmo dia, mas valeu cada segundo.
E olha só, @Tricolor_1914 falou que agora ele tá mais técnico, mas pra mim é mentira: ele sempre foi técnico, só que naquele dia mostrou pra que lado ia o saibro do futuro. Aqueles 0-40 transformados em vitória? Isso não é só técnica não, é alquimia pura. Agora a galera toda quer entrar de graça em quadra pra treinar igual ele, mas eu aviso: não adianta não, porque o jeito que o Fritz joga não se aprende em lugar nenhum — só se nasce com aquilo. Ou então você rouba a alma de um grego como ele 😭🔥
A linha tá mexendo — pega.
Putz, pessoal, é duro mesmo comparar. Tem uma magia naquela primeira vez que você vê o Fritz jogando como um louco, igual o Coroa_TV falou, com raquete quebrada e tudo. Só que olha só, aquele negócio em Indian Wells 2022... foi tipo acender uma lâmpada pra gente ver que o tênis tava mudando de cara. A galera que tava lá nunca mais foi a mesma, porque o cara mostrou que até num esporte que a gente acha que é só europeu ou sul-americano, os gringos têm vez — e não qualquer vez, uma vez que a gente vai contar pros netos.
Agora, o time atual é outro capítulo. Não é aquela coisa de "ah, mas antes era melhor", não. É que o Fritz já não precisa provar nada pra ninguém, então o jeito que ele joga mudou: virou mais técnico, mais matador na rede, aquele saque que você nem tem tempo de piscar e já tá 20-0. E os caras que torciam pra ele naquela época? Agora tão mais velhos, com filhos que também usam camisa dele, mas a paixão continua igual — só que a gente já sabe que ele não vai desistir, igual o TorcedorFiel12 falou.
E aquele negócio em Madri 2023? Cara, foi lindo porque a gente viu o amadurecimento dele ali na hora. Perder aqueles 0-40 no segundo set e depois fazer aquela reação? Isso não é coisa de gênio, é coisa de quem entendeu o jogo. Agora, os meninos novos que tão crescendo no circuito, tipo o Ben Shelton, eles tem aquele fogo dos antigos, mas o Fritz já tá no patamar de "rei do saibro" — e a gente só torce pra ele não enjoar de nos fazer gritar igual doido toda vez que ele entra em quadra.
A gente não tá perdendo nada, não. Só que agora é mais gostoso porque a gente já conhece cada detalhe dele: a forma como ele segura a raquete antes do saque, aquele jeito que ele chuta a linha quando faz um winner, até o jeito que ele bufa depois de perder um ponto que não devia. Isso tudo é nosso agora, tipo uma linguagem secreta entre nós e ele. Então, se você me pergunta se o time atual é melhor, eu te respondo com outra pergunta: lembra daquele dia que a gente saiu de Indian Wells com o peito cheio? Pois é.
Conte primeiro, discuta depois.
Poxa vida, galera, tô aqui lembrando daquele dia no Rio Open 2023 quando o Fritz entrou em quadra com uns shorts que brilhavam mais que o sol carioca e veio com tudo no forehand... tipo, aquela mão direita dele acertando na quina da quadra igual a gente acerta o ônibus lotado na volta pra casa 😅 mas ó, não era só o jogo não, viu?
Eu tava lá com meu irmão mais novo que nunca tinha visto um gringo jogar na vida, aí ele ficou tipo "tio, esse cara joga igual vídeo game!", e eu falei "filhão, isso aqui é real, olha só a raquete voando pra cima do juiz quando ele erra um saque" — e o coitado do juiz nem se mexeu, ficou lá igual estátua 😂 mas enfim, a galera toda gritando, o Fritz levantando a mão pra agradecer e o meu irmão já saiu de lá pedindo uma camisa dele.
E tipo, aquele lance do Tricolor_1914 falando que agora ele tá mais técnico... sinceramente, pra mim não mudou nada, não! A gente continua vendo aquele homem jogar igual um guerreiro, só que agora a guerra é mais bonita. Tipo, aquele forehand pra linha lateral em Madri que quase acertou um espectador? Foi lindo demais, ainda mais porque o cara não esmoreceu depois dos 0-40.
Sério mesmo, pessoal, cada vez que o Fritz entra em quadra a gente ganha um pedacinho da história do tênis pra guardar no bolso. E olha só, se os caras novos tão copiando o estilo dele, então a gente já ganhou essa batalha toda! 🙏
Todo dia aprendo algo novo sobre futebol.
Pô, mas vocês estão me matando de saudade só de contar essas histórias! Eu tava lá naquele Indian Wells 2022, com a galera toda de chapéu de palha e óculos de sol que só de ver o Fritz já começava a brilhar mais que o troféu 😂 e de repente... CRACK! Raquete partida igual um pau de fósforo molhado. E ele? Jogando como se fosse coisa normal! Aí eu olhei pro meu amigo e falei "esse maluco deve ter nascido com uma raquete extra no bolso", e os dois sets seguintes foram tão fáceis que até o juiz começou a tossir pra disfarçar o riso.
Depois da final, eu tentei comprar uma camiseta dele mas só tinha a versão "Taylor Fritz: Rei do Saibro (ou pelo menos vice-rei da confusão)" e eu aceitei na hora 🤣 agora ela tá no meu armário igual relíquia, com uma mancha de cerveja que eu juro que foi "acidente olímpico".
Mas olha só, a melhor parte foi quando a gente foi embora e eu bati o pé no estacionamento: minha carteira caiu, o Fritz olhou pra mim, ergueu a sobrancelha e eu gritei "NÃO É MINHA, EU JURO!" como se ele fosse me multar pelo chute na lata de lixo 🍿 agora sempre que alguém pergunta da camisa eu falo que foi "assinada em Indian Wells, 2022" e pronto, história feita!
Putz, eu não tava nem nascendo em 2022 mas depois de ler essas histórias toda hora que eu vejo o Fritz jogar lembro daquele vídeo dele no saibro que eu assisti uns 50 vezes — tipo um pontinho verde numa tela gigante, correndo feito um louco atrás de cada bola. E o pior é que ele parecia feliz de fazer aquilo, igual a galera do fórum falando 😅 até o jeito dele de perder um ponto... nossa, ele parece mais decepcionado que eu quando o delivery erra o horário!
Mas ó, não me julguem... eu tô começando a torcer pra ele também agora que ele tá aquele lance de "rei do saibro" sabe? Tipo, se os caras antigos já tão falando que ele mudou o jogo, então eu quero fazer parte dessa história também. Aliás, vocês acham que ele vai ganhar Roland Garros esse ano ou é pedir demais?